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Biblioteca de Recursos Digitais

Ensinar e aprender online

14.03.20

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Os recursos digitais são cada vez mais formativos e educativos, não só porque estão acessíveis a todos, em qualquer lugar e a qualquer hora, mas, sobretudo, porque promovem aprendizagens informais que se consubstanciam nas formais.

Cada educador/professor/formador deverá selecionar o recurso que pretende e apresentá-lo de forma clara e simples, sugerindo-se que siga as quatro etapas apresentadas no post O ensino a distância na escola | etapas e plataformas.

Biblioteca Digital

Clicar na imagem acima para aceder à biblioteca...

Estes recursos, cujo acesso  é aberto e universal e que estão em atualização permanente, estão organizados em cinco tipologias

1. Salas de streaming - tal como o nome indica, aqui, encontra vídeos com potencial educativo, organizados por áreas, como ciência, leitura e até cidadania.

2. Livros digitais - repositório de eBooks para descarregar e/ou ler em diferentes plataformas; disponibilizam-se também audiolivros.

3. Índice de autores - menu organizado por autores que recolhe conteúdos relacionados, muito diversificados e apelativos para utilização educativa. Aqui encontra entrevistas, biografias, documentários..., em suportes variados (podcast, vídeo, imagem, texto...).

4. Os media em revista(s) - revistas temáticas que apresentam artigos atuais e significativos que contribuem para o aprofundamento dos diferentes assuntos. Aqui se encontram artigos nacionais e internacionais, desde a neurociência à gamificação.

5. Podcasts - para os amantes do áudio, aqui se disponibilizam recursos incontornáveis para ambiente educativo/formativo na voz de professores, alunos, mas também especialistas e personalidades de renome em cada uma das suas áreas.

A título de exemplo, apresentam-se duas propostas de atividades criadas e implementadas por professores bibliotecários, a partir desta Biblioteca digital:

1. Aprender nos Media | O artigo de opinião | Agrupamento de Escolas de Ponte de Sor

2. Aprender nos Media | Cidadania | Agrupamento de Escolas de Gavião

O ensino a distância na escola | etapas e plataformas

Ensinar e aprender online

13.03.20

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A maior parte das escolas dispõe de plataformas de gestão de aprendizagem (Moodle, Google Classrom, ...) que são excelentes meios para disponibilizar recursos educativos. 

Caso os professores/educadores desejem implementar o ensino a distância, podem seguir as seguintes etapas:

1. Disponibilização de conteúdos (em diferentes formatos) das diferentes áreas curriculares;

2. Criação de percursos educativos, por área disciplinar e ano de escolaridade;

3. Dinamização de atividade que que possam ser realizadas de forma autónoma e que permitam a aplicação / experimentação / reescrita / produção por parte dos alunos;

4. Implementação de momentos de avaliação formativa e de autoavaliação. Aqui sugere-se a plataforma Socrative que permite a elaboração de questionários, que são resolvidos pelos alunos ao seu próprio ritmo e cujo feedback é dado automaticamente.

Ao longo destas etapas, é fundamental que o professor marque sessões online, síncronas, isto é em tempo real, para que os alunos possam interagir com o docente e com os colegas, partilhando aprendizagens, dúvidas, problemas e até conquistas. A plataforma que se sugere é o Zoom, pois basta o acesso ao link enviado pelo professor para o aluno poder entrar na sala. Permite 40 minutos de interação, o que é apropriado para este tipo de sessão. O professor pode partilhar o seu écran com os alunos e podem trocar ficheiros. Caso o aluno necessite de um acompanhamento mais próximo, esta continua a ser a melhor ferramenta para o efeito e, no caso de 2 participantes, não existe a limitação de tempo.

 

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A Leya e a Porto Editora disponibilizam temporariamente, em regime gratuito, as suas plataformas de ensino e aprendizagem, a alunos e professores.

Está aqui uma boa oportunidade para os professores trabalharem a distância com os seus alunos.

Aqui ficam as ligações diretas a cada uma das plataformas:

 

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Quels que soient les projets (numérisation ou dématérialisation native) des concepts clés doivent être maîtrisés pour bien dématérialiser. (Illustration Freepik/studiogstock)

La dématérialisation des documents regorge de concepts ! Parce qu'il est toujours utile de revenir aux fondamentaux, voici LE glossaire de la dématérialisation contenant une sélection arbitraire de 10 mots-clés de la dématérialisation avec leurs définitions. Celles-ci privilégient non l’aspect technique, mais les préoccupations pratiques de l’utilisateur cherchant à appuyer son projet de dématérialisation zéro papier sur un vocabulaire clair. Qu'est-ce que l'archivage électronique ? En quoi consiste le cloud ? Que contient un référentiel documentaire ? Et que veut dire l'acronyme Ged ? Voici les réponses :

Le glossaire de la dématérialisation:

1. Archivage électronique
2. Cloud
3. Conception centrée sur l'utilisateur (user centered design)
4. Droit d’accès
5. Ged, Gec, ECM, RM, RSE
6. Interopérabilité, CMIS, service web, API
7. Référentiel documentaire
8. Saas, on premise
9. Sécurité
10. Versioning

[...]

