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Indisciplina na Escola | e-book

Questões-chave da educação

30.11.19

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Sinopse

"Continua a não ser fácil para os agentes educativos acreditarem que uma causa tão próxima e até tão óbvia como o insucesso académico possa ter alguma importância na configuração da indisciplina"

João A. Lopes

 

"É imperativo que se desenvolvam programas/planos escolares que previnam e que reduzam a violência juvenil ao mesmo tempo que promovem a motivação dos alunos, levando-os a conseguir um maior sucesso escolar"

Dorothy L. Espelage

 

Título: Indisciplina na escola
Prefácio: Helena Damião
Autores: Dorothy L. Espelage, João A. Lopes Tradução: Sara Nogueira
Revisão: Helder Guégués
Design e paginação: Guidesign
Colecção: Questões-chave da Educação
Edição: Fundação Francisco Manuel dos Santos 1.a edição: Outubro de 2013
© Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2013 Impressão: Guide Artes Gráficas, Lda.

ISBN: 978-989-8662-34-7 Depósito Legal n.o: 365 613/13

 

Referência: Escola, I., Escola, I., Lopes, J., Espelage, D., & Santos, F. (2013). Indisciplina na Escola | Publicações | FFMSFundação Francisco Manuel dos Santos. Retrieved 30 November 2019, from https://www.ffms.pt/publicacoes/detalhe/630/indisciplina-na-escola#page-sinopse-630

 

Manual de educação para a cidadania digital

Ser criança na era da tecnologia

28.11.19

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As crianças de hoje vivem num mundo em rápida mudança, cujos horizontes se estão a ampliar. A tecnologia trouxe-lhes não apenas novas experiências para viver, mas também uma dimensão totalmente nova às suas vidas diárias num mundo etéreo a que chamamos "estar online". Crianças e jovens devem, portanto, ter valores, competências, atitudes, conhecimentos e entendimento crítico para enfrentar os desafios colocados pelas tecnologias digitais e pela Internet, bem como para aproveitar uma ampla gama de oportunidades. 

Manual de educação para a cidadania digital - Ser criança na era da tecnologia fornece informações, ferramentas e as melhores práticas para apoiar o desenvolvimento dessas competências, em consonância com a vocação do Conselho da Europa para proteger as crianças e capacita-as para viverem juntas em pé de igualdade nas sociedades democráticas culturalmente diversas de hoje, tanto online como offline.

Este manual é destinado a professores, pais e decisores políticos. Descreve detalhadamente as múltiplas dimensões que compõem cada um dos 10 domínios da cidadania digital e inclui uma ficha informativa sobre cada um deles, que oferece ideias, as melhores práticas e outras referências para ajudar os educadores.

O Manual para a educação e para a cidadania digital baseia-se no quadro de competências do Conselho da Europa para uma cultura de democracia e complementa o Manual da Internet como parte de uma abordagem coerente para a educação dos cidadãos e para a sociedade do futuro.

 Faça o download do Manual de educação para a cidadania digital (disponível apenas em inglês)

 

Referência: numérique, E., presse, S., technologie, E., & l'Europe, C. (2019). Etre enfant à l'ère de la technologieEducation à la citoyenneté numérique. Retrieved 28 November 2019, from https://www.coe.int/fr/web/digital-citizenship-education/-/being-child-in-the-age-of-technology-difgital-cititzenship-education-handbook

 

 

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Por ocasião do Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher, com o apoio da Delegação Permanente do Canadá na UNESCO e em colaboração com a França Médias Monde, a UNESCO apresenta em 22 de novembro de 2019 na sua sede, em Paris, a publicação "Relatório sobre a violência contra meninas e mulheres: um manual para jornalistas".

Concebido no âmbito do mandato da UNESCO de promover o desenvolvimento nos media, da educação jornalística e da igualdade entre homens e mulheres, este manual é um recurso para profissionais dos media em todo o mundo, com a intenção de estimular a reflexão sobre as práticas atuais de informação, promovendo e melhorando a cobertura ética da violência de genero.

