Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



ciber.PNG

 Fonte | Download |

 

Os menores e os jovens de hoje, os chamados “nativos digitais”, fazem uso constante da Internet e beneficiam das inúmeras vantagens que ela traz. Informações na ponta dos dedos, possibilidade de comunicação com os amigos, vídeos, jogos ... Educação em aspectos de segurança, privacidade, proteção dos direitos das pessoas etc. é algo que deve ser ensinado desde a infância, já que os menores acedem desde muito jovens ao mundo digital, redes sociais, telefones celulares, aplicativos em smartphones, etc.


O trabalho dos pais e educadores é primordial na prevenção de riscos. O seu trabalho deve ser ensinar e orientar os filhos / alunos quando eles começam a sua jornada on-line. No entanto, às vezes são os próprios pais que desconhecem os perigos reais que os seus filhos enfrentam, como evitá-los e educar os filhos para que não sejam afetados por eles ou conhecer os passos a seguir no caso de terem sido vítima de um deles.

 

Ler mais >>

 

ReferênciaGuía de actuación contra el ciberacoso | EnFamilia. (2018). Enfamilia.aeped.es. Retrieved 11 October 2018, from https://enfamilia.aeped.es/lecturas-recomendadas/guia-actuacion-contra-ciberacoso

 

Conteúdo relacionado:

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

 

 

a tv, o rádio, a revista e, nos últimos 20 anos, o mundo digital “multiplicaram” a nossa professora. e, em vez de desenvolver “informatofobia”, a professora precisa entender que é preciso trazer novas ferramentas para a sala de aula. no café filosófico cpfl especial sobre “a era da curadoria: o que importa é saber o que importa!”, o filósofo e educador mario sergio cortella afirmou que passamos o tempo todo por um “tsunami informacional” nos dias atuais.

 

esse tsunami, no entanto, não é sinônimo de “conhecimento”. conhecimento é o que sai com a gente ao fim da aula. a informação é cumulativa, o conhecimento é seletivo.

 

tem gente que não navega, naufraga”, disse. “falamos da democratização da informação, mas há também a banalização da edição da informação.” a tarefa da curadoria, definiu, é dificultar que fiquemos iludidos com o que é mera abstração. “a ideia de curador é a daquele que cuida. com a internet, perdemos a exclusividade da edição. a novidade é que a curadoria pode ser feita de outros modos. a maioria lê outras fontes além de jornais.” segundo ele, conhecimento é algo que não se esquece.

 

“não importa que alguém decore o que está no livro, importa que ele saiba usar o que está no livro.” de acordo com o especialista, “aprendemos de tudo na escola, menos a estudar”. “na faculdade é que vamos aprender sobre metodologia e pesquisa.” para transmitir este conhecimento, é preciso levar o mundo para dentro das escolas. “o que importa é o que está em nosso cotidiano. é o ponto de partida”, disse. “a matemática foi ensinada como um suplício porque não foi explicado como funcionava em nossa vida.

 

”embora defenda o uso da tecnologia como ferramenta para o conhecimento, cortella alertou: recursos como os emoticons, usados para expressar sentimentos em redes como o whatsapp, “são a falência da palavra escrita”. ele disse ainda que as ferramentas analógicas não perderão a importância em meio à era digital. “a mais antiga plataforma de ensino a distância é o livro. as tecnologias trouxeram outras plataformas. mas o livro não desapareceu.”

 

Referência: Café Filosófico - A era da curadoria; o que importa é saber o que importa - Mario Sergio Cortella. (2018). YouTube. Retrieved 26 September 2018, from https://www.youtube.com/watch?time_continue=328&v=sFKNpkpf9Iw

 

Oiça aqui, se preferir, o Café Filosófico em formato podcast. Ideal para ouvir no smartphone e em qualquer lugar, ou no automóvel...  poupando dados de tráfego de Internet.

This podcast is available on...

Autoria e outros dados (tags, etc)

livros_digitais.png

 Download |

 

Introducción

La presente publicación, escrita colectivamente entre muchas miradas, es una invitación a reflexionar acerca de los desafíos y oportunidades que surgen de las prácticas digitales por parte de las nuevas generaciones.

