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É uma corrida contra o tempo: o que é que a ciência já sabe do novo coronavírus? As respostas do investigador e cientista Pedro Simas na Grande Entrevista com Vítor Gonçalves.
Nesta entrevista Pedro Simas explica:
Ao longo da entrevista, o investigador explica as três grandes ferramentas para controlar a epidemia:
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O Ensino integrado das ciências é o conceito base do CIEC: Centro Integrado de Educação em Ciências – Escola Ciência Viva de Vila Nova da Barquinha.
O CIEC é um Centro de Ciência que “vive” dentro de uma escola, está organizado em salas temáticas inspiradas no contexto local (ex. “Explorando o Castelo”; “Explorando o Tejo”...) e tem um laboratório de ciências concebido originalmente para a realização de atividades práticas de ciências no 1ºCEB.
Ao longo do webinar é apresentado este projeto inovador e são dados exemplos de práticas que integram a exploração dos módulos de ciências da exposição permanente do CIEC com atividades realizadas no laboratório, no âmbito do currículo formal do 1.º CEB.
Trata-se de uma inovadora perspetiva de organização da educação em ciências, integrando o formal e não formal.
É produto e objeto de investigação de uma equipa do Departamento de Educação e Psicologia da Universidade de Aveiro & Centro de Investigação em Didática e Tecnologia na Formação de Formadores – CIDTFF.
A Casa das Ciências voltou a distinguir os melhores recursos educativos digitais e imagens, submetidos pelos seus membros ao portal durante o ano de 2018.
A sessão de entrega de prémios decorreu no dia 19 de dezembro, pelas 15:30 horas, na UPTEC.
Download | 2019 |
Bases biológicas da curiosidade
[...]
Quando falamos em curiosidade é recomendável pensá-la como uma faca de dois gumes. O mesmo se aplica para o fenómeno da descoberta e da aprendizagem. A História da Ciência mostra que o seu curso foi basicamente desenhado a partir da curiosidade de seus protagonistas. Isaac Newton revolucionou a Física quando demonstrou interesse sobre um fenómeno observado: a queda de uma maçã.
A falta de resposta aliada a sua curiosidade sobre o mundo o motivou a buscar resposta para sua pergunta, essa que hoje conhecemos como teoria da Gravidade. Outro exemplo: a paixão e o interesse pelos besouros e outros animais conduziu Charles Darwin a uma das aventuras mais revolucionária dos últimos tempos, que modificou por completo a forma como enxergamos a origem e a evolução da vida na Terra. O próprio Einstein disse uma vez: “Eu não tenho nenhum talento especial: sou apenas apaixonadamente curioso”. Já o lado perigoso da curiosidade reside em sua associação com comportamentos exploratórios exagerados e com consequências nefastas. [...]
Referência:
E87a Eugênio, Tiago J. B.
Aprender a partir da curiosidade. – Tiago J. B. Eugênio - São Paulo: TJBE, 2019.
44p.
ISBN: 978-85-85350-03-1
1. Neurociência 2. Educação 3. Psicologia Aprender a partir da curiosidade. Tiago J. B. Eugênio
Margarita Salas e María Blasco | cientistas
Um cientista nasce ou é formado? As bioquímicas Margarita Salas e María Blasco contam que a sua vocação surgiu de professores inspiradores que mudaram as suas vidas.
(...)
Referência: “Una sociedad científica será una sociedad más libre”. (2019). BBVA Aprendemos juntos. Retrieved 17 September 2019, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/una-sociedad-cientifica-sera-una-sociedad-mas-libre-margarita-salas-maria-blasco/
A Voz aos investigadores portugueses em 90 segundos de Ciência.
Dos Açores ao Minho, da Madeira à Covilhã, do Algarve a Bragança, e aos que andam espalhados pelo mundo. Das ciências sociais às ciências exatas, passando pelas humanidades.
Duas vezes por dia na Antena 1, de segunda a sexta, antes das onze da manhã e antes das sete da tarde.
O 90 Segundos de Ciência é um projeto do Instituto de Tecnologia Química e Biológica António Xavier ITQB NOVA, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas – FCSH NOVA, ambos da Universidade Nova de Lisboa, e Antena 1, com o apoio da Novartis e Santander Universidades.
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Cada vez mais biólogo e menos neurocientista, António Damásio insiste nas humanidades para formar homens e cientistas. No seu mais recente livro dá primazia aos sentimentos como formadores de consciência e motor da ciência, e refere a necessidade de um pacto global sobre educação.
O que leva um estudante a levantar a mão quando o professor lhe fala de um tema que o intimida? Como reagirão as gerações que cresceram com as redes sociais, quando precisarem de tempo, mais tempo, do que o imediato? Estamos a viver uma crise na actual condição humana diz António Damásio no seu mais recente livro, A Estranha Ordem das Coisas, que dá prioridade aos sentimentos. Na vida, na ciência, na cultura. Horas depois de aterrar em Lisboa não esconde a emoção perante a edição portuguesa da Temas e Debates. Sorri. Pega no livro de quase 400 páginas, olha a contracapa e retrai a vontade imediata de ver tudo ali. Mais tarde confessará que é um chato com o português. Escreve em inglês, pensa em inglês, mas o português é a sua língua. Quando, ao longo da conversa, na oralidade, lhe sai um vocábulo em inglês trata de arranjar a tradução certa, sobretudo se for para descrever um sentimento. É que são os sentimentos o que está antes de tudo no livro que dedica à sua mulher, Hanna Damásio, e na conversa onde haverá de dizer, já desligado o gravador, que também fala alemão e namora em italiano. "É a língua do amor", refere. Como aprendeu? "A ouvir as óperas de Verdi."
Referência: Isabel Lucas, R. (2019). "Quando me perguntam qual é o maior cientista de sempre, respondo: na minha área, é Shakespeare". PÚBLICO. Retrieved 23 July 2019, from https://www.publico.pt/2017/11/05/ciencia/entrevista/antonio-damasio-1791116
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ANÁLISE CRÍTICA DA OBRA DE ANTÓNIO DAMÁSIO "O ERRO DE DESCARTES"
Modas em Ciências? ...hum...má ideia!
Resumo
A inquietação e o sobressalto do pensamento são dois dos pontos base de quem se dedica ao Ensino e à Investigação. Com uma maior ou menor intensidade quanto à consciência (e cada qual tem a sua, e é das poucas coisas que nunca vai ser padronizada!), não há volta a dar..., periodicamente dou comigo a pensar no assunto que vos trago neste Editorial: “até que ponto as novas descobertas e evoluções no conhecimento – a tal Crista da Onda! – podem e/ou devem ser divulgadas nos meios como o ensino não formal, os museus e centros ciência viva ou mesmo o ensino formal, enquanto estão a ser testados, estudados, divulgados nas universidades e nos centros de investigação?” ler mais >>
Download da revista:
Referência: Revista de Ciência Elementar. (2019). Rce.casadasciencias.org. Retrieved 23 July 2019, from https://rce.casadasciencias.org/rceapp/
Ver na fonte para mais informação.
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