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A iniciativa Fazer em Rede, tendo em mente o lema “distinguir para inspirar”, pretende dar rosto e voz aos professores bibliotecários, líderes na sua comunidade e profissionais capazes de enfrentar as mudanças com confiança.

Na Boa Prática em destaque, apresenta-se o Coro de Leitura em Voz Alta da Escola Básica Professor João Dias Agudo. Ana França, educadora de infância que integra a equipa da biblioteca do Agrupamento de Escolas de Venda do Pinheiro, conta como funciona o clube, como superou as dificuldades para o manter em funcionamento este ano letivo e como ler em voz alta – e em conjunto – é uma atividade estimulante para os alunos. 

 

Artigo completo: Fazer em Rede • Prémio Boas Práticas | março 2021

 

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No início, … bem no início, não foi o verbo. Antes uma imagem. Melhor, um boneco em pasta de papel, articulado, tamanho natural, sentado na cadeira de realizador, na zona dos filmes da biblioteca. Não lhe faltava nada: o chapéu, a bengala, uma bobina, uma claquete, até um foco de luz. Mas ainda não tinha voz. Era necessário animar aquele boneco, dar-lhe alma, fazê-lo comungar do espírito daquele espaço. Foi então que surgiu a ideia de lhe atribuir uma tarefa que, não só o mantivesse ativo, como também ao serviço da biblioteca. Os tempos eram duros, o vírus circulava, poucos clientes apareciam e um agente de marketing vinha mesmo a calhar. Foram definidas as linhas de intervenção: escreveria crónicas regulares, publicaria no Facebook da Biblioteca e faria os desabafos que entendesse deste que mencionasse sempre um livro, um filme ou uma atividade da biblioteca. Como veem, um pacto justo: dava liberdade ao artista, mas simultaneamente impunha-lhe algumas obrigações. Contrato feito. Luz, ação: click! Tirámos fotos (… e o jeito que ele tinha para a câmara, quem diria?!), fizemos revisão de provas e as crónicas começaram a sair, uma, duas, … já vai na 11.ª! Porquê “CC”? Porque em junho de  2020, antes de arrancamos com a 1.ª crónica, criámos um momento de intriga, desafiando os seguidores a identificarem o cronista através dos olhos e as iniciais CC do seu nome. O jogo pegou e já não voltámos atrás: passaria a ser o CC.

Para seguir as crónicas: https://www.facebook.com/becre.sequeira/

 

CC – crónica 11

Imagem1.jpgSaúdo todos os que me leem, vocês são a minha tábua de ligação com o mundo nesta fase de isolamento, fatal para uma alma de artista. Mesmo na condição de imortal, habituámo-nos à exposição, ao palco, às palmas (e assobios), à tela, aos flashes das fotos, às primeiras páginas e é difícil apagar tudo isso e estar aqui sentado na cadeira de realizador. Claro que os livros são boa companhia, mas muitas vezes “ler é maçada”, como dizia Fernando Pessoa. 

