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Fonte: RTP | Programa Linha da Frente.

 

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Manual de procedimientos para bibliotecas : guía para su redacción. Buenos Aires: Biblioteca del Docente, 2006 ISBN 978-987-549-310-0

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El Manual de Procedimientos en la Biblioteca

Los procedimientos escritos establecen una guía para el buen funcionamiento de todo tipo de Biblioteca, a la vez que constituyen un modo de protección para todo su personal. Cada bibliotecario tiene su filosofía y una política bajo la que opera, esté o no escrita. El valor de registrar en el Manual todos los procedimientos, es que el personal que se mueve alrededor de la biblioteca, y los nuevos que se incorporan, sepan cuál es la política para cada caso y contribuyan a reforzarla.

Cada Manual es el resultado de la colaboración de todo el personal asignado a la gestión de la Biblioteca. Todas las opiniones deben ser escuchadas, analizadas y consideradas al momento de formalizar los criterios del trabajo cotidiano. Debe contener la descripción exhaustiva de la organización de la Biblioteca y de su accionar interno, y de los servicios que brinda a sus usuarios.

Son varios los beneficios de su redacción: identifica al respon- sable de cada proceso; dispone de definiciones explícitas y normalizadas de las tareas rutinarias; optimiza el grado de eficiencia mediante la simplificación de los procesos; reduce la incertidum- bre sobre la toma de decisiones; garantiza la continuidad de actividades en la Biblioteca; evita la duplicación de tareas; define la estructura tecnológica adecuada y mejora la comunicación y la calidad del servicio.

Resulta necesario aclarar que el Manual es un instrumento dinámico y flexible, porque debe reflejar los cambios que se producen en la Biblioteca.

Para ser más efectivo, el Manual debe incorporar la filosofía de la institución y delinear la misión de la Biblioteca. Una vez aprobado por el equipo de conducción de la Escuela se puede implementar con confianza.

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Esta revista digital produzida pela AASL em parceria com a American Libraries, foi projetada para ser partilhada com pais, colegas, administração e formuladores de políticas. Disponível eletronicamente  ou  em PDF, os artigos podem abrir a porta para discussões sobre as várias maneiras, através das quais, as bibliotecas escolares transformam a aprendizagem.

Artigos

  • "Eu sou um especialista"
  • Bibliotecários escolares transformam a aprendizagem
  • Reforçando a advocacia para bibliotecas escolares
  • "As crianças ainda usam a biblioteca?"
  • Construindo Advocacy  (advocacia) antes de uma crise

Extras

 

Referência: School Libraries Transform Learning. (2014). American Association of School Librarians (AASL). Retrieved 23 August 2019, from http://www.ala.org/aasl/advocacy/tools/transforming

 

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Consultar a Tabela |


"Corresponde à versão "Sumário" com 2000 entradas (das 68000 da tabela completa)

A Biblioteca Nacional de Portugal está de parabéns pelo trabalho realizado e disponível pela licença Creative Comons. Aqui ficam os créditos do trabalho:



Na entrada do site temos um painel do lado esquerdo com as classes e tabelas auxiliares:

Ao carregar numa dessas tabelas surgem as suas notações principais. Se clicarmos numa notação surge do lado direito a explicitação dessa notação e notações relacionadas, sendo possível de navegar entre as relacionadas.


Ainda existem funcionalidades por implementar, não existe pesquisa (e nem parece que vá existir), o número de notações é pequeno em relação ao publicado em livro mas a navegação é fácil e agradável.
Ainda não estão traduzidas as explicações e exemplos... mas quem quiser pode colaborar!.
Claro que quem já trabalhou com a tabela inglesa, em que as notações se podiam pesquisar por palavra ou mesmo construir e copiar e colar, quer sempre mais!

Mas já era altura de termos a tabela CDU em formato digital! Eu, leitor digital, só posso agradecer!"
 

Referência: Tabela CDU disponível online. (2010). Bibliotequices.blogspot.com. Retrieved 20 August 2019, from https://bibliotequices.blogspot.com/2010/06/tabela-cdu-disponivel-online.html

 

 

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Oberländer, A. and T. Reimer (2019). [e-Book] Open Access and the Library. Basilea, Suiza, MDPI – Multidisciplinary Digital Publishing Institute, 2019

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As bibliotecas são lugares de aprendizagem e criação de conhecimento. Nas duas últimas décadas, a tecnologia digital - e as mudanças que a acompanham - aceleraram essa transformação até ao ponto em que a evolução se começa a transformar em revolução. Sob o modelo de assinatura, o papel das bibliotecas era comprar ou licenciar conteúdo em nome dos seus utlizadores e, em seguida, agir como guardiões para regular o acesso em nome dos titulares de direitos. Num mundo em que toda a pesquisa é aberta, o papel da biblioteca está a mudar do licenciamento e disseminação para a facilitação e apoio ao próprio processo de publicação, o que requer uma mudança fundamental em termos de estruturas, tarefas e competências. Também muda a ideia da coleção de uma biblioteca.

 

Num modelo aberto, é mais provável que a coleção seja o conteúdo criado pelos utilizadores da biblioteca (investigadores, funcionários, alunos, etc.), conteúdo que agora é curado pela biblioteca; Em vez de selecionar conteúdo externo, as bibliotecas precisam entender o conteúdo criado pelos seus próprios utilizadores e ajudá-los a disponibilizá-lo ao público, seja por meio de um depósito local, o pagamento dos custos de processamento de itens ou por meio de aconselhamento e orientação. Pode-se dizer que é um modelo simplista que deixa de lado coleções especiais e outras áreas. Mesmo assim, destaca as mudanças pelas quais as bibliotecas de pesquisa estão a passar, mudanças que provavelmente serão aceleradas como resultado de iniciativas como o Plan S

 

Esta edição especial investiga algumas das mudanças nos serviços da biblioteca atual relacionados com o acesso aberto.

