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Desde hace unos años se habla de la palabra maker. Se trata de una palabra inglesa que significa hacedor, aunque con múltiples connotaciones.
Los makers serían como los típicos manitas, pero con un gran interés por la tecnología. Una diferencia clave respecto al aficionado al bricolaje tradicional, es su interés por compartir sus creaciones con otras personas.
 
Muchos de los proyectos maker más conocidos, como las impresoras 3D RepRap con licencias abiertas, se basan en la colaboración de cientos de personas a través de Internet.
La curiosidad lleva a estas personas a explorar técnicas distintas, mezclando varias disciplinas y creando grupos de interés de carácter esporádico. (...)
 
 
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2014 | 

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Cinema na Sala de Aula Com pesquisas, relatos de experiências, no âmbito da formação inicial e contínua, sobre o uso de obras cinematográficas nas aulas como "meio possibilitador de construção de saberes e (re)construção de identidades.

 

Referência: Cinema na Sala de Aula. (2019). Syntagmaeditores.com.br. Retrieved 25 July 2019, from http://syntagmaeditores.com.br/Livraria/Book?id=1060

 

 

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Na Cidade perdeu ele a força e beleza harmoniosa do corpo, e se tornou esse ser ressequido e escanifrado ou obeso e afogado em unto, de ossos moles como trapos, de nervos trémulos como arames, com cangalhas, com chinós, com dentaduras de chumbo, sem sangue, sem febra, sem viço, torto, corcunda — esse ser em que Deus, espantado, mal pode reconhecer o seu esbelto e rijo e nobre Adão! Na Cidade findou a sua liberdade moral: cada manhã ela lhe impõe uma necessidade, e cada necessidade o arremessa para uma dependência: pobre e subalterno, a sua vida é um constante solicitar, adular, vergar, rastejar, aturar; rico e superior como um Jacinto, a Sociedade logo o enreda em tradições, preceitos, etiquetas, cerimónias, praxes, ritos, serviços mais disciplinares que os dum cárcere ou dum quartel…

 

Título: A Cidade e as Serras
Autor: Eça de Queirós
Data Original de Publicação: 1901
Data de Publicação do eBook: 2019
Imagem da Capa: Le Pont de l’Europe, de Gustave Caillebotte
Revisão: Ricardo Lourenço, Cláudia Amorim e Miriam Santos Freire
ISBN: 978-989-8698-56-8
Texto-Fonte: A Cidade e as Serras. Porto: Livr. Chardron, 1901.

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Oberländer, A. and T. Reimer (2019). [e-Book] Open Access and the Library. Basilea, Suiza, MDPI – Multidisciplinary Digital Publishing Institute, 2019

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As bibliotecas são lugares de aprendizagem e criação de conhecimento. Nas duas últimas décadas, a tecnologia digital - e as mudanças que a acompanham - aceleraram essa transformação até ao ponto em que a evolução se começa a transformar em revolução. Sob o modelo de assinatura, o papel das bibliotecas era comprar ou licenciar conteúdo em nome dos seus utlizadores e, em seguida, agir como guardiões para regular o acesso em nome dos titulares de direitos. Num mundo em que toda a pesquisa é aberta, o papel da biblioteca está a mudar do licenciamento e disseminação para a facilitação e apoio ao próprio processo de publicação, o que requer uma mudança fundamental em termos de estruturas, tarefas e competências. Também muda a ideia da coleção de uma biblioteca.

 

Num modelo aberto, é mais provável que a coleção seja o conteúdo criado pelos utilizadores da biblioteca (investigadores, funcionários, alunos, etc.), conteúdo que agora é curado pela biblioteca; Em vez de selecionar conteúdo externo, as bibliotecas precisam entender o conteúdo criado pelos seus próprios utilizadores e ajudá-los a disponibilizá-lo ao público, seja por meio de um depósito local, o pagamento dos custos de processamento de itens ou por meio de aconselhamento e orientação. Pode-se dizer que é um modelo simplista que deixa de lado coleções especiais e outras áreas. Mesmo assim, destaca as mudanças pelas quais as bibliotecas de pesquisa estão a passar, mudanças que provavelmente serão aceleradas como resultado de iniciativas como o Plan S

 

Esta edição especial investiga algumas das mudanças nos serviços da biblioteca atual relacionados com o acesso aberto.

