Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



Estratégias para aprender melhor. Barbara Oakley, educadora e escritora

Ver programa completo.

 

Barbara Oakley é professora de engenharia na Oakland University em Rochester, uma académica ilustre com o Prémio de Aprendizagem Digital Global Ramón e Cajal da Universidade McMaster. É diretora do curso "Aprendendo a aprender" do Coursera, o maior curso on-line do mundo. 

 

Oakley é uma das referências internacionais sobre neuroeducação e vencedora de vários prémios de ensino, como o Prêmio Chester F. Carlson da Sociedade Americana de Educação em Engenharia. 

 

Nos seus livros "A Mind for Numbers" e "Mindshift", oferece as chaves para descobrir nosso potencial oculto graças à aprendizagem. 

 

Oakley teve uma vida cheia de aventuras. Foi nomeada capitã do exército dos Estados Unidos, Trabalhou como especialista em comunicações na Estação do Pólo Sul na Antártida e trabalhou na tradução a bordo de barcos de pesca no Mar de Bering.

 

A Dr. Oakley  convida-nos a sair de nossa zona de conforto para desenvolver novas habilidades e flexibilidade de trabalho: "Uma qualidade que nos ajudará a adaptar-nos a um mundo em constante mudança", diz ela.

Referência: Estrategias para aprender mejor. (2018). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 19 November 2018, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/estrategias-para-aprender-mejor-barbara-oakley/

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Ken Robinson, educador e escritor.

Ver o programa completo.

 

Em criança, nunca pensou em se dedicar à educação: "As nossas vidas são um processo constante de decisões criativas e improvisação. Então, quando fui para a escola, não tinha ideia do que queria fazer ”. 

 

Hoje, este educador, escritor e comunicador, é uma referência pedagógica mundial. Robinson considera necessária uma profunda transformação do atual sistema educacional e valoriza o papel dos professores como decisivo. Garante que "é difícil exagerar a importância dos professores na sua vida" e acrescenta: "É uma profissão com muitas dimensões, um dos trabalhos mais exigentes que uma pessoa pode ter." 

 

Ao contrário de comentários e a hierarquia dos assuntos, defende a criatividade como uma das habilidades mais importantes que as escolas deveriam incentivar nas crianças "é a essência do que significa ser humano", diz ele. 

 

Ken Robinson é professor emérito da Universidade de Warwick, no Reino Unido, onde ensinou arte há doze anos. Liderou projetos nacionais e internacionais sobre criatividade e cultura na Europa, Ásia e Estados Unidos.

 

A sua famosa conferência "As escolas matam a criatividade?" É a palestra educativa mais popular na internet. As suas contribuições para a educação e as artes renderam-lhe uma infinidade de prémios e reconhecimentos. Entre eles, a nomeação como Cavaleiro do Império Britânico pela Rainha Elizabeth II. 

 

Sir Ken Robinson é o autor de mais de uma dúzia de livros. O seu sucesso de vendas "El Elemento" é um trabalho traduzido em mais de vinte idiomas nos quais afirma: "É impossível adivinhar como viveremos no futuro. A única coisa que sabemos é que é preciso muita imaginação e criatividade para nos transformar e enfrentar os novos desafios ". 

 

Referência: ¿"Qué hace falta para ser un buen profesor?". (2018). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 13 November 2018, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/que-hace-falta-para-ser-un-buen-profesor-ken-robinson/

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

 

Daniel Goleman - psicólogo.
 
 
 
Há um estudo feito entre 750 mil estudantes, em que metade aprendera a concentrar-se e a outra metade não...
 
O estudo demonstra que as crianças que tinham praticado a aprendizagem social e emocional, foram capazes de gerir melhor as suas emoções, envolveram-se em menos brigas e discussões, comportaram-se melhor em sala de aula, prestaram mais atenção e tiveram menos problemas. 
 
Os indicadores, que chamamos de anti-sociais, desceram todos. 
 
E os indicadores pró-sociais aumentaram. «Eu amo a escola», «eu acho que alguém na escola realmente se preocupa comigo», «eu não quero faltar às aulas, eu quero ir a todas». Estes indicadores aumentaram dez por cento. 
 
Os negativos caíram dez por cento. E desceu mais nas escolas onde era mais necessário, onde havia mais problemas. Isso é interessante, as notas subiram onze por cento.
 
 (...)
 
Tradução livre do espanhol com alterações e supressões.
 

Referência: “Saber concentrarse es más decisivo para un niño que su coeficiente intelectual”. (2018). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 8 November 2018, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/saber-concentrarse-es-mas-decisivo-para-un-nino-que-su-coeficiente-intelectual-daniel-goleman/

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Download |

 

La dimensión digital se expande hasta atravesar todos los puntos neurálgicos de la vida en sociedad.

