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Jesús C. Guillén é pesquisador e professor do curso de pós-graduação em neuroeducação da Universidade de Barcelona e autor do blog: 'School with an brain'.

 

No seu último livro 'Neuroeducación en el aula. Da teoria à prática 'apresenta uma nova perspetiva sobre como melhorar os processos de aprendizagem graças ao conhecimento do funcionamento do cérebro. "A partir da abordagem de neuroeducação é essencial uma aprendizagem de, e para a vida", diz ele.

 

O pesquisador destaca as funções executivas que influenciam o sucesso na vida de uma pessoa, tais como a memória de trabalho, a capacidade de recordar informações e a flexibilidade cognitiva e salienta a importância que estas têm na educação. "As funções executivas diferenciam-nos de outras espécies, permitem-nos planear e tomar decisões apropriadas." Para Guillén, a neuroeducação é um avanço para metodologias ativas de aprendizagem, pois estimula o desenvolvimento de várias habilidades para a vida. Isso é possível graças à plasticidade do nosso cérebro. "Não dizemos que aprender matemática ou ler não seja importante, mas eles devem partilhar um papel de liderança com outras disciplinas, como educação física, educação artística e educação emocional". Conclui o pesquisador.

 

Tradução livre do espanhol com supressões.

 

Ver programa completo.

 

Referência: ¿Para qué educamos?. (2018). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 18 September 2018, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/para-que-educamos-jesus-c-guillen/

 

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Novos Media e Aprendizagem OnlineJosé Bidarra

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A educação hoje enfrenta a necessidade de formar pessoas que tenham a capacidade de agir e operar no mundo com total autonomia e liberdade para construir o seu projeto de vida e um futuro sustentável. 

 

Melina Furman, no seu livro Educar mentes curiosas: a formação do pensamento científico e tecnológico na infância, promove aprendizagens ativas, significativas, responsáveis ​​e cultivadas pela curiosidade, através de exemplos e reflexões profundas.

 

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Cultura digital é a palavra-chave do século XXI. Para sustentá-la, existe uma linguagem própria que guarda múltiplas combinações de aprendizagem. Pensando em contribuir para esse processo de comunicação, o Programaê!, inciativa realizada pela Fundação Telefónica Vivo em parceria com a Fundação Lemann, compilou um guia teórico e prático para auxiliar na inclusão do pensamento computacional na sala de aula.

 

Referência: Silva, J. (2018). Guia para Construção do Pensamento ComputacionalWebparaeducadores.blogspot.com. Retrieved 15 September 2018, from http://webparaeducadores.blogspot.com/2018/09/guia-para-construcao-do-pensamento.html

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Como despertar a criatividade
Angélica Sátiro · Pedagoga especialista em criatividade

 

Angélica Sátiro dedicou mais de trinta anos da sua vida à educação. É autora de mais de 200 livros pedagógicos para crianças e de inúmeras publicações sobre criatividade e pensamento crítico na infância.
 
Doutora em Pedagogia pela Universidade de Barcelona, ​​Mestre em Criatividade Aplicada pela Universidade de Santiago de Compostela e pós-graduada em Pedagogia Filosófica pela Universidade Federal de Minas Gerais (Brasil). Uma forte defensora do incentivo ao pensamento criativo em crianças, Angélica defende um sistema educativo capaz de combinar o reflexivo e o autónomo. Como ela explica, "se em casa e na escola o ambiente é sempre a repetição do mesmo, como sevai desenvolver a criatividade?".
 
Como especialista internacional neste campo, assegura que no campo educacional "fala-se muito de criatividade; mas, infelizmente, ainda está no discurso e pouco na prática ". Foi palestrante, criadora e assessora de projetos de inovação educacional em mais de uma dúzia de países da América Latina, assim como na Espanha e em outros países europeus. Uma pesquisadora incansável, outra de suas linhas de trabalho é a chamada "Filosofia para crianças". Para ela, "a situação quotidiana é uma oportunidade para as crianças aprenderem a pensar criativamente".
 

Referência: Cómo despertar la creatividad. (2018). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 21 August 2018, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/como-despertar-la-creatividad-angelica-satiro/

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A versão em espanhol deste documento foi produzida pelo Instituto da UNESCO para a Aprendizagem ao Longo da Vida (UIL) com o apoio da OREALC / UNESCO Santiago e é uma contribuição para o debate sobre a aprendizagem ao longo da vida, desenvolvimento sustentável e o papel das comunidades para alcançar soluções relevantes e sustentáveis ​​ao longo do tempo.

