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Onde para a leitura?

Este é o mote escolhido pela Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) para assinalar, a 28 de outubro, o Dia Nacional da Biblioteca Escolar. As iniciativas irão decorrer na Casa das Histórias Paula Rego e numa carruagem de comboio da CP, envolvendo alunos do concelho de Cascais.

A pergunta “Onde para a leitura?” leva os jovens a refletirem sobre o perfil do leitor e da biblioteca, a partir de situações reais no âmbito da mobilidade sustentável.

As bibliotecas escolares estão convidadas a associar-se a esta comemoração, adaptando o programa proposto aos diversos territórios. Para o efeito, a RBE sugere, no Instagram, a utilização das hashtags #diariografico_rbe e #vozesemrede_rbe.

Esta proposta enquadra-se no tema definido pela International Association of School Librarianship (IASL) para o Mês Internacional da Biblioteca Escolar 2019 - Vamos imaginar

 

Veja também:
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Atividades Cascais [PDF]
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TEDNYC  Março de 2017

Author Michael Bierut
Article title: How to design a library that makes kids want to read
Website title: Ted.com
URL: https://www.ted.com/talks/michael_bierut_how_to_design_a_library_that_makes_kids_want_to_read#t-114982

 

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O tema para o International School Library Month (ISLM) em 2019 é "Let's Imagine", que traduzimos para "Vamos imaginar". Baseia-se no tema da conferência de 2019 da IASL "Convergência - Empoderamento - Transformação: Bibliotecas Escolares". Este ano, a International Association of School Librarianship (IASL) convida os participantes a pensar e celebrar a ligação entre livros, leitura e bibliotecas escolares e a imaginação.

A escolha de uma formulação temática tão abrangente e acessível a todos veio ao encontro de um desígnio abraçado pela RBE, o da biblioteca escolar como lugar por excelência da vivência de uma cidadania ativa e participada.

Assim, desenhámos um conjunto de propostas que convidem a celebrar o ISLM 2019 através de projectos e atividades para explorar e expressar o tema deste ano, não apenas numa perspetiva simbólica mas de convergência para a reflexão e a ação que os desafios atuais convocam. Acreditamos que as bibliotecas são espaços vivos, cujos atores principais são as crianças e jovens, seus utilizadores. Esperamos que o MIBE 2019 seja uma celebração mundial criativa e imaginativa do poder das bibliotecas para transformar o mundo.


 
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No mês de outubro, no esplendor da estação de outono, do latim autumnus, comemore as bibliotecas escolares! Estamos no «outono / empoleirado num ramo seco / um corvo», expresso neste belo haiku do poeta Matsuo Bashô (1644-1694).

Em Portugal, o Dia da Biblioteca Escolar é assinalado na quarta segunda-feira de outubro, este ano, dia 28, mas em todo o mundo, e segundo a proposta da International Association of School Librarianship (IASL), o mesmo pode ser comemorado durante um dia, uma semana ou mesmo durante o mês de outubro.

O tema proposto este ano pela IASL para a comemoração do International School Library Month (ISLM) é “Let’s Imagine” – “Vamos Imaginar”e baseia-se no mote principal da Conferência Anual da IASL, intitulada, Convergence, Empowering, Transformation: School Libraries”, a realizar entre os dias 21 e 25 de outubro, em Dubrovnik, Croácia ( http://www.iasl2019.hr/ ).

A equipa responsável pela comemoração da IASL, presidida por Breege O’Brien (Irlanda), e pelos restantes membros, Sunita Malekar (Índia), Hosea Tokwe (Zimbabwe), Chhavi Jain (Índia),  Abha Singh (Índia) Ms. Ramandeep (Índia) Seema Satti (Índia) e Inez Kinanthi (Indonésia), convidam todos, membros e não membros, a pensar e celebrar a ligação entre os livros, a leitura, as bibliotecas escolares e a imaginação. A todos fica o convite de partilhar ideias e a imaginação através do email: celebrateschoollibraries@gmail.com.

