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Série apresentada por João Paulo Diniz, produzida para assinalar os 75 anos da Rádio em Portugal, com entrevistas de estúdio a convidados, reportagens e imagens de arquivo.

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por Catarina Moreira | Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa

Referência: Moreira, C., (2014) Evolucionismo, Rev. Ciência Elem., V2(4):318

DOI http://doi.org/10.24927/rce2014.318

 

 

Resumo

O evolucionismo admite que as espécies podem sofrer transformações ao longo do tempo.

 

O evolucionismo, contrariamente ao que se pensa tem as suas raízes nos filósofos da Grécia clássica. Anaximandro poderá ser considerado o precursor da teoria moderna do desenvolvimento, quando defende que os organismos vivos, se transformam gradualmente a partir da água por ação do calor até se formarem as formas mais complexas e que o Homem tem a sua origem em animais de outro tipo. Demócrito defendia que as formas de vida mais simples tinham origem no “lodo primordial”.

 

Muito mais tarde, já nos séculos XVII e XVIII, o trabalho do conde de Buffon, George-Louis Leclerc (1707-1788) permite desenvolver a ideia de “Transformismo”, onde se admite que as diferentes espécies derivam uma das outras por degeneração num processo lento e progressivo, existindo espécies intermédias até surgirem as formas atuais. Nesta conceção transformista da diferenciação das espécies a noção de tempo geológico é fundamental, dado que Buffon admitia que as condições ambientais a que as espécies estavam sujeitas eram fundamentais ao processo de degeneração.

 

Outro transformista da época era Pierre Louis Maupertuis (1698-1759) que acreditava que as espécies resultavam de uma seleção provocada pelo meio ambiente resultando na infinidade de seres vivos que eram observados na atualidade.

 


Em pleno século XVIII, a geologia tem um papel de destaque na compreensão dos fenómenos da natureza. Em 1778, James Hutton (1726-1759), considerado o pai da geologia moderna, publica Theory of the Earth (Teoria da Terra), um tratado sobre fenómenos geológicos que abala as ideias catastrofistas. Hutton estabelece uma idade para a Terra bastante superior àquela admitida até então e defende que as forças naturais de hoje são as mesmas desde sempre, isto é, os fenómenos geológicos repetem-se ao longo da história da Terra – Teoria do Uniformitarismo.

 

Charles Lyell (1797-1875), geólogo britânico, prossegue com as ideias avançadas por Hutton e confirma a Teoria do Uniformitarismo concluindo que:

  • as leis naturais são constantes no espaço e no tempo
  • a maioria das alterações geológicas dá-se de forma lenta e gradual

 


A ideia de um gradualismo na natureza está lançada, e embora Lyell seja relutante em admitir a transformação das espécies, as transformações geológicas inevitavelmente levam ao surgimento de teorias relativas à evolução biológica.

 


Vários cientistas vão defender a ideia de a diversidade biológica ser resultado de um processo dinâmico de transformação dos organismos ao longo do tempo. Os nomes mais marcantes serão os de Jean Baptiste de Monet, cavaleiro de Lamarck (1744-1829), Charles Darwin (1809-1882) e Alfred Russel Wallace (1823-1913).

 


Lamarck

Lamarck, naturalista francês, botânico no Jardim Botânico de Paris ao serviço do rei, elaborou diversos estudos taxonómicos que o levaram a concluir que as espécies não só se relacionam entre si, como sofrem alterações ao longo do tempo. Em 1809, publica Philosophie Zoologique onde expõe as suas ideias defendendo que a necessidade de adaptação ao ambiente leva o indivíduo a iniciar o seu processo evolutivo. A sua teoria baseava-se em dois princípios:

  • Lei do Uso e do Desuso – a necessidade de um certo órgão em determinado ambiente cria esse órgão e a função modifica-o, isto é, quando um órgão é muito utilizado desenvolve-se e torna-se vigoroso e quando não é utilizado degenera e atrofia.
  • Lei da Herança de Caracteres Adquiridos – as modificações adquiridas pelo indivíduo, pelo usos e desuso de um determinado órgão, é transmitida aos descendentes.
 

Materiais relacionados disponíveis na Casa das Ciências: (por ora estes links estão quebrados na fonte. contamos corrigi-los em breve.)