 

O guia baseia-se em dois marcos do último ano da Década das Nações Unidas da Educação para o Desenvolvimento Sustentável (2014): A Declaração de Jacarta sobre a promoção de uma sociedade solidária e colaborativa através de centros comunitários de aprendizagem (CAC) ), e o Compromisso de Okayama, relativo à promoção da Educação para o Desenvolvimento Sustentável (ESD) para além da década. Ambos os compromissos refletem as práticas das CACs, visando estabelecer vínculos entre escolas, comunidades e sociedades, e promover a aprendizagem e a participação intergeracional de uma maneira que promova o desenvolvimento sustentável.

 

O manual revê os conceitos e estruturas normativas que são uma referência para a prática de EDS a partir de uma abordagem baseada na comunidade e dissemina breves estudos de caso sobre práticas e políticas numa ampla gama de modalidades baseadas na comunidade, incluindo boas práticas (Bangladesh , Etiópia, Índia, Japão, Malásia, Mali, Filipinas e Eslovênia), bem como políticas públicas (Brasil, Indonésia, Japão e Namíbia). 

 

O guia termina com um resumo dos seis princípios de ação que caracterizam uma “boa prática” comunitária sobre EDS e os mecanismos de apoio que determinam como os formuladores de políticas nacionais e locais podem apoiar ativamente organizações comunitárias e centros comunitários dedicados à promoção da educação para o desenvolvimento sustentável.

(...)

 

Ler mais >>

 

Referência: La UNESCO reedita en español una guía informativa sobre aprendizaje a lo largo de toda la vida para el desarrollo sostenible | Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura. (2018). Unesco.org. Retrieved 18 August 2018, from http://www.unesco.org/new/es/media-services/single-view/news/la_unesco_reedita_en_espanol_una_guia_informativa_sobre_ap-1/

 

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Com base em pesquisas educacionais nacionais e internacionais, Porvir aponta as principais características do professor do século 21

 

A tecnologia e as novas formas de organização da sociedade trouxeram mudanças para muitas profissões. Assim como as grandes corporações começaram a repensar suas atividades, na sala de aula não poderia ser diferente. Para ensinar uma geração conectada e que vive em constante transformação, os professores também devem estar em constante atualização.

Com base em pesquisas nacionais e internacionais, o Porvir separou algumas das principais características que compõem o perfil do professor do século 21. Nem todos os atributos são novidade para quem acompanha o site, mas eles servem como ponto de partida para uma reflexão sobre as novas formas de ensinar e aprender.

 

Confira a lista:

Saber explicar bem os conteúdos
De acordo com os estudantes ouvidos pela segunda fase (2017-2018) da pesquisa “Nossa Escola em (Re)Construção”, a didática é uma das características mais valorizadas em um educador. Para 54% dos 18.844 mil jovens ouvidos, um bom  professor deve saber explicar bem os conteúdos.

 

Propor diferentes atividades nas aulas
Ainda segundo a pesquisa “Nossa Escola em (Re)Construção”, os jovens reconhecem um professor que consegue ir além da aula tradicional. Na avaliação de 31% deles, é importante propor atividades diversificadas, ou seja, ir além da aula expositiva.

 

Conviver, respeitar o aluno e cuidar da sua individualidade
Além de saber ensinar, os alunos também valorizam docentes que sabem estabelecer um diálogo harmonioso. Na pesquisa “Juventudes na escola sentidos e buscas: Por que frequentam?”, feita pelo MEC (Ministério da Educação), OEI (Organização dos Estados Interamericanos) e Flacso (Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais), eles evidenciam que o professor é fator decisivo contra a evasão escolar. Ele deve conviver, respeitar o aluno e cuidar da sua individualidade.

 

Acompanhar alunos com dificuldade de aprendizagem
Segundo a pesquisa “Boas Práticas em Sala de Aula”, da Fundação Lemann, que observou 70 professores que alcançaram bons resultados de aprendizagem, o acompanhamento dos alunos com dificuldade de aprendizagem está entre as cinco principais estratégias adotadas por eles. O estudo ainda aponta outras estratégias, como a facilitação do diálogo entre alunos, resolução coletiva de situações-problema, leitura frequente pelos alunos e experimentos em ciências.

 

Ser um mentor para os alunos descobrirem seus interesses e talentos
Com o crescente acesso à internet, o relatório do NMC (New Media Consortium) aponta que o professor deixa de ser a fonte primária de conhecimento e se torna fundamental no papel de orientação e mediação. Na mesma linha, a pesquisa School in 2030, do WISE (Word Summit for Education), mostra que 73% dos entrevistados acreditam que o professor terá como função orientar os alunos ao longo de suas trajetórias de aprendizagem autônoma.

