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Elton Alisson | Agência FAPESP – A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) lançou a versão em português do kit pedagógico “Cultura oceânica para todos”.

Elaborado pela Comissão Oceanográfica Intergovernamental (COI) do órgão, o material on-line apresenta uma série de recursos e atividades para que públicos, de todas as idades, possam entender os complexos processos e funções do oceano. Além disso, fornece informações científicas sobre a relação de causa e efeito entre o comportamento individual e coletivo e seus impactos no mar.

O kit pode ser acessado gratuitamente e adaptado para diferentes contextos geográficos e culturais.

“A ideia é que o material possa ser usado por educadores, de disciplinas que não só de ciências ou biologia, para trabalhar conteúdos e desenvolver atividades voltadas à conscientização sobre conservação, restauração e uso sustentável do oceano e de seus recursos”, disse Francesca Santoro, coordenadora do programa “Ocean Literacy” da Unesco e uma das autoras da publicação, durante um evento de anúncio do lançamento do material, em Santos, em setembro do ano passado.

A tradução para a língua portuguesa do material – também disponível em inglês, francês e espanhol – é iniciativa de um projeto apoiado pela FAPESP na modalidade Pesquisa em Políticas Públicas, realizado por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), campus Baixada Santista, em parceria com a Prefeitura Municipal de Santos.

Um dos objetivos do projeto é desenvolver metodologias e ações para integrar a ciência oceânica e a sociedade, por meio da capacitação de cidadãos e de professores das redes pública e privada, e promover políticas públicas voltadas à conservação marinha embasadas cientificamente.

 


 

 

Este texto foi originalmente publicado por Agência FAPESP de acordo com a licença Creative Commons CC-BY-NC-ND. Leia o original aqui.

Grande entrevista | pedro simas

Quase tudo sobre o novo coronavírus

07.04.20

É uma corrida contra o tempo: o que é que a ciência já sabe do novo coronavírus? As respostas do investigador e cientista Pedro Simas na Grande Entrevista com Vítor Gonçalves.

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Nesta entrevista Pedro Simas explica:

  • Porque é que ainda há pandemias, apesar da evolução da ciência?
  • O que distingie um vírus de uma bactéria?
  • Como é que o vírus utiliza as células para se reproduzir?
  • Qual o papel dos testes de deteção viral e dos testes serológicos?
  • Como criar a imunidade na sociedade?
  • O que é que o mundo pode aprender com as medidas tomadas na China?
  • Que investigação é feita em Portugal neste âmbito?

 

Ao longo da entrevista, o investigador explica as três grandes ferramentas  para controlar a epidemia:

  1. O isolamento social;
  2. Testar, testar, testar;
  3. Vacina.

 

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O Ensino integrado das Ciências no 1.º CEB | webinar

Escola Ciência Viva de Vila Nova da Barquinha

19.01.20

O Ensino integrado das ciências é o conceito base do CIEC: Centro Integrado de Educação em Ciências – Escola Ciência Viva de Vila Nova da Barquinha.

O CIEC é um Centro de Ciência que “vive” dentro de uma escola, está organizado em salas temáticas inspiradas no contexto local (ex. “Explorando o Castelo”; “Explorando o Tejo”...) e tem um laboratório de ciências concebido originalmente para a realização de atividades práticas de ciências no 1ºCEB.

Ao longo do webinar é apresentado este projeto inovador e são dados exemplos de práticas que integram a exploração dos módulos de ciências da exposição permanente do CIEC com atividades realizadas no laboratório, no âmbito do currículo formal do 1.º CEB.

Trata-se de uma inovadora perspetiva de organização da educação em ciências, integrando o formal e não formal.

É produto e objeto de investigação de uma equipa do Departamento de Educação e Psicologia da Universidade de Aveiro & Centro de Investigação em Didática e Tecnologia na Formação de Formadores – CIDTFF.

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Prémios Casa das Ciências | 2019

Recursos Digitais para Professores

27.12.19

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A Casa das Ciências voltou a distinguir os melhores recursos educativos digitais e imagens, submetidos pelos seus membros ao portal durante o ano de 2018.

A sessão de entrega de prémios decorreu no dia 19 de dezembro, pelas 15:30 horas, na UPTEC.

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Download | 2019 |

 

Bases biológicas da curiosidade

[...]

Quando falamos em curiosidade é recomendável pensá-la como uma faca de dois gumes. O mesmo se aplica para o fenómeno da descoberta e da aprendizagem. A História da Ciência mostra que o seu curso foi basicamente desenhado a partir da curiosidade de seus protagonistas. Isaac Newton revolucionou a Física quando demonstrou interesse sobre um fenómeno observado: a queda de uma maçã.

