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Imagem: CCB






O Centro Cultural de Belém, a Casa de Camilo de S. Miguel de Seide / Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, o Plano Nacional de Leitura, o CLEPUL – Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias da Universidade de Lisboa –, o Teatro Nacional de São Carlos e o Centro Nacional de Cultura, iniciam, hoje, os 150 anos da publicação do Amor de Perdição de Camilo Castelo Branco.

O ciclo CCB no CCB – Camilo Castelo Branco: As paixões juvenis e o Amor de Perdição conta com uma vasta programação, que vai da literatura ao cinema, passando por mesas-redondas, conferências, debates com professores e estudantes, programas musicais, uma feira do livro e duas exposições: uma de iconografia e bibliografia camilianas da colecção da Casa de Camilo e outra do pintor Júlio Pomar, que apresentará os desenhos que fez para a edição do livro O Romance de Camilo, de Aquilino Ribeiro. 

Na era das tecnologias de informação e comunicação, da ausência de modelos rígidos e autoritários de comportamento e do consumo de massas (embora este último ameaçado pela crise), ainda existirão amores fatais e de perdição como os de Simão Botelho e Teresa de Albuquerque? - esta uma das perguntas que nos ocorre de imediato e que, supomos, também  estará  presente nos debates e conferências.

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