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Materiais produzidos pelo Instituto Crescer trazem sugestões e reflexões para os professores que desejam adotar novas práticas pedagógicas.

 

Com a proposta de apoiar a adoção de tecnologias digitais e o desenho de novas práticas pedagógicas, o Instituto Crescer lançou os guias “Crescer em Rede: Edição Especial Metodologias Ativas” e “Oficinas Crescer em Rede”. Disponibilizados gratuitamente, eles trazem sugestões e reflexões para professores que estão dispostos a inovar as suas metodologias de ensino.

 

No guia “Crescer em Rede: Edição Especial Metodologias Ativas”, os educadores conhecem metodologias ativas que foram testadas com os estudantes ou por meio de atividades de formação de professores realizadas pelo Instituto Crescer. O material traz orientações para as escolas que desejam organizar um grupo de estudos para apoiar a formação continuada na escola. O foco está na implementação de metodologias que contribuem para o desenvolvimento de competências da BNCC (Base Nacional Comum Curricular), como pensamento crítico, científico e criativo, uso de diferentes linguagens e cultura digital.

 

Já no guia “Oficinas Crescer em Rede”, os professores têm acesso a um conjunto de oficinas pedagógicas voltadas para o desenvolvimento de competências cognitivas e socioemocionais que podem ser aplicadas com crianças e adolescentes em diferentes contextos de aprendizagem, da educação formal até o contraturno. Todas as atividades foram planeadas para um período de 3 horas, utilizando materiais simples que estão disponíveis em qualquer escola. Entre as sugestões, estão atividades de circo, educomunicação, música e recriação.

 

Os guias foram produzidos com licença Creative Commons que permite o uso integral ou remixados, conforme os interesses de cada instituição, desde que mencionado o crédito de autoria. Os materiais estão disponíveis no site do Instituto Crescer.

 

Replicado da fonte com adaptações linguísticas.

 

Referência: Guias gratuitos ajudam professores a inovar e usar metodologias ativas - PORVIR. (2019). PORVIR. Retrieved 6 February 2019, from http://porvir.org/guias-gratuitos-ajudam-professores-a-inovar-e-usar-metodologias-ativas/

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por Ingrid Mosquera Gende

[Profesora adjunta en la Universidad Internacional de La Rioja. Dpto. Inglés. Facultad de Educación. Doctora en filología inglesa. DEA en Psicología de la Educación. Postgrados en Alteraciones de la Audición y el Lenguaje y en Estrategias de Aprendizaje. Máster en Docencia Universitaria.]

 

Eu sou fã do Twitter. Mesmo que tenha aspectos negativos, colocando os prós e contras numa escala, não tenho dúvidas. Para começar, precisamos conhecer o mais básico  e,  para isso, permito-me partilhar consigo o videotutorial acima em que explico algumas ideias para nos apresentarmos no Twitter com um propósito educativo.

 

Siga as contas

Uma das possibilidades mais interessantes do Twitter , e a mais conhecida, é seguir outras contas. Há muitos artigos que nos oferecem um compêndio das melhores contas educativas no Twitter , mas acho que cada um deve seguir o seu instinto, sem se deixar levar pelo número de seguidores que um utilizador pode ter . Quando entra no Twitter e começa a procurar por contas e pode ver quem está seguindo a quem, algumas contas vão levá-lo para outras pessoas e nós mesmos podemos decidir quem seguir e quem não seguir. Recomendo seguir professores que publicam as suas experiências e o dia a dia na sua sala de aula, podemos aprender muito com eles.

 

Listas

Pode chegar um momento em que seguimos tantas pessoas que nos parece que há informações perdidas ao longo do caminho. Para isso, nós podemos criar as nossas próprias listas , tanto com pessoas que seguimos como com pessoas que não seguimos. Podemos criar listas dedicadas a tópicos específicos que sejam do nosso interesse, para as consultarmos quando julgarmos apropriado. Este é o exemplo de uma lista que preparei, com apenas 10 membros, das quase 900 contas que atualmente acompanho. Quando vou à lista, vejo apenas as publicações desses 10 membros. Esta é uma maneira não exclusiva de filtrar e organizar as informações no Twitter .