 

Referência: Arévalo, J. (2019). El acceso abierto y la bibliotecaUniverso Abierto. Retrieved 11 July 2019, from https://universoabierto.org/2019/07/11/el-acceso-abierto-y-la-biblioteca/

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Orrú, Sílvia Ester ; Bocciolesi, Enrico. Educar para transformar o mundo: inovação e diferença por uma educação de todos e para todos / Educar para transformar el mundo: innovación y diferencia por una educación de todos y para todos. Ciudad Madero: Librum, 2019

 

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É por meio da educação que é possível fortalecer o respeito pelos direitos humanos, a aceitação das diferenças como qualidade própria de todos os seres humanos, bem como aprender a conviver com distintas pessoas e a se constituir sujeito de sua própria história. Por meio de uma educação libertadora é realizável a constituição de uma sociedade cada vez mais democrática e inclusiva. 

 

Com o objetivo de partilhar saberes e ações pedagógicas em prol de uma educação de todos e para todos numa perspetiva de educação democrática, inclusiva e inovadora, é que nasce esta obra a partir de estudos e vivências de professores do Brasil, Chile, Espanha, Itália e Portugal. Os capítulos apresentam perspetivas teóricas e experiências que reconhecem a diferença, a inclusão e a inovação como pilares fundamentais para a educação contemporânea e das futuras gerações. 

 

Nas palavras de Paulo Freire, “ensinar exige a convicção de que a mudança é possível”. Este é o maior sentido desta obra concebida com gosto pelos seus autores: partilhar convicções de que educar pessoas para transformar o mundo, é um ato de amor e de coragem.

 

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Download | 2017

 

O E-Book Literacia e Inclusão Digital: Boas Práticas em Portugal e em Espanha resulta de um amplo leque de pesquisas sobre Literacia e Inclusão Digital, em Portugal e em Espanha, identifcadas pela Rede ObLID

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Download | 2019

 

Desde o início do século XIX, a prática de leitura e escrita mudou devido aos avanços tecnológicos e às diferentes necessidades de comunicação que surgiram a partir de ambientes de novos media. O constante desenvolvimento das tecnologias de informação e comunicação facilita o consumo e a criação de produtos digitais e, além disso, favorece a participação e a colaboração. 

 

Da mesma forma, essas tecnologias promovem a interatividade nos ecossistemas digitais que constroem significados através da interação de diferentes elementos icónicos, verbais e sonoros. 

 

No ecossistema do livro, a mediação da tecnologia levou à emergência do dispositivo de leitura, o que, juntamente com o aparecimento da web e hipertexto, modificou processo  leitor e a tradição secular baseada no uso de papel.

 

O tempo que antes se dedicava a ler o jornal, ver televisão ou escutar a rádio hoje distribuiu-se, de maneira atomizada, entre o Twitter, o Facebook, o WhatsApp, livro impresso, eBooks, Podcasts, Instagram, Wattpad, YouTube....

 

Referência: Lectoescritura digital - Publicaciones - Ministerio de Educación, Cultura y Deporte. (2019). Sede.educacion.gob.es. Retrieved 4 July 2019, from https://sede.educacion.gob.es/publiventa/d/22961/19/0

 

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Corporate author: UIS [560], FHI 360 (USA) [2], Oxford Policy Management (UK) [2], University of Cambridge (UK). Research for Equitable Access and Learning Centre [2]
ISBN: 978-85-7652-241-6
Collation: 143 pages
Language: Portuguese
Also available in: English
Year of publication: 2019
Type of document: book

 

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Badillo Matos, Ángel. La sociedad de la desinformación: propaganda, «fake news» y la nueva geopolítica de la información. Madrid: Real Instituto Elcano, 2019

 

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A desinformação tem emergido como uma questão de importância pública através de vários escândalos que no cenário internacional recuperaram o debate sobre o fluxo internacional de informações, as suas conexões com os interesses geoestratégicos de certos países e os efeitos que têm sobre os cidadãos. 

 

É um debate recorrente, mas desta vez tem novos ingredientes: a natureza das redes digitais permite utilizá-las não só para disseminar informação, mas também para atacar, mediante técnicas informáticas, servidores de dados (para modificá-los, roubá-los ou destruí-los); as redes sociais e a personalização da informação recebidas através delas implicam novas formas de romper a esfera pública, e os cidadãos incorporaram as práticas de produção e consumo de informação digital sem grande conhecimento da lógica desses novos meios, transferindo-os dos media tradicionais. 

 

Este texto analisa as transformações que deram origem ao novo ecossistema e propõe, a partir do estudo das iniciativas europeias sobre a desinformação, um modelo de análise da situação e o reforço da ação coordenada europeia desde Espanha.

 

Referência: Arévalo, J. (2019). La sociedad de la desinformación: propaganda, «fake news» y la nueva geopolítica de la informaciónUniverso Abierto. Retrieved 26 June 2019, from https://universoabierto.org/2019/06/26/la-sociedad-de-la-desinformacion-propaganda-fake-news-y-la-nueva-geopolitica-de-la-informacion/

 

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