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No dia 19 de novembro, Dia Mundial da Filosofia, foi lançada a 7.ª edição do concurso Ensaio filosófico no ensino secundário, dirigido a todos os alunos do ensino secundário público e privado português.
Dinamizado pela Associação de Professores de Filosofia (ApF), em parceria com a Rede de Bibliotecas Escolares, o concurso Ensaio filosófico visa promover o interesse pela escrita e reflexão filosófica, realçar a importância da disciplina de Filosofia na formação geral dos alunos do ensino secundário, consolidar nos alunos competências em literacia da informação e divulgar o trabalho desenvolvido nas escolas do ensino secundário. Não são definidos temas, pelo que serão admitidos a concurso todos os Ensaios onde sejam discutidos problemas de uma perspetiva filosófica e nos quais sejam mobilizados conhecimentos filosóficos
No âmbito do concurso, a ApF disponibiliza um plano de articulação curricular com a área de Cidadania e Desenvolvimento, promotor de competências em literacia da informação, digital e mediática – Comunicação nos media: a importância ética do valor epistémico da informação. O portal da ApF agrega ainda um leque variado de recursos e de propostas de atividades, a implementar em diferentes contextos, que pretendem contribuir para a construção da autonomia e de uma cidadania ativa e responsável.

Artigo completo: Ensaio filosófico • Associação de Professores de Filosofia

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Vivemos tempos estranhos e difíceis que terão repercussões ainda por determinar. No entanto, neste 1.º período letivo, as escolas deparam-se já com uma realidade preocupante, consequência de quase quatro meses de alteração do regime de aulas presenciais, e que se manifesta através de frágeis desempenhos ao nível da leitura de muitos alunos que frequentam hoje o 2.º ano de escolaridade.

De acordo com um estudo do Centro de Investigação e Intervenção na Leitura (CIIL) do Instituto Politécnico do Porto, de que a RBE é parceira, 27% dos alunos do 2.º ano das escolas do Porto revelaram um desempenho na leitura muito pobre. “Estas crianças leem tão devagarinho que não percebem aquilo que estão a ler”, diz a investigadora do Politécnico do Porto Ana Sucena Santos, que coordena este trabalho.

Os alunos que iniciaram no ano transato a aprendizagem do código alfabético, para qual o papel do ensino é especialmente relevante, viram subitamente interrompido o processo nos termos em que é habitualmente realizado. A aprendizagem da leitura requer um trabalho sistemático e articulado com o sistema de escrita e, apesar do esforço conjunto dos docentes e das famílias, verificou-se que, especialmente entre os alunos mais desfavorecidos, a qualidade de aprendizagem ficou comprometida, podendo conduzir a uma desmotivação em relação à escola em geral.

Se já é característica comum das turmas do 2.º ano de escolaridade a existência de alunos com grandes discrepâncias de performance ao nível da leitura, a conjuntura atual veio agravar esta questão. Por um lado, os que já demonstram uma grande desenvoltura a ler, passando pela escrita até ao manuseamento das ferramentas digitais e, por outro lado, os que, por dificuldades de índole diversa, não conseguiram acompanhar ou evoluir no grau de proficiência leitora e na eficiência da escrita. Para uns e para outros, há que continuar a minorar as dificuldades através de tarefas entusiasmantes, caso contrário as dificuldades tenderão a persistir ou até mesmo a aumentar.

O ano 2020-2021 apresenta-se assim como um ano particularmente desafiador para alunos e professores no 2.º ano de escolaridade, cujo trabalho na Recuperação e Consolidação das Aprendizagens ao longo do ano letivo deverá ser coadjuvado pelas bibliotecas escolares enquanto espaços agregadores de conhecimentos, metodologias e recursos diversificados, tal como preconizado no documento orientador emanado pela tutela.