 

Momentos

Para mim, os momentos foram uma grande descoberta . Isso significa aglutinar num único espaço os tweets que são especialmente interessantes , das contas que são, sejam ou não seguidas. Para dar um exemplo, este é um momento que criei, chamado Experiências na sala de aula , é muito mais visual se puder vê-lo no seu telemóvel. Defini-lo-ia como um ebook interativo no qual reuno experiências que utilizadores, professores, compartilham no Twitter . Muitas ideias podem ser retiradas, vendo o que os colegas estão a fazer nas suas salas de aula. Ele vai continuar a crescer.

 

Hashtags

As hashtags são rótulos que, com este símbolo #,  permitem agregar os twits de um tema específico . Quando pesquisa no Twitter , pode procurar todas as postagens que possuem hashtags específicas . Existem hashtags educativas muito recorrentes. Além disso, usando hashtags, em dias e horários específicos, geralmente uma hora, eventos educacionais ocorrem no Twitter, de diferentes tópicos, que muitos professores usam para discutir e aprender sobre novos recursos e experiências. Vai descobri-los facilmente seguindo professores e visualizando as suas publicações.

 

 

Traduzido do espanhol com adaptações.

 

Referência: Twitter: una gran oportunidad de aprendizaje para alumnos y docentes. (2019). El Blog de Educación y TIC. Retrieved 30 January 2019, from http://blog.tiching.com/twitter-una-oportunidad-de-aprendizaje/

 

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Assumindo o desígnio, inscrito na Carta do Conselho da Europa sobre a Educação para a Cidadania Democrática e a Educação para os Direitos Humanos (web | pdf ING | pdf PT), de transformação da sociedade por via da educação de cada cidadão, a RBE criou um sítio em linha, Cidadania e Biblioteca Escolar – Pensar e Intervir, com o propósito de promover uma cultura de cidadania democrática, reforçando o papel da biblioteca escolar no aprofundamento dos conteúdos do currículo e na formação integral das crianças e jovens nos dias de hoje, em convergência com a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania e o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.

 

Enquadrando-se no plano não formal e informal da educação, os conteúdos deste sítio estruturam-se em três áreas de ação, nas quais as crianças e jovens são os protagonistas:

Dinâmicas educativas ou jogos de aprendizagem promotores de atitudes e comportamentos que favoreçam a tomada de consciência, decisão e intervenção em grupo e no espaço público; 

Clips ou ações do quotidiano que, não obstante o caráter espontâneo e efémero, podem ajudar ao envolvimento e à intervenção;

Notas das escolas, espaço de partilha, pelas escolas, de ações que realizaram na área da cidadania.

 

Olhando para o presente, o ideal humanista de construção do conhecimento, alicerçado no bem e no belo, surge ameaçado. Olhando para o futuro, vemos na qualidade e continuidade das aprendizagens que todos possamos realizar o caminho que nos pode aproximar do cumprimento deste ideal. Confiamos nos responsáveis das bibliotecas para esta missão.

 

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A equipa do Concurso Media@ção criou um conjunto de pequenos vídeos para apoiar alunos e professores na área da produção de vídeo e, em especial, aqueles que vão candidatar-se ao concurso. Cada um daqueles centra-se sobre uma das etapas: desde a criação da história e do guião, aos aspetos mais técnicos como a luz, o som, os planos ou a edição. Estão disponíveis aqui>>

 

Esperamos que sejam úteis a todos os que se interessam pelo vídeo e que consigam entusiasmar novos alunos e docentes a participar no concurso Media@ção, este ano sobre o tema Media, democracia e tolerância

 

Atenção ao prazo final de entrega dos trabalhos: 15 de março

 

Encontra todas as informações sobre o concurso aqui>>.