A falta de resposta aliada a sua curiosidade sobre o mundo o motivou a buscar resposta para sua pergunta, essa que hoje conhecemos como teoria da Gravidade. Outro exemplo: a paixão e o interesse pelos besouros e outros animais conduziu Charles Darwin a uma das aventuras mais revolucionária dos últimos tempos, que modificou por completo a forma como enxergamos a origem e a evolução da vida na Terra. O próprio Einstein disse uma vez: “Eu não tenho nenhum talento especial: sou apenas apaixonadamente curioso”. Já o lado perigoso da curiosidade reside em sua associação com comportamentos exploratórios exagerados e com consequências nefastas. [...]

 

Referência:

E87a Eugênio, Tiago J. B.

Aprender a partir da curiosidade. – Tiago J. B. Eugênio - São Paulo: TJBE, 2019.

44p.

ISBN: 978-85-85350-03-1
1. Neurociência 2. Educação 3. Psicologia Aprender a partir da curiosidade. Tiago J. B. Eugênio

Margarita Salas e María Blasco | cientistas

Um cientista nasce ou é formado? As bioquímicas Margarita Salas e María Blasco contam que a sua vocação surgiu de professores inspiradores que mudaram as suas vidas.

(...)

 

Referência“Una sociedad científica será una sociedad más libre”. (2019). BBVA Aprendemos juntos. Retrieved 17 September 2019, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/una-sociedad-cientifica-sera-una-sociedad-mas-libre-margarita-salas-maria-blasco/

 

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Episódios | Sobre o projeto |

 

A Voz aos investigadores portugueses em 90 segundos de Ciência.

Dos Açores ao Minho, da Madeira à Covilhã, do Algarve a Bragança, e aos que andam espalhados pelo mundo. Das ciências sociais às ciências exatas, passando pelas humanidades.

Duas vezes por dia na Antena 1, de segunda a sexta, antes das onze da manhã e antes das sete da tarde.

O 90 Segundos de Ciência é um projeto do Instituto de Tecnologia Química e Biológica António Xavier ITQB NOVA, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas – FCSH NOVA, ambos da Universidade Nova de Lisboa, e Antena 1, com o apoio da Novartis e Santander Universidades.

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Exercícios |

 

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"Quando me perguntam qual é o maior cientista de sempre, respondo: na minha área, é Shakespeare"


Cada vez mais biólogo e menos neurocientista, António Damásio insiste nas humanidades para formar homens e cientistas. No seu mais recente livro dá primazia aos sentimentos como formadores de consciência e motor da ciência, e refere a necessidade de um pacto global sobre educação.

O que leva um estudante a levantar a mão quando o professor lhe fala de um tema que o intimida? Como reagirão as gerações que cresceram com as redes sociais, quando precisarem de tempo, mais tempo, do que o imediato? Estamos a viver uma crise na actual condição humana diz António Damásio no seu mais recente livro, A Estranha Ordem das Coisas, que dá prioridade aos sentimentos. Na vida, na ciência, na cultura. Horas depois de aterrar em Lisboa não esconde a emoção perante a edição portuguesa da Temas e Debates. Sorri. Pega no livro de quase 400 páginas, olha a contracapa e retrai a vontade imediata de ver tudo ali. Mais tarde confessará que é um chato com o português. Escreve em inglês, pensa em inglês, mas o português é a sua língua. Quando, ao longo da conversa, na oralidade, lhe sai um vocábulo em inglês trata de arranjar a tradução certa, sobretudo se for para descrever um sentimento. É que são os sentimentos o que está antes de tudo no livro que dedica à sua mulher, Hanna Damásio, e na conversa onde haverá de dizer, já desligado o gravador, que também fala alemão e namora em italiano. "É a língua do amor", refere. Como aprendeu? "A ouvir as óperas de Verdi." 

 

 

Referência: Isabel Lucas, R. (2019). "Quando me perguntam qual é o maior cientista de sempre, respondo: na minha área, é Shakespeare". PÚBLICO. Retrieved 23 July 2019, from https://www.publico.pt/2017/11/05/ciencia/entrevista/antonio-damasio-1791116

 

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Modas em Ciências? ...hum...má ideia!

Resumo

A inquietação e o sobressalto do pensamento são dois dos pontos base de quem se dedica ao Ensino e à Investigação. Com uma maior ou menor intensidade quanto à consciência (e cada qual tem a sua, e é das poucas coisas que nunca vai ser padronizada!), não há volta a dar..., periodicamente dou comigo a pensar no assunto que vos trago neste Editorial: “até que ponto as novas descobertas e evoluções no conhecimento – a tal Crista da Onda! – podem e/ou devem ser divulgadas nos meios como o ensino não formal, os museus e centros ciência viva ou mesmo o ensino formal, enquanto estão a ser testados, estudados, divulgados nas universidades e nos centros de investigação?”                                     ler mais >>

 

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ReferênciaRevista de Ciência Elementar. (2019). Rce.casadasciencias.org. Retrieved 23 July 2019, from https://rce.casadasciencias.org/rceapp/

 


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