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No mês de outubro, no esplendor da estação de outono, do latim autumnus, comemore as bibliotecas escolares! Estamos no «outono / empoleirado num ramo seco / um corvo», expresso neste belo haiku do poeta Matsuo Bashô (1644-1694).

Em Portugal, o Dia da Biblioteca Escolar é assinalado na quarta segunda-feira de outubro, este ano, dia 28, mas em todo o mundo, e segundo a proposta da International Association of School Librarianship (IASL), o mesmo pode ser comemorado durante um dia, uma semana ou mesmo durante o mês de outubro.

O tema proposto este ano pela IASL para a comemoração do International School Library Month (ISLM) é “Let’s Imagine” – “Vamos Imaginar”e baseia-se no mote principal da Conferência Anual da IASL, intitulada, Convergence, Empowering, Transformation: School Libraries”, a realizar entre os dias 21 e 25 de outubro, em Dubrovnik, Croácia ( http://www.iasl2019.hr/ ).

A equipa responsável pela comemoração da IASL, presidida por Breege O’Brien (Irlanda), e pelos restantes membros, Sunita Malekar (Índia), Hosea Tokwe (Zimbabwe), Chhavi Jain (Índia),  Abha Singh (Índia) Ms. Ramandeep (Índia) Seema Satti (Índia) e Inez Kinanthi (Indonésia), convidam todos, membros e não membros, a pensar e celebrar a ligação entre os livros, a leitura, as bibliotecas escolares e a imaginação. A todos fica o convite de partilhar ideias e a imaginação através do email: celebrateschoollibraries@gmail.com.

Chhavi Jain, responsável pelo design do marcador de livros e cartaz do International School Library Month (ISLM) deste ano, da IASL, deixa-nos esta citação para imaginar: «padrões caleidoscópio são infinitos e dão asas à imaginação. Cada padrão é diferente e as crianças podem imaginar um número de coisas com esses padrões. Neste padrão eu posso imaginar livros em todas as quatro direções, e as crianças com livros. Cada padrão pode definir uma história… ».

Poster do International School Library Month (ISLM) 2019, da International Association of School Librarianship (IASL). Design e criação de Chhavi Jain.

 

Numa sociedade mundial em constante transformação física, digital e ambiental, as bibliotecas escolares transformam a aprendizagem e, como «coração das escolas», devem dar cada vez mais, asas à imaginação. As asas devem sobrevoar as áreas da literacia da leitura, literacia da informação, literacia digital e literacia dos media, a fim de contribuírem para a prossecução dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, os 17 objetivos para transformar o mundo, das Nações Unidas.

Independentemente da tipologia de biblioteca em que trabalhamos, findo com uma frase de D. José Tolentino Mendonça, poeta, responsável pela Biblioteca e Arquivo da Santa Sé, futuro cardeal em outubro – mês das bibliotecas escolares e em pleno outono, que nos dá asas à imaginação: «trabalhar numa biblioteca é projetar o futuro».

AutorAna Margarida da Costa

 

ReferênciaComemore as bibliotecas escolares em outubro! “Vamos Imaginar” em 2019. (2019). Bad.pt. Retrieved 18 September 2019, from https://www.bad.pt/noticia/2019/09/16/comemore-as-bibliotecas-escolares-em-outubro-vamos-imaginar-em-2019/

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García Guerrero, José. Bibliotecas escolares con futuro. 

Fundación Germán Sánchez Ruipérez, 2015

 

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As Bibliotecas escolares são escola. A sua ação está vinculada à escola. O seu futuro está ligado ao futuro da escola. Devemos, entre todos, convertê-las em recursos relevantes do processo educativo, em ambientes que agregam valor, em centros de recursos para o ensino e a aprendizagem que atuam como agentes mediadores e de formação. Este aspecto representa o elemento chave para o futuro das bibliotecas escolares.

Se a biblioteca da escola responder às reais necessidades e requisitos do currículo, ao trabalho diário e à diversidade dos alunos, a biblioteca estará ao serviço das reais necessidades da escola e garantindo o seu futuro. Quando a biblioteca atua como um eficiente centro de informações e recursos de aprendizagem para a promoção da leitura e o apoio ao currículo, a comunidade educativa entende-o como um ambiente e um lugar com futuro e significado.