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Download: A descoberta das florestas | Download: Didática para professores | FAO 2018 |

 

 

Uma menina constrói um castelo num campo com galhos como torres, as folhas como uma cobertura e outra maior que atua como uma rampa para descer. Ela usa raízes e frutas variadas para decorar o seu divertido jogo da tarde na natureza de Cádiz e, em seguida, com as suas bonecas prepara uma performance teatral para a sua família na sua construção de madeira e oxigénio. "Há muito tempo que não me divertia tanto", diz, encantada após o aplauso do público. Não há necessidade de plástico, baterias ou paredes para a pequena se sentir confortável sentada no chão. Que o contato com o ambiente gera felicidade, que acalma o espírito ou que se relaciona com os ritmos do dia e das estações são debates históricos que com a proliferação de ambientes urbanos recuperaram o interesse. A descoberta das florestas , publicada este ano pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), apresenta um guia de aprendizagem para crianças menores de 10 a 13 anos e outro guia de Didática para professores.

 

Quase 70.000 espécies de plantas têm uso medicinal em todo o mundo

 

"Quando bebemos um copo de água, escrevemos num caderno, tomamos medicamentos para a febre ou construímos uma casa, nem sempre relacionamos isso com as florestas, mas esses e muitos outros aspectos de nossas vidas têm a ver com elas". diz a introdução do livro infantil, que é dividido em quatro módulos: O que é uma floresta? Florestas e água, O que podemos extrair das florestas? E de quem é a floresta? É uma publicação projetada para ir ao exterior, descobrir, explorar, sentir e respirar o que é estudado e descobrir a magia da natureza. "É projetado para que as crianças façam as perguntas primeiro e encontrem as respostas, com uma técnica chamada Inquiry Based Learning.. Elas têm que propor uma hipótese e depois observar e experimentar e ler as respostas no livro. Então são elas que geram as suas conclusões, como se fosse ciência para as crianças ", explica Elsa Rattoray, pedagoga que preparou o material didático, que inclui atividades e jogos e trata de temas que vão desde a pirataria biológica até ao manejo da terra.

 

*Traduzido do espanhol com adaptações.

 

Referência: Lucas, Á. (2019). Este libro te guía por la magia de los bosquesEL PAÍS. Retrieved 7 January 2019, from https://elpais.com/elpais/2018/12/26/planeta_futuro/1545842819_003986.html

 

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Este guia fornece ferramentas práticas para ajudar professores do jardim de infância até ao final do ensino secundário a integrar a literacia digital na sua prática em sala de aula.

 

O guia examina as áreas específicas de competência que o MediaSmarts identificou como críticas para a aprendizagem dos alunos até o final do ensino secundário: ética e empatia, privacidade e segurança, mobilização da comunidade, saúde digital, consciencialização do consumidor, encontrar e verificar e criar e remixar

 

O guia aborda os desafios comuns associados à integração total da literacia digital na sala de aula, como as limitações da tecnologia disponível e as preocupações de gestão da sala de aula, e inclui ligações para o MediaSmarts e outros recursos relevantes, bem como aplicativos e ferramentas para criar media digital na sua sala de aula.

 

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Ensina RTP |

 

Os media têm um vocabulário próprio; Termos que designam actividades ou técnicas para facilitar a compreensão entre profissionais. Este dossiê apresenta alguns desses termos.

 

Referência: Vocabulário de media. (2018). Vocabulário de media. Retrieved 14 December 2018, from http://ensina.rtp.pt/dossie/vocabulario-de-media/

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por Andreia Friaças | Quiz | na foto Eleanor Roosevelt exibe cartaz contendo a Declaração Universal dos Direitos Humanos (1949).

 

O 70.º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos assinalou-se segunda-feira, dia 10 de dezembro. O PÚBLICO reuniu algumas questões sobre os artigos que compõem a carta, os seus defensores e abstencionistas e ainda sobre quem a deveria ter escrito.