“A integração, explícita e intencional, de competências nas áreas da leitura, dos media e da informação, em ambientes físicos ou digitais, em projetos e atividades, realizadas com e pelas bibliotecas escolares, constitui uma importante estratégia para o sucesso escolar e para o desenvolvimento pessoal e cultural dos jovens. Assim, através dos instrumentos de que dispõem, as bibliotecas escolares dão um contributo relevante para o desenvolvimento e a consolidação de aprendizagens significativas.“

A biblioteca escolar desempenha um papel importante, cabendo ao professor bibliotecário o papel de facilitador ao nível da disponibilização de material útil e necessário às aprendizagens. Nesta fase, convocam-se os professores bibliotecários a implementar atividades específicas no âmbito do reforço à aprendizagem da leitura, articuladas entre a sala de aula e a biblioteca, com a orientação do documento estruturante Aprender com a biblioteca escolar e o apoio dos sítios Aprender com a biblioteca escolar: Atividades e recursos e biblioteca escolar digital.

Disponibilizam-se algumas sugestões de recursos considerados úteis:
● A Rede Nacional CiiL - Centro de Investigação e Intervenção na Leitura - aposta na promoção das competências pré-leitoras e leitoras.

● A Plataforma LER - disponibiliza regularmente novos recursos para cada uma das suas etapas: PREPARAR, APRENDER, DESENVOLVER E REFORÇAR.

AINDA ESTOU A APRENDER - é um recurso educativo, de acesso livre, que tem como finalidade principal apoiar a aprendizagem da leitura, nomeadamente em alunos que apresentam dificuldades (DAL).

PINECO - Recursos Educativos Digitais - Esta plataforma conta com questões de Português, com níveis de dificuldade distintos.

Histórias de AaZ para ajudar a ler melhor - constitui-se como um conjunto de vídeos de leitura acompanhada para todas as crianças que estão a iniciar-se na leitura. Incluem-se histórias lidas por autores como Luísa Ducla Soares, Alice Vieira ou José Fanha. As crianças podem também optar por ler sozinhas.

Todos estes recursos se encontram disponíveis a partir da biblioteca escolar digital, na secção curadoria de conteúdos, agrupados sob a etiqueta “Aprendizagem da leitura”.

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ARTIGO DE OPINIÃO
Por Sofia Colares Alves, Representante da Comissão Europeia em Portugal

