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São inúmeros os estudos que mostram uma relação clara entre a biblioteca e o sucesso escolar dos alunos, sobretudo no que diz respeito ao desenvolvimento de multiliteracias. No contexto atual e dada a importância que assume a biblioteca escolar, enquanto centro de aprendizagem da escola, importa refletir sobre as condições que contribuem para esse impacto positivo, ao nível das aprendizagens dos alunos, nomeadamente no que diz respeito à leitura, ao sentido crítico e à literacia da informação e dos media.
O estudo que aqui se apresenta, intitulado School libraries in south Australia, da responsabilidade da School Library Association of SA, aponta alguns caminhos que nos permitem refletir sobre os fatores que influenciam o papel da biblioteca escolar.

Fonte: School libraries in south Australia

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O Conselho da Comissão Europeia publicou as suas ‘Conclusões sobre a literacia mediática num mundo em constante mutação’.
 
Neste documento, expõem-se os vários níveis de impacto dos media na vida atual e destaca-se a importância da literacia mediática, salientando que esta não se restringe ao domínio de ferramentas tecnológicas, mas inclui também as competências de pensamento crítico que permitam aos cidadãos avaliar a informação disponível e, deste modo, “ter um papel ativo no processo democrático”.
 
Paralelamente ao empoderamento dos cidadãos, o documento chama a atenção para o papel das plataformas em linha e, especificamente, dos algoritmos que organizam a informação e permitem orientar os conteúdos, referindo que estes “podem exacerbar a desinformação, o sensacionalismo e os conteúdos extremistas”, num contexto em que se verifica um “aumento dos discursos de ódio e incitação à violência”.
 
As recomendações concretas do Conselho dirigem-se tanto aos Estados Membros como à Comissão, incitando ao desenvolvimento de uma abordagem sistêmica e colaborativa em prol do pluralismo e diversidade de conteúdos em linha; incluindo um convite específico ao financiamento de investigação sobre o impacto dos media e, concretamente, dos algoritmos e da inteligência artificial na vida dos cidadãos e da democracia. 
 
O documento convida ao envolvimento das instituições culturais, enquanto promotoras de aprendizagens informais e não formais, no sentido de contribuírem, através dos seus serviços e atividades, para a formação, no âmbito da literacia mediática, dos cidadãos de todas as idades.
 
Estas conclusões convocam todos os que trabalham com crianças e jovens, e as bibliotecas escolares enquadram-se neste grupo, para a responsabilidade de reforçar nos alunos a capacidade e a percepção da importância de exercitarem, constantemente, uma vigilância crítica sobre os conteúdos que lhes são oferecidos em ambiente digital. O papel das bibliotecas, que nos últimos anos se têm dedicado sistematicamente à literacia dos media, surge deste modo reforçado, mostrando-se o imperativo de dar continuidade e aprofundar esta vertente do trabalho.
 
Fonte: Conclusões do Conselho sobre a literacia mediática num mundo em constante mutação

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A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) é a fonte autorizada para reunir e apresentar informação atualizada e comparável sobre o estado da educação em todo o mundo.

No seu relatório anual Education at a Glance, publicado a 8 de setembro de 2020, analisa a educação em cada país, o seu financiamento e impacto no mercado de trabalho e economia.

Este ano os dados reunidos reportam-se ao período anterior à pandemia causada pelo coronavírus SARS-CoV-2 e pela doença Covid-19 e incluem uma publicação complementar, The impact of COVID-19 on education - Insights from Education at a Glance 2020, que os posiciona neste contexto. Em Portugal a pandemia provocou 17 semanas de encerramento das escolas públicas, mais 3 semanas do que a média da OCDE. 
 
Valorizar a aprendizagem baseada no trabalho
 
A crise de saúde pública e económica não criou, mas amplificou exponencialmente as fragilidades e desigualdades sociais, particularmente na área da educação.
 
A aprendizagem profissional - tema principal do relatório - foi o setor da educação mais afetado pela pandemia porque inclui um ensino prático que não é compatível com o ensino à distância, porque está associada à educação a partir das empresas (que sofreram quedas de produção resultantes do encerramento e de uma menor procura) e, em geral, porque muitos dos seus estudantes são de meios desfavorecidos. Por estas razões, verifica-se uma menor procura e um encerramento de muitos cursos de ensino profissional e esta situação ocorre em circunstâncias em que trabalhadores com esta formação são mais necessários. Com efeito, durante o confinamento foram sobretudo trabalhadores provenientes de setores profissionais habitualmente negligenciados (enfermeiros, comerciantes, artesãos, motoristas, cozinheiros, seguranças, varredores …) que asseguraram os serviços essenciais. 
 