Carl_Spitzweg_021.jpegEntão, levanto-me e ando por aí entre as estantes à procura de outra alma. Às vezes encontro-a, como aconteceu há dias com o “Guarda-Livros Jerónimo”. Guarda-Livros Jerónimo? O que é isso? perguntam vocês. Pois, há por aqui uns fantasmas, principalmente à noite, quando… Aeih! Aeih! O que vai aí de histórias! É o que dá estar sozinho! Nada disso, aqui não há fantasmas, repito, aqui não há fantasmas, e este “Guarda-Livros Jerónimo” é o nome que as professoras da casa deram a uma gravura de Carl Spitzweg que têm emoldurada na parede e a quem chamam do seu padroeiro. Segundo me explicaram, o S. Jerónimo é considerado o padroeiro dos bibliotecários e dos livreiros e lá acharam que aquela figura do criado, em cima do escadote a ler em vez de limpar, se encaixava mais com um amante de livros do que aquele teólogo e historiador da antiguidade, S.Jerónimo de Estridão, que ficou conhecido pela sua tradução para o latim da Bíblia e pela sua extrema dedicação ao trabalho intelectual. Quando andam a fazer uma visita guiada aqui na biblioteca, oiço-as sempre dizer com uma pontinha de orgulho: “… e aqui nesta parede, está o nosso padroeiro, o guarda-livros Jerónimo!” Só falta colocarem lá um vaso com flores, mas adiante… a verdade é que eu e o Guarda-Livros Jerónimo estivemos, há dias, em amena cavaqueira e até descobrimos umas coisas que, se não repõem a verdade dos factos e dos nomes (sabe-se lá o que é isso de verdade!), pelo menos acrescentam mais variações e versões. É que aquele “criado-guarda-livros” não gosta lá muito do nome de “Jerónimo” e até acha que, a haver um padroeiro dos bibliotecários, ficaria melhor entregue a S. Lourenço de Roma que foi morto pelos romanos em 258 d. C. por negar-se a entregar a coleção de tesouros e documentos do cristianismo os quais ele estava encarregado de guardar. Bem… eu ouvi-o e não discuto estes direitos quando envolvem mártires de causas, mas julgo que há uma figura da antiguidade clássica mais apropriada: é Calímaco de Cirene, poeta e bibliotecário na grande biblioteca de Alexandria que se encarregou do seu catálogo no século III a.C. Li esta informação no livro “O infinito num junco” da investigadora espanhola Irene Vallejo (em destaque na crónica anterior).

Imagem2.pngAproveitei para ler ao guarda-livros a passagem do livro da estudiosa: “Calímaco é considerado o pai dos bibliotecários. Imagino-o a preencher as primeiras fichas bibliográficas da História – que seriam tabuinhas – e a inventar algum antecedente remoto dos códigos. Talvez tenha conhecido o segredo das bibliotecas babilónicas e assírias e se tenha inspirado nos seus métodos de organização, mas chegou muito mais longe do que qualquer dos seus antecessores. Resolveu problemas de autenticidade e falsas atribuições. Encontrou rolos sem título que era preciso identificar.” (p.150)

Imagem3.pngO texto alonga-se com mais elogios e confesso que fiquei rendido àquela personalidade fascinante do passado. Acho até que ele está mais perto do trabalho real de uma biblioteca (e eu sei do que estou a falar porque bem observo as professoras aqui na sua lida diária). Chegámos a um acordo: o guarda-livros ficava aliviado do peso de “S. Jerónimo” e passava a chamar-se só “Guarda-Livros”, sem a carga do passado. 

Achei justo e quando mais tarde regressei ao meu posto, estava seguro de ter ali um amigo para conversar. Nessa noite, pareceu-me que, algures, num canto da biblioteca, decorria um concílio de sábios onde se esgrimiam nomes para o guarda-livros: “Lourenço! Não, Jerónimo! Calímaco é que é!” Deixei-os debater e fiquei no meu cantinho sem me mexer, nem respirar. Em matéria de fantasmas, como já disse, sou cético, mas pelo sim, pelo não… 

O vosso CC
 

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O projeto con.Raízes  visa promover o conhecimento, a partilha e a divulgação das diferentes manifestações culturais dos concelhos de Alter do Chão, Castelo de Vide, Crato, Gavião, Nisa, Marvão e Ponte de Sor.

Os alunos são desafiados a descobrirem o seu património local, ao longo do ano letivo, com o apoio dos professores das disciplinas envolvidas e os professores bibliotecários, fomentando-se com regularidade situações de coensino.

A terceira edição deste projeto teve lugar no dia 4 de março do 2021 e foi subordinada ao tema O sagrado e o profano: ritos e tradições no Alto Alentejo.

Os trabalhos apresentados mostram a riqueza deste projeto transversal, a motivação dos alunos e as suas aprendizagens.

