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Albert Espinosa | escritor

Albert Espinosa

"Eu tive cancro dos 14 aos 24 anos e perdi uma perna, um pulmão e um pedaço de fígado, mas fiquei feliz." Albert Espinosa é escritor, roteirista, ator e diretor de cinema, mas, acima de tudo, é alguém capaz de partilhar uma mensagem esperançosa sobre o cancro infantil e juvenil. Ele já vendeu mais de três milhões de livros em 42 países, com títulos como 'O mundo amarelo', 'O que vou lhe dizer quando voltar a vê-lo', 'O mundo azul. Ame o seu caos ',' Se você disser mês, eu deixo tudo ... mas diga-me, venha ', ou o mais recente' A melhor coisa a fazer é voltar '.

Com seu filme 'Planta 4ª', dirigido por Antonio Mercero, ele foi indicado ao Goya Award, e a série de televisão 'Red Bracelets', ganhadora de dois prémios Emmy, conseguiu tornar a sua história e a dos seus companheiros de hospital virais. 

(...)

ReferênciaDescubre el libro que cambiará tu vida. (2019). BBVA Aprendemos juntos. Retrieved 8 November 2019, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/no-existe-la-felicidad-sino-ser-feliz-cada-dia-albert-espinosa/

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Foto: Rafael Marchante

 

"A culpa é das estrelas" é o livro preferido dos alunos do ensino secundário.

 

"Não abras este livro" e as aventuras de Harry Potter são alguns dos livros preferidos dos alunos do ensino básico e secundário que participaram numa eleição nacional em que estiveram 70 obras a votos.

 

"Não abras este livro" foi a obra com mais votos entre os alunos do 1.º ciclo, conseguindo o primeiro lugar com 13,9% dos 33.733 votos, graças à iniciativa "Miúdos a votos".

 

Este é o resultado da participação de mais de 15 mil alunos de cerca de 500 escolas de todo o país que fizeram parte da terceira edição da iniciativa, em que foram contabilizados 78.382 votos.

 

Os alunos mais novos foram os mais entusiastas, com 33.733 votos, segundo os dados disponibilizados pela organização que mostram que à medida que os alunos vão crescendo a adesão vai diminuindo.

 

No 2.º ciclo participaram 22.479 alunos, no 3.º ciclo foram 19.229 e, no ensino secundário, a iniciativa só conseguiu mobilizar a participação de 2.941 eleitores.As regras eram simples: As turmas escolhiam um livro a seu gosto, depois faziam campanha, tentavam angariar votantes e os que conseguiam ter 50 votos passavam a integrar a lista de finalistas.

 

Este ano foram a concurso 70 obras, através da iniciativa da Rede de Bibliotecas Escolares e a Visão Júnior, em parceria com outras entidades como o Plano Nacional de Leitura.Assim, os livros preferidos entre os mais novos são "Não abras este livro" (13,9%), "O Diário de um Banana" (13,5%), o "Cuquedo" (9,3%), "Tubarão na Banheira (8,9%) e "A girafa que comia estrelas" (7,4%).

 

No segundo ciclo, a "Avozinha Gansgster" foi a que angariou mais votos (16,2%), seguindo-se "Harry Potter e a Pedra Filosofal" (8%) e "Harry Potter e a câmara dos segredos" (7,3%).

 

Os livros de aventuras de J. K. Rowling também estão entre os preferidos dos alunos do 3.º ciclo que elegeram "Harry Potter e a Pedra Filosofal" como o melhor de todos, com 14,8% dos votos, seguindo-se dois livros que remetem para o tempo do holocausto: o "Diário de Anne Frank" (14,4%) e "O Rapaz do pijama às riscas" (12,6%).

 

"A culpa é das estrelas" é o livro preferido dos alunos do ensino secundário, segundo a votação hoje divulgada que mostrou que 20% dos votantes o escolheram.

 

"A rapariga que roubava livros" e o "Diário de Anne Frank" foram as outras duas obras preferidas pelos mais velhos, com 16,2% e 14,1% dos votos, respetivamente.

 

O objetivo principal do "Miúdos a Votos" é escolher os livros preferidos, mas acaba por ser também uma forma de aproximar os mais novos dos métodos de eleição e processos democráticos, sublinhou o ministro da Educação em declarações à Lusa. Um objetivo sério que conta com a participação da Comissão Nacional de Eleições: A CNE está presente "para ajudar em todo o processo e para poder esclarecer as crianças que tenham dúvidas relativas ao processo de eleição", disse Tiago Brandão Rodrigues.

 

Além da "promoção da leitura e aproximação ao objetivo livro", é também uma forma de "aumentar a literacia para os métodos de eleição e processos democráticos", acrescentou o ministro, à margem do lançamento de um livro dos alunos da Escola Secundária de Ponte da Barca.Os mais novos passam a "entender verdadeiramente os métodos de eleição e o que é isso de votar mas também para que servem as nossas eleições", acrescentou.

 

Portugal foi um dos países com as mais baixas taxas de participação nas eleições europeias, com uma taxa de abstenção próxima dos 70%.

 

As escolas têm vários projetos para promover uma cultura de cidadania e participação democrática desde as idades mais precoces, como é o caso do Orçamento Participativo das Escolas, em que os alunos podem apresentar uma ideia para melhorar a sua escola, ou a Voz do Aluno, em que os estudantes debatem internamente questões que os preocupam.

 

O ministro da Educação esteve hoje numa outra iniciativa que considerou ser também essencial neste processo: A apresentação do livro "Opiniões de Segunda", com os artigos de opinião dos alunos da Escola Secundária de Ponte da Barca escritos durante o ano letivo.