Ángel Gurría, Secretário-Geral da OCDE, sublinha no Editorial do relatório, que “a evidência de países com sistemas vocacionais de alto desempenho é que eles fornecem um meio muito eficaz de integrar os alunos no mercado de trabalho e abrir caminhos para mais aprendizagem e crescimento pessoal”.
 
A consciência desta necessidade deve fortalecer a ligação que a escola mantém com o setor privado, no sentido de incentivar a aprendizagem com base na experiência prática adquirida nas empresas, no contacto dos alunos com os trabalhadores e empregadores, na compreensão das necessidades do mercado de trabalho e no aprofundamento das competências relevantes nesta área, sem negligenciar competências gerais fundamentais como a aritmética, leitura e escrita.
 
O ensino profissionalizante comporta outros desafios decorrentes das seguintes questões:
 
- sub-representação das mulheres nestes cursos, particularmente naqueles que podem gerar empregos estáveis e bem remunerados, como são os da área da STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática);
 
- imprevisibilidade do mercado de emprego e crescente digitalização e automação dos serviços, os quais exigem a adaptação dos seus programas e do acesso a níveis mais elevados de educação que permitam o autodesenvolvimento e acrescentem valor ao trabalho (em Portugal todos os cursos profissionais permitem o acesso ao ensino superior - a média da OCDE é 70%).
 
De acordo com a sua Country Note, Portugal tem 26% de estudantes - do ensino básico aos cursos técnicos superiores - numa via profissional, encontrando-se 6% abaixo da média da OCDE. São sobretudo os estudantes do ensino secundário que se matriculam nestes cursos: em média 40%, 2% abaixo da média da OCDE. Segundo o relatório, habitualmente “os alunos do ensino profissional têm menor probabilidade de concluir a sua formação do que os dos programas gerais”, mas “Portugal é uma exceção” porque a taxa de conclusão destes cursos sem reprovações é semelhante à dos alunos matriculados nos cursos científico-humanísticos (57%). A empregabilidade dos jovens adultos (25-34 anos) com ensino profissional tende a ser mais elevada (88%) do que entre os que concluíram o secundário geral e não prosseguiram estudos (83%) e também a nível salarial, há vantagem (4%) nestes cursos.
 
A mesma fonte sublinha, no entanto, que “níveis de instrução mais elevados aumenta a empregabilidade e estão associados a rendimentos mais elevados” (adultos com qualificação profissional média ganham 34% menos do que os com ensino superior), para além de aumentarem mais a produtividade do país.
 
Construir sociedades mais resilientes 
 
No Editorial do relatório, Gurría afirma que “os cenários mais otimistas preveem uma recessão brutal. Mesmo se uma segunda onda de infeções for evitada, a atividade económica global deverá cair 6% em 2020, com o desemprego médio nos países da OCDE subindo de 5,4%, em 2019, para 9,2%.” Por conseguinte, há o risco dos gastos com a educação e formação diminuírem em favor do investimento na saúde e segurança social. 
 
Este cenário pode comprometer a qualidade futura da educação, que enfrenta grandes desafios, como por exemplo:
 
- Aumentar e adaptar à nova realidade os cursos profissionais e de ensino superior (em Portugal 37% dos jovens entre os 25-34 anos tem o ensino superior – a média da OCDE é de 45% e 45% das mulheres nesta idade tem o ensino superior em comparação com 29% dos seus congéneres masculinos – a média da OCDE para esta idade é, respetivamente, de 51% e 39%);
 
- Valorizar e renovar o corpo docente (em Portugal apenas 1% dos professores é considerado jovem, isto é, tem menos de 30 anos e a diferença salarial entre professores de início e de fim de carreira é de 116%);
 
-  Melhorar as competências digitais dos professores, reinventar os ambientes de aprendizagem e expandir a digitalização das ofertas académicas é uma necessidade assumida por todos os países da OCDE;
 
- Diminuir as desigualdades no emprego (o teletrabalho, por exemplo, é uma opção apenas para os trabalhadores mais qualificados);
 
- Relançar de modo criativo a mobilidade de estudantes internacionais (em Portugal 4% dos estudantes estudam no estrangeiro, mais 2% que a média da OCDE.
 
Para construir sociedades mais resilientes no horizonte de complexidade, incerteza e interdependência em que vivemos, Gurría estabelece, no Editorial do relatório, duas condições:
 
- dar prioridade e investir na educação e formação – “os sistemas educativos têm de estar no centro do planeamento do desenvolvimento das competências e habilidades necessárias para a sociedade de amanhã”;
 
- “renovar o nosso compromisso político para alcançar os Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável”. É no quadro de uma educação para todos, equitativa e ao longo da vida e de uma economia que tenha como propósito a criação de empregos dignos e a proteção do ambiente e da cultura/ património que a humanidade se protege contra as adversidades e perspetiva a sua prosperidade, bem-estar e desenvolvimento. 
 
