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Na pandemia não há fuga possível | a filosofia pode ajudar?

Uma pequena ajuda da filosofia para a quarentena

30.03.20

Presente e futuro.

Desejo e previsões.

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Este artigo de Bárbara Reis, publicado no Público de 29 de março de 2020, foi elaborado na sequência da resposta dada por onze professores de filosofia e bioetecistas portugueses. Aqui são levantadas algumas questões indissociáveis da crise criada pela pandemia:

  • O medo da morte,
  • Quem salvar,
  • O poder do Estado,
  • O confronto com nós mesmos,
  • As marcas que vai deixar.

E, ao invés de encontrarmos respostas para as dúvidas que nos assolam, neste artigo são deixadas opiniões, perguntas e, sobretudo, lançadas pistas que nos obrigarm a refletir.

  • O que mudará na nossa sociedade?
  • Como reinventamos o nosso "habitar económico e social"?
  • Como serão as relações entre o cidadão e a medicina?
  • Qual o papel  da "mediação tecnológica"?
  • Há pessoas descartáveis? 
  • Voltaremos a uma tendência para o nacionalismo, em detrimento do global?
  • Qual o impacto que terá na forma de ser e estar dos jovens?

Esta crise irá ter (ou já está a ter) uma dimensão comparável com a das crises que se vivem em  tempo de guerra (o que não equivale a dizer que “é” uma guerra). O que isso pode provocar nas pessoas, sobretudo nas mais jovens, é um sentimento do peso, da urgência e da seriedade da vida que contrasta em absoluto com a leveza, a descontração e ligeireza com que se tende a viver hoje nas sociedades que são mais responsáveis pela destruição do planeta.

João Constâncio

 

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