Chhavi Jain, responsável pelo design do marcador de livros e cartaz do International School Library Month (ISLM) deste ano, da IASL, deixa-nos esta citação para imaginar: «padrões caleidoscópio são infinitos e dão asas à imaginação. Cada padrão é diferente e as crianças podem imaginar um número de coisas com esses padrões. Neste padrão eu posso imaginar livros em todas as quatro direções, e as crianças com livros. Cada padrão pode definir uma história… ».

Poster do International School Library Month (ISLM) 2019, da International Association of School Librarianship (IASL). Design e criação de Chhavi Jain.

 

Numa sociedade mundial em constante transformação física, digital e ambiental, as bibliotecas escolares transformam a aprendizagem e, como «coração das escolas», devem dar cada vez mais, asas à imaginação. As asas devem sobrevoar as áreas da literacia da leitura, literacia da informação, literacia digital e literacia dos media, a fim de contribuírem para a prossecução dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, os 17 objetivos para transformar o mundo, das Nações Unidas.

Independentemente da tipologia de biblioteca em que trabalhamos, findo com uma frase de D. José Tolentino Mendonça, poeta, responsável pela Biblioteca e Arquivo da Santa Sé, futuro cardeal em outubro – mês das bibliotecas escolares e em pleno outono, que nos dá asas à imaginação: «trabalhar numa biblioteca é projetar o futuro».

AutorAna Margarida da Costa

 

ReferênciaComemore as bibliotecas escolares em outubro! “Vamos Imaginar” em 2019. (2019). Bad.pt. Retrieved 18 September 2019, from https://www.bad.pt/noticia/2019/09/16/comemore-as-bibliotecas-escolares-em-outubro-vamos-imaginar-em-2019/

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García Guerrero, José. Bibliotecas escolares con futuro. 

Fundación Germán Sánchez Ruipérez, 2015

 

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As Bibliotecas escolares são escola. A sua ação está vinculada à escola. O seu futuro está ligado ao futuro da escola. Devemos, entre todos, convertê-las em recursos relevantes do processo educativo, em ambientes que agregam valor, em centros de recursos para o ensino e a aprendizagem que atuam como agentes mediadores e de formação. Este aspecto representa o elemento chave para o futuro das bibliotecas escolares.

Se a biblioteca da escola responder às reais necessidades e requisitos do currículo, ao trabalho diário e à diversidade dos alunos, a biblioteca estará ao serviço das reais necessidades da escola e garantindo o seu futuro. Quando a biblioteca atua como um eficiente centro de informações e recursos de aprendizagem para a promoção da leitura e o apoio ao currículo, a comunidade educativa entende-o como um ambiente e um lugar com futuro e significado.

Em 2014, o Estado espanhol não possuía um sistema articulado de bibliotecas escolares. Essa era a realidade, apesar das tentativas ministeriais de impulsionar as bibliotecas por meio de doações, programas, incentivos, prémios, estudos, materiais, portais, formação, etc., abordados principalmente durante o período 2005/2010. 

Enquanto países como Portugal praticamente armam esse sistema continuamente e com elementos de sustentabilidade desde 1996 com uma densa "Rede de Bibliotecas Escolares" e o Chile comemora vinte anos de desenvolvimento de sua rede de bibliotecas CRA, em Espanha, cada Comunidade Autónoma seguiu o seu caminho e criou o seu ecossistema de bibliotecas escolares, sem uma clara articulação nacional.

 

Referência: Arévalo, J. (2019). Bibliotecas escolares con futuroUniverso Abierto. Retrieved 2 September 2019, from https://universoabierto.org/2019/08/28/bibliotecas-escolares-con-futuro/

 

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O Projeto “D’ÁQUEM, ALÉM-MAR,” nasceu de uma candidatura ao projeto “LER+MAR”.