  1. A Autoestrada da Vida, acompanhe a viagem da vida pelos caminhos da evolução
  2. Mecanismos de Evolução, como é que a seleção natural leva à evolução biológica?
  3. Os Factos da Evolução – Capítulo 6, os pseudogenes e os retrovírus endógenos como prova da evolução
  4. Os Factos da Evolução – Capítulo 5, que nos dizem os genomas acerca a evolução?
  5. Os Factos da Evolução – Capítulo 4, há tempo suficiente para a evolução? Esta e outras evidências
  6. Os Factos da Evolução – Capítulo 3, o registo fóssil, a especiação e a hibridação como provas da evolução
  7. Os Factos da Evolução – Capítulo 2, mais evidências da evolução: órgãos vestigiais, biogeografia, etc
  8. Do Big Bang ao Homem III: Da Eva Até Hoje, viaje pela história dos primeiros seres humanos
  9. Do Big Bang ao Homem II: Da Vida a Eva, viaje pela história da vida na Terra
 

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1. Título

O título Dicionário de Personagens da Ficção Portuguesa (Dicionário, a partir de agora) designa um campo de descrição que adiante será especificado. A ficção portuguesa é, neste contexto, a ficção narrativa e sobretudo a ficção narrativa literária, ou seja, o romance, a novela e o conto. Ficam, assim, fora do âmbito do Dicionário as personagens dramáticas propriamente ditas, mas considera-se pertinente incluir no corpus personagens de épocas e de géneros anteriores ao romantismo (renascimento, barroco, neoclassicismo, etc.; epopeia, novela de cavalaria, novela pastoril, etc.).

 

Não se exclui a possibilidade de, noutro momento, se conferir ao título do Dicionário um conteúdo mais alargado, visando outras literaturas de língua portuguesa (p. ex.; Dicionário de Personagens das Literaturas de Língua Portuguesa) .

 

Este é, por conseguinte,  um projeto em desenvolvimento. 

 

 

 

Referência: Dicionário de Personagens da Ficção Portuguesa. (2019). Dp.uc.pt. Retrieved 10 February 2019, from http://dp.uc.pt/apresentacao/dicionario-de-personagens-da-ficcao-portuguesa

 

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Recursos e estratégias para adolescentes que foram vítimas de bullying, que querem ajudar um amigo que foi vítima de bullying ou que fizeram
bullying a alguém.

 

O bullying pode-se produzir de muitas maneiras diferentes como, por exemplo, ao dizer coisas desagradáveis, difundir rumores, publicar fotos inapropiadas, magoar alguém e proferir ameaças, entre outras coisas. Lembra-te que nunca é tua a culpa se alguém te faz bullying e que pode acontecer a qualquer um.


Estas são algumas soluções eficazes, que com outras pessoas resultaram úteis e que podem ajudar-te a resolver qualquer problema que estejas a enfrentar. É importante que te sintas confortável e seguro na forma que escolhes para lidar com esta situação. Pensa sempre primeiro nas consequências dos atos que derivem da tua decisão e se esta situação tem lugar na internet, usa uma das diversas ferramentas que oferece o Facebook para ajudar-te a lidar com o problema.

Traduzido do espanhol.

 

Conteúdo relacionado:

 

Referência: GeneraZión - Formación adolescentes. (2019). Generazion.org. Retrieved 6 February 2019, from http://www.generazion.org/index.php?r=formacion%2Fadolescentes

 

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Materiais produzidos pelo Instituto Crescer trazem sugestões e reflexões para os professores que desejam adotar novas práticas pedagógicas.

 

Com a proposta de apoiar a adoção de tecnologias digitais e o desenho de novas práticas pedagógicas, o Instituto Crescer lançou os guias “Crescer em Rede: Edição Especial Metodologias Ativas” e “Oficinas Crescer em Rede”. Disponibilizados gratuitamente, eles trazem sugestões e reflexões para professores que estão dispostos a inovar as suas metodologias de ensino.

 

No guia “Crescer em Rede: Edição Especial Metodologias Ativas”, os educadores conhecem metodologias ativas que foram testadas com os estudantes ou por meio de atividades de formação de professores realizadas pelo Instituto Crescer. O material traz orientações para as escolas que desejam organizar um grupo de estudos para apoiar a formação continuada na escola. O foco está na implementação de metodologias que contribuem para o desenvolvimento de competências da BNCC (Base Nacional Comum Curricular), como pensamento crítico, científico e criativo, uso de diferentes linguagens e cultura digital.

 

Já no guia “Oficinas Crescer em Rede”, os professores têm acesso a um conjunto de oficinas pedagógicas voltadas para o desenvolvimento de competências cognitivas e socioemocionais que podem ser aplicadas com crianças e adolescentes em diferentes contextos de aprendizagem, da educação formal até o contraturno. Todas as atividades foram planeadas para um período de 3 horas, utilizando materiais simples que estão disponíveis em qualquer escola. Entre as sugestões, estão atividades de circo, educomunicação, música e recriação.

