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«O livro da vida de Álvaro Magalhães tem um urso como herói e acompanha-o desde os seus pouco mais de 20 anos. É um livro infantil, dir-se-á, mas o escritor sabe que é ainda mais precioso para os adultos. Pelo menos para aqueles que, como ele, são capazes de descobrir em "Puff e os seus amigos", de Alan Alexander Milne, coisas novas a cada leitura. [...] Apaixonado pelos livros desde muito novo, embora "os meus pais não lessem", Álvaro Magalhães não hesita em dizer que "é o acaso" que faz um grande leitor: "Não chega dar livros a uma criança. É preciso saber transmitir-lhe essa paixão pela leitura, haver alguém, um dia, que a consiga passar. No meu caso foi um professor".»

 

«Acabadinha de chegar da Feira do Livro Infantil de Bolonha, de onde trouxe um prémio internacional de ilustração (com o livro "O meu avô"), Catarina Sobral pergunta a medo: "Só posso falar num livro"? Como a escolha é difícil, e há maldades que não se podem fazer a quem elege o livro como "objeto preferido", ficam dois títulos na fotografia. "Romance", de Blexbolex, é um deles, e "O dia em que os lápis desistiram", de Drew Daywalt (com ilustrações de Oliver Jeffers), é o outro. Ambos têm o que é preciso para ser um bom livro infantil, segundo o critério de Catarina. Por "permitirem que as crianças os explorem e encontrem diferentes formas de os ver, sem preocupação moral", mas também por terem uma relação texto/imagem que funciona sem "redundâncias". Há uma terceira razão: "Um livro tem de ser bom de pegar, com bom papel e peso adequado". É, no fundo, "um objeto artístico", remata. "Não tem necessariamente de ser útil ou de ter uma função." Mesmo que seja para crianças.»

 

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RBE


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