Em 2014, o Estado espanhol não possuía um sistema articulado de bibliotecas escolares. Essa era a realidade, apesar das tentativas ministeriais de impulsionar as bibliotecas por meio de doações, programas, incentivos, prémios, estudos, materiais, portais, formação, etc., abordados principalmente durante o período 2005/2010. 

Enquanto países como Portugal praticamente armam esse sistema continuamente e com elementos de sustentabilidade desde 1996 com uma densa "Rede de Bibliotecas Escolares" e o Chile comemora vinte anos de desenvolvimento de sua rede de bibliotecas CRA, em Espanha, cada Comunidade Autónoma seguiu o seu caminho e criou o seu ecossistema de bibliotecas escolares, sem uma clara articulação nacional.

 

Referência: Arévalo, J. (2019). Bibliotecas escolares con futuroUniverso Abierto. Retrieved 2 September 2019, from https://universoabierto.org/2019/08/28/bibliotecas-escolares-con-futuro/

 

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O Projeto “D’ÁQUEM, ALÉM-MAR,” nasceu de uma candidatura ao projeto “LER+MAR”.


A escola, que integra o  Programa “Territórios Educativos de Intervenção Prioritária”, TEIP3, está inserida numa comunidade com contexto socio-cultural  carenciado e com uma população reduzida.


O projeto "D’AQUÉM, ALÉM-MAR,” convocou saberes e competências na construção e comunicação de conhecimentos sobre o MAR – intrinsecamente ligado ao nosso concelho e cultura, mas distante das vivências dos alunos.


Implementou dinâmicas de trabalho cooperativo e colaborativo, desenvolvendo competências a partir do tema estruturante, numa perspetiva multidisciplinar, articulada e transversal que associou as dimensões: literária, ambiental, científica e tecnológica, geográfica, histórica, cultural e artística.


Com o desenvolvimento deste projeto, explorou-se o tema "Mar" nas suas múltiplas potencialidades não só como elemento natural, fonte de vida, bem estar, sua defesa e subsistência, mas também como presença forte na literatura, pintura e demais expressões artísticas.

Fátima Bonzinho
Coordenadora Interconcelhia da RBE

[Texto e locução da professora bibliotecária e coordenadora do projeto, Ana Sequeira]

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As bibliotecas escolares são uma ferramenta necessária e imprescindível ao serviço das diversas comunidades educativas. Para alcançar esse fim, é necessário dar-lhes visibilidade e demonstrar a sua importância como espaços de desenvolvimento e promoção da aprendizagem e da leitura dentro dos agrupamentos e das escolas não agrupadas.

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Sobre isso, tem-se trabalhado e refletido na conferência técnica " Biblioteca Escolar: questão de enfoque ", que se centrou em temas como leitura, competências informacionais, transformação de espaços e função da biblioteca nas escolas. Como resultado desse trabalho foi criado (e partilhado) um documento que visa alertar para a urgência de atender a certas necessidades: “ 4 desafios para a biblioteca escolar 2020”:

quatro temas foram propostos, a partir dos quais houve uma reflexão conjunta, a fim de obter um documento que serviria para "estimular" a atenção para as bibliotecas de escolas não universitárias, a curto e médio prazo, como ferramenta para o trabalho colaborativo e para tornar visível a função da biblioteca escolar no presente e no futuro mais próximo.

 

[As bibliotecas escolares são uma ferramenta necessária e essencial ao serviço das diferentes comunidades educativas]

 

 

Os desafios propostos giram em torno da estabilidade das bibliotecas escolares, do seu papel educativo, do seu papel como mediadores da leitura e do seu papel no desenvolvimento da literacia dos media e da informação. Cada um desses desafios inclui uma série de propostas de ação que devem ser desenvolvidas a curto e médio prazo, e que se partilham abaixo.

Em suma, quatro desafios são propostos para atender a curto e médio prazo, a partir do contexto de cada Comunidade Autónoma e da Administração Central (Espanha), a partir de cada escola, bem como, na medida das suas competências e possibilidades.

 

Desafio 1. Fornecer ESTABILIDADE às bibliotecas escolares.