 

Os guias foram produzidos com licença Creative Commons que permite o uso integral ou remixados, conforme os interesses de cada instituição, desde que mencionado o crédito de autoria. Os materiais estão disponíveis no site do Instituto Crescer.

 

Replicado da fonte com adaptações linguísticas.

 

Referência: Guias gratuitos ajudam professores a inovar e usar metodologias ativas - PORVIR. (2019). PORVIR. Retrieved 6 February 2019, from http://porvir.org/guias-gratuitos-ajudam-professores-a-inovar-e-usar-metodologias-ativas/

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por Ingrid Mosquera Gende

[Profesora adjunta en la Universidad Internacional de La Rioja. Dpto. Inglés. Facultad de Educación. Doctora en filología inglesa. DEA en Psicología de la Educación. Postgrados en Alteraciones de la Audición y el Lenguaje y en Estrategias de Aprendizaje. Máster en Docencia Universitaria.]

 

Eu sou fã do Twitter. Mesmo que tenha aspectos negativos, colocando os prós e contras numa escala, não tenho dúvidas. Para começar, precisamos conhecer o mais básico  e,  para isso, permito-me partilhar consigo o videotutorial acima em que explico algumas ideias para nos apresentarmos no Twitter com um propósito educativo.

 

Siga as contas

Uma das possibilidades mais interessantes do Twitter , e a mais conhecida, é seguir outras contas. Há muitos artigos que nos oferecem um compêndio das melhores contas educativas no Twitter , mas acho que cada um deve seguir o seu instinto, sem se deixar levar pelo número de seguidores que um utilizador pode ter . Quando entra no Twitter e começa a procurar por contas e pode ver quem está seguindo a quem, algumas contas vão levá-lo para outras pessoas e nós mesmos podemos decidir quem seguir e quem não seguir. Recomendo seguir professores que publicam as suas experiências e o dia a dia na sua sala de aula, podemos aprender muito com eles.

 

Listas

Pode chegar um momento em que seguimos tantas pessoas que nos parece que há informações perdidas ao longo do caminho. Para isso, nós podemos criar as nossas próprias listas , tanto com pessoas que seguimos como com pessoas que não seguimos. Podemos criar listas dedicadas a tópicos específicos que sejam do nosso interesse, para as consultarmos quando julgarmos apropriado. Este é o exemplo de uma lista que preparei, com apenas 10 membros, das quase 900 contas que atualmente acompanho. Quando vou à lista, vejo apenas as publicações desses 10 membros. Esta é uma maneira não exclusiva de filtrar e organizar as informações no Twitter .

 

Momentos

Para mim, os momentos foram uma grande descoberta . Isso significa aglutinar num único espaço os tweets que são especialmente interessantes , das contas que são, sejam ou não seguidas. Para dar um exemplo, este é um momento que criei, chamado Experiências na sala de aula , é muito mais visual se puder vê-lo no seu telemóvel. Defini-lo-ia como um ebook interativo no qual reuno experiências que utilizadores, professores, compartilham no Twitter . Muitas ideias podem ser retiradas, vendo o que os colegas estão a fazer nas suas salas de aula. Ele vai continuar a crescer.

 

Hashtags

As hashtags são rótulos que, com este símbolo #,  permitem agregar os twits de um tema específico . Quando pesquisa no Twitter , pode procurar todas as postagens que possuem hashtags específicas . Existem hashtags educativas muito recorrentes. Além disso, usando hashtags, em dias e horários específicos, geralmente uma hora, eventos educacionais ocorrem no Twitter, de diferentes tópicos, que muitos professores usam para discutir e aprender sobre novos recursos e experiências. Vai descobri-los facilmente seguindo professores e visualizando as suas publicações.

 

 

Traduzido do espanhol com adaptações.

 

Referência: Twitter: una gran oportunidad de aprendizaje para alumnos y docentes. (2019). El Blog de Educación y TIC. Retrieved 30 January 2019, from http://blog.tiching.com/twitter-una-oportunidad-de-aprendizaje/

 

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Assumindo o desígnio, inscrito na Carta do Conselho da Europa sobre a Educação para a Cidadania Democrática e a Educação para os Direitos Humanos (web | pdf ING | pdf PT), de transformação da sociedade por via da educação de cada cidadão, a RBE criou um sítio em linha, Cidadania e Biblioteca Escolar – Pensar e Intervir, com o propósito de promover uma cultura de cidadania democrática, reforçando o papel da biblioteca escolar no aprofundamento dos conteúdos do currículo e na formação integral das crianças e jovens nos dias de hoje, em convergência com a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania e o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.