A escola, que integra o  Programa “Territórios Educativos de Intervenção Prioritária”, TEIP3, está inserida numa comunidade com contexto socio-cultural  carenciado e com uma população reduzida.


O projeto "D’AQUÉM, ALÉM-MAR,” convocou saberes e competências na construção e comunicação de conhecimentos sobre o MAR – intrinsecamente ligado ao nosso concelho e cultura, mas distante das vivências dos alunos.


Implementou dinâmicas de trabalho cooperativo e colaborativo, desenvolvendo competências a partir do tema estruturante, numa perspetiva multidisciplinar, articulada e transversal que associou as dimensões: literária, ambiental, científica e tecnológica, geográfica, histórica, cultural e artística.


Com o desenvolvimento deste projeto, explorou-se o tema "Mar" nas suas múltiplas potencialidades não só como elemento natural, fonte de vida, bem estar, sua defesa e subsistência, mas também como presença forte na literatura, pintura e demais expressões artísticas.

Fátima Bonzinho
Coordenadora Interconcelhia da RBE

[Texto e locução da professora bibliotecária e coordenadora do projeto, Ana Sequeira]

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As bibliotecas escolares são uma ferramenta necessária e imprescindível ao serviço das diversas comunidades educativas. Para alcançar esse fim, é necessário dar-lhes visibilidade e demonstrar a sua importância como espaços de desenvolvimento e promoção da aprendizagem e da leitura dentro dos agrupamentos e das escolas não agrupadas.

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Sobre isso, tem-se trabalhado e refletido na conferência técnica " Biblioteca Escolar: questão de enfoque ", que se centrou em temas como leitura, competências informacionais, transformação de espaços e função da biblioteca nas escolas. Como resultado desse trabalho foi criado (e partilhado) um documento que visa alertar para a urgência de atender a certas necessidades: “ 4 desafios para a biblioteca escolar 2020”:

quatro temas foram propostos, a partir dos quais houve uma reflexão conjunta, a fim de obter um documento que serviria para "estimular" a atenção para as bibliotecas de escolas não universitárias, a curto e médio prazo, como ferramenta para o trabalho colaborativo e para tornar visível a função da biblioteca escolar no presente e no futuro mais próximo.

 

[As bibliotecas escolares são uma ferramenta necessária e essencial ao serviço das diferentes comunidades educativas]

 

 

Os desafios propostos giram em torno da estabilidade das bibliotecas escolares, do seu papel educativo, do seu papel como mediadores da leitura e do seu papel no desenvolvimento da literacia dos media e da informação. Cada um desses desafios inclui uma série de propostas de ação que devem ser desenvolvidas a curto e médio prazo, e que se partilham abaixo.

Em suma, quatro desafios são propostos para atender a curto e médio prazo, a partir do contexto de cada Comunidade Autónoma e da Administração Central (Espanha), a partir de cada escola, bem como, na medida das suas competências e possibilidades.

 

Desafio 1. Fornecer ESTABILIDADE às bibliotecas escolares.

Neste primeiro desafio, um tema de grande importância é abordado, mas às vezes é esquecido: o papel e a visibilidade da biblioteca no agrupamento ou na escola não agrupada. Destaca a importância de unir esforços e compromissos para o desenvolvimento e consolidação da biblioteca escolar, a necessidade de trabalhar num quadro regulamentar que o regula e que permita integrar esta tipologia de bibliotecas na agenda política. Aponta também a necessidade de alocar recursos às bibliotecas escolares, estabelecer padrões mínimos de qualidade e promover a criação de redes de bibliotecas escolares .

 
[As bibliotecas escolares são uma ferramenta necessária e essencial ao serviço das diferentes comunidades educativas]

 

 

Desafio 2. Promover um modelo de biblioteca escolar como um espaço educativo adaptado ao projeto da escola.