Neste primeiro desafio, um tema de grande importância é abordado, mas às vezes é esquecido: o papel e a visibilidade da biblioteca no agrupamento ou na escola não agrupada. Destaca a importância de unir esforços e compromissos para o desenvolvimento e consolidação da biblioteca escolar, a necessidade de trabalhar num quadro regulamentar que o regula e que permita integrar esta tipologia de bibliotecas na agenda política. Aponta também a necessidade de alocar recursos às bibliotecas escolares, estabelecer padrões mínimos de qualidade e promover a criação de redes de bibliotecas escolares .

 
[As bibliotecas escolares são uma ferramenta necessária e essencial ao serviço das diferentes comunidades educativas]

 

 

Desafio 2. Promover um modelo de biblioteca escolar como um espaço educativo adaptado ao projeto da escola.

Através deste desafio considera-se que a biblioteca escolar está em constante adaptação, evoluindo e inovando , como se comenta «A biblioteca escolar está sempre em fase beta» ». Entre as propostas de ação das bibliotecas escolares destacam-se a importância da colaboração, co-criação, comunicação, partilha e co-aprendizagem. Não há dúvida de que as palavras que começam com CO conquistam a biblioteca .

Também se procura através deste desafio projetar um ambiente versátil para diferentes usos (espaço de encontro, facilitador...) , pensar na flexibilidade (aprendizagem, inclusão, abertura ...) e criar um espaço que provoque experiências na comunidade educativa. Ver a biblioteca escolar como uma biblioteca ampliada em que o físico e o virtual coexistem.

 
[As bibliotecas escolares devem estar em fase beta, o que indica uma constante adaptação, evolução e inovação]
 

 

Desafio 3. Conceber a biblioteca escolar como mediadora das leituras no agrupamento/ escola e colocá-la no centro nevrálgico das políticas públicas voltadas para a leitura, em todos os formatos, para todos os fins.

A promoção, o acompanhamento e a mediação da leitura devem ser a pedra angular das bibliotecas escolares . Este desafio aponta a importância da biblioteca escolar transversal e presente em diferentes espaços dos centros educativos. Além disso, deve ser responsável pela criação de coleções (físicas e digitais) de qualidade, relevância, significância e inclusão .

Devem também as bibliotecas escolares incentivar a criação de espaços de socialização em torno do livro e da leitura (debates, clubes de leitura ...), participar na formação de professores em novas metodologias de leitura, envolver as famílias na difusão leitora dos estudantes e promover o acesso livre e gratuito através de ambientes digitais.

 
[A promoção, acompanhamento e mediação da leitura deve ser a pedra angular das bibliotecas escolares]

 

 

Desafio 4. Promover uma visão da biblioteca escolar como contexto privilegiado para o desenvolvimento de competências mediáticas e informacionais, Literacia dos Media (LM) e como requisito para a construção do pensamento crítico.

Através deste último desafio, as bibliotecas escolares são incentivadas a promover o pensamento crítico da comunidade educativa (consciencialização, fornecimento de ferramentas, exemplos visíveis e formação), promoção da consciencialização sobre literacia dos mediae estimulação de metodologias. adquirir competências ALFIN / LM através de múltiplas alfabetizações. Tal como se assinala: «Uma biblioteca escolar como uma fábrica / laboratório de ideias, de encontro e construção de conhecimento partilhado».

 
[A biblioteca escolar como uma fábrica / laboratório de ideias, de encontro e construção de conhecimento partilhado]

 

 

Imagem de topo cortesia da Shutterstock

 

*traduzido do espanhol com adaptações.

 

Referência: Los 4 retos que las bibliotecas escolares deben atender a corto y medio plazo. (2019). Comunidadbaratz.com. Retrieved 25 June 2019, from https://www.comunidadbaratz.com/blog/los-4-retos-que-las-bibliotecas-escolares-deben-atender-a-corto-y-medio-plazo/

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Ler na fonte |

 

Alicia e Glòria escrevem sobre como a biblioteca faz parte de forma incontornável da mudança. Conseguir que os alunos sejam capazes de aceder à informação, de a tratar e comunicar de maneira adequada, servindo os propósitos do conhecimento. Aprender e ensinar a pensar requer muita leitura, escrita e oralidade em diferentes suportes e formatos, requer o uso da biblioteca.

