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O que é a Gentileza? O que é ser solidário?

A ação da... e na biblioteca escolar: A importância da partilha. Ler , partilhar leituras, para quê?

 

Veja o vídeo. A Gentileza, a solidariedade e a leitura, na prática destes alunos!

 

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Marina Subirats - Socióloga

 

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Especialista em educação em igualdade, Marina Subirats é Professora Emérita de Sociologia na Universidade Autónoma de Barcelona e uma das líderes em feminismo e coeducação na Espanha durante as últimas três décadas. 

 

Desde os anos 1980, pesquisou a evolução dos modelos sociais que diferenciam as crianças desde o nascimento, durante os seus estudos e futuros trabalhos. Como especialista em sociologia da educação, publicou, entre outros livros, "Forjar um homem, moldar uma mulher" e "Coeducação, apostar na liberdade". 

 

"Um dos problemas que temos na nossa sociedade é o androcentrismo, que destaca a figura masculina. A nova etapa consiste no desaparecimento dos géneros e na construção de uma cultura não androcêntrica, que valoriza igualmente o que é atribuído a homens e mulheres ", propõe Subirats.

 

A socióloga diz que, além do desafio do acesso universal à educação, é hora de rever os modelos masculinos inconscientemente transmitidos da escola e da família, e destaca uma importante reflexão: "Se perguntar algo à sua filha, pergunte também ao seu filho e dê-lhes a mesma valoração. 

 

"O feminismo é um movimento de libertação das mulheres, mas também dos homens ", conclui Marina Subirats.

 

Referência: ¿Cómo viven las jóvenes de hoy la desigualdad de género?. (2019). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 8 March 2019, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/como-educar-en-igualdad-marina-subirats/

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Está disponível em português, para download gratuito, a obra ‘Njinga Mbande: Rainha do Ndongo e do Matamba’, uma publicação digital sobre uma das lideranças mais expressivas que Angola já teve, um marco de governança feminina fora do comum, que se revelou como negociadora e diplomata ímpar, além de apresentar táticas de guerra e espionagem importantes para resistir aos projetos de colonização portuguesa.

 

O e-book é uma produção da Unesco – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, publicado em 2014, por meio da Divisão das Sociedades do Conhecimento – Setor de Comunicação e Informação, com apoio da Divisão para a Igualdade de Gênero, com financiamento do Governo da República da Bulgária.

 

Além de conteúdos descritivos, a publicação também conta com dossiê pedagógico e uma história em quadrinhos qua ajudam a compreender e trabalhar melhor com a biografia abordada. Ao todo, são 56 páginas que, ao tratar da história da personagem principal, também faz conexões com a história de Angola e seus desafios, como o tráfico de escravizados(as), construção de identidade da população e como a figura e atitudes de Njinga inspiraram diversas religiões de origem africana.

 

Referência: Silva, D. (2017). Baixe material pedagógico da Série Mulheres na História da África, produzido pela UnescoUniverso Educom. Retrieved 7 March 2019, from http://universoeducom.org/baixe-material-pedagogico-da-serie-mulheres-na-historia-da-africa-produzido-pela-unesco/

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As alterações climáticas não são uma prioridade para os cidadãos europeus e, ainda menos, para os portugueses (Eurobarómetro 2018). Exercendo a sua responsabilidade pelo sistema terrestre, os jovens decidiram fazer, em conjunto, greve às aulas pelo clima como estratégia para influenciar a mudança de mentalidades e de comportamentos, exercer pressão sobre os decisores políticos e passar a palavra.

Ler mais:

 

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Ser popular nas redes sociais e, sobretudo no Instagram, não é só uma questão de auto-influência por via da imagem, é também a demonstração de uma certa visão e atitude a respeito da política, da economia, do ambiente e dos mais vulneráveis. É por isso que decidimos colocar a questão e intervir a partir das redes sociais:

 

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A biblioteca tem o poder de usar instrumentos familiares e acessíveis que

- Ultrapassam todas as barreiras e são agregadores;

- Tornam visíveis os pormenores, para além da complexidade dos problemas.