 

Referência: Quiz: o que sabe sobre a Declaração Universal dos Direitos Humanos?. (2018). PÚBLICO. Retrieved 14 December 2018, from https://www.publico.pt/mundo/interactivo/quiz-que-sabe-sobre-declaracao-universal-direitos-humanos

 

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Texto de Carlos Fiolhais |

 

O Padre António Vieira viveu numa época de ouro da ciência, a  época da revolução científica, na qual sobressaíram grandes nomes como René Descartes, Galileu Galilei e Isaac Newton. Não sendo um cientista, tanto pela preparação que adquiriu no Colégio da Baía, no Brasil (um nó da rede global dos colégios jesuítas) como pelas suas numerosas leituras durante a sua longa vida, estava a par da ciência do seu tempo. Aos seus conhecimentos científicos ia amiúde buscar exemplos que serviam no seu discurso catequético e profético.  

 

No discurso de Padre António Vieira coexistem referências a autores antigos, como Aristóteles, que era a cartilha nas escolas jesuítas, e a autores modernos, como Descartes. Este filósofo e matemático apresentou em 1637, num apêndice ao famosíssimo Discours de la Méthode, uma descrição científica do arco-íris: este não era mais do que o resultado da refracção e da reflexão da luz solar em gotas de água na atmosfera. A luz solar batia na gota, desviava-se, reflectia-se no fundo da gota e voltava a desviar-se ao sair. Descartes foi, com o holandês Snell, o autor das leis da refracção, que descrevem matematicamente o desvio da luz quando passa de um meio para outro, no caso o ar e a água. Mais tarde, Newton, que realizou experiências com prismas de vidro em 1666, explicará que o desvio da luz de um meio para outro se devia à diferente velocidade de diferentes partículas de luz nos dois meios. A luz solar é branca, mas, como a luz branca é feita de partículas correspondentes às diferentes cores, as cores apareceriam diferenciadas dentro da gota e, ainda mais, à saída dela. No século XVII, o arco-íris era considerado “um dos principais ornamentos do trono de Deus” (Discours sur l'histoire universelle, 1681, do bispo e teólogo francês Jacques de Bossuet) e, conforme está escrito no Génesis, o sinal da aliança que Deus tinha celebrado com os homens após o Dilúvio universal (“o meu arco que coloquei nas nuvens. Será o sinal da minha aliança com a terra”, Gn. 9, 13). Ainda hoje o arco-íris se diz Arco da Velha: Velha significa Velha Aliança. Ora, num dos Sermões do Santíssimo Sacramento (in Obra Completa do Padre António Vieira,  Parenética, tomo II, vol. VI, dir. José Eduardo Franco e Pedro Calafate, Lisboa: Círculo de Leitores, 2013-2014, p. 84), proferido em Santa Engrácia, Lisboa, em 1645, escassos oito anos após ter saído o livro de Descartes, Vieira diz: “Na Íris ou Arco celeste, todos os nossos olhos jurarão que estão vendo variedade de cores: e contudo ensina a verdadeira Filosofia que naquele Arco não há cores, senão luz, e água”.  

A verdadeira Filosofia significa a ciência dos modernos, entre os quais estava Descartes. Mais tarde, no Sermão da Segunda Dominga da Quaresma (idem, tomo II, vol. III, p. 49), pregado na Capela Real em 1651, Vieira afirma: “Isto, que chamamos Céu, é uma mentira azul, e o que chamamos Íris ou Arco-celeste, é outra mentira de três cores”.

 

 

 

Referência: Fiolhais, C. (2016). VIEIRA E A CIÊNCIADererummundi.blogspot.com. Retrieved 4 December 2018, from http://dererummundi.blogspot.com/2016/06/vieira-e-ciencia.html

 

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00:23:49 | Fonte

 

Entrevista do jornalista José Carlos Vasconcelos ao escritor José Saramago, sobre a sua vida pessoal, a obra literária, e o momento que se vive em Portugal no pós 25 de abril de 1974.

 

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