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Aproxima-se o momento para o qual nos preparámos ao longo deste ano: finalmente os “miúdos” vão votar nos seus livros preferidos. Depois da campanha possível decorrente da situação epidemiológica da doença COVID-19, no dia 27 de abril, é o dia da eleição nacional.

Sabemos que vivemos tempos estranhos que nos exigem uma adaptabilidade permanente mas, paralelamente à promoção da leitura, esta é uma atividade de cidadania que privilegia a participação dos alunos em todas as etapas do processo, pelo que se apela à vontade dos professores responsáveis para que esta possa continuar a acontecer na medida do possível.

O voto é um direito e um dever. Da mesma forma que deve ser dada oportunidade de votar a todos os alunos da escola, nenhum aluno deve ser coagido a votar caso entenda não o fazer.

De acordo com o regulamento, a votação poderá ser organizada por cada escola, de acordo com diferentes modalidades. A votação pode ser realizada na habitual assembleia de voto, que corresponde a um espaço na escola onde deverá haver uma urna de voto por cada ciclo/ nível de ensino. Nos casos em que não seja possível criar as condições de segurança sanitária para a implementação de a assembleia de voto, a escola pode optar pela recolha de votos porta a porta, em cada turma/ sala de aula, através de uma urna móvel por cada ciclo/ nível de ensino. Se não for possível a votação presencial, a escola pode organizar uma votação eletrónica. Neste caso, o boletim de voto pode ser transposto para um formulário, utilizando as plataformas digitais adotadas na escola, facultando o direito de votar a todos os alunos desde que se salvaguarde, tal como nas outras modalidades, a unicidade do voto e o seu anonimato.

Qualquer que seja a modalidade escolhida, deverá ser fixado e comunicado aos alunos um horário para a votação.

O boletim de voto é o fornecido pela organização (em anexo) e terá de conter o nome de todos os livros que vão a votos no respetivo ciclo de ensino. Caso seja transposto para um formulário online deve seguir a ordem e a informação constante dos respetivos boletins de votos.

Tal como aconteceu nas edições anteriores, é necessário que existam cadernos eleitorais (corresponderão às pautas das turmas), onde se vai anotando quem já votou, de forma a que, no final, seja possível contabilizar se o número de votos corresponde ao número de votantes. Devem também ser constituídos grupos de alunos que acompanhem a votação, ajudem o professor responsável e supervisionem a contagem de votos (tal como acontece nas eleições políticas).

O escrutínio e comunicação de resultados, após a contagem dos votos, coordenados pelo professor bibliotecário/ professor responsável (ou quem ele designar) e pelo grupo de alunos nomeado para o efeito, terá de ser comunicado à Pordata até 30 de abril de 2021, através dos formulários disponibilizados por nível de ensino.

1.º ciclohttps://forms.gle/CWbPYYJU8i36K21H8

2.º ciclohttps://forms.gle/whbDTuxkrzgZXd6G9

3.º ciclohttps://forms.gle/1RKkfFSG1nbpxzZEA

Secundário - https://forms.gle/xSauda3JyRY4KQJc8

As escolas deverão guardar os votos até 14 de maio de 2021, para o caso de ser necessário fazer uma recontagem de votos.

A escola poderá tornar públicos os resultados da votação ali efetuada, se assim o entender, antes da divulgação dos resultados a nível nacional.

Disponibiliza-se um vídeo, realizado em colaboração com a Comissão Nacional de Eleições, que ajudará alunos e professores que estiverem nas mesas de voto e que forem responsáveis pela contagem de votos.



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