 

Se gesta a partir del trabajo colaborativo entre el Centro de Estudios Fundación Ceibal (Uruguay), la red Digitally Connected integrada por el Berkman Klein Center de la Universi- dad de Harvard y Unicef (Estados Unidos), el Instituto de Comunicación e Imagen de la Universidad de Chile (Chile), la Facultad de Información y Comunicación de la Universidad de la República (Uruguay) y el Grupo de Estudios en internet, Comercio electrónico, Telecomunicaciones e Informática (GECTI) de la Universidad de Los Andes (Colombia).

 

El proyecto nace hace más de un año y medio cuando el equipo editorial se propuso construir un libro que sirviera como espacio de diálogo y material de apoyo al público interesado en las prácticas digitales de niños, niñas, adolescentes y jóvenes. Nuestra idea era elaborar un texto que fuese accesible, de fácil lectura y que representara las múltiples voces del contexto latinoamericano.

 

Establecimos que el eje central de la publicación debía ser la inclusión social. La heterogeneidad socioeconómica y la riqueza cultural y geográfica que caracteriza nuestro continente podía permitirnos reunir diversas prácticas, estrategias e iniciativas para explorar nuevas formas de inclusión social.

(...)

 

Confiamos en que el libro constituirá un insumo para la reflexión y el conocimiento acerca del rol que ocupan las nuevas gene- raciones en la sociedad actual. De este mismo modo invitamos a la difusión y promoción de las iniciativas con el objetivo de continuar activando procesos de inclusión social mediada por tecnologías di- gitales en un continente que queremos ver cada día más conectado.

 

Referência: Cobo, C; Cortesi, S; Brossi, L; Doccetti, S; Lombana, A; Remolina, N; Winocur, R, y Zucchetti, A. (Eds.). (2018). Jóvenes, transformación digital y formas de inclusión en América Latina. Montevideo, Uruguay: Penguin Random House.

Autoria e outros dados (tags, etc)

ler.jpg

 por Juan Cruz | ler na fonte

 

grupo ERI da Universidade de Valência é uma das equipas de pesquisa de leitura mais produtivas de Espanha. Uma das suas linhas de pesquisa é a compreensão de textos na internet e, anteriormente, comentei alguns dos seus trabalhos:  Os problemas dos nativos digitais com textos digitais e a compreensão de hipertextos . Uma de suas últimas publicações é O desenvolvimento de habilidades de leitura na Internet baseadas na compreensão de adolescentes.

 

Este artigo descreve uma investigação em que foram coletados dados de 558 alunos do 1º ao 4º do ESO. Foram avaliados: a compreensão de textos numa tarefa complexa realizada em linha, a navegação realizada na tarefa, a frequência de leitura na internet (com objetivos sociais ou de informação), a leitura de palavras, a capacidade de leitura com textos impressos e a autoeficácia percebida no uso de computadores e da internet.

 

A variável que apresentou maior correlação com a compreensão dos textos na Internet foi a compreensão dos textos impressos, seguida da capacidade de descodificação (medida pelo teste de separação de palavras), da autoeficácia percebida no uso de computadores e da Internet e do uso da internet para procurar informações. O uso da internet com um objetivo social não se correlacionou com a compreensão de textos na internet.

 

No modelo de regressão construído pelos autores, incluíram-se outras variáveis ​​como o curso, género ou tipo de navegação realizado durante a tarefa de leitura na internet. As variáveis ​​que contribuíram para a explicação dos resultados da compreensão na internet foram: compreensão dos textos impressos, uso da internet com objetivos informacionais, número de questões a que eles decidiram responder, tempo gasto na navegação e leitura dos conteúdos (o qual foi relacionado negativamente com compreensão), número de visitas a páginas relevantes dividido pelo número total de visitas, curso e género (melhor compreensão em meninas).