"Abordar a violência de género significa abordar uma questão que preocupa a humanidade. Refletir sobre representações tendenciosas, estereótipos, preconceitos e violência contra meninas e mulheres significa introduzir mudanças para que, finalmente, essa violência seja coberta pelos media de uma maneira que reflita plenamente as preocupações das nossas sociedades ...] Os jornalistas podem ajudar a quebrar o silêncio e a tirar esse assunto da esfera privada, onde muitas vezes permanece relegado ".

Trecho de "Reportagem sobre violência contra meninas e mulheres: manual para jornalistas", UNESCO, Paris, 2019

 

A publicação

O jornalismo ao serviço do interesse público é uma alavanca essencial na luta contra a violência contra mulheres e meninas. Embora a cobertura tenha melhorado nos últimos anos em muitas partes do mundo, os relatórios atuais sobre violência de género ainda estão longe de descrever com precisão o escopo e a profundidade do que poderia ser descrito como uma epidemia global, mas silenciosa.

(...)

primeiro capítulo fornece conhecimentos básicos e referências em 10 áreas temáticas:

  • Cyberbullying e assédio online de mulheres jornalistas
  • Assédio sexual, agressão sexual e estupro
  • Feticidio e infanticidio específicos de género
  • Tráfico de seres humanos e contrabando de migrantes
  • Os chamados crimes de "honra"
  • Casamentos forçados
  • Casamentos precoces ou casamentos de crianças
  • Mutilação / Ablação Genital Feminina
  • Violência contra as mulheres em conflito          
  • Violência de um parceiro íntimo ou antigo e assassinatos domésticos

Fornece aos profissionais dos media algumas recomendações e exemplos de boas práticas. O manual também visa ajudar os jornalistas a lidar melhor com os dilemas que enfrentam ao reportar essas questões específicas de género.

Cada subcapítulo temático inclui as seções Definição, Figuras, Explicações e Contexto, bem como dicas e boas práticas sobre como abordar o tópico. Também contém um glossário com as principais noções e uma lista de recursos úteis em relação ao tópico. O manual mostra como cada tipo de violência ocorre nos países em desenvolvimento e nos países desenvolvidos e, portanto, diz respeito a todos nós.

segundo capítulo oferece recomendações gerais sobre como abordar e enquadrar histórias sobre a violência contra mulheres e meninas. Fornece conselhos práticos sobre as principais etapas do processo de criação de relatórios e edição, como garantir o senso de dignidade, a segurança e confiança dos entrevistados, o consentimento informado, a audição receptiva, a escolha do local, a sensibilidade cultural, a escolha do intérprete, a entrevista das crianças, a escolha das imagens, etc.

Uma seção final contém uma lista de declarações, resoluções e convenções internacionais.

O manual “Denunciar violência contra meninas e mulheres: um manual para jornalistas” está disponível em francês e inglês aqui.

 

Referência: Informar sobre las violencias contra las niñas y las mujeres: La UNESCO lanza una nueva publicación. (2019). UNESCO. Retrieved 26 November 2019, from https://es.unesco.org/news/informar-violencias-ninas-y-mujeres-unesco-lanza-nueva-publicacion

 

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Introdução

A Supervisão tem conquistado espaço em vários campos profissionais ainda que esteja longe de se afirmar como algo acolhido benéfica e construtivamente em alguns dos campos de trabalho com forte importância no desenvolvimento humano. É conhecida como uma função que apresenta uma faceta expressa em dilemas, tais como: necessária/desnecessária, abundância/carência, acarinhada/desprezada, próxima/longínqua e útil/inútil. Há um apelo constante à importância da Supervisão sendo frequentemente apontada a sua ineficiência ainda que exigida numa sucessão de documentos que se distribuem por diferentes áreas da vida em sociedade.