 As Bibliotecas Escolares de Alter do Chão, Marvão e Nisa, nas palavras das professoras bibliotecárias, Júlia Sombreireiro, Carla Cordeiro e Fátima Dias, contam-nos como se desenrolou o projeto e partilham o percurso feito, com os docentes e alunos.

 

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALTER DO CHÃO

Etapas do trabalho realizado:

- Escolha da turma de 10º ano para integrar.

- Professores envolvidos: professora de Filosofia, professora bibliotecária e professor de Português.

- Planificação e desenvolvimento do plano de trabalho:

          . Distinção entre Sagrado e Profano;

          . Pesquisa e tratamento de informação sobre as tradições do concelho de Alter do Chão e realização de entrevistas (Padre Rui Miguel Rodrigues e D. Maria Alice Meira);

          . Escolha das tradições a desenvolver no projeto;

          . Elaboração de um texto dramático para as várias cenas.

- Preparação da apresentação: dramatização e filmagem das tradições escolhidas.

 

Deixamos o testemunho da professora de Filosofia, Paula Amaral

“Foi extremamente gratificante participar no projeto con.Raízes, pois permitiu, de uma forma diferente, mais prática e vivida, trabalhar os conteúdos lecionados em contexto de sala de aula, tornando-se estes, mais significativos para os alunos. Nem sempre é fácil falar de religião, experiência religiosa, perceber a relação entre a vertente finita e contingente e o plano transcendente. Com este projeto, os alunos envolveram-se nas tradições da sua região, pesquisaram e entraram em contacto com o universo religioso, vivido pelos mais velhos de forma profunda, perceberam de que forma a religião molda a nossa visão do mundo, como nos oferece conforto e explicações sobre quem somos, qual a nossa origem e o que nos é permitido esperar. Creio que cresceram, amadureceram e compreenderam que apesar de todas as diferenças que nos caracterizam enquanto seres humanos, existem aspetos comuns a todos os homens. A Fé ou a ausência da mesma é uma delas. “

 

Bárbara Gordo, aluna do 10º ano

“Participar neste projeto trouxe-me muitos conhecimentos sobre a minha vila, Alter do Chão, que desconhecia. Foi uma experiência muito positiva e gostei muito de participar. Com os conhecimentos que adquiri pude falar com os meus pais sobre estas tradições que ainda ocorreram quando eles eram jovens.”

 

Carolina Rolo, aluna do 10º ano

“O projeto con.Raízes, no qual participei, foi uma mais-valia, dado que, apesar de a vila ser relativamente pequena eu não conhecia muitas das suas tradições e raízes. A realização deste projeto foi, tanto a nível pessoal como cultural, muito importante, dado que me enriqueceu sobre as tradições da minha vila. Percebi que havia muitas situações do passado da minha vila bastante importantes e faziam de Alter uma terra muito interessante. Foi algo muito divertido de se fazer e é importante continuar a passar às gerações futuras estas tradições.”

 

Sofia Cabaço, aluna do 10º ano

“A participação no projeto con.Raízes foi muito enriquecedora, pois fiquei com mais conhecimentos acerca das raízes e das tradições da nossa terra, que é uma vila pequena, mas com muitas memórias e costumes. Foi muito interessante e divertido pertencer a este projeto visto que nós recriámos várias crenças, costumes, tradições que eram vividas e praticadas e algumas, ainda, realizadas nos dias de hoje.”

 

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MARVÃO

Etapas do trabalho realizado:

Todas as semanas, a professora bibliotecária e os professores de Português, Inglês, História e Geografia de Portugal, Matemática, Educação Visual, Educação Tecnológica, Educação Musical e Educação Física reuniam com os alunos do 2º ciclo, durante 90 minutos, num tempo destinado aos domínios de articulação curricular (DAC) e articulavam saberes e conteúdos com o objetivo de trabalhar o tema.

