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Restaurar as condições para a prática da contemplação é o fio condutor desta publicação da separata políticas de informação e tecnologia da ALA American Library Association (Office for Information Technology Policy), Restoring contemplation, de Jennifer A. Mannisto (2011) . Defende a necessidade e a utilidade da ação das bibliotecas, dos seus profissionais, dos formecedores de software e dos investigadores para apoiar o pensamento crítico e analítico enquanto condição de uma melhor qualidade de vida para todos, mitigando consequências negativas do excesso de informaçao e de conetividade, que a profusão de meios digitais acentua.

Estas ideias, próximas das que vem defendendo Steven Bernstein no seu saboroso artigo Embracing the shhhhtereotype (25.05.2012), alertam para o papel decisivo das bibliotecas numa economia de conhecimento, de forma a garantir não apenas o acesso mas a capacidade de seleção e processamento crítico da informação, e a qualidade de vida, ameaçada pelo excesso de conexões e de conectividade no quotidiano.

Uma boa recensão crítica do livro, em espanhol, pode ser lida neste Think Thank do LecturaLab da Fundación Germán Sánchez Ruipérez, de onde também retirámos a imagem.



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