Aponta-se a ineficácia da supervisão como uma das principais causas do fracasso de projetos, de funções, de áreas de trabalho ou de simples atividades; em paralelo, parece existir um receio constante, mas tímido ou exuberante da supervisão. Clama-se pelo exercício da supervisão no desempenho de qualquer profissão e, em simultâneo, desgasta-se o seu significado pelo sentido invertido, e até perverso, que se lhe atribui. Esta tensão entre o desejo de supervisão e o receio em relação a essa prática radica numa outra tensão – aquela que existe entre supervisão como processo promotor de crescimento e melhoria, ou como processo de controlo. [...]

 

Ficha Técnica

Título: Supervisão: Modelos e processos

Coordenação: Maria Ivone Gaspar

Autores: Ana Carlos, Fernanda Lamy, Filipa Seabra, Lúcia Massano, Maria Ivone Gaspar, Paula Silva, Rui Eira, Sandra Galante, Susana Henriques

Coordenação de edição: Francisco Martins Imagem de capa: jma

Editor: Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa

Data de edição: janeiro de 2019

Local: Rua Diogo Botelho,1327|4169-005|Porto | Portugal

ISBN: 978-989-54364-0-8

Etiquetas:

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Bases biológicas da curiosidade

[...]

Quando falamos em curiosidade é recomendável pensá-la como uma faca de dois gumes. O mesmo se aplica para o fenómeno da descoberta e da aprendizagem. A História da Ciência mostra que o seu curso foi basicamente desenhado a partir da curiosidade de seus protagonistas. Isaac Newton revolucionou a Física quando demonstrou interesse sobre um fenómeno observado: a queda de uma maçã.

A falta de resposta aliada a sua curiosidade sobre o mundo o motivou a buscar resposta para sua pergunta, essa que hoje conhecemos como teoria da Gravidade. Outro exemplo: a paixão e o interesse pelos besouros e outros animais conduziu Charles Darwin a uma das aventuras mais revolucionária dos últimos tempos, que modificou por completo a forma como enxergamos a origem e a evolução da vida na Terra. O próprio Einstein disse uma vez: “Eu não tenho nenhum talento especial: sou apenas apaixonadamente curioso”. Já o lado perigoso da curiosidade reside em sua associação com comportamentos exploratórios exagerados e com consequências nefastas. [...]

 

Referência:

E87a Eugênio, Tiago J. B.

Aprender a partir da curiosidade. – Tiago J. B. Eugênio - São Paulo: TJBE, 2019.

44p.

ISBN: 978-85-85350-03-1
1. Neurociência 2. Educação 3. Psicologia Aprender a partir da curiosidade. Tiago J. B. Eugênio

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Torelló, Josep (2015). La música en las Maneras de Representación cinematográfica.

Colección Transmedia XXI. Barcelona: Laboratori de Mitjans Interactius.

 

Prólogo

La musica se ve en el cine  - Jaume Duran

Todavía se puede decir que el cambio más importante en el mundo del cine, el primer gran audiovisual de la historia, se produjo en 1927 con la incorporación del sonido. Comúnmente, se denomina el periodo anterior a esta fecha como cine mudo o silente. Pero el cine nunca fue mudo. Casi siempre había habido un piano o un comentador a pie de pantalla o, cuando no, para las grandes ocasiones, una buena orquesta.

Ahora bien, a finales de la década de 1920, y por más que ya se habían dado algunas experimentaciones al respecto desde principios de ésta e incluso un gran interés desde sus orígenes, el Vitaphone fue el primer sistema eficaz de sonido sincronizado, registrado en grandes discos armonizados con la imagen que, a principios de la década de 1930, fue substituido por el Movietone, que incorporaba la banda sonora en el propio fotograma. [...]

