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2014 | 

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Oberländer, A. and T. Reimer (2019). [e-Book] Open Access and the Library. Basilea, Suiza, MDPI – Multidisciplinary Digital Publishing Institute, 2019

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As bibliotecas são lugares de aprendizagem e criação de conhecimento. Nas duas últimas décadas, a tecnologia digital - e as mudanças que a acompanham - aceleraram essa transformação até ao ponto em que a evolução se começa a transformar em revolução. Sob o modelo de assinatura, o papel das bibliotecas era comprar ou licenciar conteúdo em nome dos seus utlizadores e, em seguida, agir como guardiões para regular o acesso em nome dos titulares de direitos. Num mundo em que toda a pesquisa é aberta, o papel da biblioteca está a mudar do licenciamento e disseminação para a facilitação e apoio ao próprio processo de publicação, o que requer uma mudança fundamental em termos de estruturas, tarefas e competências. Também muda a ideia da coleção de uma biblioteca.

 

Num modelo aberto, é mais provável que a coleção seja o conteúdo criado pelos utilizadores da biblioteca (investigadores, funcionários, alunos, etc.), conteúdo que agora é curado pela biblioteca; Em vez de selecionar conteúdo externo, as bibliotecas precisam entender o conteúdo criado pelos seus próprios utilizadores e ajudá-los a disponibilizá-lo ao público, seja por meio de um depósito local, o pagamento dos custos de processamento de itens ou por meio de aconselhamento e orientação. Pode-se dizer que é um modelo simplista que deixa de lado coleções especiais e outras áreas. Mesmo assim, destaca as mudanças pelas quais as bibliotecas de pesquisa estão a passar, mudanças que provavelmente serão aceleradas como resultado de iniciativas como o Plan S

 

Esta edição especial investiga algumas das mudanças nos serviços da biblioteca atual relacionados com o acesso aberto.

 

Referência: Arévalo, J. (2019). El acceso abierto y la bibliotecaUniverso Abierto. Retrieved 11 July 2019, from https://universoabierto.org/2019/07/11/el-acceso-abierto-y-la-biblioteca/

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SAYÃO, Luis; TOUTAIN, Lídia Brandão; ROSA, Flavia Garcia; MARCONDES, Carlos Henrique (Orgs.). Implantação e gestão de repositórios institucionaispolíticas, memória, livre acesso e preservação. Salvador: EDUFBA, 2009. 365 p. il.

 

Este  livro “Implantação de repositórios institucionais : políticas, memória, acesso aberto e preservação” editado por Luis Sayão, Lydia Brandão Toutain, Flavia García Rosa e Carlos Henrique Marcondes, e publicado pela Universidade Federal da Baía, foi lançado no “Seminário do Repositório Institucional e Acesso Livre”. O objetivo do mesmo foi analizar os repositórios institucionais, cujo propósito é gerir e ampliar a visibilidade da informação científica, artística e cultural produzida pelas instituições. Esta visibilidade que promove uma sã competitividade entre elas permite o acesso e a difusão mais rápidamente aos avanços e inovações nos campos artísticos, técnicos e científicos, através da gestão do património documental e iconográfico que geram estas instituições.

 

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 RDC |

 

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, em articulação com o Ministério da Cultura, está a criar um Diretório de Repositórios Digitais (DRD).

 

O DRD (http://repositorios-conhecimento.pt) é uma infraestrutura digital criada com o propósito de identificar e constituir um referencial de acesso aos repositórios digitais de Portugal nas áreas da Ciência e da Cultura, no sentido de divulgar e estimular a utilização dos repositórios digitais, bem como promover a normalização técnica e práticas de preservação digital.

 

Esta iniciativa reflete a política do governo no sentido da valorização da produção científica nacional, da promoção do conhecimento e da criação de condições para a sua partilha, a preocupação no sentido do reforço da responsabilidade cultural e patrimonial, em articulação com o enunciado conducente à adoção de uma política nacional de ciência aberta (http://www.ciencia-aberta.pt/pnca), contemplando a promoção e a difusão da cultura científica e tecnológica e a cooperação internacional, nomeadamente com os países de língua oficial portuguesa.

 

A primeira fase deste projeto – identificação e caracterização dos repositórios digitais pertencentes a instituições de ciência e cultura – decorre até 30 de janeiro, estando disponível um formulário para recolha de dados.

 

Qualquer pedido de esclarecimento deverá ser enviado para repositorios-conhecimento@mctes.gov.pt

 

Post escrito por: Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior

 

Fonte >>

 

Ligações relacionadas:

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O Laboratório de Comunicação On-line (Labcom) da Universidade da Beira Interior, na  Covilhã, disponibiliza em PDF, gratuitamente, todas as suas publicações, dedicadas ao campo dos media e da comunicação. O projeto editorial intitula-se Livros Labcom e apresentas as seguintes coleções: estado da arte, teorias da comunicação, pesquisas em comunicação, jornalismo, cinema e multimédia, e comunicação estratégica.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Biblioteca Nacional de Portugal e a Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) formalizaram no passado dia 19 de novembro, através duma Carta de Compromisso, uma parceria visando desenvolver o projeto REAtar – Recursos Educativos Abertos, tecnologias e aprendizagem em rede.

 
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Um arquivo de registos musicais, partituras e livros didáticos que são disponibilizados ao público em regime de acesso livre: Musopen.















Uma parceria entre a revista norte-americana Life, que produziu algumas das imagens mais importantes do século 20, e o Google, disponibiliza para uso não comercial 10 milhões de fotografias em média e alta resolução. É possível encontrar imagens históricas e icónicas divididas em cinco categorias: pessoas, lugares, eventos, desporto e cultura. O acervo compreende o período de 1860 a 1970 e inclui obras de grandes nomes da fotografia, como Alfred Eisenstaedt, Margaret Bourke-White, Gordon Parks e W. Eugene Smith.

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Uma das imagens escolhidas por Jessamyn West para ilustrar as notas que escreveu com o título Encouraging a Culture of Openness in Libraries, acessíveis, em vários formatos, aqui >> .



Uma das secções da IFLA, o Committee on Freedom of Access to Information and Freedom of Expression (FAIFE), publicou um artigo da jornalista finlandesa Hanna Nikkanen intitulado Policing the Internet is not a Job for a Corporation, um ponto de vista que pode ajudar a pensar  as questões levantadas pelas recentes propostas de lei antipirataria dos EUA.


Noticia corrigida


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