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Alexandre Herculano de Carvalho Araújo (1810-1877) foi poeta, romancista, historiador e ensaísta. Atravessa a sua obra uma profunda coerência, seguindo um programa romântico-liberal que norteou não apenas o seu trabalho mas também a sua vida.


Impedido por razões económicas de frequentar a faculdade, aprendeu os rudimentos da investigação histórica ao preparar-se para ingressar o funcionalismo. Com 18 anos, manifestava-se já a vocação literária, aprendendo o francês e o alemão e lendo românticos estrangeiros. Inicia-se nas tertúlias literárias pela mão da duquesa de Alorna, que reconheceria como uma das suas mentoras.

 

Por razões políticas, exila-se, primeiro em Inglaterra e depois em França. Aqui, familiariza-se com a obra de historiadores, lendo os que seriam os seus modelos literários, como Chateaubriand ou Lamennais.

 

Em 1832, depois de participar no desembarque das tropas liberais no Mindelo e na defesa do Porto, é nomeado nesta cidade segundo-bibliotecário e apontado como organizador dos arquivos da biblioteca. Publica, em 1834 e 1835 importantes artigos de teorização literária na revista “Repositório Literário”, do Porto. Em discordância com o governo setembrista, demite-se em 1836 e, já em Lisboa, dirige a mais importante revista literária do Romantismo português: “O Panorama”. Em 1839 aceita o convite de D. Fernando para dirigir as bibliotecas reais da Ajuda e das Necessidades, levando os seus trabalhos de investigação histórica à publicação dos quatro volumes da “História de Portugal”, nas duas décadas seguintes. (...)

 

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