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Os direitos da criança | e-book

Reedição

21.11.19

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Adaptação do texto da Convenção Sobre os Direitos das Crianças: Paula Cristina Martins e Sara Pereira
Capa, ilustrações e arranjo gráfico: Arlindo Fagundes
ISBN: 978-989-8600-89-9
 
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Conhece os teus direitos
 
A Convenção sobre os Direitos das Crianças foi aprovada em Nova Iorque, em 20 de novembro de 1989, na Assembleia Geral das Nações Unidas, faz este ano 30 anos. Nos países em que foi ratificada (isto é, aceite como válida) passou a ser lei desse país. Praticamente todos os países do mundo aceitaram a Convenção dos Direitos da Criança. Portugal foi um desses países.
 
Apesar da evolução positiva dos Direitos das Crianças ao longo dos 30 anos da Convenção, há muitos que ainda não são reconhecidos. Para mudar esta realidade e contribuir para a igualdade de todas as crianças é importante conhecer, divulgar e refletir sobre esses direitos.
 
Foi por isso que em 1998 duas entidades que entretanto foram extintas – o Governo Civil de Braga e o Instituto de Estudos da Criança da Universidade do Minho – publicaram este livro, em linguagem simples, para que todos a entendam.
 
Passadas três décadas, o Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS) e o Centro de Investigação em Estudos da Crianças (CIEC), ambos da Universidade do Minho, empenhados igualmente em pôr em prática esta Convenção, decidiram reeditar este livro, para que conheças e entendas bem os teus direitos e ajudes a promovê-los, na tua família, na tua escola, nos teus grupos de amigos, nos sítios que visitas... É por isso importante que leias este livro e que fales sobre ele.
 
Novembro de 2019
 

Referência: Os direitos da criança. (2019). Lasics.uminho.pt. Retrieved 21 November 2019, from http://lasics.uminho.pt/ojs/index.php/cecs_ebooks/issue/view/257

 

Competência mediática e digital - e-book

do acesso à autonomia

10.11.19

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Download | 2019 |

 

Obra coletiva de "la Red Alfamed" sobre competências mediáticas para a cidadania, fruto do IV Congresso Alfamed que aconteceu na República Dominicana.

Prólogo

La educomunicación como proyecto social en el mundo de las pantallas

La educomunicación se ha convertido en los últimos decenios, y especialmente en los últimos diez años, en una urgente necesidad. Vivimos más que nunca en la sociedad de las pantallas y de las máquinas inteligentes, de manera que la ciudadanía de cualquier parte del orbe, ya sean jóvenes o mayores, ricos o pobres, religiosos o ateos, las han abrazado con pasión y compulsión, pues estas han copado nuestro tiempo de trabajo y ocio, y han generado placer y entretenimiento supuestamente gratuito y universal. Frente a esta situación, escasas voces críticas, muchas de ellas teñidas con tonos catastrofistas y/o moralistas, se alzan de forma puntual (en muchos casos mediante reacciones instantáneas sobre el abuso del consumo, contenidos escabrosos…). Los investigadores de todo el mundo y las universidades no podemos ni debemos mantenernos impasibles ante esta realidad que se convierte, sin duda, en uno de los grandes retos de las sociedades contemporáneas. El consumo de medios es en la actualidad uno de los rasgos distintivos que definen la interacciones entre las personas. Frente a los medios de comunicación tradicionales, hoy los medios son multimedia, interactivos y especialmente omnipresentes y casi omniscientes. Los dispositivos móviles han hecho ya caduca la famosa frase de McLuhan de que los medios eran “extensiones de las personas” para convertirse en “órganos vitales” de nuestra propia existencia. Un día sin móvil/celular, por no decir ya una semana, puede ser un acto catártico que muchas personas son incapaces de soportar. Estar “comunicados/incomunicados” en un mundo de comunicación masiva y casi abusiva, presente en todos los contextos y espacios (incluso los más íntimos), debe ser objeto de estudio prioritario de los académicos. No obstante, complejos problemas nunca tienen fáciles soluciones. En primer lugar, porque “problematizar” lo que la gente corriente no ve como problema ya de por sí puede ser el primer hándicap importante al que nos enfrentemos. [...]

