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O volume 2 do Monitor da Educação e da Formação de 2019 contem 28 relatórios individuais por país. Baseia-se nos mais recentes dados quantitativos e qualitativos para analisar as principais medidas políticas que foram tomadas em cada Estado-Membro da UE. Completa outras fontes de informação que descrevem os sistemas nacionais de ensino e formação.

A Secção 1 apresenta os principais indicadores para o ensino e a formação. A Secção 2 identifica sucintamente os principais pontos fortes e os desafios que se colocam aos sistemas de ensino e de formação do país. A secção 3 centra-se nos professores e nos desafios que se colocam à profissão docente. A Secção 4 analisa o investimento no ensino e na formação. A secção 5 trata das políticas para modernizar a educação pré-escolar e escolar. A Secção 6 analisa as medidas para modernizar o ensino superior. A secção 7 trata do ensino e formação profissionais e, por fim, a secção 8 abrange a educação de adultos.

O manuscrito foi concluído em 26 de agosto de 2019.
É possível consultar dados contextuais adicionais em linha (ec.europa.eu/education/monitor)

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Destaques:

  • Os professores estão satisfeitos com o seu trabalho, porém, subsistem desafios tais como o envelhecimento da população docente, a elevada proporção de pessoal não permanente e as lacunas na integração e no desenvolvimento profissional contínuo.
  • O investimento na modernização das infraestruturas é insuficiente, em especial, na educação e no acolhimento na primeira infância nas zonas metropolitanas.
  • As disparidades regionais em termos de resultados educativos, repetição de ano e taxas de abandono precoce da educação e formação estão a melhorar. O número de diplomados do ensino superior aumentou, mas a procura de especialistas em TIC por parte das empresas excede a oferta.
  • Mantém-se uma proporção muito significativa de adultos com um baixo nível de qualificações e é reduzida a participação dos adultos na aprendizagem.

 

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Acompanhe na íntegra a palestra da Profª Drª Leonor Santos, da Universidade de Lisboa, diretamente do campus de Santo André, em evento realizado pela UFABC [Universidade Federal ABC], pelo PEHCM (Programa de Pós-Graduação em Ensino e História das Ciências e da Matemática).

 

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ReferênciaGlossário - PORVIR. (2019). PORVIR. Retrieved 11 July 2019, from http://porvir.org/glossario/

 

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Já pensou em incentivar os seus alunos a criarem conteúdos em áudio, vídeo, foto e texto? Veja a lista de recursos gratuitos selecionados pelo Porvir

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  • Mão na Massa. Saiba o que muda quando a aprendizagem passa pelas mãos a partir de experiências que o Porvir conheceu e prepare-se para imaginar, ligar, apertar, errar e construir

 

 

 

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A pós-graduação em Educação Literária e Literatura para a Infância e Juventude b-learning, apresenta-se como uma resposta às necessidades de formação especializada na área sentidas no terreno.

Com efeito, a proliferação editorial para a infância, aliada às recentes diretrizes governamentais no domínio da Educação literária, contrastam com a escassa oferta de formação de mediadores em geral, e de docentes em particular.

 
 

​Esta pós-graduação alia um conjunto diversificado de aproximações ao livro literário para a infância e juventude (género, ilustração, edição…) a uma componente prática de experimentação de técnicas de abordagem a este produto estético, sob o ponto de vista artístico, formativo e afetivo, constituindo, deste modo, um importante meio de formação para todos aqueles que, conscientes do poder da leitura, procuram respostas para aproximar o livro do seu leitor preferencial, numa perspetiva de  formação não apenas leitora e literária, mas também de cidadania ativa.

A modalidade b-learning permite que o curso se torne acessível a alunos a residir em qualquer ponto do país, e também no estrangeiro.

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Badillo Matos, Ángel. La sociedad de la desinformación: propaganda, «fake news» y la nueva geopolítica de la información. Madrid: Real Instituto Elcano, 2019

 

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A desinformação tem emergido como uma questão de importância pública através de vários escândalos que no cenário internacional recuperaram o debate sobre o fluxo internacional de informações, as suas conexões com os interesses geoestratégicos de certos países e os efeitos que têm sobre os cidadãos. 

 

É um debate recorrente, mas desta vez tem novos ingredientes: a natureza das redes digitais permite utilizá-las não só para disseminar informação, mas também para atacar, mediante técnicas informáticas, servidores de dados (para modificá-los, roubá-los ou destruí-los); as redes sociais e a personalização da informação recebidas através delas implicam novas formas de romper a esfera pública, e os cidadãos incorporaram as práticas de produção e consumo de informação digital sem grande conhecimento da lógica desses novos meios, transferindo-os dos media tradicionais. 

 

Este texto analisa as transformações que deram origem ao novo ecossistema e propõe, a partir do estudo das iniciativas europeias sobre a desinformação, um modelo de análise da situação e o reforço da ação coordenada europeia desde Espanha.

 

Referência: Arévalo, J. (2019). La sociedad de la desinformación: propaganda, «fake news» y la nueva geopolítica de la informaciónUniverso Abierto. Retrieved 26 June 2019, from https://universoabierto.org/2019/06/26/la-sociedad-de-la-desinformacion-propaganda-fake-news-y-la-nueva-geopolitica-de-la-informacion/

 

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Alicia e Glòria escrevem sobre como a biblioteca faz parte de forma incontornável da mudança. Conseguir que os alunos sejam capazes de aceder à informação, de a tratar e comunicar de maneira adequada, servindo os propósitos do conhecimento. Aprender e ensinar a pensar requer muita leitura, escrita e oralidade em diferentes suportes e formatos, requer o uso da biblioteca.