 

Trata-se de um "exercício de cidadania e de debate plural, potenciando o espírito crítico, a capacidade argumentativa e a expressão escrita", sublinhou em declarações à Lusa.

 

Neste caso, a iniciativa partiu da Associação de Estudantes da escola e a receita da venda do livro reverterá a favor da organização não governamental Helpo, que promove projetos educativos em Moçambique.

Lusa

 

Referência: Quais são os livros preferidos dos alunos portugueses?SIC Notícias. Retrieved 2 June 2019, from https://sicnoticias.pt/cultura/2019-05-31-Quais-sao-os-livros-preferidos-dos-alunos-portugueses-

 

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A McDonald’s Portugal, em parceria com o Plano Nacional de Leitura 2027 (PNL 2027) e o Expresso, apresentam o inquérito “O que leem os nossos filhos” – uma sondagem conduzida pela Growth from Knowledge (GFK) que analisa os hábitos de leitura das famílias portuguesas, com crianças e jovens entre os 5 e os 15 anos. 

Referência: 2027, P. (2019). Plano Nacional de Leitura 2027Pnl2027.gov.pt. Retrieved 28 May 2019, from http://pnl2027.gov.pt/np4/habitosdeleitura.html

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Dar a Ler.

 

Aconteceu ontem na livraria Menina e Moça, em Lisboa. Teresa Calçada e Isabel Alçada mostr(ar)am-nos como as suas vidas estão indissociavelmente ligadas e marcadas pelos livros, pelas leituras e pelas bibliotecas. 

 

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 Correio do Minho |

 

Livros e silêncio são duas das palavras que mais aparecem associadas ao conceito de biblioteca. Contudo esta realidade já pouco tem a ver com as vivências dos jovens do século XXI. E por livros, quase sempre, a referência é a de livros impressos. Acresce ainda que, como afirmou Chris Meade, diretor do if:book London, na palestra que fez, em outubro de 2010, na IV Conferência Internacional do Plano Nacional de Leitura sob o tema Ler no século XXI Livros, Leituras e Tecnologias, o livro não é um objeto. É uma experiência, acontece na nossa cabeça e acontece no nosso coração. A literatura não é feita de papel.

Contudo, a grande maioria das bibliotecas escolares foi desenhada na lógica de disponibilizar o livro impresso. São espaços tradicionais, pouco flexíveis e insuficientemente adaptados às mudanças pedagógicas provocadas pela revolução tecnológica e digital, numa escola que queremos para todos e de sucesso escolar. As alterações na forma como os jovens aprendem, estudam e se comportam na sala de aula aliadas aos desafios colocados pela homologação do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, documento de referência para a organização e para o trabalho das escolas, exigem a adoção de metodologias variadas, nomeadamente as construtivistas e de trabalho de projeto. Verificamos, hoje, na Escola a coexistência de diferentes realida- des de ensino e, para dar resposta às competências exigidas aos alunos do século XXI colaboração, pensamento crítico, resolução de problemas, criatividade, literacias a biblioteca escolar tem que diversificar estratégias e incentivar a participação ativa e crítica dos alunos o que exige a criação de espaços que incentivem a criatividade, a produção de projetos e as aprendizagens colaborativas. Só assim a biblioteca será, efetivamente, lugar de aprendizagem e de inclusão.

Neste contexto as bibliotecas escolares do Agrupamento de Escolas Carlos Amarante apresentaram à Rede de Bibliotecas Escolares a candidatura Aprender a Criar na Biblioteca, tendo a sua proposta sido uma das selecionadas e apoiadas no âmbito das Ideias com Mérito que tem como objetivos identificar e apoiar as experiências mais consistentes e difundir as práticas melhor concretizadas pelas bibliotecas. O projeto tem a duração de dois anos e prevê a reestruturação de duas bibliotecas do agrupamento (EB de Gualtar e Escola Secundária Carlos Amarante), adequando o espaço a novas formas de trabalho e equipando-as com recursos que facilitam práticas pedagógicas inovadoras sem entrar em conflitualidade com a necessidade de espaços que privilegiem o silêncio e o estudo autónomo, imprescindíveis à aprendizagem. O projeto tem como público alvo os alunos do Ensino Profissional, do Ensino Noturno e da disciplina de oferta de escola Educação para a Cidadania Global (ECG). Prevê o desenvolvimento de atividades com recurso aos equipamentos da biblioteca escolar, nomeadamente em ambientes de aprendizagem suportados por tecnologias móveis e a melhoria das condições de projeção multimédia na Escola Básica de Gualtar.

O balanço deste primeiro ano de lançamento tem sido muito positivo tendo-se verificado, para além da contribuição e empenho dos alunos e professores pertencentes ao projeto, a participação criativa dos alunos das disciplinas de Desenho do 10ºN e de Oficina de Artes, turmas 12º M e 12º N que dinamizaram o MAKERSPACE, o novo espaço da biblioteca desenvolvido no âmbito do projeto. Este local tem como principal objetivo criar uma área acolhedora e flexível, adequada a diversas tipologias de tarefas e diferentes objetivos de aprendizagem, sendo privilegiadas as atividades colaborativas e criativas. 
O projeto está alojado em https://makerspaceaeca.webnode.pt/ace-aeca.webnode.pt/ [ligação quebrada] onde pode ser consultado.

- Com a colaboração de Ana Margarida Dias, professora bibliotecária da ESCA

 

Aprender a criar na biblioteca escolar - Correio do Minho

Referência: Aprender a criar na biblioteca escolar - Correio do Minho. (2018). Correiodominho.pt. Retrieved 17 May 2018, from https://correiodominho.pt/cronicas/aprender-a-criar-na-biblioteca-escolar/9731

 

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