 

Referência: (2019). Bb4dba4f-ce78-42ca-a171-3fe700002d69.filesusr.com. Retrieved 9 November 2019, from https://bb4dba4f-ce78-42ca-a171-3fe700002d69.filesusr.com/ugd/438ae9_dd2298820a3043bb978e902da5ca0479.pdf

 

 

 

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imagem de universoabierto.org

The little book of. plagiarism. what it is and how to avoid it. 6th edition, September Stirling: University of Stirling, 2017

 

Este folheto foi desenvolvido para ajudar os alunos a entenderem melhor o que é o plágio e sugere estratégias para o evitar. 

 

Conteúdo relacionado:

Com Clara Schmelck, jornalista do INTÉGRALE, filósofa e coordenadora de curso no CELSA e Serge Barbet, diretor do CLEMI.

Adela Cortina | Filósofa

 

Referência: Una lección de ética frente a la intolerancia. (2019). BBVA Aprendemos juntos. Retrieved 14 October 2019, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/aporofobia-no-se-rechaza-al-extranjero-sino-al-pobre-adela-cortina/

 

 

Partilha de Práticas - Zonas: Alentejo, Lisboa e Vale do Tejo e Centro

 

Encontro Nacional de Literacia para os Media e Jornalismo de 16 de setembro, na F.C. Gulbenkian (Lisboa): Já estão disponíveis os 7 vídeos que cobrem por inteiro essa jornada.

 

O Encontro Nacional de Literacia para os Media e Jornalismo teve lugar no dia 16 de setembro de 2019, no Auditório 3 da Fundação Calouste Gulbenkian em Lisboa. Este encontro culminou o projeto-piloto, a nível nacional, de Literacia para os Media, realizado de janeiro a abril de 2019 e que resultou de uma parceria entre a Direção-Geral da Educação, o Sindicato dos Jornalistas e o Centro Protocolar de Formação para Jornalistas (Cenjor), tendo, ainda, o alto patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República.

O projeto teve a particularidade de contar com jornalistas e académicos especialistas da área do jornalismo, na formação de docentes, tendo o intuito de contribuir para diferentes áreas da literacia para os Media – desenvolvimento do pensamento crítico dos alunos, nomeadamente no que se refere às competências de leitura e de análise da informação, de forma crítica e autónoma e, consequentemente, para as competências da Cidadania Democrática.

Tratou-se de mais um momento relevante, entre escolas, professores, alunos, especialistas e outros parceiros, para divulgação de práticas, reflexão sobre os passos já concretizados e projeção do trabalho a realizar. Teve como público-alvo, docentes, alunos dos diferentes níveis de ensino envolvidos ou interessados na temática.

 

ReferênciaEncontro Nacional de Literacia para os Media e Jornalismo - YouTube. (2019). YouTube. Retrieved 9 October 2019, from https://www.youtube.com/playlist?list=PLTz3J4grt9iRPziIbx1Ziqg-l-8wiWOKP

Francisco Ferreira*, Presidente da "Zero - Associação Sistema Terrestre Sustentável".

Com o propósito de sensibilizar as crianças e jovens para a agenda do ambiente, o presidente da Associação Zero, Francisco Ferreira, profere, em exclusivo para a RBE, um discurso que pode ser ouvido aqui.

 

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Esta é uma semana de mobilização global pelo clima: dia 21 de setembro ocorreu a Cimeira da Juventude para o Clima (ONU), na qual participaram 500 jovens de todo o mundo; hoje realiza-se, em Nova Iorque, uma Cimeira para a Ação Climática e dia 27 de setembro terá lugar uma greve estudantil mundial, para a qual, em Portugal há, até ao momento, 25 convocatórias locais - segundo o Eurobarómetro Especial 490 sobre o tema quase nove dos dez inquiridos (87%) em Portugal considera a crise climática um problema muito grave.

Manter o aquecimento global abaixo dos dois graus Celsius, objetivo definido no Acordo de Paris de 2015, é atualmente a luta mais importante das nossas vidas, na base da qual é possível combater a pobreza e alcançar os 17 objetivos para o desenvolvimento sustentável.

A Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) assume este desígnio, estando consciente da ligação existente entre crise climática e ascensão dos nacionalismos, bem como do número de pessoas expulsas das suas pátrias e das violações aos direitos humanos. Enfim, de que ao abraçar esta causa, está a lidar com todas as crises em simultâneo e, designadamente a crise da democracia.

Para o efeito, planeou na área do ambiente um conjunto de atividades de discussão
• “Levanta-te (stand up) por uma causa!”,
• “Encontros rápidos (speed meetings): Assunto? Microplásticos!” e de ativismo sociopolítico
• “Lixo marinho: ação comunitária de limpeza”,
• “Problema/ solução ambiental musicada (warming up)”
que podem ajudar as bibliotecas escolares a trabalhar com as crianças e jovens estas questões nas respetivas comunidades.

Para que se verifique uma maior participação e haja continuidade nas ações realizadas é importante que os professores bibliotecários adaptem as estratégias propostas aos problemas locais. Para o efeito, a RBE produziu um recurso que pode ajudar ao planeamento destas ações, intitulado “Dimensões do problema e respostas”.

Com o propósito de sensibilizar as crianças e jovens para a agenda do ambiente, o presidente da Associação Zero, Francisco Ferreira, profere, em exclusivo para a RBE, um discurso que pode ser ouvido no clip “Todos chamados a participar”.

 

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Referência:

Article title: Todos chamados a participar
Website title: RBE: Rede de Bibliotecas Escolares
URL: http://rbe.mec.pt/np4/2376.html

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Luis Sepúlveda

21.09.19

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Uma entrevista em que o autor fala de literatura, do ambiente, sustentabilidade e cidadania, em suma, de conhecimento.

 

Se preferir, oiça o podcast:

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Sinopse:

O Hidro foi bafejado pela sorte. Em seu redor a água parece não ter fim. Mas o seu estado de alegria é interrompido por sinais de alerta. Afinal, a água é limitada e escassa. Será tarde demais? Conseguirá a família H2O mudar os seus comportamentos e gerir este recurso de forma eficiente, aplicando o princípio dos 5 R’s (Reduzir os consumos, Reduzir as perdas e desperdícios, Reutilizar a água, Reciclar a água e Recorrer a origens alternativas)?

Vencedor do categoria do Festival de Cinema das Nações Unidas sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável “ODS em Ação 2019” na categoria PROTEGER O NOSSO PLANETA

 

 

A curta-metragem animada Aquametragem, da portuguesa Marina Lobo, foi a vencedora da categoria “Proteger o nosso planeta” no Festival de Filmes ODSs em Acção, organizado pela Organização das Nações Unidas (ONU). Esta é a maior competição de trabalhos cinematográficos dedicados aos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).  

A curta, de pouco mais de cinco minutos, tem o objectivo de sensibilizar o público, “tanto crianças como adultos”, a utilizar os recursos hídricos de uma forma mais responsável e eficiente, explicou por telefone ao P3 Marina Lobo. No vídeo, Hidro, o protagonista da animação, ganha acesso a uma fonte potável de água, mas comete muitos erros na sua utilização: lava o carro de mangueira, demora demasiado tempo no banho e contribui para a poluição através da emissão de gases poluentes ao tratar a água utilizada. Hidroaprende com os erros e passa a valorizar a importância de utilizar um "recurso finito e escasso" de uma forma sustentável.

A ideia para a Aquametragem partiu da Lisboa E-Nova (Agência de Energia e Ambiente de Lisboa). Marina Lobo — que, além de animadora, também é engenheira ambiental — teve conhecimento do desafio e acabou por ser a escolhida para desenvolver uma animação sobre a água, em 2018. Além de chamar à atenção para o desperdício deste recurso, o vídeo também sugere uma abordagem sustentável ao problema, “baseada nos 5Rs do uso da água”: reduzir o consumo, reduzir o desperdício, reutilizar, reciclar e recorrer a origens alternativas.

 

Referência: Pinto, J. (2019). “Aquametragem”: curta portuguesa sobre desperdício de água vence prémio da ONUPÚBLICO. Retrieved 24 July 2019, from https://www.publico.pt/2019/07/16/p3/video/aquametragem-curta-portuguesa-sobre-desperdicio-de-agua-vence-premio-da-onu-145454

 

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