 

Nestes tempos de confusão e incerteza, as escolas deambulam de um tipo de formação para outra: neurociência, aprendizagem cooperativa, inteligências múltiplas, mindfulness, cursos derivado da questão da coexistência, a igualdade de género, gamificação, inovação de todos os tipos, ou seja, relacionados a agentes, estudantes, media, recursos, espaços ... Até onde podemos ir? E que impacto essa multiplicidade formativa pode ter na realidade e nas necessidades das escolas?

 

Sem subestimar nenhuma das ofertas, resulta pouco convincente que cada um se forme sobre o que queira ou que de um tema se vá a outro, sem manter uma linha de trabalho que combine interesses decorrentes das necessidades reais, de todos os dias, ou seja, que nasça de uma reflexão e que convoque uma equipa para trabalhar pelo aprimoramento do ensino de cada dia. E depois, tendo priorizado uma linha de trabalho , dependendo das necessidades, ver-se-á o modus operandi. 

 

Não há dúvida de que a biblioteca no dia-a-dia deve ser uma peça angular, o que significa que os professores conhecem os recursos, atualizam-nos, veem a sua relação com as áreas curriculares, aprendem a trabalhar com uma variedade de recursos (entre os quais pode estar o livro didático) que seja uma ajuda no acesso à informação, que pode trabalhar com os alunos para que essas informações sejam transformadas em conhecimento e que tudo isso possa ser comunicado com as ferramentas necessárias. Nisto consiste a competência informacional e digital. Sabendo também, que a leitura, a escrita e a oralidade no impresso e no digital é suportada, especialmente no início, na literatura, que acompanha a competência linguística.

 

Falamos de ler, escrever e falar sobre os textos impressos ou digitais, falamos de tratar e comunicar com os recursos necessários e de desenvolver ações coordenadas para que o espaço da biblioteca se mantenha vivo durante toda a vida.

 

É o dia a dia das nossas escolas... mas, lamentavelmente, a biblioteca está vazia de professores, crianças, adolescentes e universitários. Talvez seja hora de propor uma formação inicial e permanente, diferente, alternativa, mais funcional e real, com origem nas escolas e para as escolas.

 

*tradução com adaptações.

Referência: Cómo iniciar los cambios en educación: La biblioteca. (2019). Leer, escribir y hablar para cambiar. Retrieved 24 June 2019, from https://leerescribirhablarblog.wordpress.com/2019/06/19/como-iniciar-los-cambios-en-educacion-la-biblioteca/

 

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Salaberría, Ramon. Bibliotecas públicas e bibliotecas escolares: uma colaboração essencial .                                                                                                 

Madri: Ministério da Educação, Cultura e Esportes, 1997 

 

Primeiras páginas

Vista parcial en Google Books

 

Veja também

Relatório do Grupo de Colaboração Estratégica entre Bibliotecas Públicas e Escolares , 2016

 

Analisa as relações entre a escola e as bibliotecas públicas e sua integração nas atividades dos centros educativos.

 

Author Julio Arévalo
Article title: Bibliotecas públicas y bibliotecas escolares: una colaboración imprescindible.
Website title: Universo Abierto
URL: https://universoabierto.org/2019/06/10/bibliotecas-publicas-y-bibliotecas-escolares-una-colaboracion-imprescindible/

 

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1 de julho de 2019 | Auditório da DGEstE-DSRA  | Évora | Programa |

 

Inscreva-se o quanto antes (até dia 26 de junho de 2019) e reserve já o seu lugar no Encontro. O limite de participantes no Encontro é de 200.

 

Inscreva-se aqui.

 

Encontro em acreditação para docentes que frequentem o programa de formação complementar com a duração de 12 horas.

 

Observações apenas para Docentes:

Para frequentar o Curso de Formação Complementar "Ler e Formar Leitores no Século XXI – os media, as literacias e as liberdades fundamentais dos cidadãos" (a decorrer em paralelo ao Encontro) ser-lhe-á enviado um email com as indicações necessárias, após a receção do pagamento e aceitação da sua inscrição no encontro.

 

Apenas podem frequentar a Formação os Docentes que estiveram presentes no Encontro.