 

Enquadrando-se no plano não formal e informal da educação, os conteúdos deste sítio estruturam-se em três áreas de ação, nas quais as crianças e jovens são os protagonistas:

Dinâmicas educativas ou jogos de aprendizagem promotores de atitudes e comportamentos que favoreçam a tomada de consciência, decisão e intervenção em grupo e no espaço público; 

Clips ou ações do quotidiano que, não obstante o caráter espontâneo e efémero, podem ajudar ao envolvimento e à intervenção;

Notas das escolas, espaço de partilha, pelas escolas, de ações que realizaram na área da cidadania.

 

Olhando para o presente, o ideal humanista de construção do conhecimento, alicerçado no bem e no belo, surge ameaçado. Olhando para o futuro, vemos na qualidade e continuidade das aprendizagens que todos possamos realizar o caminho que nos pode aproximar do cumprimento deste ideal. Confiamos nos responsáveis das bibliotecas para esta missão.

 

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A equipa do Concurso Media@ção criou um conjunto de pequenos vídeos para apoiar alunos e professores na área da produção de vídeo e, em especial, aqueles que vão candidatar-se ao concurso. Cada um daqueles centra-se sobre uma das etapas: desde a criação da história e do guião, aos aspetos mais técnicos como a luz, o som, os planos ou a edição. Estão disponíveis aqui>>

 

Esperamos que sejam úteis a todos os que se interessam pelo vídeo e que consigam entusiasmar novos alunos e docentes a participar no concurso Media@ção, este ano sobre o tema Media, democracia e tolerância

 

Atenção ao prazo final de entrega dos trabalhos: 15 de março

 

Encontra todas as informações sobre o concurso aqui>>.

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Download: A descoberta das florestas | Download: Didática para professores | FAO 2018 |

 

 

Uma menina constrói um castelo num campo com galhos como torres, as folhas como uma cobertura e outra maior que atua como uma rampa para descer. Ela usa raízes e frutas variadas para decorar o seu divertido jogo da tarde na natureza de Cádiz e, em seguida, com as suas bonecas prepara uma performance teatral para a sua família na sua construção de madeira e oxigénio. "Há muito tempo que não me divertia tanto", diz, encantada após o aplauso do público. Não há necessidade de plástico, baterias ou paredes para a pequena se sentir confortável sentada no chão. Que o contato com o ambiente gera felicidade, que acalma o espírito ou que se relaciona com os ritmos do dia e das estações são debates históricos que com a proliferação de ambientes urbanos recuperaram o interesse. A descoberta das florestas , publicada este ano pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), apresenta um guia de aprendizagem para crianças menores de 10 a 13 anos e outro guia de Didática para professores.

 

Quase 70.000 espécies de plantas têm uso medicinal em todo o mundo

 

"Quando bebemos um copo de água, escrevemos num caderno, tomamos medicamentos para a febre ou construímos uma casa, nem sempre relacionamos isso com as florestas, mas esses e muitos outros aspectos de nossas vidas têm a ver com elas". diz a introdução do livro infantil, que é dividido em quatro módulos: O que é uma floresta? Florestas e água, O que podemos extrair das florestas? E de quem é a floresta? É uma publicação projetada para ir ao exterior, descobrir, explorar, sentir e respirar o que é estudado e descobrir a magia da natureza. "É projetado para que as crianças façam as perguntas primeiro e encontrem as respostas, com uma técnica chamada Inquiry Based Learning.. Elas têm que propor uma hipótese e depois observar e experimentar e ler as respostas no livro. Então são elas que geram as suas conclusões, como se fosse ciência para as crianças ", explica Elsa Rattoray, pedagoga que preparou o material didático, que inclui atividades e jogos e trata de temas que vão desde a pirataria biológica até ao manejo da terra.

 

*Traduzido do espanhol com adaptações.

 

Referência: Lucas, Á. (2019). Este libro te guía por la magia de los bosquesEL PAÍS. Retrieved 7 January 2019, from https://elpais.com/elpais/2018/12/26/planeta_futuro/1545842819_003986.html

 

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Este guia fornece ferramentas práticas para ajudar professores do jardim de infância até ao final do ensino secundário a integrar a literacia digital na sua prática em sala de aula.

 

O guia examina as áreas específicas de competência que o MediaSmarts identificou como críticas para a aprendizagem dos alunos até o final do ensino secundário: ética e empatia, privacidade e segurança, mobilização da comunidade, saúde digital, consciencialização do consumidor, encontrar e verificar e criar e remixar

 

O guia aborda os desafios comuns associados à integração total da literacia digital na sala de aula, como as limitações da tecnologia disponível e as preocupações de gestão da sala de aula, e inclui ligações para o MediaSmarts e outros recursos relevantes, bem como aplicativos e ferramentas para criar media digital na sua sala de aula.

 

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