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Apresenta-se o trabalho desenvolvido na Torre do Tombo. Ao longo do tempo, e na senda do futuro, as gerações de arquivistas têm servido o público tanto pelo tratamento efetuado como pela produção de instrumentos de descrição para a sua boa recuperação. Neles se podem reconstituir os procedimentos do tratamento arquivístico utilizados, sempre determinados na sua modernização, hoje, tão facilitada pelas aplicações informáticas.
Nesta interação, avança-se no conhecimento da história da Torre do Tombo, documenta-se o crescimento do seu acervo, e dá-se resposta aos desafios que lhe são colocados.
Conheça mais sobre a Torre do Tombo, o Arquivo Nacional de Portugal e os seus bastidores.
No âmbito das Comemorações 500 Anos Amizade Portugal-Vietname, vai ter lugar na Torre do Tombo a Mostra Documenta l“Portugal e o Vietname”, de 16 de fevereiro a 3 de abril, com entrada livre.
A inauguração no dia 16, pelas 18h00, será seguida da conferência «Tesouros Documentais da Torre do Tombo para a História das Relações Portugal-Vietname», por Isabel Augusta Tavares Mourão (Centro de História d’Aquém e d’Além- Mar – FCSH/UNL).
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A 21 de Agosto de 1415, há 600 anos, D. João I conquistou, com o seu exército, a praça de Ceuta no Norte de África. Foi o primeiro sucesso da grande epopeia dos Descobrimentos Portugueses.
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Torre de Belém. 1 doc. fotográfico. Portugal, Torre do Tombo
"A construção da Torre de Belém foi iniciada em 1514/1515 por ordem de D. João II e continuada por D. Manuel I. Serviu de baluarte de defesa do estuário do Tejo, continuando as masmorras a valer como prisão aos condenados de elevada categoria social e durante as invasões francesas foi adaptada a aquartelamento de militares.
Entre os seus construtores é referido Francisco de Arruda como mestre do Baluarte de Belém. Outros nomes podem designá-la, tais como, Torre de São Vicente.
Garcia de Resende na sua Crónica do rei D. Manuel escreve no capítulo dedicado “Às igrejas, mosteiros, hospitais, castelos, fortalezas e outras obras que el Rei D. Manuel fez de novo, e mandou reparar, e dos lugares que ganhou aos mouros em África e em Ásia”, “…fez de novo a torre, e fortaleza de São Vicente da par do Mosteiro de Belém todo de pedra canto, em que mandou por muita artilharia e gente de guarnição com que se o porto vigia e guarda”.
Hoje é um dos monumentos mais visitados em Portugal e Património Mundial da UNESCO."
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