 

Dominar o conteúdo, usar tecnologia e saber se comunicar
Uma pesquisa que ouviu alunos, educadores e pais de instituições parceiras do grupo Unità Educacional apontou que no campo das competências técnicas é fundamental que o professor tenha domínio do conteúdo, atualização tecnológica e capacidade de comunicação.

 

Estimular a participação dos estudantes
Conforme aponta o documento “Juventudes pela Educação: Propostas para fortalecer a participação das juventudes brasileiras em prol da melhoria da educação”, desenvolvido pelo Movimento Todos pela Educação, em parceria com o Instituto Inspirare e o Instituto Unibanco, os educadores que não conhecem e nem consideram as características e demandas dos estudantes têm dificuldade de oferecer oportunidades educativas conectadas com o seu potencial, suas limitações, seus interesses e suas necessidades.

 

Saber mediar trabalhos em grupo
O livro “Planejando o Trabalho em Grupo – Estratégias para Salas de Aula Heterogêneas”, escrito pelas pesquisadoras Elizabeth Cohen (1932-2005) e Rachel A. Lotan, da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, traz estratégias para a  preparação de atividades colaborativas que impactam no aprendizado, característica considerada fundamental para um bom professor.

 

Ser paciente e se aproximar do aluno  
De acordo com o relatório Global Survey of Teacher Effectiveness (“Pesquisa global sobre efetividade do professor”), produzido pelo grupo editorial britânico Pearson, os estudantes brasileiros consideram a paciência e o bom relacionamento como umas das principais qualidades de um bom professor.

 

Referência: O que é ser um bom professor? - PORVIR. (2018). PORVIR. Retrieved 24 July 2018, from http://porvir.org/o-que-e-ser-um-bom-professor/

 

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Francisco Mora · Doutor em Neurociência e Medicina

 

Doutor em Neurociências pela Universidade de Oxford e Doutor em Medicina pela Universidade de Granada, Francisco Mora é Professor de Fisiologia na Universidade Complutense de Madrid. Referência internacional em neuroeducação e autor de inúmeras publicações e livros como "Neuroeducação: você só pode aprender o que você ama", o professor Mora enfatiza a importância das emoções na aprendizagem.

 

 

Tudo o que somos, pensamos, sentimos e aprendemos é o resultado do nosso cérebro em constante interação com nosso corpo e com o meio ambiente, explica ele.

 

 

Mora, dá-nos as ferramentas e chaves básicas que a neurociência oferece para melhorar a aprendizagem e a memória, sempre do lado humano, afirmando que " Tentar ensinar sem saber como o cérebro funciona é como desenhar uma luva sem nunca ter visto uma mão. "

 

Defensor da necessidade de uma sólida educação ética e valores nas crianças, Francisco Mora argumenta que todas as mudanças importantes que ocorrem nas nossas sociedades ocidentais vão "reconhecer e aceitar que o ser humano é o que a educação faz dele", destacando especialmente o papel central dos professores que ele considera "a jóia da coroa de um país" e os arquitetos fundamentais desta tarefa.

 

 "São os professores que, além do conhecimento, transmitem os seus valores aos homens e mulheres do futuro", enfatiza. 

 

 

Referência: ¿Qué es la neuroeducación?. (2018). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 11 July 2018, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/que-es-la-neuroeducacion-francisco-mora/

 

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Podem as crianças em grupo, com acesso à Internet, aprender sozinhas? Sugata Mitra, cientista e professor

 

Doutor em física e professor de tecnologia educativa da Universidade de Newcastle (Reino Unido), Sugata Mitra salta para a fama internacional quando a TED, organização que promove a tecnologia, a educação e o desenho elegeu a sua conferência como a mais inspiradora e com mais potencial de mudança, no ano 2013. 

 

A sua história conta a experiência de um jovem e brilhante físico que há quase 20 anos coloca um computador com ligação à internet num muro de um subúrbio de Nova Deli, perto da sua sala de aula, e se pergunta: conseguirão aquelas crianças, sem educação, aprender por si mesmas? As gravações com câmara escondida mostraram ao professor Mitra que as crianças jogaram no computador, aprenderam a usá-lo e para além disso ensinaram as outras sem a intervenção de nenhum adulto. 

 

À sua história chamou-se "Hole in the Wall" (Buraco na Parede) e inspirou parte do argumento do filme que ganhou o Óscar, 'Slumdog Millionaire'. Mitra avançou nas suas investigações o que denominou como educação minimamente invasiva e reproduziu o teste noutros lugares da Índia e do mundo. Os resultados? A capacidade de auto-aprendizagem das crianças com o uso da Internet e as novas tecnologias é surpreendente.