A escola Bauhaus de arquitetura e artes nasce em 1919 na cidade de Weimar e, rapidamente, cria um movimento internacional artístico que influencia o pensamento criativo, equilibrando funcionalidade e arte, em todo o mundo desde há mais de um século.
Os desafios de hoje, à escala mundial como são as alterações climáticas e a poluição, a desigualdade social, a digitalização e as mudanças demográficas exigem um novo paradigma com novas perspetivas para desenhar soluções alternativas.
A União Europeia pode desempenhar um papel de liderança, guiada pelo Pacto Ecológico Europeu: a nossa maior prioridade e que traça a meta de sermos o primeiro continente com um impacto neutro no clima em 2050. Isto exige muito mais do que uma simples redução das emissões. Exige um novo modelo económico que devolva ao planeta aquilo que dele retira, graças a uma economia circular alimentada pelas energias renováveis.
Não vemos este caminho apenas como um projeto ambiental ou económico. O Pacto Ecológico Europeu deve também, e sobretudo, ser um novo projeto social e cultural para a Europa. Esta mudança no sistema precisa de uma estética própria ― uma combinação de design e sustentabilidade.
É por isso que decidimos lançar um novo movimento Bauhaus europeu, um espaço colaborativo e criativo multidisciplinar: arquitetos, artistas, estudantes, cientistas, engenheiros e designers trabalham em conjunto para tornar esta visão uma realidade. A nova Bauhaus europeia deve ser a força motriz que permitirá concretizar o Pacto Ecológico Europeu de uma forma atraente, inovadora e centrada no ser humano.
Além de sustentáveis, as mudanças rumo a este novo modelo de sociedade devem ter também no seu centro a acessibilidade e a estética, para que reciclar, produzir e consumir de forma sustentável e cuidar da biodiversidade sejam processos naturais. Fazer do Pacto Ecológico Europeu uma realidade que se possa sentir, ver e viver. Por exemplo, graças a um setor da construção que utilize materiais naturais como a madeira ou o bambu. Ou graças a uma arquitetura que adote formas e princípios de construção próximos da natureza, que tenha em conta os ecossistemas na sua totalidade e que integre a sustentabilidade e a reutilização.
A nova Bauhaus europeia deve igualmente tirar partido da outra megatendência revolucionário do nosso século. A digitalização está a alterar cada vez mais a nossa forma de pensar e de agir.
Aprendendo com o movimento histórico, a nova Bauhaus europeia deve ter uma ligação ao mundo da arte e da cultura e aos desafios sociais e mostrar que aquilo que é necessário pode ser simultaneamente belo e que o estilo e a sustentabilidade podem andar de mãos dadas.
A mudança necessária toca nos hábitos e forma de ver o mundo, o que somos e fazemos. Uma mudança no amago de como vemos e tomamos coisas como certas e possíveis. A nova Bauhaus europeia criará o espaço para essa mudança.
Nos próximos dois anos, serão lançados cinco projetos da nova Bauhaus europeia em vários países da União Europeia. Com a tónica comum na sustentabilidade, cada projeto terá uma perspetiva diferente. Podem centrar-se nos materiais de construção naturais, na eficiência energética, na demografia, na mobilidade orientada para o futuro ou na inovação digital eficiente em termos de recursos, mas sempre em combinação com a arte e a cultura. Estes laboratórios criativos e experimentais vão criar uma rede europeia e mundial que maximize o impacto económico, ecológico e social, fomentando um movimento criativo e interdisciplinar que promova normas estéticas e funcionais, em sintonia com as tecnologias de ponta, o ambiente e o clima.
Até ao verão de 2021, a Comissão vai coordenar um processo de cocriação participativo e depois lançar a rede de cinco escolas Bauhaus fundadoras em 2022 em diferentes países da UE. Convido todos os artistas, arquitetos, ativistas, cientistas, designers, empreendedores, engenheiros, inovadores e todos os outros que queiram, para contribuir e participar com os marcadores #EUBauhaus e #EUGreenDeal e no website da Comissão Europeia.

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Fonte da imagem: iStock


«Eu não sou leitora/a». Esta é uma frase comum que Julia Torres, professora bibliotecária em Denver, tem ouvido ao longo da sua carreira de 16 anos. Já viu alunos a destruir livros, a deitá-los fora ou a requisitá-los e devolvê-los logo de seguida, apenas porque não confiam na sua capacidade para ler.

Enquanto bibliotecária, Julia sente que as bibliotecas devem ser espaços de emancipação, espaços onde os alunos possam desenvolver o gosto pela leitura em qualquer altura. A leitura é uma competência pela qual todos se podem apaixonar, mas experiências negativas durante a infância podem resultar em traumas que se manifesta na forma de aborrecimento, apatia ou mesmo raiva. Quando um aluno tem uma má experiência, como ser envergonhado pelo que escolheu ler, pode começar a associar a leitura a sensações dolorosas de insegurança, humilhação ou stress tóxico. Estas experiências negativas podem começar no jardim de infância e ter impacto na autoimagem da criança ao longo do seu percurso educativo.

Numa palestra dinamizada na Associação Americana de Bibliotecas - Healing Reading Trauma : Rebuilding Love of Reading Through Libraries for Liberation - , Julia Torres e Julie Stivers, professora bibliotecária na Mt. Vernon Middle School, na Carolina do Norte, exploraram o modo como o trauma da leitura se inflige nos alunos e o que os bibliotecários podem fazer para interromper ou impedir que esse trauma aconteça.

O que causa o trauma da leitura?