 

Os autores apontam três implicações educacionais deste trabalho, quais sejam:

 

  1. A compreensão de textos impressos está intimamente relacionada com a compreensão de textos na internet, portanto, deve ser trabalhada de forma sólida.
  2. As habilidades de navegação proporcionam uma melhoria adicional ao que pode ser previsto a partir da compreensão dos textos impressos, pelo que o seu desenvolvimento deve ser considerado e planeado na escola.
  3. O uso da internet para fins sociais não se traduz numa melhor compreensão dos textos da internet, ao passo que o seu uso como ferramenta de aquisição de informações o faz. Portanto, devemos promover esse tipo de uso entre adolescentes.

 

Tradução livre a partir do espanhol.

 

Factores que influyen en la comprensión de textos en internet. Algunos datos de adolescentes.

Referência: Factores que influyen en la comprensión de textos en internet. Algunos datos de adolescentes.. (2018). Comprensión lectora basada en evidencias. Retrieved 4 May 2018, from https://clbe.wordpress.com/2018/05/02/factores-que-influyen-en-la-comprension-de-textos-en-internet-algunos-datos-de-adolescentes/amp/

 

Conteúdo relacionado:

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

ocnos.png

Herrada-Valverde, G., & Herrada-Valverde, R. (2017) | Download

 

Resumen

Este artículo revisa algunas de las investigaciones más destacadas el ámbito de la lectura de hipertexto.

 

Al objeto de identificar los factores y variables que influyen en la comprensión lectora de este tipo de formato textual, se revisan y analizan diferentes definiciones de hipertexto, así como los aspectos que inciden en las características de cada documento hipertextual, entre los que se encuentran la granularidad de sus nodos, el número y el tipo de enlaces, su estructura global, y las ayudas a la navegación.

 

Además, se abordan las tareas y procesos específicos asociados a la comprensión lectora de textos hipervinculados, haciendo especial hincapié en la selección del orden de lectura, que es el principal proceso que diferencia la lectura multilineal de hipertexto de la lectura lineal de texto impreso.

 

A tenor del análisis realizado, se puede concluir que dichos factores tendrán efectos diferentes en términos de carga cognitiva de los lectores dependiendo del conocimiento de domino que estos posean. Sobre este particular, se observa que la cohesión textual es un elemento de gran importancia para la comprensión del hipertexto en lectores con bajo conocimiento de dominio.

 

Herrada-Valverde, G. and Herrada-Valverde, R.

Herrada-Valverde, G., & Herrada-Valverde, R. (2017). Factores que influyen en la comprensión lectora de hipertexto. Ocnos: Revista De Estudios Sobre Lectura16(2), 7-16. Retrieved from https://www.revista.uclm.es/index.php/ocnos_2017.16.2.1287/pdf

Autoria e outros dados (tags, etc)

 

Book Trailer do livro: “Uma aventura em Conímbriga”, das escritoras Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada (Produção: Rede de Bibliotecas Escolares). O Book Trailer foi apresentado no II Seminário Rede de Bibliotecas de Condeixa “Veni, Legi, Vici: Já os Romanos o Sabiam – Leitura(s) com Memóri@a(s)”, no dia 2 de março de 2018. Uma iniciativa, em parceria, da Câmara Municipal de Condeixa, do Agrupamento de Escolas de Condeixa, da Rede de Bibliotecas Escolares e do Centro de Formação Nova Ágora.

 

*** 

 

Conteúdo relacionado:

Autoria e outros dados (tags, etc)

boom.png

 Artigo sobre o livro|


"Boom digital? Crianças (3-8 anos) e ecrãs"
foi lançado neste Dia da Internet Segura, com os resultados do projecto Crescendo entre Ecrãs, coordenado por Cristina Ponte para a ERC.

 

O estudo em formato e-Book apresenta muitos ângulos do desafio que é crescer e educar, hoje.

Está disponível aqui.

 

Pode descarregar o livro completo também em PDF.

 

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

lendo.jpg

 Durant, David. “Reading in a Digital Age“. 

The Charleston Briefing, Ann Arbor, Michigan:

University of Michigan, 2017

 

Como está a mudar a leitura no ambiente digital? Como continuará a mudar? Caminhamos para um futuro completamente digital? O livro impresso tem apesar de tudo um lugar no ambiente de leitura digital? Importa o formato? Que nos dizem os leitores que querem? Esta breve monografia oferece a bibliotecários, editores, provedores e outros, uma descrição geral destes temas chave, assim como conselhos sobre como as suas instituições devem abordar a controvérsia impresso vs. digital.

