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Imagem: The Guardian






Jonathan Franzen, autor de Liberdade, um dos romances mais aclamados em 2011, considera que as mudanças rápidas que a tecnologia está continuamente a introduzir nas nossas vidas e a falta de algo estável, permanente, tem um efeito negativo nas sociedades e nos valores. Por isso, Franzen prefere o livro impresso à edição em formato eletrónico, porque só o papel e a tinta conferem ao texto e ao leitor o sentido de permanência que, também em termos psicológicos, nos é fundamental. Poderemos suportar um mundo onde, pelo efeito da tecnologia, tudo se tornará fluido, fragmentado e mutável?


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RBE


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