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A necessidade de um Plano de Preservação Digital (PPD)

As tecnologias de informação são, atualmente, o principal suporte para a produção e armazenamento de informação.

As atividades organizacionais são, com menor ou maior intensidade, dependentes de tecnologia. Informação de diversos tipos, seja ela de apoio à decisão, operacional, ou de qualquer outro tipo, é produzida e mantida digitalmente estando portanto dependente de um sistema intermediário composto pelo software e hardware que contribuíu para a sua criação e que se torna indispensável para recuperar e utilizar essa informação.

A rápida taxa de obsolescência tecnológica, inerente à indústria informática, levanta problemas críticos de preservação de informação operacionalmente necessária à organização. No entanto, a preservação de informação digital está longe de ser simples ou isenta de custos.

A experiência constatada no terreno identificou cenários em que a informação é produzida com carácter de utilização imediata sem serem consideradas necessidades operacionais sobre essa mesma informação a médio ou longo prazo.

O resultado desta atitude resulta na perda de informação com consequências mais ou menos dramáticas para a instituição que a perdeu.

A produção do presente documento visa dar uma linha de orientação para as organizações que produzam e dependam, em maior ou menor percentagem, de informação criada e mantida digitalmente procederem às ações de preservação adequadas à sua realidade.

 

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Download | 2019 |
 
Resumo:
Os impactos da revolução digital têm afetado as mais diversas áreas e práticas sociais. Não só as formas como trabalhamos e comunicamos, mas também as formas como aprendemos e ensinamos têm vindo a ser confrontadas com a importância de se modernizarem e de usufruírem do potencial dos meios de comunicação. Principalmente daqueles que se encontram mais acessíveis no quotidiano. A crescente familiaridade com os media e a liberalização do seu acesso poderão, assim, ser compreendidas como oportunidades para a escola gozar das aprendizagens e práticas informais de professores e alunos para tornar o ensino mais próximo e para promover a aquisição e desenvolvimento de novas competências.
 
Foi adotada uma metodologia de análise mista que contemplou a aplicação de questionários a professores e alunos e a realização de entrevistas com professores. Partindo da análise dos hábitos e práticas criativas com os media de professores e alunos, decorridos no quotidiano e em contexto educativo, procurou-se refletir sobre as condições e predisposições para a introdução dos media em sala de aula, como ferramentas de trabalho que preparam os jovens para participar na sociedade e nas suas comunidades. Os resultados obtidos evidenciam que, apesar da existência de uma correlação positiva entre aqueles que usam os media mais frequentemente no quotidiano e aqueles que os utilizam mais frequentemente em contexto educativo, os usos nos dois contextos são ainda muito díspares. A par disso, professores e alunos reportam hábitos de criação, produção e participação reduzidos, percebendo-se que estes não são os principais intuitos da utilização dos meios no dia-a-dia.

 

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Conferência discutiu os ambientes digitais de crianças e jovens portugueses

 

 

Quatro em cada cinco internautas portugueses entre os 9 e os 17 anos usa a internet todos os dias para ouvir música e ver vídeos e três em cada quatro usa-a diariamente para se comunicar com amigos e familiares. Neste ambiente de oportunidades, o reverso também existe: 23 por cento assinalam terem vivido no último ano situações na internet que incomodaram e perturbaram.

 

Estes e outros resultados do mais recente inquérito EU Kids Online foram apresentados e discutidos na conferência Crianças e Jovens Portugueses no Contexto Digital, que se realizou no dia 28 de fevereiro, no Auditório B da Reitoria da Universidade NOVA de Lisboa, no Campus de Campolide.

 

 

Referência: Conferência: Crianças e Jovens Portugueses no Contexto Digital — NOVA FCSH. (2019). Fcsh.unl.pt. Retrieved 1 March 2019, from http://www.fcsh.unl.pt/media/eventos/conferencia-criancas-e-jovens-portugueses-no-contexto-digital

 

Entrevista a Catarina Oliveira – Membro do grupo Líderes Digitais

 

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por Cristóbal Cobo Romani | fevereiro 2019 | Download PDFDownload ePub |

 

Apresentação

A atual concentração do poder digital em poucas empresas (Google, Facebook, Amazon, Apple ou Microsoft) não está somente a gerar novas formas de poder e controlo que exacerbam as já existentes, mas paara além disso criam novas formas de exclusão e periferia.

 

É o fim da lua de mel digital.

 

Através da voz de diferentes especialistas internacionais esta obra profunda questões como: que fazer para reverter as atuais assimetrias de poder? quem observa os que nos observam?  podemos pensar em tecnologias com um enfoque (mais) humano? ou, aceito os termos e condições da vida digital?

 

Este é um trabalho realizado com o apoio da Fundação Santillana e a colaboração do Centro de Estudos Fundação Ceibal.

 

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