Através deste desafio considera-se que a biblioteca escolar está em constante adaptação, evoluindo e inovando , como se comenta «A biblioteca escolar está sempre em fase beta» ». Entre as propostas de ação das bibliotecas escolares destacam-se a importância da colaboração, co-criação, comunicação, partilha e co-aprendizagem. Não há dúvida de que as palavras que começam com CO conquistam a biblioteca .

Também se procura através deste desafio projetar um ambiente versátil para diferentes usos (espaço de encontro, facilitador...) , pensar na flexibilidade (aprendizagem, inclusão, abertura ...) e criar um espaço que provoque experiências na comunidade educativa. Ver a biblioteca escolar como uma biblioteca ampliada em que o físico e o virtual coexistem.

 
[As bibliotecas escolares devem estar em fase beta, o que indica uma constante adaptação, evolução e inovação]
 

 

Desafio 3. Conceber a biblioteca escolar como mediadora das leituras no agrupamento/ escola e colocá-la no centro nevrálgico das políticas públicas voltadas para a leitura, em todos os formatos, para todos os fins.

A promoção, o acompanhamento e a mediação da leitura devem ser a pedra angular das bibliotecas escolares . Este desafio aponta a importância da biblioteca escolar transversal e presente em diferentes espaços dos centros educativos. Além disso, deve ser responsável pela criação de coleções (físicas e digitais) de qualidade, relevância, significância e inclusão .

Devem também as bibliotecas escolares incentivar a criação de espaços de socialização em torno do livro e da leitura (debates, clubes de leitura ...), participar na formação de professores em novas metodologias de leitura, envolver as famílias na difusão leitora dos estudantes e promover o acesso livre e gratuito através de ambientes digitais.

 
[A promoção, acompanhamento e mediação da leitura deve ser a pedra angular das bibliotecas escolares]

 

 

Desafio 4. Promover uma visão da biblioteca escolar como contexto privilegiado para o desenvolvimento de competências mediáticas e informacionais, Literacia dos Media (LM) e como requisito para a construção do pensamento crítico.

Através deste último desafio, as bibliotecas escolares são incentivadas a promover o pensamento crítico da comunidade educativa (consciencialização, fornecimento de ferramentas, exemplos visíveis e formação), promoção da consciencialização sobre literacia dos mediae estimulação de metodologias. adquirir competências ALFIN / LM através de múltiplas alfabetizações. Tal como se assinala: «Uma biblioteca escolar como uma fábrica / laboratório de ideias, de encontro e construção de conhecimento partilhado».

 
[A biblioteca escolar como uma fábrica / laboratório de ideias, de encontro e construção de conhecimento partilhado]

 

 

Imagem de topo cortesia da Shutterstock

 

*traduzido do espanhol com adaptações.

 

Referência: Los 4 retos que las bibliotecas escolares deben atender a corto y medio plazo. (2019). Comunidadbaratz.com. Retrieved 25 June 2019, from https://www.comunidadbaratz.com/blog/los-4-retos-que-las-bibliotecas-escolares-deben-atender-a-corto-y-medio-plazo/

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Ler na fonte |

 

Alicia e Glòria escrevem sobre como a biblioteca faz parte de forma incontornável da mudança. Conseguir que os alunos sejam capazes de aceder à informação, de a tratar e comunicar de maneira adequada, servindo os propósitos do conhecimento. Aprender e ensinar a pensar requer muita leitura, escrita e oralidade em diferentes suportes e formatos, requer o uso da biblioteca.

 

Nestes tempos de confusão e incerteza, as escolas deambulam de um tipo de formação para outra: neurociência, aprendizagem cooperativa, inteligências múltiplas, mindfulness, cursos derivado da questão da coexistência, a igualdade de género, gamificação, inovação de todos os tipos, ou seja, relacionados a agentes, estudantes, media, recursos, espaços ... Até onde podemos ir? E que impacto essa multiplicidade formativa pode ter na realidade e nas necessidades das escolas?