A biblioteca tem ainda o poder de combinar expressões, acrescentar significado e dar lugar à criação estética, geradora de partilha e disseminação.

O PhotoVoice e, já agora, o VideoVoice, são modos de aprofundar estas possibilidades em prol da melhoria do bem-estar de nós próprios, dos nossos vizinhos e dos ambientes naturais e construídos, pelo que sugerimos a leitura de:

 

Gostaríamos que partilhassem connosco o que fazem na área da cidadania colaborando em Notas das EscolasCidadania e Biblioteca Escolar | Pensar e Intervir.

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por Cristóbal Cobo Romani | fevereiro 2019 | Download

 

Apresentação

A atual concentração do poder digital em poucas empresas (Google, Facebook, Amazon, Apple ou Microsoft) não está somente a gerar novas formas de poder e controlo que exacerbam as já existentes, mas paara além disso criam novas formas de exclusão e periferia.

 

É o fim da lua de mel digital.

 

Através da voz de diferentes especialistas internacionais esta obra profunda questões como: que fazer para reverter as atuais assimetrias de poder? quem observa os que nos observam?  podemos pensar em tecnologias com um enfoque (mais) humano? ou, aceito os termos e condições da vida digital?

 

Este é um trabalho realizado com o apoio da Fundação Santillana e a colaboração do Centro de Estudos Fundação Ceibal.

 

Conteúdo relacionado:

 

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Um programa de rádio sobre cidadania digital para os mais novos

ZigZaga na Net” são 30 episódios de conteúdo áudio sobre Cidadania Digital que a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e a Direção-Geral da Educação (DGE), em parceria com a Rádio Online ZigZag da Antena 1 - RTP,  lançaram no dia 14 de fevereiro, no auditório da RTP.

Este programa de rádio juvenil pretende sensibilizar para várias questões de literacia digital, nomeadamente os direitos e deveres online; os direitos de autor; a veracidade e fiabilidade da informação (desinformação e notícias falsas); a privacidade; a pegada digital; a dependência online e das tecnologias; os comportamentos seguros online; o bullying e o ciberbullying, entre muitos outros. 

A Escola de Referência de alunos surdos do Agrupamento de Escolas Quinta de Marrocos foi desafiada a participar e envolver os alunos na tradução para Língua Gestual Portuguesa dos episódios, dando assim origem a um projeto pioneiro nesta matéria. Estes episódios contam ainda com a presença assídua das mascotes do Centro Internet Segura (a INES) e do SeguraNet (o Pisca).

 

ReferênciaFCT e DGE lançam “ZigZaga na Net”. (2019). Portugal INCoDe.2030. Retrieved 18 February 2019, from https://www.incode2030.gov.pt/destaque/fct-e-dge-lancam-zigzaga-na-net

 

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A Maior Lição do Mundo

Saiba como a biblioteca do Agrupamento de Escolas de Mogadouro (Bragança), no âmbito da disciplina de Educação para a Cidadania e da atividade A Maior Lição do Mundo, trabalha com os alunos do 8.º A e 9.º A e respetiva professora titular e diretora de turma e envolve outros alunos de outros cursos, bem como o município. O trabalho realizado é partilhado e publicado simultaneamente no jornal escolar, numa página em linha criada para o efeito e num mural que usa a ferramenta digital padlet para fomentar a cooperação e partilhar ideias e experiências.

Ler mais aqui.

 

 

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Movimento Cultural Nova Academia

Registámos a forma construtiva do protesto de um movimento cultural, nascido na Suécia e que rapidamente conquistou uma dimensão global, para que o Nobel da Literatura 2018 não deixasse de ser atribuído. Só assim foi possível pôr de pé, desde 4 de maio de 2018, dia em que foi comunicado o cancelamento da iniciativa, até 12 de outubro de 2018, data em que os prémios foram publicamente anunciados, todos os procedimentos – mais o de uma votação pública na internet para indicar os finalistas - do prémio literário mais prestigiado do mundo.

