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Educação para os Direitos Humanos | manuais

Amnistia Internacional - Portugal

07.07.20

A Amnistia Internacional lançou um conjunto de manuais que disponibiliza numa nova área do seu site, dedicada à Educação para os Direitos Humanos (EDH).

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São recursos úteis para as bibliotecas escolares, uma vez que fornecem informação e ideias de atividades para abordar temáticas dos direitos humanos, um dos temas trabalhados nas escolas e que se constitui cada vez mais como essencial na formação dos estudantes.

Existem poucos manuais de referência nestas temáticas em língua portuguesa e por isso se lança esta coleção, para que sejam ferramentas de apoio a professores, educadores, formadores, ou outros profissionais ligados à educação em contextos formais e não formais.

Alguns dos títulos que se apresentam versam sobre temas essenciais da atualidade em direitos humanos e cidadania, e do trabalho da Amnistia Internacional em Portugal e no mundo. Destes são exemplo “Celebrar a coragem dos defensores dos direitos humanos”, “Eu Acolho – direitos humanos das pessoas refugiadas”, “Pobreza e direitos humanos”, “Capacitar contra a tortura”, entre outros.



SOBRE OS MANUAIS

 Estes manuais foram desenhados de forma específica para o contexto português, a partir de materiais das campanhas da Amnistia Internacional. Incluem, em geral, a definição dos principais conceitos do tema, um enquadramento do mesmo nas questões de direitos humanos e exercícios ou dicas para serem levados para o contexto de sala de aula ou para outros espaços educativos.

Destinam-se a docentes, sobretudo, do 3.º ciclo e dos ensinos secundário e profissional, a educadores de outros contextos, inclusivamente não formais, e a outros profissionais ligados ao trabalho social e educativo. Todos os manuais estão disponíveis de forma gratuita.Com o fim das aulas, é tempo de desenvolver novas competências e preparar os conteúdos do próximo ano letivo, para as diversas disciplinas dos currículos escolares.

Os manuais da Amnistia Internacional podem contribuir para esta missão.

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Prefácio

(...) O presente manual procura servir como exemplo de currículo internacionalmente relevante, aberto à adesão ou adaptação, como resposta ao problema decorrente da desinformação global que confronta as sociedades em geral, e o jornalismo em particular.

Evita-se admitir que o termo fake news (“notícias falsas”) possua um significado direto ou comummente compreendido. Isso ocorre porque “notícias” significam informações verificáveis de interesse público, e as informações que não atendem a esses padrões não merecem o rótulo de notícias. Nesse sentido, então, a expressão “notícias falsas” é um oxímoro que se presta a danificar a credibilidade da informação que de facto atende ao limiar de verificabilidade e interesse público – isto é, notícias reais.

Para entender melhor os casos que envolvem manipulação exploratória do idioma e convenções de géneros de notícia, esta publicação trata esses atos de fraude pelo que são – como uma categoria particular de informação falsa em formas cada vez mais diversas de desinformação, inclusive em formatos de entretenimento como memes visuais.

Nesta publicação, o termo desinformação é comummente usado para se referir a tentativas deliberadas (frequentemente orquestradas) para confundir ou manipular pessoas por meio de transmissão de informações desonestas. Isso geralmente é combinado com estratégias de comunicação paralelas e cruzadas e um conjunto de outras táticas, como hackear ou comprometer pessoas. O termo “informação incorreta” frequentemente refere-se a informações enganosas criadas ou disseminadas sem intenção manipuladora ou maliciosa. Ambos são problemas para a sociedade, porém a desinformação é particularmente perigosa pois é frequentemente elaborada, com bons recursos, e acentuada pela tecnologia automatizada. (...)

 

Referência: Manual de Combate à Fake News. (2020). Retrieved 2 July 2020, from http://portaldobibliotecario.com/e-book/manual-de-combate-a-fake-news/

Juntos descobrimos a engenharia | e-book

Atividades, jogos e enigmas

16.06.20

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"Juntos descobrimos a Engenharia" é o novo livro digital infantil que a Ordem dos Engenheiros lançou para assinalar o Dia Mundial da Criança.
 