Fontes: 
 
OCDE. http://www.oecd.org/
 
OECD. (08. 09. 2020). Education at a Glance 2020: Indicadores da OCDE. http://www.oecd.org/education/education-at-a-glance/ | https://www.oecd-ilibrary.org/education/education-at-a-glance-2020_69096873-en 
 
OECD. (08.09.2020). The impact of COVID-19 on education - Insights from Education at a Glance 2020. https://www.oecd.org/education/the-impact-of-covid-19-on-education-insights-education-at-a-glance-2020.pdf
 

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Fonte: https://www.edutopia.org/article/using-pbl-encourage-interdisciplinary-work 

 

Uma turma de 28 alunos. Dividida em quatro grupos. Quatro tópicos complexos e artigos de jornal, editoriais, entrevistas e vídeos. Quinze minutos para discussão.

Estes são os ingredientes da primeira parte do artigo de Michael McDowell, Using PBL to Encourage Interdisciplinary Work, onde defende que a Aprendizagem baseada em projetos (Project based learning) pode ser usada para promover a interdisciplinaridade. Com um exemplo prático, mostra como, quando os alunos relacionam tópicos de diferentes disciplinas, se criam oportunidades para aplicarem o que aprenderam em novas situações e se gera, consequentemente, uma aprendizagem mais significativa.
 
Regressando à turma. Após os quinze minutos de discussão, os alunos voltam a reunir-se e formam-se novos grupos, que incluem um aluno de cada um dos grupos originais. Tarefa: partilhar informação, encontrando semelhanças e diferenças. Neste exercício irão sobressair os pontos de ligação entre os vários tópicos e os alunos percebem como situações aparentemente díspares estão, na realidade, inter-relacionadas e têm origem, por vezes, num único problema.
 
Juntando de novo a turma, o professor coloca as questões que irão orientar a discussão a partir deste momento:
 
- Quais são as semelhanças e diferenças entre os vários contextos?
 
- Que questões surgem na tua opinião? O que pretendes responder/ saber?
 
- Quais são os problemas recorrentes nestas situações?
 
- Que analogias podes estabelecer fora do contexto desta disciplina?
 
Na segunda parte do artigo, o autor centra-se nas estratégias que podem ser usadas para permitir a transferência de conhecimento entre diferentes contextos. “O nosso papel, neste momento, como educadores é apoiarmo-nos nas ferramentas de transferência para assegurar que os alunos ligam o mundo real ao cânone académico)” (parágrafo traduzido).
 
O autor sugere as seguintes estratégias:
 
- Comparar temas entre diferentes disciplinas, procurando pontos em comum;
 
- Criar analogias a partir de um tema que surja num determinado livro, procurando situações semelhantes em artigos de jornal, eventos concretos, filmes ou podcasts;
 
- Gerar múltiplas hipóteses para resolver problemas complexos e pensar em formas de testar essas hipóteses.
 
“A aprendizagem interdisciplinar que incorpora questões do mundo real desenvolve a capacidade para inovar. Ter essa capacidade irá preparar os alunos para o futuro, independentemente do percurso profissional que escolham seguir” (parágrafo traduzido).
 
Este artigo foi originalmente publicado no sítio da Edutopia . 
 
Artigo completo: Using PBL to Encourage Interdisciplinary Work.

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https://www.youtube.com/watch?v=a2IPF3h3bPo

A 25 de setembro de 2019 a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO - https://pt.unesco.org/news/comissao-futuros-da-educacao-da-unesco-apela-ao-planejamento-antecipado-o-aumento-das) lança Futuros da Educação – Aprender a transformar-se (https://redclade.org/wp-content/uploads/Futures-of-Educ-Project-document-19-Mar-2019.pdf) para “refletir e gerar o debate sobre como a educação pode ser repensada num mundo em crescente complexidade, incerteza, e precariedade”. A pandemia provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2 e pela doença Covid-19 que levou ao fecho das escolas, afetando a vida dos estudantes em todo o mundo, intensificou a urgência desta missão (https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000373207/PDF/373207eng.pdf.multi).

