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Entrevista de Maria João Costa | Revista Ler

 

Vive perto da Costa da Caparica, mas a quatro quilómetros do mar. É a ele que recorre quando quer resolver «problemas técnicos de escrita». Luísa Costa Gomes escreveu para a Fundação Francisco Manuel dos Santos um retrato sobre a Costa da Caparica, o território onde foi descobrir histórias de escritores que ali procuraram refúgio. No livro Da Costa a escritora começa por dizer que se pôs a escrever sobre coisas de que nada sabia – e descobriu histórias de exclusão que confirmam «o estigma» da margem sul do Rio Tejo. Olha para retrato que escreveu como uma «deambulação». «É uma fatia de tempo.» Quase em simultâneo lançou também um romance, Florinhas de Soror NadaA Vida de Uma Não-Santa (Dom Quixote). 

(...)

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2 comentários

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De Anónimo a 30.12.2018 às 10:31

Bom dia.
Para evitar mal entendidos, apresso-me a afirmar aqui e agora que, a pergunta que fiz acima, nada tem a ver com o, para mim, importantissimo papel, desempenhado, quer pelas Bibliotecas Escolares, bem como a Rede de Bibliotecas Públicas no nosso Pais, no que concerne à consolidação de leitores e implementação da "leitura". Por um Portugal melhor.
Melhores cumprts.
Francisco Laranjeira

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