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Durante 3 dias de novembro discutiu-se, na cidade francesa de Grenoble, o estado atual das nossas sociedades, das quais um dos traços mais marcantes será o que o historiador Pierre Rosanvallon designa por "crise dos comuns", no sentido de perda dos valores e instituições que o séc. XX desenvolveu para reduzir as desigualdades, criar maior igualdade de oportunidades e mais solidariedade. Esta inversão ou regressão de valores está a conduzir à degradação dos modelos de serviço público que dávamos como adquiridos (na saúde, na educação...) e à própria decomposição da sociedade. Como é que chegámos a esta situação? Como refazer, de novo, os laços e a coesão sociais, a vida comum? A discussão não pode ser reduzida a questões económicas, de dívida e de défice, nem à reivindicação de um regresso a modelos passados. Não podemos refazer as sociedades sem um debate sobre as suas dificuldades e resistências, os seus medos e expetativas, os seus desejos  e compromissos. Sem uma reflexão que permita compreender as atuais transformações. 

Foram estes os pressupostos da organização do encontro Refaire société a que a revista  Internet Actu.net dedicou um dossiê. Pode ler aqui >> 


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