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A Eterna Cadencia, uma editora independente de Buenos Aires, criou um livro muito especial: El libro que no puede esperar, cujo texto tem a particularidade de se esfumar, sob os nossos olhos, se não o lemos tão rapidamente quanto desejaria. 


Apesar de apreciarmos o ambiente calmo e reflexivo do impresso, achamos engraçada esta ideia de livros de papel e tinta que também se impacientam, tal qual os ecrãs,  contra leitores menos velozes, mais preguiçosos, distraídos,  etc.. Realmente, por que razão um digno artefacto com quase 600 anos - remontando ao livro saído da imprensa de Gutenberg - haveria de deixar às quase recém-nascidas máquinas digitais, o privilégio e a exclusividade de tiranizarem o leitor com a velocidade e o frenesim da vida moderna?

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