Futuros da Educação – Aprender a transformar-se é um projeto ambicioso por diversas razões:

- Serve o propósito de pensar, imaginar e construir, não o “futuro” da educação e da escola que queremos e que precisamos, com todos os novos instrumentos de aprendizagem à distância usados no contexto da pandemia, mas os seus diversos cenários ou possibilidades (“futuros”);

- Perspetiva os futuros da educação e da escola como base para transformação de nós próprios, da humanidade e do planeta (“Aprender a transformar-se”);

- Presidido pelo presidente da Etiópia, Sahle-Work Zewde, é dirigido por uma Comissão (https://es.unesco.org/futuresofeducation/comision-internacional) de líderes em todo o mundo nas áreas da política, academia, artes, ciência, tecnologia, empresas e sociedade civil que apela e mobiliza à participação pública global sobre o tema;

- O seu horizonte é 2050, não obstante os desafios para o desenvolvimento sustentável que a Agenda 2030 ainda nos reserva – esta é a Década da Ação (https://nacoesunidas.org/decada-da-acao-e-impulso-a-agenda-2030-para-o-desenvolvimento-sustentavel/);

- Compromete a comunidade no desenho e realização de uma educação de qualidade, isto é, para todos, todos sem exceção (inclusiva), equitativa e contínua (ao longo da vida), conforme estabelece o quarto Objetivo para o Desenvolvimento Sustentável (ODS, 2015 - https://sdgs.un.org/goals).

Somente na base do direito humano fundamental da educação (Direito 26 da Declaração Universal dos Direitos Humanos – https://unric.org/pt/declaracao-universal-dos-direitos-humanos/) florescem (a árvore como imagem de desenvolvimento ou progresso sustentável) as infinitas possibilidades individuais e coletivas do ser humano e se garante a proteção e preservação da Terra, suporte de vida para todos os seres que nela habitam, defende a primeira ideia do documento do projeto, “Um compromisso público reforçado para a educação como um bem comum” (https://redclade.org/wp-content/uploads/Futures-of-Educ-Project-document-19-Mar-2019.pdf).

Esta conversa global não deve ser estranha à biblioteca e à escola, uma vez que “A Comissão apela a todos com responsabilidades educativas, dos membros do governo aos professores e aos pais, para darem prioridade à participação, de um modo geral, dos estudantes e dos jovens, a fim de co-construir com eles a mudança que eles desejam ver”, tal como prevê a quarta ideia do projeto, “Ênfase à participação e direitos dos estudantes, jovens e crianças”.

E de que modo podem participar e expressar as suas ideias sobre os futuros da educação até 2050 (https://es.unesco.org/futuresofeducation/get-involved/los 3-principales-desafios-y-objetivos-de-la-educacion)? Por exemplo:

- Respondendo a um inquérito de um minuto sobre as suas prioridades;

- Partilhando por escrito a sua opinião;

- Apresentando uma criação artística sobre a sua visão;

- Organizando localmente debates, por exemplo sobre “Aprendizagem virtual vs. escola: o que mais nos influencia?”;

- Ouvindo e influenciando os outros nos debates que a UNESCO está a organizar sobre o tema (https://www.facebook.com/rbeportugal/posts/3405640416166597), alguns em português, como os realizados em colaboração com a Fundação Santilhana (https://es.unesco.org/news/alianza-unesco-y-fundacion-santillana).

A iniciativa dispõe de recursos (https://en.unesco.org/futuresofeducation/resources) que podem apoiar esta ação. As contribuições de todos serão partilhadas com a Comissão Internacional sobre o Futuro da Educação e ajudarão a dar forma ao próximo relatório global sobre educação que será publicado até final de 2021.

Os relatórios da UNESCO expressam uma visão humanista da educação e de desenvolvimento dos direitos humanos e são três:

- 2015: Repensar a educação: rumo a um bem comum mundial?
(https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000244670) – no ano os países assumem o seu compromisso em prol da realização dos 17 Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável, este relatório destaca o papel da educação para o bem comum;

- 1996: Educação: um tesouro a descobrir
(http://dhnet.org.br/dados/relatorios/a_pdf/r_unesco_educ_tesouro_descobrir.pdf - Jacques Delors) - estabelece “os quatro pilares” da educação - aprender a ser, aprender a conhecer, aprender a fazer e aprender a viver juntos;

- 1972: Aprender a ser: o mundo da educação hoje e amanhã
(https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000001801 - Edgar Faure) - sublinha o caráter universal e contínuo da educação, a forma mais eficaz de ultrapassar as desigualdades e o sofrimento.

Com idêntico propósito as Sete lições complexas na educação para o futuro (https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000117740 - Edgar Morin, 1999), sobre os modos de evitar o erro e a ilusão e alcançar o conhecimento, é outro dos documentos de referência da UNESCO.

Tomando por lemas “Não podemos voltar ao mundo como era antes” e “Agora é a hora de ação coletiva inteligente”, a Comissão aguarda os contributos de todos para a criação de uma nova agenda da educação que responda aos desafios da sustentabilidade humana e do planeta.

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