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Eis as 50 personalidades que, segundo o júri de autores, críticos e colaboradores da Revista Ler, mais influenciam a leitura em Portugal. Como se trata da atividade que constitui uma das principais razões de ser das bibliotecas escolares - a leitura em livro impresso ou nos novos suportes digitais e eletrónicos - e como também nem sempre nos apetece ser modestos, destacamos a parte do artigo dedicada a Teresa Calçada:


Coordenadora nacional da Rede de Bibliotecas Escolares desde 1996, ano em que o programa foi lançado, é também comissária-adjunta do Plano Nacional de Leitura. Mas o seu empenho na promoção da leitura pública já vem de longe, quando, enquanto técnica do Instituto Português do Livro, integrou o grupo de trabalho que pensou as bases da futura Rede de Bibliotecas Municipais, estabelecida em 1987. Se esta conduziu à modernização e criação de novas bibliotecas por todo o País, a vantagem de reformular as bibliotecas escolares era outra - e mantém-se. Passa pela possibilidade de fazer um trabalho direto, continuado e quase diário com crianças e adolescentes para quem o professor bibliotecário representa o filtro entre a informação aleatória e o saber transdisciplinar. Não é pouco. Há tempos, circulou um vídeo na Internet que perguntava se as bibliotecas serão os próximos dinossauros em vias de extinção - ou alvos a abater, melhor dizendo. Entre outros nomes que poderíamos encontrar no terreno recuado da promoção do livro e da leitura em Portugal, Teresa Calçada está, sem dúvida, entre os mais consensuais e combativos. 


Texto de Carla Maia de Almeida
Revista Ler, nº112, abril 2012

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