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Ao reler o universo de Dickens, descrito com realismo e visualismo, a Biblioteca Escolar Fernão Mendes Pinto, de Almada, desejou chamar a atenção, através da literatura, para a realidade social de pobreza, indigência e insalubridade, contrapondo com a evolução e o progresso patentes nas cidades atuais. Procuram, assim, suscitar no auditório uma atitude positiva, de esperança, por contraste com a miséria e demais circunstâncias sociais patentes nomeadamente em obras literárias do Realismo e do Naturalismo (em autores como Eça de Queirós, Dickens ou Dostoievsky) ou ainda na poesia de Cesário Verde e em biografias que retratam a época. Por outro lado, pretendem evocar atitudes quer de discriminação quer de solidariedade, patentes em Vergílio Ferreira, Sophia de Mello Breyner ou José Jorge Letria…no universo português.

O fio condutor escolhido para alternar entre épocas e universos distintos e contraditórios foi o da urbanidade.  Partindo de Dickens, viajarão pela literatura, sob o mote da cidade, até chegar ao século XXI.  

O grafismo do Cartaz do Mês da Leitura é da autoria de Luís Martins, professor na ES fernão Mendes Pinto.

BE Fernão Mendes Pinto

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