 

Referência: Arévalo, J. (2019). El acceso abierto y la bibliotecaUniverso Abierto. Retrieved 11 July 2019, from https://universoabierto.org/2019/07/11/el-acceso-abierto-y-la-biblioteca/

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Vincent-Lancrin, S., et al. (2019), Measuring Innovation in Education 2019: What Has Changed in the Classroom?, Educational Research and Innovation, OECD Publishing, Paris,https://doi.org/10.1787/9789264311671-en.

 

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Salaberría, Ramon. Bibliotecas públicas e bibliotecas escolares: uma colaboração essencial .                                                                                                 

Madri: Ministério da Educação, Cultura e Esportes, 1997 

 

Primeiras páginas

Vista parcial en Google Books

 

Veja também

Relatório do Grupo de Colaboração Estratégica entre Bibliotecas Públicas e Escolares , 2016

 

Analisa as relações entre a escola e as bibliotecas públicas e sua integração nas atividades dos centros educativos.

 

Author Julio Arévalo
Article title: Bibliotecas públicas y bibliotecas escolares: una colaboración imprescindible.
Website title: Universo Abierto
URL: https://universoabierto.org/2019/06/10/bibliotecas-publicas-y-bibliotecas-escolares-una-colaboracion-imprescindible/

 

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Programa | Flyer |

 

16 de Maio de 2019 Casa das Artes / Biblioteca Municipal Tomás de Figueiredo Arcos de Valdevez.

Inscrições em: www.cenfipe.edu.pt/

 

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por Susana Peix
Colaboradora em BiblogTecarios. Escritora, bibliotecária, assessora especialista em literatura infantil, deficiência e acessibilidade. Dirigiu um programa de rádio e assessorou uma produtora de cinema.

 

Biblioteca inclusiva

Para uma biblioteca ser inclusiva não basta eliminar barreiras arquitetónicas. A cadeia de acessibilidade começa na casa do utilizador passa pela via pública e pelo uso ou não de transporte até a entrada da biblioteca. Uma vez dentro da biblioteca, devemos continuar até atingir o nosso objetivo.

Essa cadeia de acessibilidade não deve ser quebrada em nenhuma das suas ligações e, uma vez na biblioteca, bibliotecários e bibliotecárias têm uma tarefa importante a desempenhar: que os serviçosatividades  e coleções documentais sejam acessíveis.

 

O que é uma cadeia de acessibilidade?

É o conjunto de ações que uma pessoa planeia realizar, desde o ponto de partida até ao seu objetivo que inclui circulação, abordagem, acesso, uso, etc. Feito  com independência, facilidade e sem interrupções .

desenho de uma cadeia de acessibilidade

Se alguma dessas ações não for possível, a cadeia é cortada e o itinerário, espaço ou situação fica inacessível .

 

Por onde começo?

Esta pergunta é muito mais fácil de responder do que pensa. Em primeiro lugar devemos Mudar o chip!

 

 

*Traduzido do espanhol.

Referência: Peix, V. (2019). Biblioteca inclusiva... ¿Por dónde empiezo? - BiblogTecariosBiblogTecarios. Retrieved 13 March 2019, from https://www.biblogtecarios.es/susanapeix/biblioteca-inclusiva-por-donde-empiezo-accesibilidad/

 

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Ler na fonte

 

Como podemos ajudar os nossos alunos a tornarem-se consumidores inteligentes de media digital? Muitos alunos acedem diariamente a uma ampla gama de conteúdos através dos media sociais e da Internet, mas muitas vezes esses conteúdos não vêm de fontes confiáveis ​​ou não são materiais de leitura de alta qualidade. As bibliotecas digitais são uma maneira poderosa dos educadores ajudarem os alunos a encontrar, avaliar e usar conteúdo digital, uma competência essencial, pois os materiais on-line e as fontes continuam a crescer a um ritmo incrível.

 

Com isso em mente, Todd Brekhus dá-nos algumas dicas, ideias e recomendações para construir a biblioteca digital perfeita.

 

1. Pense em bibliotecas pessoais e não apenas em bibliotecas escolares.

As crianças não devem ter que correr para obter a única cópia de um título favorito, e não devem ter que correr para o computador para obter a única cópia digital. Com a tecnologia digital, cada aluno pode ter a sua própria biblioteca. Portanto, é aconselhável procurar opções de bibliotecas digitais que permitam que todos os alunos leiam o mesmo livro simultaneamente para maximizar a escolha e o comprometimento dos alunos.

 

2. Promova a leitura para além das disciplinas de línguas.

Em algumas escolas, os professores de línguas têm as suas próprias bibliotecas, enquanto os professores de outras área curriculares têm apenas prateleiras de livros didáticos e, ocasionalmente, vão à biblioteca da escola. Com a tecnologia digital, cada sala de aula pode ter a sua própria biblioteca, geralmente sem custo adicional. Melhor ainda, como os livros digitais podem "viajar" de uma sala de aula para outra, os alunos podem ter uma experiência de leitura contínua em ciências sociais, ciências exatas e línguas, o que os ajuda a estabelecer ligações com o currículo.

 

 

 

Referência: Brekhus, T. (2018). 14 Tips for Building the Perfect Digital LibraryWeAreTeachers. Retrieved 8 January 2019, from https://www.weareteachers.com/perfect-digital-libraries/

 

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