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Gregorio Luri · Professor

 

 

"Professor da escola" é o atributo com o qual Gregorio Luri se sente mais confortável, embora seja considerado uma das maiores referências da educação em Espanha.

 

 

Estudou educação em Pamplona e completou a graduação em Ciências da Educação e PhD em Filosofia na Universidade de Barcelona. É professor, escritor e publicou mais de vinte trabalhos sobre filosofia e educação.

 

Luri argumenta que a atenção é o novo quociente intelectual: "a capacidade de uma pessoa se mover inteligentemente na sociedade da informação dependerá da sua capacidade de atenção".

 

Garante que a música, a matemática ou a leitura são recursos eficazes para educar a atenção.

 

Além disso, o professor de origem navarra, reivindica o "senso comum" na educação familiar. "Vamos começar com o óbvio: não há famílias perfeitas", é a afirmação aguda com a qual inicia o seu livro "Louvor às famílias sensivelmente imperfeitas". Um ensaio em que o pedagogo e filósofo fala de uma "neurose de pais jovens", da qual afirma "não é suficiente para eles fazerem isso perfeito, eles querem torná-lo mais perfeito".

 

Crítico com as "belas" fórmulas pedagógicas, Gregorio Luri analisa os problemas enfrentados pelas famílias atuais. "O meu objetivo não é ensinar coisas novas, mas valorizar o que já é conhecido", diz.

 

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ReferênciaLeer amplía los horizontes de tu mundo. (2018). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 16 October 2018, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/la-atencion-es-el-nuevo-cociente-intelectual-gregorio-luri/

 

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Referência: Aprender a leer y escribir es el mejor regalo para tus hijos. (2018). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 10 September 2018, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/aprender-a-leer-y-escribir-es-el-mejor-regalo-para-tus-hijos-francesco-tonucci/

 

Francisco Mora · Doutor em Neurociência e Medicina

 

Doutor em Neurociências pela Universidade de Oxford e Doutor em Medicina pela Universidade de Granada, Francisco Mora é Professor de Fisiologia na Universidade Complutense de Madrid. Referência internacional em neuroeducação e autor de inúmeras publicações e livros como "Neuroeducação: você só pode aprender o que você ama", o professor Mora enfatiza a importância das emoções na aprendizagem.

 

 

Tudo o que somos, pensamos, sentimos e aprendemos é o resultado do nosso cérebro em constante interação com nosso corpo e com o meio ambiente, explica ele.

 

 

Mora, dá-nos as ferramentas e chaves básicas que a neurociência oferece para melhorar a aprendizagem e a memória, sempre do lado humano, afirmando que " Tentar ensinar sem saber como o cérebro funciona é como desenhar uma luva sem nunca ter visto uma mão. "

 

Defensor da necessidade de uma sólida educação ética e valores nas crianças, Francisco Mora argumenta que todas as mudanças importantes que ocorrem nas nossas sociedades ocidentais vão "reconhecer e aceitar que o ser humano é o que a educação faz dele", destacando especialmente o papel central dos professores que ele considera "a jóia da coroa de um país" e os arquitetos fundamentais desta tarefa.

 

 "São os professores que, além do conhecimento, transmitem os seus valores aos homens e mulheres do futuro", enfatiza. 

 

 

Referência: ¿Qué es la neuroeducación?. (2018). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 11 July 2018, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/que-es-la-neuroeducacion-francisco-mora/

 

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Manuela Pargana Silva, coordenadora nacional da RBE, fala sobre Cidadania e Leitura no século XXI.

 

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Histórias, leitura e palavra.

Comunicação de abertura de Manuela Silva, coordenadora da RBE, na abertura do 1.º Encontro de bibliotecas de Cascais.

 

 

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O Plano Nacional de Leitura em colaboração com a Direcção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), a Rede das Bibliotecas Escolares (RBE), o Camões IP, a Direção de Serviços de Ensino e Escolas Portuguesas no Estrangeiro (DSEEPE) e a RTP promoveram no ano lectivo de 2017/2018 a 12ª edição do Concurso Nacional de Leitura.

 

Referência: Plano Nacional de Leitura de 10 Jun 2018 - RTP Play - RTP. (2018). RTP Play. Retrieved 14 June 2018, from https://www.rtp.pt/play/p4720/plano-nacional-de-leitura

 

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Concurso nacional de leitura | entrega de prémios - blogue RBE

 

 

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A Biblioteca Municipal Vicente Campinas de Vila Real de Santo António acolhe na próxima quarta-feira, 13 de junho, entre as 10 e as 15 horas, a quarta edição do Concurso de Leitura do Baixo Guadiana, promovido  pela Rede de Bibliotecas do Baixo Guadiana, que engloba as bibliotecas municipais e escolares dos municípios de Alcoutim, Castro Marim e Vila Real de Santo António.