Leonardo Da Vinci e Mary Jackson, dois nomes emblemáticos da história da Engenharia, são os protagonistas desta publicação, que inclui muitas atividades, jogos e enigmas que levarão os mais novos a descobrir tudo o que precisam para serem verdadeiros engenheiros.
 
Num período marcado ainda pelo afastamento de muitas famílias, este é o contributo da Ordem dos Engenheiros para a sociedade e, de forma muito particular, para os seus membros - avós, pais e demais familiares -, ajudando-os na missão de explicar às crianças, de forma lúdica, o que é ser Engenheiro.
 

Referência: Ordem dos Engenheiros. (2020). Retrieved 16 June 2020, from https://www.ordemengenheiros.pt/pt/atualidade/noticias/ordem-dos-engenheiros-lanca-livro-digital-infantil-sobre-engenharia/

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José Matias Alves | Ilídia Cabral (Eds.) | Maio 2020 | 

Edição: Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa

 

Prefácio

João Costa | Secretário de Estado Adjunto e da Educação

E de repente, sem termos tempo para nos prepararmos, o campo lexical da escola alterou-se e passou a incluir palavras como aula síncrona, distanciamento, plataforma, COVID19, máscara, chat, online, gel... Sabemos que os sistemas educativos europeus não tinham sido afetados tão negativamente desde a II Guerra Mundial. De um dia para o outro, as escolas fecharam-se e o sistema educativo viu-se alterado não por vontade, mas por imposição.

Os professores portugueses revelaram o seu profissionalismo e capacidade de adaptação, as escolas organizaram-se. Do lado do Ministério da Educação, fomos produzindo recursos, orientações, colhendo práticas, estabelecendo parcerias, para apoiar o trabalho às escolas e aos professores neste momento difícil (coligidas em http://apoioescolas.dge.mec.pt ).

Os testemunhos e os olhares deste livro, que tenho a honra de prefaciar, são prova desta capacidade de adaptação, da inquietação associada, da preocupação com os alunos. São também voz de um contexto que não se esperava, que gerou mais trabalho, muitos caos e muitas organizações, muito trabalho para todos, inversões de papéis, cansaço pelo trabalho e pela vontade de que o vírus desapareça depressa. (...)

 

Referência: (2020). Fep.porto.ucp.pt. Retrieved 31 May 2020, from http://www.fep.porto.ucp.pt/sites/default/files/files/FEP/SAME/Ebook_Ensinar_e_aprender_em_tempos_de_COVID_19.pdf

Tu e a Internet | e-book

(Ab)uso, Crime e Denúncia

28.05.20

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Download | Maio de 2020 | Ver na fonte |

 

Com o objetivo de contribuir para que crianças e jovens façam um uso cada vez mais seguro da Internet, conheçam os direitos que, enquanto utilizadores, lhes assistem e saibam como exercê-los, a Procuradoria-Geral da República publica esta edição atualizada da brochura "Tu e a Internet".

 

ÀS CRIANÇAS, JOVENS, PAIS E PROFESSORES:

Em 2013, Tu e a Internet dava conta do apelo que o mundo digital representa, dos riscos que o seu uso não informado acarreta, e do objetivo de contribuir para a utilização segura da Internet, em especial por crianças e jovens.

Seja como ferramenta de trabalho, de apoio escolar, de pesquisa, de comunicação ou de entretenimento, a Internet todos os dias ganha espaço no nosso quotidiano, fazendo aumentar o desafio da sua utilização segura.

O novo coronavírus intensificou o recurso ao mundo digital nos mais diversos setores da vida comunitária, social e pessoal.Isolamento, confinamento e distanciamento social são as medidas mais utilizadas para evitar a propagação da COVID 19.

Em Portugal, como noutros países, os ensinos pré-escolar, básico e, em parte, secundário são, hoje, assegurados por via de plataformas digitais.

Milhares de crianças e jovens têm aulas com recurso à Internet, socializam com colegas, amigos e familiares em ambiente digital, que também serve para se descontraírem e divertirem.