 

Hoje, a sua proposta educativa conhece-se como SOLE (siglas em inglês de Self Organised Learning Environments), ambientes de aprendizagem auto-organizados e conta com experiências em escolas de mais de 50 países.

 

Tradução livre do espanhol.

 

 

¿Puede un grupo de niños con acceso a internet aprender solos?

Referência: ¿Puede un grupo de niños con acceso a internet aprender solos?. (2018). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 23 May 2018, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/puede-un-grupo-de-ninos-con-acceso-a-internet-aprender-solos-sugata-mitra/

 

 

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 Correio do Minho |

 

Livros e silêncio são duas das palavras que mais aparecem associadas ao conceito de biblioteca. Contudo esta realidade já pouco tem a ver com as vivências dos jovens do século XXI. E por livros, quase sempre, a referência é a de livros impressos. Acresce ainda que, como afirmou Chris Meade, diretor do if:book London, na palestra que fez, em outubro de 2010, na IV Conferência Internacional do Plano Nacional de Leitura sob o tema Ler no século XXI Livros, Leituras e Tecnologias, o livro não é um objeto. É uma experiência, acontece na nossa cabeça e acontece no nosso coração. A literatura não é feita de papel.

Contudo, a grande maioria das bibliotecas escolares foi desenhada na lógica de disponibilizar o livro impresso. São espaços tradicionais, pouco flexíveis e insuficientemente adaptados às mudanças pedagógicas provocadas pela revolução tecnológica e digital, numa escola que queremos para todos e de sucesso escolar. As alterações na forma como os jovens aprendem, estudam e se comportam na sala de aula aliadas aos desafios colocados pela homologação do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, documento de referência para a organização e para o trabalho das escolas, exigem a adoção de metodologias variadas, nomeadamente as construtivistas e de trabalho de projeto. Verificamos, hoje, na Escola a coexistência de diferentes realida- des de ensino e, para dar resposta às competências exigidas aos alunos do século XXI colaboração, pensamento crítico, resolução de problemas, criatividade, literacias a biblioteca escolar tem que diversificar estratégias e incentivar a participação ativa e crítica dos alunos o que exige a criação de espaços que incentivem a criatividade, a produção de projetos e as aprendizagens colaborativas. Só assim a biblioteca será, efetivamente, lugar de aprendizagem e de inclusão.

Neste contexto as bibliotecas escolares do Agrupamento de Escolas Carlos Amarante apresentaram à Rede de Bibliotecas Escolares a candidatura Aprender a Criar na Biblioteca, tendo a sua proposta sido uma das selecionadas e apoiadas no âmbito das Ideias com Mérito que tem como objetivos identificar e apoiar as experiências mais consistentes e difundir as práticas melhor concretizadas pelas bibliotecas. O projeto tem a duração de dois anos e prevê a reestruturação de duas bibliotecas do agrupamento (EB de Gualtar e Escola Secundária Carlos Amarante), adequando o espaço a novas formas de trabalho e equipando-as com recursos que facilitam práticas pedagógicas inovadoras sem entrar em conflitualidade com a necessidade de espaços que privilegiem o silêncio e o estudo autónomo, imprescindíveis à aprendizagem. O projeto tem como público alvo os alunos do Ensino Profissional, do Ensino Noturno e da disciplina de oferta de escola Educação para a Cidadania Global (ECG). Prevê o desenvolvimento de atividades com recurso aos equipamentos da biblioteca escolar, nomeadamente em ambientes de aprendizagem suportados por tecnologias móveis e a melhoria das condições de projeção multimédia na Escola Básica de Gualtar.

O balanço deste primeiro ano de lançamento tem sido muito positivo tendo-se verificado, para além da contribuição e empenho dos alunos e professores pertencentes ao projeto, a participação criativa dos alunos das disciplinas de Desenho do 10ºN e de Oficina de Artes, turmas 12º M e 12º N que dinamizaram o MAKERSPACE, o novo espaço da biblioteca desenvolvido no âmbito do projeto. Este local tem como principal objetivo criar uma área acolhedora e flexível, adequada a diversas tipologias de tarefas e diferentes objetivos de aprendizagem, sendo privilegiadas as atividades colaborativas e criativas. 
O projeto está alojado em https://makerspaceaeca.webnode.pt/ace-aeca.webnode.pt/ [ligação quebrada] onde pode ser consultado.

- Com a colaboração de Ana Margarida Dias, professora bibliotecária da ESCA

 

Aprender a criar na biblioteca escolar - Correio do Minho

Referência: Aprender a criar na biblioteca escolar - Correio do Minho. (2018). Correiodominho.pt. Retrieved 17 May 2018, from https://correiodominho.pt/cronicas/aprender-a-criar-na-biblioteca-escolar/9731

 

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