La actualidad es un híbrido entre una organización comunitaria establecida a lo largo de siglos y las nuevas costumbres, procedimientos, productos, vínculos y cadenas de valor desarrolladas en la última década.

Una serie de nuevos temas son abordados por instituciones académicas y educativas, sociedades civiles e individuos que identifican categorías y problemáticas propias de una ciudadanía en transformación. A la vez, las habilidades que las nuevas generaciones necesitan para sus competencias hacia el futuro se vuelven centrales para la educación.

Mientras los docentes incorporan nuevas prácticas y roles, la tecnología abre posibilidades de enriquecer el diagnóstico, el trabajo en el aula y las formas de evaluación.

 

Fundación Ceibal (2018, julio). Ciudadanía digital y habilidades para el siglo XXI. + Aprendizajes. 1(1)

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

tese.png

Autora: Pereira, Maria Clara Monteiro Cardoso | 2015

 

Resumo:

 

Esta dissertação aborda, de um ponto de vista crítico, a teoria do Conetivismo à luz dos seus princípios e das respetivas implicações na visão tradicional de aprendizagem e de conhecimento.

 

A tese foi desenvolvida tendo em conta uma metodologia de revisão bibliográfica das publicações mais relevantes da autoria dos principais representantes do Conetivismo, nomeadamente George Siemens e Stephen Downes, estando sempre subjacente a preocupação em não apresentar apenas mais um estudo sintetizador da teoria, mas simultaneamente uma visão crítica do Conetivismo.

 

Enquanto teoria de aprendizagem para uns, mera perspetiva epistemológica para outros, o Conetivismo tem assumido um papel crescente no debate acerca daquilo que entendemos por aprendizagem em rede e das suas implicações nos estatutos tradicionais do conhecimento e da aprendizagem e até do papel dos educadores e dos alunos.

 

Alvo de reconhecimento para uns, de críticas para outros, o Conetivismo está ainda a dar os primeiros passos no desenvolvimento de uma visão epistemológica inovadora, principalmente no que diz respeito à partilha em rede, à aprendizagem centrada em comunidades online, regidas por interesses e objetivos comuns, onde a auto-aprendizagem é fundamental. Mas que consequências traz esta nova forma de encarar a aprendizagem?

 

Até que ponto o Conetivismo é uma teoria que vai mais além das teorias de aprendizagem anteriores? Passaremos a encarar o conhecimento de modo diferente a partir daqui? Qual o verdadeiro alcance dos MOOC, cada vez mais em voga?

 

Citação:  Pereira, Maria Clara Monteiro Cardoso - O conetivismo e as suas implicações nas noções de aprendizagem e conhecimento. [S.l.] : [s.n.], 2015. 121 p.

 

Conteúdo relacionado:

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

 

Emilia Ferreiro, especialista do mundo em alfabetização, fala sobre a importância de valorizar que as crianças escrevam conforme as suas ideias.

Vídeo da série Grandes Diálogos, publicado no site da revista Nova Escola.

Autoria e outros dados (tags, etc)

roteiro.png

 Download |

 

Cada agrupamento conta com uma ou mais bibliotecas escolares (BE) que facultam recursos capazes de apoiar o percurso formativo e curricular das crianças/ alunos.

 

Aos professores bibliotecários (PB) cabe gerir, de forma integrada, as bibliotecas escolares e os serviços de biblioteca dirigidos a toda a população escolar do agrupamento, apoiando-se num trabalho colaborativo com os docentes das várias escolas.

 

Com este documento, a RBE pretende apoiar os professores bibliotecários na organização, gestão e dinamização das bibliotecas escolares nas escolas do primeiro ciclo e nos jardins-de-infância, convocando os docentes para uma melhor apropriação desta estrutura, através da apresentação de propostas facilitadoras da utilização da BE por todos.

 

Apresenta-se como um instrumento de operacionalização de trabalho colaborativo entre o professor bibliotecário e os docentes, visando apoiar o desenvolvimento de um conjunto de competências gerais e transversais às diferentes áreas curriculares e conteúdos programáticos, em contextos diversificados, promovendo a biblioteca escolar como um ambiente de aprendizagem transdisciplinar e dinâmico.

Autoria e outros dados (tags, etc)

 

Agora que o novo ano lectivo começou, deixamos aqui um texto escrito e lido por Eduardo Sá, sobre "As Crianças e a Leitura".