Esta maior permanência online justifica que, de novo, voltemos a falar sobre atividades ilícitas praticadas com recurso à Internet, direitos das pessoas que delas sejam vítimas, e da responsabilidade de quem faz esse uso indevido.

Com o objetivo de evitar que crianças e jovens sejam vítimas de condutas ilícitas e usem a internet de forma mais atenta e cuidada, Tu e a Internet continua a abordar aspetos relacionados com as principais atividades criminosas que, na atualidade, são praticadas online. E porque nem sempre é possível evitar tais atividades ilícitas é fornecida informação atualizada que permitirá às vítimas, crianças e jovens em especial, saber como reagir, com quem contactar e como estabelecer esse contacto.

O objetivo mantém-se!

Queremos continuar a contribuir para que crianças e jovens façam um uso seguro da Internet!

Gabinete Cibercrime

Gabinete da Família, da Criança e do Jovem

In "Tu e a Internet"

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Com o propósito de responder às necessidades da comunidade que serve, a biblioteca escolar encontra neste documento, de forma facilitada, os caminhos para fazer a sua transição para o digital, constituindo-se como um Hub de inovação no fornecimento de serviços.

Este documento apresenta um conjunto de ações a desenvolver pela biblioteca para garantir uma presença em linha estruturada, coerente e eficaz, tendo como ponto de partida os canais existentes ou a criar.

Referêrencia: 04 • Presença em linha das bibliotecas escolares: roteiro para a definição de uma política. (2020). RBE: Rede de Bibliotecas Escolares. Retrieved 15 May 2020, from https://www.rbe.mec.pt/np4/2558.html

Manual de Apoio à Aprendizagem Flexível durante a Interrupção do Ensino Regular | UNESCO

Experiência Chinesa na Manutenção da Aprendizagem durante o Surto de COVID-19

24.04.20

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O Manual de Apoio à Aprendizagem Flexível durante a Interrupção do Ensino Regular relata a experiência  chinesa na Manutenção da Aprendizagem durante o Surto de COVID-19.

A versão portuguesa foi produzida com o apoio da UNESCO numa ação colaborativa coletiva e voluntária de um grupo de portugueses ligados ao meio académico.

A coordenação foi de Etelberto Costa (Lifelong Learning Platform) e do Laboratório de Inovação Pedagógica e Educação a Distância do Instituto Politécnico de Tomar. De salientar o apoio da Unidade de I&D Techn&Art do Instituto Politécnico de Tomar, da Rede de Bibliotecas Escolares do Ministério da Educação e da APDSI (Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação).

Apesar de relatar a experiência chinesa, as respostas encontradas poderão ser replicadas e / ou reajustadas ao contexto português. 

Este manual está organizado em seis dimensões:

  1. Infraestrutura de rede
  2. Ferramentas de aprendizagem amigáveis
  3. Recursos digitais de aprendizagem adequados  
  4. Métodos de ensino e de aprendizagem
  5. Serviços de apoio para professores e alunos
  6. Cooperação entre empresas, governos e escolas

 

Uma nota para o papel que as bibliotecas poderão ter neste caminho, nomeadamente na criação e disseminação de recursos de aprendizagem (págª. 5 do manual). 

 

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INTRODUÇÃO

O Decreto-Lei n.o 54/2018, de 6 de julho, com as alterações introduzidas pela lei n.o116/2019, de 13 de setembro, e pela Declaração de Retificação no 47/2019, de 3 de outubro, que estabelece o regime jurídico da educação inclusiva, consagra a possibilidade de aplicação de adaptações ao processo de avaliação externa no ensino básico e no ensino secundário.

O Júri Nacional de Exames (JNE) tem como atribuições a organização do processo de avaliação externa das aprendizagens, bem como a validação de adaptações ao processo de avaliação externa no ensino secundário.

As adaptações ao processo de avaliação externa devem ser coerentes com o processo de ensino, de aprendizagem e de avaliação interna, bem como com o nível de escolaridade em que são implementadas, não se constituindo, isoladamente, como um objetivo, mas antes como uma salvaguarda do direito à participação de todos os alunos na avaliação externa.