O que se fez:

- Apresentação, por parte dos alunos do 6.º ano, dos trabalhos de pesquisa desenvolvidos no ano letivo passado sobre o significado de DAC, com recurso a fantoches;

- Pesquisa sobre o tema a trabalhar “O Sagrado e o Profano: Ritos e Tradições no Alto Alentejo”, junto dos familiares;

- Visita aos Lares de Santo António das Areias e S. Salvador de Aramenha para a realização de entrevistas aos utentes sobre o tema (tradições, mezinhas, rituais…).

- Realização de um encontro, na biblioteca escolar, com a D. Adelaide Martins e com a D. Mila Mena, para falarem sobre chás e mezinhas;

- Construção de um livro digital “Rezas, Mezinhas e Crendices" – para a construção deste livro, os alunos utilizaram as recolhas feitas nos lares e juntos dos familiares e dos desenhos que elaboraram das plantas utilizadas nesses chá e mezinhas;

- Participação no encontro final do projeto con.Raízes.

 

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE NISA

O projeto integrou o Plano Curricular da turma A, do 6º ano. Constituindo-se como Domínio de Autonomia Curricular envolveu as disciplinas de História e Geografia de Portugal), Inglês, Matemática, Português, Cidadania e Desenvolvimento, Educação Visual, Educação Tecnológica e Tecnologias da Informação e Comunicação.

 A colaboração das famílias e de diferentes elementos da comunidade foi determinante, enquanto depoentes e colaboradores na cedência de documentos.

Para começo do desenho deste projeto, foi realizada uma Assembleia de Turma, em Cidadania e Desenvolvimento, refletindo sobre o Património Local  e as tradições que, mantendo-se vivas, necessitam de ser protegidas e preservadas.  Estava identificado o problema. Os alunos apontaram, de imediato, as romarias, festas e a necessidade da preservação  das gastronomia pascal. Nasceu o Baú de Receitas!

Mas, à tradição das Romarias, está estreitamente ligada a religião. Foi assim que surgiu a necessidade de explicitar o conceito de “sagrado”, por oposição a “profano”. E pedimos ajuda ao Professor de Filosofia, José Fonseca.

Alunos e docentes partilham  teias, mapas  concetuais que se organizam e, às 4ª feiras, durante o tempo de trabalho colaborativo, são refletidos pelos docentes envolvidos. Privilegiando a metodologia de trabalho de projeto, a biblioteca escolar foi a parceira para o caminho, na promoção de competências de literacia da informação,  tecnologica e digital, conduzindo o processo de pesquisa.

Entre o Sagrado e Profano, por todo o concelho de Nisa, o dia do feriado municipal é dia de Romarias e é vivido com fé e alegria, por esses caminhos, por esses campos fora, seja qual for o cantinho do nosso concelho de Nisa.

Pela mão dos alunos do 6º A, hoje no 7º A, apresentam-se as Romarias do Concelho de Nisa:

- Ebook | Romarias no Concelho de Nisa   I  Baú de Receitas

- Apresentação I Romarias no Concelho de Nisa

 

A apresentação final dos projetos pode ser consultada aqui.

Captura de ecrã 2021-03-08, às 11.19.37.png

Fotografia cedida pelo Agrupamento de Escolas de Ponte de Sor

O fecho das escolas e o regresso ao ensino a distância, no final do mês de janeiro, criou inúmeros desafios às escolas e às famílias. Apesar da flexibilidade de tempo e de lugar proporcionada pelo ensino a distância, os constrangimentos são inúmeros e só um trabalho articulado e em rede consegue encontrar respostas rápidas e eficazes para a implementação dos planos de E@D que as escolas criaram, no início do presente ano letivo.

As bibliotecas escolares integram os planos de E@D das escolas, e, nesse sentido, têm apoiado alunos, professores e encarregados de educação, com propostas que contribuem para a qualidade das aprendizagens dos alunos em torno do desenvolvimento de multiliteracias.

Este apoio, presencial e em linha, materializa-se de diversas formas: criação e/ ou disponibilização de recursos educativos e de tutoriais para utilização das plataformas de LMS ou outras ferramentas digitais; apoio a alunos e professores; dinamização de projetos e programas em torno da literacia da leitura, da informação e dos media.