Ler mais aqui.

 

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Que iniciativas de Educação para a Cidadania são levadas a cabo nas nossas escolas? Em que medida é que essas práticas se cruzam com a Educação para a Cidadania Global numa perspetiva de transformação social?

 

Estas foram algumas das questões de partida que guiaram a construção do estudo exploratório Iniciativas de Educação para a Cidadania Global em meio escolar*, promovido pelo CIDAC e pela FGS, que decorreu entre 2017 e 2018 e que foi agora disponibilizado online. Para a sua implementação foi elaborado um quadro concetual a partir do qual se desenhou um inquérito enviado a escolas, professoras e professores e diferentes redes de educação, e que foi divulgado nesta newsletter, tendo-se recebido 164 respostas, das quais 124 foram consideradas válidas.

 
Consultar o estudo completo AQUI.
Resumo em português, castelhano e inglês AQUI.

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A Rede de Bibliotecas Escolares associa-se às iniciativas da Organização de Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI), com o apoio do Ministério de Educação e da Fundação SM, que lançam em 2019 os prémios Educação em Direitos Humanos - Óscar Arnulfo Romero (3.ª edição) e O que estás a ler? (6.ª edição).

 

EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS - ÓSCAR ARNULFO ROMERO (3.ª EDIÇÃO) 

O prémio Educação em Direitos Humanos - Óscar Arnulfo Romero destina-se a reconhecer o trabalho de:
A. Escolas ou agrupamentos de escolas de todos os níveis de educação e ensino ou
B. Organizações da sociedade civil (ONG) na defesa do direito à educação, à convivência na escola, à paz, à inclusão e, em geral, às liberdades fundamentais do ser humano. 

 

Lançado a 1 de fevereiro, este concurso estabelece 15 de maio como data-limite para entrega das candidaturas; a 5 de junho serão conhecidas as propostas vencedoras: 2 por categoria (A e B), cada uma delas recebendo 5.000 dólares para investimento nos programas vencedores. Segue-se a fase internacional do concurso em que são selecionados os vencedores dos 20 países ibero-americanos (setembro), seguindo-se a entrega do prémio num dos países a definir.

 


 
Veja também: 
• 70 Anos ao Serviço da Comunidade Ibero-americana através da Educação, da Ciência e da Cultura 1949-2019
• Resultados das edições anteriores
• Terceira Edição – Como participar
• Redes sociais -  #PremioDDHHRomero.

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Assumindo o desígnio, inscrito na Carta do Conselho da Europa sobre a Educação para a Cidadania Democrática e a Educação para os Direitos Humanos (web | pdf ING | pdf PT), de transformação da sociedade por via da educação de cada cidadão, a RBE criou um sítio em linha, Cidadania e Biblioteca Escolar – Pensar e Intervir, com o propósito de promover uma cultura de cidadania democrática, reforçando o papel da biblioteca escolar no aprofundamento dos conteúdos do currículo e na formação integral das crianças e jovens nos dias de hoje, em convergência com a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania e o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.

 

Enquadrando-se no plano não formal e informal da educação, os conteúdos deste sítio estruturam-se em três áreas de ação, nas quais as crianças e jovens são os protagonistas:

Dinâmicas educativas ou jogos de aprendizagem promotores de atitudes e comportamentos que favoreçam a tomada de consciência, decisão e intervenção em grupo e no espaço público; 

Clips ou ações do quotidiano que, não obstante o caráter espontâneo e efémero, podem ajudar ao envolvimento e à intervenção;

Notas das escolas, espaço de partilha, pelas escolas, de ações que realizaram na área da cidadania.

 

Olhando para o presente, o ideal humanista de construção do conhecimento, alicerçado no bem e no belo, surge ameaçado. Olhando para o futuro, vemos na qualidade e continuidade das aprendizagens que todos possamos realizar o caminho que nos pode aproximar do cumprimento deste ideal. Confiamos nos responsáveis das bibliotecas para esta missão.

 

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RBE


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