De acordo com as duas (professoras) bibliotecárias, algumas práticas que causam trauma da leitura são:

Submeter os alunos a exames/testes, que os encorajam a regurgitar as respostas que pensam que os professores querem ouvir/ler.
Dar prioridade aos «clássicos», que foram, na maior parte das vezes, escritos por homens mortos, brancos e heterossexuais. Muitos dos nossos alunos não leem esses livros, porque não sentem que os mesmos se relacionem com as vidas que eles vivem, disse a Julia Torres, referindo que os livros mais lidos pelos alunos recentemente são Long Way Down, The Hate U Give e The Poet X, assim como poesia, manga e novelas gráficas.
Fazer os alunos sentirem vergonha pelas leituras escolhidas ou fazer julgamentos sobre o que pretendem ler. Se dissermos aos alunos que aquilo que pretendem ler não interessa (banda desenhada, manda e fan fiction, por exemplo), eles podem deixar de se envolver e perder a sua identidade como leitores.
Atribuir um nível de leitura aos livros, o que normalmente é feito por um computador que pode avaliar incorretamente a complexidade do tema e da linguagem. «Temos de ser cuidadosos e ter em conta que a atribuição de níveis aos livros é feita para uso dos professores e não tanto para os alunos se posicionarem», referiu Julia Torres. Quando os alunos sentem que não estão a ir ao encontro das expetativas dos professores ou sentem que não estão no nível em que deveriam estar, isso pode ser motivo de trauma.

O que é que os bibliotecários podem fazer para interromper o trauma da leitura?

Evitar o trauma da leitura está relacionado com a responsabilização que incutimos no aluno. «Não queremos que os alunos dependam sempre de nós para desenvolverem a leitura ao longo da vida», disse Julia Torres. Para interromper práticas traumáticas, os bibliotecários podem:
Construir uma biblioteca inclusiva. Assegure-se de que a coleção da sua biblioteca é o mais inclusiva e diversificada possível. Organizar a coleção por géneros pode facilitar a procura dos alunos e ajuda o professor bibliotecário a identificar falhas na coleção. Julie Sivers pediu a um aluno para encontrar um livro cuja capa fosse parecida com ele. O aluno encontrou o livro em dois minutos. Os seus alunos seriam capazes de encontrar livros, numa exposição, que fossem parecidos com eles? Descubra livros que proporcionem representações autênticas e positivas dos seus alunos.
Reavalie o seu papel e as suas prioridades. «Não somos guardiães dos livros», disse Julie Stivers. «Esse não é o nosso papel. Prefiro perder um livro a perder um leitor.» Consegue responsabilizar os seus alunos de modo a que assumam o controlo da sua biblioteca e tenham uma palavra a dizer na hora de atualizar a coleção? Lembre-se de que não é o salvador de ninguém, advertiu Julie Stivers. «Não estou a resgatar as minhas crianças dirigindo-as para a leitura dos livros de Jason Reynolds ou Angie Thomas. Não estou a fazer coisas para elas; estou a fazer coisas com elas.»
Verifique os regulamentos. Abula multas, prazos de entrega rígidos, portões de segurança e regras punitivas.
Organize uma programação inclusiva. Por exemplo, na biblioteca de Julie Stivers, ela e os alunos criaram um conjunto de orientações para o desenvolvimento da coleção chamado #LibFive, o qual inclui princípios como «Novelas gráficas e manga não são extras» e «Mostra como gostas das nossas histórias.» Em vez de organizar feiras do livro tradicionais, a sua biblioteca organiza uma feira na qual os alunos são convidados a escolher os livros de acordo com os seus interesses e sem custos. Leia o que os seus alunos estão a ler. Dizer que as novelas gráficas também são leitura verdadeira não vale de nada se o professor bibliotecário não ler também novelas gráficas.
Redefina aquilo que entende por leitura. Julia Torres acredita convictamente nas competências pedagógicas, não em textos. Ela encoraja os alunos, mesmo os da escola secundária, a ouvirem audiolivros ou a ler livros ilustrados. Encontre uma forma de ensinar competências como a compreensão e o pensamento crítico através dos textos que suscitam entusiasmo e interesse aos alunos.

