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Expo - 01.jpg

Fonte da imagem: Pormenor da exposição

Durante o mês de novembro, as bibliotecas do Agrupamento de Escolas Queluz-Belas promoveram uma Exposição sobre a Convenção dos Direitos da Criança que teve como objetivo principal a implementação do previsto no seu Artigo 42: o direito da criança a conhecer os seus próprios direitos. Esta exposição pretendeu aumentar os conhecimentos dos alunos sobre os seus direitos, para além de promover competências para identificar eventuais situações em que estes não sejam assegurados. O Agrupamento entendeu ainda que era necessário abranger um público mais extenso do que apenas os seus alunos, na medida em que o conhecimento dos Direitos da Criança deve ser geral e obrigatório em toda a nossa comunidade. 
 
Assim sendo, surgiu a ideia de uma exposição híbrida: física e presencial para os alunos, e virtual para a restante comunidade.
 
A exposição física, que itinerou por várias escolas, foi explorada pelos alunos em colaboração com os seus docentes, apoiados pelos colaboradores do Centro de Recursos Escolares (CRE). Adicionalmente, esta exposição permitia a interação com os pensamentos e opiniões dos alunos (Artigo 12), deixando estes um registo escrito dos mesmos na própria exposição.
 
A exposição virtual foi explorada pelos Diretores de Turma e docentes de Cidadania e foi igualmente destinada aos a alunos da escola sede cuja biblioteca se encontra presentemente encerrada.
 
Após divulgação por parte dos docentes e do CRE aos Encarregados de Educação e outros elementos importantes da comunidade educativa, a exposição virtual, reforçava o intuito da divulgação deste tema e da sua importância para as crianças desta e de todas as comunidades mundiais.
 

 
Para ambas as exposições, foram elaboradas atividades de exploração, centradas em artigos específicos.
 
A primeira atividade, no formato quiz, reforçava os conhecimentos sobre os artigos. Este quiz foi elaborado em formato físico e digital, para que pudesse ser explorado em ambas as exposições.
 
A segunda atividade pretendia reforçar o conhecimento do Artigo 12 (Respeito pela opinião das crianças), sendo composta por várias etapas com um mesmo objetivo: reconhecer a importância da voz de cada criança e as formas com que podiam defender as suas opiniões e direitos.
 
Esta exposição obrigou o agrupamento a pensar de forma diferente, forçado pelas questões sanitárias decorrentes de uma pandemia limitadora do seu campo de ação. Desta forma, o papel da Biblioteca Escolar enquanto fomentadora de conhecimento e cidadania foi reforçado, permitindo dar resposta à articulação de temas relevantes, não apenas para o currículo académico dos alunos, mas também para a sua formação pessoal e a da comunidade de que fazem parte.



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