A aplicação de qualquer uma das adaptações ao processo de avaliação externa depende da solicitação do professor titular de turma/conselho de docentes ou diretor de turma/conselho de turma, ao diretor de escola, com a anuência expressa do encarregado de educação. (...)

 

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Prefácio

Vivemos em um mundo em que aquilo que é fácil de ensinar e testar também se tornou fácil de digitalizar e automatizar. Nesse aspecto, criatividade e pensamento crítico são cada vez mais importantes, para assegurar que tenhamos controle da tecnologia e continuemos a trabalhar juntos em direção a um mundo mais humano e sustentável. Não surpreende que a maior parte dos currículos dê mais ênfase a essas competências, nem que os professores as considerem difíceis de ensinar e avaliar.

As escolas do futuro têm de ajudar os alunos a pensar por si mesmos e a trabalhar com os outros. Eles devem entender os limites entre ações individuais e coletivas e melhorar sua capacidade de identificar e compreender os próprios pontos de vista e o mundo ao redor. No trabalho, em casa e na comunidade, as pessoas precisarão compreender profundamente como os outros vivem em diferentes culturas e tradições, e como pensam, sejam eles cientistas ou artistas. Também terão de melhorar a capacidade de imaginar novas soluções, identificar novas possibilidades, fazer novas conexões, e transformá-las em novos produtos ou modos de viver melhor juntos.

É por isso que as escolas precisam estimular a criatividade e o pensamento crítico de seus alunos, ajudando-os a olhar para tudo a partir de diferentes pontos de vista, a entender os limites de sua perspectiva e da dos demais e a transformar suas ideias em soluções inovadoras: questionar, imaginar, fazer e refletir, como é colocado pelas rubricas da OCDE sobre criatividade e pensamento crítico.

Nada disso é fácil nem se faz de um dia para o outro, mas este livro oferece oportunidades concretas para progredir. Proporciona aos professores e às escolas novas ferramentas para construir ambientes de aprendizagem nos quais os alunos possam exercitar suas competências de criatividade e pensamento crítico, sem diminuir o valor do conteúdo das disciplinas e do conhecimento formal. A obra também oferece aos gestores públicos inspirações sobre como apoiar os docentes no aprimoramento de suas práticas e como tornar seus sistemas educacionais mais embasados em evidências.

Todos os recursos aqui apresentados foram desenvolvidos e testados em uma rede de escolas e professores de 11 países. O trabalho também contribuiu para o desenvolvimento da estrutura conceitual de “pensamento criativo”, o domínio inovador do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA), da OCDE, em 2021.

Todos os docentes que participaram do projeto estão comprometidos para que nossos sistemas educacionais desenvolvam seres humanos de primeira classe, e não robôs de segunda classe, e acreditam no valor da colaboração internacional para alcançar esse objetivo.

Andreas Schleicher Diretor de Educação e Competências da OCDE

 

Desenvolvimento da criatividade e do pensamento crítico dos estudantes : o que significa na escola / [coordenação geral Instituto Ayrton Senna ; tradução Carbajal Traduções]. – São Paulo : Fundação Santillana, 2020.

 

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O Alto Comissariado para as Migrações e a Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial (CICDR), em parceria com a Câmara Municipal de Odivelas, lançaram uma campanha de sensibilização no âmbito do Dia Internacional para a Eliminação da Discriminação Racial, dirigida às crianças entre os 3 e os 5 anos de idade, e que consiste na apresentação do livro "As Cores da Cidade Cinzenta".

 

Referência: "As Cores da Cidade Cinzenta" – Campanha sensibiliza os mais pequenos para a eliminação da Discriminação Racial - NoticiaDetalhe - ACM. (2020). Acm.gov.pt. Retrieved 20 February 2020, from https://www.acm.gov.pt/-/-as-cores-da-cidade-cinzenta-campanha-sensibiliza-os-mais-pequenos-para-a-eliminacao-da-discriminacao-racial

 

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