 

Se pretende frequentar o curso de formação deve descarregar a ficha do CF. Beatriz Serpa Branco  e enviá-la para lereformarleitoresrbe@gmail.com.

 

Referência: VII Encontro de Bibliotecas Escolares do Alentejo. (2019). Lereformarleitores.drealentejo.pt. Retrieved 11 June 2019, from http://lereformarleitores.drealentejo.pt/2019/

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O ministro da Educação português destacou hoje, na cidade da Praia, o papel da Rede de Bibliotecas Escolares e do Plano Nacional de Leitura (PNL) na diminuição do abandono escolar e da retenção e no aumento do sucesso escolar.

 

Tiago Brandão Rodrigues falava aos jornalistas no final da cerimónia de assinatura da declaração de intenções conjunta relativa à implementação da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) e do PNL de Cabo Verde, que decorreu no Palácio do Governo, na Praia, capital cabo-verdiana.

 

O ministro, que na terça-feira participa na sessão de encerramento do primeiro encontro anual das Escolas Portuguesas no Estrangeiro (EPE), nesta cidade, transmitiu à sua homóloga cabo-verdiana e ao ministro da Cultura e das Indústrias Criativas a "vontade de continuar a cooperar como até aqui".

 

Nesse sentido, enalteceu o papel da RBE, que cumpre 23 anos em Portugal, e do PNL, que já vai no 13.º aniversário.

 

Estes dois "instrumentos de política pública absolutamente fundamentais", como classificou Tiago Brandão Rodrigues, estão a dar os primeiros passos em Cabo Verde, país que conta já com nove bibliotecas em nove municípios da ilha de Santiago, com o apoio da cooperação portuguesa, e deverá chegar em breve às ilhas do Fogo e da Brava.

 

A RBE e o PNL "têm sido instrumentos de política pública absolutamente fundamentais para que os níveis de leitura tenham aumentado e que o combate ao abandono escolar se dê com outra robustez", considerou.

 

"[Através destes programas] diminuímos o abandono escolar, diminuímos a retenção e aumentámos o sucesso escolar e, neste trabalho conjunto, Portugal mostra a vontade de continuar a cooperar como temos feito até aqui", prosseguiu o governante português.

 

É precisamente o legado de 23 anos de RBE e de 13 anos do PNL que o ministro quer partilhar com Cabo Verde.

 

"Este legado ensina-nos como fazer melhor, eventualmente a não cometer erros que possamos ter feito e é nessa parceria que acreditamos que Cabo Verde vai aumentar e melhorar as bibliotecas que já tem", declarou.

 

A ministra da Educação, Família e Inclusão Social cabo-verdiana, Maritza Rosabal, referiu que este memorando de entendimento hoje assinado entre os dois países "vem dar uma nova fase ao projeto".

 

"Até agora estávamos muito voltados para a montagem das bibliotecas, coisas muito práticas. Hoje estamos num outro patamar, de reforço de competências", assegurou.

 

 

 

 

Referência: Ministro da Educação português enaltece em Cabo Verde as bibliotecas e a leitura . (2019). DN. Retrieved 8 May 2019, from https://www.dn.pt/lusa/interior/ministro-da-educacao-portugues-enaltece-em-cabo-verde-as-bibliotecas-e-a-leitura--10868001.html

 
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A primeira edição do concurso “Ser leitor é cool!” decorrerá em Campo Maior, no próximo dia 30 de abril, no Auditório do Centro Escolar Comendador Rui Nabeiro e conta com a participação de 75 alunos.

 

O concurso tem como objetivos a promoção da leitura e o desenvolvimento da expressão e compreensão escrita e oral. Está organizado em 4 escalões: 3.º ano, 4.º ano, 5.º ano e 6.º ano. 

 

Este concurso é organizado pelos professores bibliotecários dos grupos interconcelhios da Rede de Bibliotecas Escolares dos concelhos de Alter do Chão, Arronches, Avis, Campo Maior, Castelo de Vide, Crato, Elvas, Estremoz, Gavião, Marvão, Monforte, Mora, Nisa, Ponte de Sor, Portalegre e Sousel, com o apoio das CIBE, Ana Ferreira e Fátima Bonzinho.

 

Mais informações em: https://bibescolaresemfoco.wordpress.com/ser-leitor-e-cool/

 

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