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Do atelier Pequenos Grandes Escritores que a editora Grafitexto dinamizou na Escola Secundária Pedro Nunes, com alunos de 7.º ano, resultou a edição de um livro com os contos dos "pequenos escritores". O lançamento decorreu na biblioteca, como mostra a fotografia.

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 Letra pequena de Rita Pimenta | blogues | Público

… mas não substituem a leitura em papel. Convidamos autores, ilustradores, tradutores e às vezes as respectivas proles para nos emprestarem a voz. Basta clicar na capa de cada um dos livros e ver o que acontece. (Se não acontecer nada, experimente mudar de browser. Se não resultar, envie-nos um comentário a reclamar.)

 

Nas versões mais antigas, só gravávamos as vozes. Nas mais recentes, a começar no livro Eu Acredito, de David Machado e Alex Gozblau, já filmámos as leituras. Mas as ilustrações estiveram sempre lá. Ou seja, cá. (...)

 

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 por Rita Garcia | Jornal Observador

 

A feira onde Saramago gostava de estar

 

Começou em 1931 como “coisa simpática, limpa, discreta e convidativa”. Consagrou nomes e passou por vários locais até chegar ao que é hoje, 85 anos depois: uma feira que atrai meio milhão de pessoas.

 

Sentava-se entre os velhos pavilhões da Caminho, olhava as longas filas que o esperavam e começava a chamar leitores, sem mais delongas. Afável, solícito e rápido, José Saramago recebia cada um deles com uma informalidade inesperada para quem apenas lhe conhecia o rosto fechado e o aspeto austero. Desde a publicação de Levantado do Chão, em 1980, estava habituado a ter centenas de leitores a aguardar um autógrafo seu na Feira do Livro de Lisboa.

Saramago jamais se furtou ao contacto com o público. “Nunca tive um autor tão disponível para colaborar com o editor. Ia dar autógrafos todos os dias, a menos que tivesse um compromisso”, conta ao Observador Zeferino Coelho, um dos mais antigos editores portugueses, responsável pela publicação de todos livros que o Nobel lançou em vida. (...)

 

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O "Pinocchio", de Harold Lentz, 1932. Veja aqui outros títulos em exposição | por Vasco Rosa | Observador

 

Uma nova exposição em Lisboa (para ver até ao dia 9 de setembro) conta a história do livro pop up, objecto tridimensional que agora vive uma segunda idade de ouro. Vasco Rosa foi ver e ler.

 

Verdadeiramente fascinantes pela engenharia de papel, manufactura exigente e capacidade sugestiva da imaginação de crianças e adultos, os livros pop-up alcançaram na última década uma sofisticação espampanante, que a par e passo parece desafiar-se a si mesma para alcançar resultados ainda mais surpreendentes, empurrando para a mais longínqua e tosca pré-história os seus antepassados, os livros “mecânicos” seiscentistas ou alguns livros infantis do tempo da Rainha Vitória. Fala-se de uma segunda idade de ouro.

 

Muito activo, o norte-americano Robert James Sabuda, 51, é hoje a estrela máxima desse firmamento criativo que há pouco mais de um século afirmou o livro também como objecto tridimensional. As primeiras versões, rudimentares ainda (um a quatro pop-ups por livro, isolados do texto), foram produzidas na Inglaterra e na Alemanha, mas em poucos anos o género entusiasmou criadores, editores e públicos por toda a Europa, tendo na Checoslováquia, com o austríaco Vojteck Kubasta (1914-92), um dos seus expoentes. O zootropo, o praxinoscópio e a lanterna mágica, rasgando um novo mercado para o entretenimento infantil, parecem ter levado os editores livreiros a reflectir e investir em livros híbridos capazes de aproximar a leitura em voz alta, para crianças, da moda das “pantominas luminosas”, dos pequenos teatrinhos de papel colorido ou recortado, mas também da diversão nos novos luna-parques: alguns livros foram então arquitectados como pequenos carrocéis-harmónio, ou túneis (peep-show). Curiosamente, os peep-shows permitiam espreitar para duas grandes realizações de engenharia da época: The Thames Tunnel Peepshow (1847) e Crystal Palace Peepshow Tunnel Book (1851). Muito mais tarde, também a coroação da rainha Isabel II, em 1953, foi assinalada com uma edição deste tipo, incluindo quatro “imagens pop-up realistas” da capital do império britânico. O livro deixava de ser só texto, ou apenas texto e imagem, e tornava-se escultura. (...)

 

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foto de Daniel Rocha. artigo de Nicolau Ferreira no PÚBLICO.