"As histórias fazem mal às crianças"

Texto apresentado, no passado dia 19 de Abril, no "10 de letra - jornadas literárias", que se realizou no Auditório Maestro Frederico de Freitas (SPAUTORES)

 

 

 

Ou, se preferir, oiça o podcast: 

Autoria e outros dados (tags, etc)

financ.png

 

 


O Caderno de Educação Financeira 3 para o 3.º ciclo do ensino básico destina-se a apoiar alunos e professores na abordagem a temas do Referencial de Educação Financeira (REF) e pode, enquanto material de apoio à Educação Financeira, ser trabalhado nos diversos contextos curriculares de aprendizagem: no seio das disciplinas; em Cidadania e Desenvolvimento; em ofertas complementares ou no apoio ao desenvolvimento de projetos. Os temas do REF são trabalhados de forma criativa e didática, através de cinco histórias protagonizadas por alunos do 8.º e 9.º anos de escolaridade, promotores de iniciativas/aventuras apoiados pelos professores e pela família. As histórias são exploradas por atividades que procuram explicitar e completar os saberes de natureza financeira, inerentes à narrativa, bem como desenvolver atitudes e comportamentos financeiramente adequados.

 

Com esta publicação pretende-se apoiar a educação financeira dos mais novos, convictos de que esta lhes permitirá, no futuro, exercer uma cidadania financeira responsável.

 

A publicação deste Caderno de Educação Financeira, tal como os já publicados para o 1.º e 2.º ciclos do ensino básico, resulta da parceria, no âmbito do Plano Nacional de Formação Financeira, entre o Ministério da Educação (através da Direção-Geral da Educação), os supervisores financeiros (Banco de Portugal, Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões) e quatro associações do setor financeiro (Associação Portuguesa de Bancos, Associação Portuguesa de Seguradores, Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios e Associação de Instituições de Crédito Especializado).

 

O lançamento oficial do Caderno de Educação Financeira 3, realiza-se no dia 27 de setembro, no Agrupamento de Escolas Francisco de Arruda, em Lisboa, sendo uma iniciativa do Conselho Nacional de Supervisores Financeiros (Banco de Portugal, Autoridade de Supervisão e Fundos de Pensões e Comissão de Mercados Mobiliários), conta com o apoio do Ministério da Educação, através da Direção-Geral da Educação.

 

Referência: Lançamento do Caderno de Educação Financeira 3 | Direção-Geral da Educação. (2018). Dge.mec.pt. Retrieved 26 September 2018, from http://www.dge.mec.pt/noticias/educacao-para-cidadania/lancamento-do-caderno-de-educacao-financeira-3

Autoria e outros dados (tags, etc)

 

 

a tv, o rádio, a revista e, nos últimos 20 anos, o mundo digital “multiplicaram” a nossa professora. e, em vez de desenvolver “informatofobia”, a professora precisa entender que é preciso trazer novas ferramentas para a sala de aula. no café filosófico cpfl especial sobre “a era da curadoria: o que importa é saber o que importa!”, o filósofo e educador mario sergio cortella afirmou que passamos o tempo todo por um “tsunami informacional” nos dias atuais.

 

esse tsunami, no entanto, não é sinônimo de “conhecimento”. conhecimento é o que sai com a gente ao fim da aula. a informação é cumulativa, o conhecimento é seletivo.

 

tem gente que não navega, naufraga”, disse. “falamos da democratização da informação, mas há também a banalização da edição da informação.” a tarefa da curadoria, definiu, é dificultar que fiquemos iludidos com o que é mera abstração. “a ideia de curador é a daquele que cuida. com a internet, perdemos a exclusividade da edição. a novidade é que a curadoria pode ser feita de outros modos. a maioria lê outras fontes além de jornais.” segundo ele, conhecimento é algo que não se esquece.

 

“não importa que alguém decore o que está no livro, importa que ele saiba usar o que está no livro.” de acordo com o especialista, “aprendemos de tudo na escola, menos a estudar”. “na faculdade é que vamos aprender sobre metodologia e pesquisa.” para transmitir este conhecimento, é preciso levar o mundo para dentro das escolas. “o que importa é o que está em nosso cotidiano. é o ponto de partida”, disse. “a matemática foi ensinada como um suplício porque não foi explicado como funcionava em nossa vida.

 

”embora defenda o uso da tecnologia como ferramenta para o conhecimento, cortella alertou: recursos como os emoticons, usados para expressar sentimentos em redes como o whatsapp, “são a falência da palavra escrita”. ele disse ainda que as ferramentas analógicas não perderão a importância em meio à era digital. “a mais antiga plataforma de ensino a distância é o livro. as tecnologias trouxeram outras plataformas. mas o livro não desapareceu.”

 

Referência: Café Filosófico - A era da curadoria; o que importa é saber o que importa - Mario Sergio Cortella. (2018). YouTube. Retrieved 26 September 2018, from https://www.youtube.com/watch?time_continue=328&v=sFKNpkpf9Iw

 

Oiça aqui, se preferir, o Café Filosófico em formato podcast. Ideal para ouvir no smartphone e em qualquer lugar, ou no automóvel...  poupando dados de tráfego de Internet.

This podcast is available on...

Autoria e outros dados (tags, etc)


RBE


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.


Ligações

Sítios Institucionais


Twitter



Perfil SAPO

foto do autor



Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2011
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2010
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2009
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2008
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2007
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D

Twitter_