 

Tradução livre do espanhol.

 

Visto aqui:

Arévalo, J. (2018). La lectura en la era digital. Universo Abierto. Retrieved 12 January 2018, from https://universoabierto.org/2018/01/06/la-lectura-en-la-era-digital/

 

 

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

youtubers.png

Millán Berzosa. Youtubers y otras especies: El fenómeno que ha cambiado la manera de entender los contenidos audiovisuales. Madrid: Fundación Telefónica, 2017 

 

Youtubers y otras especies é uma aproximação à realidade que há por detrás do êxito do Youtube, o canal da Internet que transformou a forma de criar e consumir conteúdo audiovisual. É uma oportunidade para compreender o trabalho dos youtubers e saber mais sobre os diferentes tipos de público e temáticas que triunfam na Internet, e para descobrir o papel transformador da tecnologia através dos conteúdos em vídeo.

 

Uma publicação cuidada e documentada onde a secção de histórias é chave para uma visão transversal e uma aprendizagem prática através do relato dos própios youtubers, sem ficar-se no fenómeno fan. Um instantâneo da situação do novo panorama audiovisual na Internet, com eixo principal na rede social Youtube.

 

Tradução livre a partir da língua espanhola.

 

 

Visto aqui:

Arévalo, J. (2017). Youtubers y otras especies: El fenómeno que ha cambiado la manera de entender los contenidos audiovisualesUniverso Abierto. Retrieved 8 January 2018, from https://universoabierto.org/2017/12/14/youtubers-y-otras-especies-el-fenomeno-que-ha-cambiado-la-manera-de-entender-los-contenidos-audiovisuales/

 

Conteúdo relacionado:

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

Edição Eletrónica: setembro de 2017 
ISBN: 978-989-8841-14-8 | Download

 

Nota prévia

(...)

Nos anos oitenta do séc. XX foi lançado um grande projeto de introdução das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) nas escolas.

O Projeto Minerva, que decorreu entre 1985 e 1994, constituiu o primeiro e mais amplo projeto alguma vez realizado em Portugal na área das TIC, envolvendo escolas de todos os níveis de ensino, institutos politécnicos e universidades, na promoção da utilização do computador como uma ferramenta educacional.

Com um percurso de trinta anos no sistema educativo português, as TIC continuam a ser um desafio permanente, quer pelo surgimento de novas plataformas, aplicações ou dispositivos móveis, quer pela discussão sobre as suas vantagens e formas de operacionalizar e mobilizar estratégias para a sua utilização, como verdadeiras ferramentas de aprendizagem.

Os projetos, programas e iniciativas que têm sido implementados nas últimas décadas, nacional e internacionalmente, destacam a importância cada vez maior da utilização das TIC em contexto educativo com o objetivo fundamental de inovar as práticas, tornando-as mais atuais e, sobretudo, que tenham uma influência positiva relevante nas aprendizagens dos alunos.

O desenvolvimento de projetos inovadores centrados na promoção e aquisição de competências digitais potenciam a melhoria das qualificações dos cidadãos nas e para as TIC, contribuindo para uma sociedade digital mais inclusiva e reduzindo as desigualdades de forma a promover a participação mais autónoma.

O ensino da computação e da linguagem de programação gráfica, desde os primeiros anos de escolaridade, ajudam a desenvolver o pensamento criativo, a literacia digital e a adquirir conceitos matemáticos e computacionais.

A discussão em torno da temática abrange diversas dimensões: histórica, axiológica, escolar, curricular, didática, contextos de aprendizagem e formação de professores, nas quais intervêm questões como a igualdade de oportunidades e a inclusão, a literacia digital, a segurança, a utilização das TIC nas diferentes disciplinas, estilos de aprendizagem e estilos de ensino, gestão e sustentabilidade das tecnologias nas escolas. (...)

 

Autoria e outros dados (tags, etc)


RBE


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.


Ligações

Sítios Institucionais


Twitter



Perfil SAPO

foto do autor



Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2011
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2010
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2009
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2008
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2007
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D

Twitter_