 

Sem subestimar nenhuma das ofertas, resulta pouco convincente que cada um se forme sobre o que queira ou que de um tema se vá a outro, sem manter uma linha de trabalho que combine interesses decorrentes das necessidades reais, de todos os dias, ou seja, que nasça de uma reflexão e que convoque uma equipa para trabalhar pelo aprimoramento do ensino de cada dia. E depois, tendo priorizado uma linha de trabalho , dependendo das necessidades, ver-se-á o modus operandi. 

 

Não há dúvida de que a biblioteca no dia-a-dia deve ser uma peça angular, o que significa que os professores conhecem os recursos, atualizam-nos, veem a sua relação com as áreas curriculares, aprendem a trabalhar com uma variedade de recursos (entre os quais pode estar o livro didático) que seja uma ajuda no acesso à informação, que pode trabalhar com os alunos para que essas informações sejam transformadas em conhecimento e que tudo isso possa ser comunicado com as ferramentas necessárias. Nisto consiste a competência informacional e digital. Sabendo também, que a leitura, a escrita e a oralidade no impresso e no digital é suportada, especialmente no início, na literatura, que acompanha a competência linguística.

 

Falamos de ler, escrever e falar sobre os textos impressos ou digitais, falamos de tratar e comunicar com os recursos necessários e de desenvolver ações coordenadas para que o espaço da biblioteca se mantenha vivo durante toda a vida.

 

É o dia a dia das nossas escolas... mas, lamentavelmente, a biblioteca está vazia de professores, crianças, adolescentes e universitários. Talvez seja hora de propor uma formação inicial e permanente, diferente, alternativa, mais funcional e real, com origem nas escolas e para as escolas.

 

*tradução com adaptações.

Referência: Cómo iniciar los cambios en educación: La biblioteca. (2019). Leer, escribir y hablar para cambiar. Retrieved 24 June 2019, from https://leerescribirhablarblog.wordpress.com/2019/06/19/como-iniciar-los-cambios-en-educacion-la-biblioteca/

 

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Salaberría, Ramon. Bibliotecas públicas e bibliotecas escolares: uma colaboração essencial .                                                                                                 

Madri: Ministério da Educação, Cultura e Esportes, 1997 

 

Primeiras páginas

Vista parcial en Google Books

 

Veja também

Relatório do Grupo de Colaboração Estratégica entre Bibliotecas Públicas e Escolares , 2016

 

Analisa as relações entre a escola e as bibliotecas públicas e sua integração nas atividades dos centros educativos.

 

Author Julio Arévalo
Article title: Bibliotecas públicas y bibliotecas escolares: una colaboración imprescindible.
Website title: Universo Abierto
URL: https://universoabierto.org/2019/06/10/bibliotecas-publicas-y-bibliotecas-escolares-una-colaboracion-imprescindible/

 

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1 de julho de 2019 | Auditório da DGEstE-DSRA  | Évora | Programa |

 

Inscreva-se o quanto antes (até dia 26 de junho de 2019) e reserve já o seu lugar no Encontro. O limite de participantes no Encontro é de 200.

 

Inscreva-se aqui.

 

Encontro em acreditação para docentes que frequentem o programa de formação complementar com a duração de 12 horas.

 

Observações apenas para Docentes:

Para frequentar o Curso de Formação Complementar "Ler e Formar Leitores no Século XXI – os media, as literacias e as liberdades fundamentais dos cidadãos" (a decorrer em paralelo ao Encontro) ser-lhe-á enviado um email com as indicações necessárias, após a receção do pagamento e aceitação da sua inscrição no encontro.

 

Apenas podem frequentar a Formação os Docentes que estiveram presentes no Encontro.

 

Se pretende frequentar o curso de formação deve descarregar a ficha do CF. Beatriz Serpa Branco  e enviá-la para lereformarleitoresrbe@gmail.com.

 

Referência: VII Encontro de Bibliotecas Escolares do Alentejo. (2019). Lereformarleitores.drealentejo.pt. Retrieved 11 June 2019, from http://lereformarleitores.drealentejo.pt/2019/

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