Dicas adicionais para criar espaços virtuais

● Proporcione momentos de aproximação aos autores através das redes sociais. Encoraje os alunos a interagirem com os autores e a inspirarem-se para ler e escrever. Aplicações como a GoodReads, o Twitter ou o Instagram podem ser espaços virtuais ótimos para conversar sobre as obras com os autores e outros leitores.
● Siga os autores nas redes sociais e encoraje os alunos a fazerem o mesmo.
● Organize círculos de leitura online.
● Recolha dados sobre a circulação de livros e aplique questionários aos alunos, perguntando-lhes o que estão a ler e qual a qual o posicionamento face à leitura durante estes tempos.

O artigo When Kids Say ‘I’m not a reader’: How Librarians Can Disrupt Traumatic Reading Practices foi originalmente publicado na rubrica MindShift da KQED News. Texto traduzido livremente a partir do inglês.

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Fonte: https://view.genial.ly/5f0d4e3a3d5a6d0d6f17519f/interactive-content-paisajes-de-aprendizaje

As Paisagens de Aprendizagem permitem gerar ambientes imersivos e personalizados, libertando a criatividade e a imaginação dos alunos e reforçando aprendizagens significativas. Esta ferramenta apoia-se na Taxonomia da Bloom e na teoria das Inteligências Múltiplas de Howard Gardner.

Como desenhar Paisagens de Aprendizagem?
Comece por conceber os percursos de aprendizagem que quer desenvolver. A ferramenta Genially, por exemplo, disponibiliza uma matriz de programação, que facilita a conceção de atividades e permite a elaboração de Paisagens de Aprendizagem equilibradas e coerentes em termos da estratégia cognitiva adotada, recursos necessários, objetivos e avaliação.
Para dar consistência ao ambiente da Paisagem de Aprendizagem, precisa de construir uma narrativa que envolva os alunos e os mergulhe numa experiência para além de factos, números ou valores. Pode utilizar personagens, enredos ou conclusões para contar uma história sobre o conteúdo educativo que quer transmitir, de modo a que os alunos sejam os protagonistas.

Dez elementos fundamentais
Cada atividade dentro da Paisagem deve conter dez elementos fundamentais:
1. Título
2. Tipo de inteligência e categoria da Bloom que aborda
3. Objetivos
4. Desafio que precisa de ser resolvido
5. Resultado ou produto final que se pretende
6. Materiais e documentação necessários
7. Tempo
8. Critérios de avaliação
9. Instrumento de avaliação que serão utilizados para avaliar o produto final
10. Relação com as outras atividades da Paisagem

Benefícios para a aprendizagem
As ferramentas digitais - como Genially, entre outras - são fundamentais para a criação de Paisagens de Aprendizagem, na medida em que, pela sua versatilidade, facilitam a criação de conteúdos educativos.
Criar uma Paisagem de Aprendizagem implica muito trabalho prévio por parte dos professores, mas uma vez criada, permite que se libertem da rotina e disponham de tempo dentro da sala de aula para orientar e acompanhar os alunos de uma forma mais personalizada.
Estes percursos de conhecimento flexíveis permitem que cada aluno resolva os desafios propostos de acordo com a sua forma pessoal de aprendizagem, tornando-se, assim, o protagonista do seu próprio processo de aprendizagem. As Paisagens de Aprendizagem respondem, por isso, às necessidades dos alunos, tornando os conteúdos mais atrativos e favorecendo a motivação para aprender.

O artigo Paisajes de Aprendizaje: una potente herramienta educativa foi originalmente publicado no blogue Genially. Texto traduzido e adaptado a partir do castelhano.


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