 

Destinado aos alunos do 3º Ciclo do Ensino Básico, o concurso contará este ano com a participação de 21 concorrentes.

 

O concurso conta com três momentos: Prova Escrita sobre a obra *Mar Me Quer* de Mia Couto; Prova de leitura em voz alta; e Prova de argumentação sobre uma obra à escolha de cada participante.

 

Anabela Baptista

Coordenadora interconcelhia

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 Correio do Minho |

 

Livros e silêncio são duas das palavras que mais aparecem associadas ao conceito de biblioteca. Contudo esta realidade já pouco tem a ver com as vivências dos jovens do século XXI. E por livros, quase sempre, a referência é a de livros impressos. Acresce ainda que, como afirmou Chris Meade, diretor do if:book London, na palestra que fez, em outubro de 2010, na IV Conferência Internacional do Plano Nacional de Leitura sob o tema Ler no século XXI Livros, Leituras e Tecnologias, o livro não é um objeto. É uma experiência, acontece na nossa cabeça e acontece no nosso coração. A literatura não é feita de papel.

Contudo, a grande maioria das bibliotecas escolares foi desenhada na lógica de disponibilizar o livro impresso. São espaços tradicionais, pouco flexíveis e insuficientemente adaptados às mudanças pedagógicas provocadas pela revolução tecnológica e digital, numa escola que queremos para todos e de sucesso escolar. As alterações na forma como os jovens aprendem, estudam e se comportam na sala de aula aliadas aos desafios colocados pela homologação do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, documento de referência para a organização e para o trabalho das escolas, exigem a adoção de metodologias variadas, nomeadamente as construtivistas e de trabalho de projeto. Verificamos, hoje, na Escola a coexistência de diferentes realida- des de ensino e, para dar resposta às competências exigidas aos alunos do século XXI colaboração, pensamento crítico, resolução de problemas, criatividade, literacias a biblioteca escolar tem que diversificar estratégias e incentivar a participação ativa e crítica dos alunos o que exige a criação de espaços que incentivem a criatividade, a produção de projetos e as aprendizagens colaborativas. Só assim a biblioteca será, efetivamente, lugar de aprendizagem e de inclusão.

Neste contexto as bibliotecas escolares do Agrupamento de Escolas Carlos Amarante apresentaram à Rede de Bibliotecas Escolares a candidatura Aprender a Criar na Biblioteca, tendo a sua proposta sido uma das selecionadas e apoiadas no âmbito das Ideias com Mérito que tem como objetivos identificar e apoiar as experiências mais consistentes e difundir as práticas melhor concretizadas pelas bibliotecas. O projeto tem a duração de dois anos e prevê a reestruturação de duas bibliotecas do agrupamento (EB de Gualtar e Escola Secundária Carlos Amarante), adequando o espaço a novas formas de trabalho e equipando-as com recursos que facilitam práticas pedagógicas inovadoras sem entrar em conflitualidade com a necessidade de espaços que privilegiem o silêncio e o estudo autónomo, imprescindíveis à aprendizagem. O projeto tem como público alvo os alunos do Ensino Profissional, do Ensino Noturno e da disciplina de oferta de escola Educação para a Cidadania Global (ECG). Prevê o desenvolvimento de atividades com recurso aos equipamentos da biblioteca escolar, nomeadamente em ambientes de aprendizagem suportados por tecnologias móveis e a melhoria das condições de projeção multimédia na Escola Básica de Gualtar.

O balanço deste primeiro ano de lançamento tem sido muito positivo tendo-se verificado, para além da contribuição e empenho dos alunos e professores pertencentes ao projeto, a participação criativa dos alunos das disciplinas de Desenho do 10ºN e de Oficina de Artes, turmas 12º M e 12º N que dinamizaram o MAKERSPACE, o novo espaço da biblioteca desenvolvido no âmbito do projeto. Este local tem como principal objetivo criar uma área acolhedora e flexível, adequada a diversas tipologias de tarefas e diferentes objetivos de aprendizagem, sendo privilegiadas as atividades colaborativas e criativas. 
O projeto está alojado em https://makerspaceaeca.webnode.pt/ace-aeca.webnode.pt/ [ligação quebrada] onde pode ser consultado.

- Com a colaboração de Ana Margarida Dias, professora bibliotecária da ESCA

 

Aprender a criar na biblioteca escolar - Correio do Minho

Referência: Aprender a criar na biblioteca escolar - Correio do Minho. (2018). Correiodominho.pt. Retrieved 17 May 2018, from https://correiodominho.pt/cronicas/aprender-a-criar-na-biblioteca-escolar/9731

 

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com Teresa Calçada |

 

A necessidade e as vantagens da leitura. A importância de ler do ponto de vista pessoal e social. A leitura como direito.

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