 

É a primeira sistematização da censura de livros médicos pela Inquisição em Portugal - um dos casos expurgados foi o de uma freira que se dizia ter engravidado no banho. Está também em marcha um inventário dos livros de ciência nas bibliotecas dessa altura. O lugar deste objecto na cultura científica nacional começa a ser desvendado

 

O "lápis" da censura nos séculos XVI e XVII era a tinta ferrogálica. Se estivesse muito concentrada, a tinta utilizada na expurgação de uma obra podia queimar o papel. Se fosse em menor quantidade, as palavras censuradas voltavam a ser legíveis. De qualquer forma, esta vertente da Inquisição afectava a leitura das obras, dando-lhes uma conotação insidiosa de pecado e culpa. A literatura técnica e científica em Portugal não escapou a este controlo, como os livros de Amato Lusitano, médico judeu português que fugiu da Península Ibérica.

 

"Qualquer expurgação perturba a confiança na leitura de livros de ciência - um acto que passa pelo desejo de querer saber mais", defende Hervé Baudry, do Centro de História da Cultura da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. O efeito que a censura teve no desenvolvimento científico e cultural do país é ainda difícil de contabilizar, diz o historiador francês, orador num workshop sobre as bibliotecas e livros científicos dos séculos XV a XVIII na Biblioteca Nacional, em Lisboa. Mas Hervé Baudry está apenas no início de um projecto de investigação sobre aquilo a que chama de "biblioteca limpa", ou seja, a expurgação de livros dos séculos XVI e XVII.

 

 

 

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Pedro Rapoula tem 38 anos, foi assessor cultural de Cavaco Silva, e será o próximo a dirigir um dos grandes eventos mundiais da literatura

Desde a última sexta-feira que Pedro Rapoula sabe que foi escolhido como o próximo diretor da FILBo (Feira Internacional do Livro de Bogotá). Atende o telefone de Bogotá, para onde se mudou em 2013, abandonando para isso o cargo de assessor cultural do ex-Presidente Aníbal Cavaco Silva, que exerceu durante sete anos. (...)

 

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O Centro de Arqueologia de Almada apresenta no próximo dia 5 de Março, às 15 horas, na Casa da Cerca, em Almada, o n.º 20 da Al-Madan impressa e o Tomo 2 da Al-Madan Online n.º 20. Este último ficará em linha a partir dessa data, com informação geral e resumos em http://www.almadan.publ.pt e os conteúdos integrais em http://issuu.com/almadan, para acesso gratuito e generalizado.

Tendo sido já divulgado o índice do volume impresso, antecipamos agora o índice da revista digital, que reúne também um conjunto de colaborações muito interessante e diversificado. A partir do dia 5, estará à disposição de todos os interessados: http://ml.ci.uc.pt/mhonarchive/archport/pdf8bGfaItAVd.pdf

Recordamos ainda que o n.º 20 da Al-Madan impressa inclui um dossiê especial que inventaria 500 sítios arqueológicos visitáveis no nosso país, complementado com mapa doravante disponível em qualquer ponto com acesso à Internet.

O programa do evento programado para o dia 5, para além da apresentação editorial das revistas, incluirá uma intervenção da arqueóloga Jacinta Bugalhão, a propósito do tema central da Al-Madan impressa e das condições de promoção e sociabilização do Património arqueológico.

Al-Madan impressa poderá ser adquirida no circuito comercial e por venda directa do Centro de Arqueologia de Almada, neste caso com oferta dos portes de correio para Portugal continental (pedidos: 212 766 975, c.arqueo.alm@gmail.com).

 

 

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No passado dia 7 de outubro, a Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS) assinou um protocolo com a Rede de Bibliotecas Escolares, ao abrigo do qual oferece às bibliotecas das escolas secundárias (ES) e básicas e secundárias (EBS) da rede pública, um total de cerca de 38.000 publicações.

Trata-se de um conjunto significativo de Ensaios, Retratos e outras edições da FFMS, através do qual os professores e alunos do ensino secundário poderão aprofundar o debate e conhecimento sobre a realidade portuguesa e europeia.

O nosso agradecimento a todos os que têm cimentado a colaboração entre a FFMS e a RBE, iniciada em 2010!

Um obrigado muito especial à Fundação Francisco Manuel dos Santos, por este enriquecimento do fundo documental das bibliotecas escolares!

 

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Fonte.

 

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Um artigo sobre um debate já longo, o dos efeitos da tecnologia sobre o livro impresso:

Digital technology has certainly had a profound effect on the traditional book publishing and retailing industries, but has it also given the book a new lease of life?

At one point it looked as if the rise of e-books at knock-down prices and e-readers like Amazon's Kindle and Barnes & Noble's Nook posed an existential threat to book publishers and sellers.

"Literature found itself at war with the internet," as Jim Hinks, digital editor of Comma Press, succinctly puts it.

But contrary to expectations, the printed book is still surviving alongside its upstart e-book cousin, and technology is helping publishers and retailers reach new audiences and find new ways to tell stories.

 

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RBE


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