Para ilustrar este trabalho, apresentam-se alguns exemplos do trabalho que tem vindo a ser realizado pelas bibliotecas escolares do Médio Tejo e Alto Alentejo.

 

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CASTELO DE VIDE

 - Projeto “Aprender com a Biblioteca Escolar”, para as turmas dos 2º e 3º ciclos, em articulação com a área de Cidadania e Desenvolvimento. O tema aglutinador deste projeto é “Identidade e inovação”. Como suporte à avaliação formativa, são usadas rubricas.

http://garciadortabecre.blogspot.com/2020/04/proposta-de-trabalho-portugues-e.html;
http://garciadortabecre.blogspot.com/p/identidade-e-inovacao.html

- Tutoriais digitais.

http://garciadortabecre.blogspot.com/p/tutoriais-digitais.html

- Projeto “Ciência aqui e agora”, em articulação com os docentes de Ciências.

http://garciadortabecre.blogspot.com/2020/12/projeto-ciencia-aqui-e-agora.html; https://padlet.com/fernandasilvacunha2/577i1neh2n1s5cf9

- Propostas de atividades, revistas da BE para apoio ao currículo.

 http://garciadortabecre.blogspot.com/2021/02/biblioteca-distancia.html

- Articulação com a disciplina de Português do 2º Ciclo - através da criação de diversos jogos de Gramática com a ferramenta Baamboozle que foram disponibilizados às docentes de Português e aos alunos.

https://www.baamboozle.com/game/324768
https://www.baamboozle.com/game/324667
https://www.baamboozle.com/game/50522

- Acompanhamento presencial a alunos dos 2º e 3º CEB - a professora bibliotecária e alguns elementos da equipa têm feito acompanhamento presencial, na biblioteca, apoiando alunos que, por motivos de impossibilidade das famílias, falta de recursos e/ ou de apoio nas atividades escolares, contam com a escola. Este apoio consiste na orientação aos trabalhos que são atribuídos nas diversas disciplinas, bem como no apoio à utilização da ferramenta digital Google Classroom, que ainda apresenta constrangimentos quer a alunos quer a docentes.

 

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SARDOAL

 - Projeto “Ler para comunicar” - atividade de articulação com várias disciplinas, selecionadas por cada conselho de turma, entre as quais Português, Atelier de Informática, Cidadania e Tecnologia, Comunicar com Artes (agrega EV, ET e TIC) ou Projeto de Trabalho Interdisciplinar. Este projeto foi iniciado no 1º semestre e culminou com um concurso dos trabalhos promovido pela BE já em E@D com votação da comunidade educativa (143 votos).

http://agenda-de-ideias.blogspot.com/2021/01/concurso-ler-para-comunicar.html

- Apoio à disciplina Cidadania e Mundo Atual na realização de trabalhos sobre o trabalho infantil a partir de uma revista de Flipboard da Biblioteca para esse efeito.

https://bit.ly/2MVzgmM

- Propostas de atividades, desafios ou leituras para todos os níveis de educação/ensino no blogue e incluídas nos planos de trabalho quinzenais das turmas.

https://agenda-de-ideias.blogspot.com/

- Criação de tutoriais de apoio à utilização de ferramentas digitais, ou para pesquisa de informação, de que é exemplo o modelo de pesquisa PLUS.

https://youtu.be/gw743W37Gd4

 

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ALTER DO CHÃO

 - Criação e disponibilização de recursos digitais, como infográficos ou vídeos.

http://bibliotecalter.blogspot.com/

- Curadoria de conteúdos, por área disciplinar.

https://bit.ly/30no5GD

- Apoio ao trabalho dos alunos, com a criação de tutoriais.

https://youtu.be/_4YqFtBqELI

 

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Nº 2 DE ABRANTES

- Trabalho colaborativo com todos os titulares de turma do Pré escolar e do 1º Ciclo, através da apresentação de propostas semanais de trabalho para todos os alunos.

https://padlet.com/professorabibliotecariabia/lxw6u66wor816ctk

 

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE GAVIÃO

- Criação e disponibilização de recursos digitais, como infográficos ou vídeos.

https://spark.adobe.com/video/CRN9st95ZO1H6

- Participação nas equipas educativas e cooperação com os docentes de diferentes áreas, apoiando o currículo, partilhando sugestões e colaborando na planificação semanal.

