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Ensinar e aprender desde casa | guias educativos

Biblioteca de Media do Ministério da Educação de Espanha

09.05.20

A pandemia de coronavírus é um "big bang", um antes e um depois, em todas as esferas da sociedade. O confinamento de estudantes e professores nas suas casas quebrou o ritmo e as formas de ensino em sala de aula. Isso leva-nos a usar os recursos da Internet para continuar a ensinar e aprender em casa. 

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Diante desse novo cenário, a Edullab criou a coleção “Ensinar e aprender em casa”, composta por cinco guias que oferecem orientações e diretrizes gerais sobre como organizar e desenvolver o teletrabalho de ensino e a aprendizagem em casa, pela Internet.

Estes são os guias:

 

Cada um deles apresenta recomendações práticas, como um decálogo, sobre como ensinar e aprender a distância através da rede. 

Os guias foram publicados na  Biblioteca de Media do Ministério da Educação de Espanha  e também estão no  portal para famílias  criado pelo Ministério da Educação do Governo das Ilhas Canárias antes do COVID19. 
 
Estes guias são de acesso aberto, livres para descarregar, partilhar e divulgar onde se achar melhor.
 

Esta coleção foi produzida pelo Grupo de Pesquisa e Inovação do Laboratório de Educação e Novas Tecnologias (EDULLAB) da Universidade de La Laguna, em colaboração com a Área de Tecnologia Educativa (ATE) da Direção Geral de Organização, Inovação e Qualidade do Ministério da Educação, Universidades, Cultura e Desportos, do Governo das Ilhas Canárias.

 

ReferênciaColección Enseñar y Aprender desde Casa - EDULLAB. (2020). EDULLAB. Retrieved 9 May 2020, from https://edullab.webs.ull.es/wordpress/ensenar-y-aprender-desde-casa/

Manual de Apoio à Aprendizagem Flexível durante a Interrupção do Ensino Regular | UNESCO

Experiência Chinesa na Manutenção da Aprendizagem durante o Surto de COVID-19

24.04.20

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O Manual de Apoio à Aprendizagem Flexível durante a Interrupção do Ensino Regular relata a experiência  chinesa na Manutenção da Aprendizagem durante o Surto de COVID-19.

A versão portuguesa foi produzida com o apoio da UNESCO numa ação colaborativa coletiva e voluntária de um grupo de portugueses ligados ao meio académico.

A coordenação foi de Etelberto Costa (Lifelong Learning Platform) e do Laboratório de Inovação Pedagógica e Educação a Distância do Instituto Politécnico de Tomar. De salientar o apoio da Unidade de I&D Techn&Art do Instituto Politécnico de Tomar, da Rede de Bibliotecas Escolares do Ministério da Educação e da APDSI (Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação).

Apesar de relatar a experiência chinesa, as respostas encontradas poderão ser replicadas e / ou reajustadas ao contexto português. 

Este manual está organizado em seis dimensões:

  1. Infraestrutura de rede
  2. Ferramentas de aprendizagem amigáveis
  3. Recursos digitais de aprendizagem adequados  
  4. Métodos de ensino e de aprendizagem
  5. Serviços de apoio para professores e alunos
  6. Cooperação entre empresas, governos e escolas

 

Uma nota para o papel que as bibliotecas poderão ter neste caminho, nomeadamente na criação e disseminação de recursos de aprendizagem (págª. 5 do manual). 

 

Seis chaves para aprender a conviver | nélida zaitegi

Professores, os facilitadores da humanização

19.03.20

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“Não deixe que ninguém lhe tire o seu desejo de ser o bom professor que é. Deve lembrar-se de que é uma pessoa muito importante na sociedade, porque os professores são "facilitadores da humanização" e ninguém nos pode tirar isso. Ensinamos os alunos a ser críticos, a pensar, a administrar bem, transmitimos valores e o desejo de viver dos alunos: esse é o grande trabalho do corpo docente ”.

 

A professora e pedagoga Nélida Zaitegi, hoje presidente do Conselho Escolar do País Basco, passou mais de quatro décadas a pesquisar e desenvolver programas de inovação educacional baseados na coexistência positiva e na resolução de conflitos. Conflitos que podem ser transformados em aprendizagem, após reflexão cuidadosa e calma.

Algumas das chaves do seu pensamento pedagógico incluem educação em valores, coeducação e participação dos alunos. Como aprende uma criança a viver com os outros? Vivendo juntos. Como se a escola fosse uma sociedade de pequena escala, onde os professores ajudam a desenvolver a inteligência interpessoal e intrapessoal. 

“Entre o macaco de Darwin e o homem ou mulher de Maslow, o que temos entre eles? Um professor. Temos de ajudar os jovens a continuarem a dar passos na humanização para alcançar uma sociedade melhor ", conclui Zaitegi.

Referência: “Para educar bien a un niño hace falta una buena tribu”. (2020). BBVA Aprendemos juntos. Retrieved 19 March 2020, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/seis-claves-para-aprender-a-convivir-nelida-zaitegi/


10 conselhos para acompanhar o estudo | encarregados de educação

Sugestões para apoiarem os seus educandos

16.03.20

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Margarida Pinto Correia, com o apoio da TVI, da RTP e da SIC, deixa-nos alguns conselhos para os Encarregados de Educação acompanharem os alunos durante esta fase, em que as aulas acontecem de forma diferente.


As famílias são fundamentais.

 

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O ensino a distância na escola | etapas e plataformas

Ensinar e aprender online

13.03.20

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A maior parte das escolas dispõe de plataformas de gestão de aprendizagem (Moodle, Google Classrom, ...) que são excelentes meios para disponibilizar recursos educativos. 

Caso os professores/educadores desejem implementar o ensino a distância, podem seguir as seguintes etapas:

1. Disponibilização de conteúdos (em diferentes formatos) das diferentes áreas curriculares;

2. Criação de percursos educativos, por área disciplinar e ano de escolaridade;

3. Dinamização de atividade que que possam ser realizadas de forma autónoma e que permitam a aplicação / experimentação / reescrita / produção por parte dos alunos;

4. Implementação de momentos de avaliação formativa e de autoavaliação. Aqui sugere-se a plataforma Socrative que permite a elaboração de questionários, que são resolvidos pelos alunos ao seu próprio ritmo e cujo feedback é dado automaticamente.

Ao longo destas etapas, é fundamental que o professor marque sessões online, síncronas, isto é em tempo real, para que os alunos possam interagir com o docente e com os colegas, partilhando aprendizagens, dúvidas, problemas e até conquistas. A plataforma que se sugere é o Zoom, pois basta o acesso ao link enviado pelo professor para o aluno poder entrar na sala. Permite 40 minutos de interação, o que é apropriado para este tipo de sessão. O professor pode partilhar o seu écran com os alunos e podem trocar ficheiros. Caso o aluno necessite de um acompanhamento mais próximo, esta continua a ser a melhor ferramenta para o efeito e, no caso de 2 participantes, não existe a limitação de tempo.

 


RBE


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