 

Nestes tempos de confusão e incerteza, as escolas deambulam de um tipo de formação para outra: neurociência, aprendizagem cooperativa, inteligências múltiplas, mindfulness, cursos derivado da questão da coexistência, a igualdade de género, gamificação, inovação de todos os tipos, ou seja, relacionados a agentes, estudantes, media, recursos, espaços ... Até onde podemos ir? E que impacto essa multiplicidade formativa pode ter na realidade e nas necessidades das escolas?

 

Sem subestimar nenhuma das ofertas, resulta pouco convincente que cada um se forme sobre o que queira ou que de um tema se vá a outro, sem manter uma linha de trabalho que combine interesses decorrentes das necessidades reais, de todos os dias, ou seja, que nasça de uma reflexão e que convoque uma equipa para trabalhar pelo aprimoramento do ensino de cada dia. E depois, tendo priorizado uma linha de trabalho , dependendo das necessidades, ver-se-á o modus operandi. 

 

Não há dúvida de que a biblioteca no dia-a-dia deve ser uma peça angular, o que significa que os professores conhecem os recursos, atualizam-nos, veem a sua relação com as áreas curriculares, aprendem a trabalhar com uma variedade de recursos (entre os quais pode estar o livro didático) que seja uma ajuda no acesso à informação, que pode trabalhar com os alunos para que essas informações sejam transformadas em conhecimento e que tudo isso possa ser comunicado com as ferramentas necessárias. Nisto consiste a competência informacional e digital. Sabendo também, que a leitura, a escrita e a oralidade no impresso e no digital é suportada, especialmente no início, na literatura, que acompanha a competência linguística.

 

Falamos de ler, escrever e falar sobre os textos impressos ou digitais, falamos de tratar e comunicar com os recursos necessários e de desenvolver ações coordenadas para que o espaço da biblioteca se mantenha vivo durante toda a vida.

 

É o dia a dia das nossas escolas... mas, lamentavelmente, a biblioteca está vazia de professores, crianças, adolescentes e universitários. Talvez seja hora de propor uma formação inicial e permanente, diferente, alternativa, mais funcional e real, com origem nas escolas e para as escolas.

 

*tradução com adaptações.

Referência: Cómo iniciar los cambios en educación: La biblioteca. (2019). Leer, escribir y hablar para cambiar. Retrieved 24 June 2019, from https://leerescribirhablarblog.wordpress.com/2019/06/19/como-iniciar-los-cambios-en-educacion-la-biblioteca/

 

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Criatividade – mudar a educação, transformar o mundo, o novo livro digital do programa Escolas Transformadoras, apresenta a criatividade como um valor e uma habilidade essenciais para a formação de pessoas capazes de transformar a educação e a sociedade. 

 

Aqui, mais de 40 autores e autoras, entre estudantes, professores, gestores de escola, investigadores, profissionais do terceiro setor e professores universitários, abordam a criatividade como um dos valores transformadores essenciais para a superação de desafios na educação.

 

A publicação tem a sua origem no Encontro Nacional realizado pelo programa em agosto de 2018, no Instituto Brincante (Brasil). Naquela oportunidade, a coordenação do programa organizou vivências sobre criatividade com o intuito de fomentar os diálogos e trocas entre a sua rede. Uma dessas vivências foi um painel de cocriação que visava, justamente, assentar as bases para a edição deste livro.

 

Visualize na íntegra o painel de conversa sobre criatividade: 

 

Referência: Criatividade: mudar a educação, transformar o mundo. (2019). Escolas Transformadoras. Retrieved 15 June 2019, from https://escolastransformadoras.com.br/materiais/criatividade-educacao-mundo/

 

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         – 5 maneiras de estimular a criatividade
         – Criatividade não é uma festa

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com Cristóbal Cobo Romani.

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Resumo

Diversos estudos de pesquisa e prática concluem que a pedagogia dos media deve ser integrada na formação de professores para que futuramente a possam usar  nas suas aulas de forma eficaz e bem-sucedida. No entanto, esses resultados não se refletem nos atuais programas universitários, de modo que em algumas instituições os estagiários podem chegar ao final dos seus estudos sem ter abordado questões de educação para os media.

 

Para entender, avaliar e melhorar ainda mais a situação atual da formação de professores no campo da pedagogia dos media, é necessária uma extensa pesquisa. Levando em consideração essa situação, o artigo a seguir apresenta um resumo do "status quo" das competências em pedagogia, focando-se nos exemplos da Alemanha e dos EUA.

 

Para criar uma base, apresentam-se diferentes modelos de competências pedagógicas mediáticas nos dois países e tentar-se-á responder à questão de saber se essas competências são promovidas pelos programas de formação de professores. Em seguida, serão descritos o método e os resultados selecionados de um estudo que mediu as competências pedagógicas dos media de estudantes nos dois países, a partir de um modelo generalizador de competências pedagógicas mediáticas que interligam pesquisas alemãs e internacionais, nesse campo.

 

A perspectiva internacional comparativa ajuda a ampliar as perspectivas e a entender as diferenças e semelhanças. Os dados deste estudo servem para identificar diferentes formas de integrar a pedagogia dos media na formação de professores. Além disso, podem ser tiradas conclusões sobre as consequências desses processos para os professores em formação e as suas competências nos media.

 

Tradução livre

 

Marcalyc | Móvil

 

Referência: Tiede, J., & Grafe, S. (2016). Media Pedagogy in German and U.S. Teacher Education. Comunicar24(49), 19-28. doi:10.3916/c49-2016-02

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