- Educação Literária, em sessões síncronas, destinada aos alunos do 3º ano, tendo por base o referencial Aprender com a Biblioteca Escolar.

- Curadoria de conteúdos.

https://flipboard.com/@BEGavio?from=share

- Apoio digital aos alunos e pais via telefone.

- Apoio presencial a alunos com dificuldades ao nível da literacia da leitura e da escrita.

- Empréstimo domiciliário de documentos, numa parceria com a BM e a Autarquia.

 

ESCOLA PROFISSIONAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL DE ALTER DO CHÃO

- Curadoria de recursos e conteúdos para apoiar os docentes no desenvolvimento das suas atividades, em contexto de E@D.

https://palavrasecompanhia-epdrac.blogspot.com/p/documentos.html

- Apoio ao trabalho dos alunos.

https://drive.google.com/file/d/1TIURbEBG5PPUdERj9wHtr37-rcVeKZ-O/view

- Trabalho colaborativo com os docentes.

https://youtu.be/WFxmMlzKkaQ

- Articulação curricular, no âmbito do projeto “Con.raízes”, este ano subordinado ao tema “O Sagrado e o Profano”.

https://youtu.be/D_wrot01MQ8

- Monitorização do projeto “Mentorias” com alunos de 12º ano.

https://bit.ly/3t2iAts

 

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MARVÃO

 - Aplicação do Referencial Aprender com a Biblioteca Escolar, no âmbito da literacia da leitura, com os alunos do 4.º ano. Os alunos estão a gravar pequenas leituras de fábulas que serão apresentadas aos idosos do Lar de Santo António das Areias.

https://padlet.com/bemarvao/h2nnj3kmaxfq3au0

- Criação e disponibilização de recursos digitais, como infográficos ou vídeos.

https://biteable.com/watch/regras-aulas-online-2764887
https://www.youtube.com/watch?v=MPiJE2Ld02s&t=10s

 

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CONSTÂNCIA

- Projeto “Ler é escolher Ser…”, o projeto é dinamizado, semanalmente, na plataforma Teams do Agrupamento e as atividades/ações visam o desenvolvimento de diferentes competências, em particular das competências de leitura e comunicação oral e escrita, em diferentes suportes, e da literacia da informação.

https://padlet.com/biblioteca50/p7zpj1x8yon7

 

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE PONTE DE SOR

- Mentorias, este projeto, que continua a ser desenvolvido à distância, envolve 50 alunos do 3º ciclo e do Ensino Secundário. Os pares propostos pelos conselhos de turma e formados pela equipa das mentorias realizam as sessões através de uma plataforma online. Todo o material e documentação é gerido e arquivado na plataforma Teams.

- Criação de recursos de apoio ao E@D.

https://aepsbes.blogs.sapo.pt/ensino-a-distancia-18837

- Curadoria de recursos.

https://flipboard.com/@AlziraMarti5ur0?from=share

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Tendo em mente o lema “distinguir para inspirar”, a iniciativa Fazer em Rede pretende dar rosto e voz aos professores bibliotecários, líderes na sua comunidade e profissionais capazes de enfrentar as mudanças com confiança.

Na Atividade TOP em destaque, partilhamos a experiência de Ernestina Pinheiro, professora bibliotecária da Escola Básica de Mosteiro e Cávado em Braga, que aproveitou como matéria-prima as novas regras de funcionamento da escola para desenvolver a atividade "Jornalista por um dia" em articulação com a disciplina de Português.

 

Artigo completo: Fazer em Rede • Atividades TOP | novembro e dezembro 2020


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