 

 

Os direitos da criança | e-book

Reedição

21.11.19

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Adaptação do texto da Convenção Sobre os Direitos das Crianças: Paula Cristina Martins e Sara Pereira
Capa, ilustrações e arranjo gráfico: Arlindo Fagundes
ISBN: 978-989-8600-89-9
 
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Conhece os teus direitos
 
A Convenção sobre os Direitos das Crianças foi aprovada em Nova Iorque, em 20 de novembro de 1989, na Assembleia Geral das Nações Unidas, faz este ano 30 anos. Nos países em que foi ratificada (isto é, aceite como válida) passou a ser lei desse país. Praticamente todos os países do mundo aceitaram a Convenção dos Direitos da Criança. Portugal foi um desses países.
 
Apesar da evolução positiva dos Direitos das Crianças ao longo dos 30 anos da Convenção, há muitos que ainda não são reconhecidos. Para mudar esta realidade e contribuir para a igualdade de todas as crianças é importante conhecer, divulgar e refletir sobre esses direitos.
 
Foi por isso que em 1998 duas entidades que entretanto foram extintas – o Governo Civil de Braga e o Instituto de Estudos da Criança da Universidade do Minho – publicaram este livro, em linguagem simples, para que todos a entendam.
 
Passadas três décadas, o Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS) e o Centro de Investigação em Estudos da Crianças (CIEC), ambos da Universidade do Minho, empenhados igualmente em pôr em prática esta Convenção, decidiram reeditar este livro, para que conheças e entendas bem os teus direitos e ajudes a promovê-los, na tua família, na tua escola, nos teus grupos de amigos, nos sítios que visitas... É por isso importante que leias este livro e que fales sobre ele.
 
Novembro de 2019
 

Referência: Os direitos da criança. (2019). Lasics.uminho.pt. Retrieved 21 November 2019, from http://lasics.uminho.pt/ojs/index.php/cecs_ebooks/issue/view/257

 

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Em que ponto estamos?

Desde a disseminação dos computadores pessoais nos anos 80 do século passado, a expansão da World Wide Web nos anos 90 e o surgimento das redes sociais e dos dispositivos móveis nos anos 2000, a tecnologia digital tem sido um catalisador de mudança social nas sociedades contemporâneas. Apesar de as escolas terem feito grandes esforços nas duas últimas décadas para se adaptarem às novas condições sociais e tecnológicas, a perceção geral é de que a vida social das crianças, pré-adolescentes e adolescentes gira em torno de um conjunto de tecnologias digitais e de novas práticas que são muitas vezes diferentes das dos pogramas educativos das escolas. [...]

 

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Download | 2019 |

Um recurso para a dinamização do pensamento crítico dos alunos. Para professores de todos os níveis de ensino, apresenta fundamentação teórica, planificação e estratégias de aprendizagem e avaliação.

 

Tim Kenyon

Professor e Investigador na Brock University (Canadá)

O ensino do pensamento crítico é uma espécie de enigma. Por um lado, é um dos elemen-tos mais exigidos no mundo educacional, com uma rara convergência entre políticos, comentadores, ativistas sociais, grandes organizações empresariais e os próprios educadores, que concordam que as competências de pensamento crítico são uma necessidade pedagógica urgente para a prosperidade económica, social e cultural. Por outro lado, nunca os educado- res foram tão explícitos ao afirmar que já promovem as competências de pensamento crítico nos seus programas e nas suas práticas. Desde o jardim de infância ao ensino superior, na formação académica ou vocacional, apenas precisamos de olhar para os currículos e para as descrições das disciplinas para verificar que todos estão a ensinar o pensamento crítico.

Como podemos precisar de forma tão “desesperada” de algo que todos já estão a fazer?

O problema é, em parte, a falta de clareza sobre o que se entende por ensino do pensa- mento crítico. Por que razão os professores não haveriam de considerar que o ensino inclui o pensamento crítico quando, no sentido mais amplo, as competências de raciocínio crítico são apenas competências de raciocínio, ponto final? Os aspetos interessantes e difíceis do pensamento crítico relacionam-se com o modo como competências e atividades de raciocínio que pareceriam bastante básicas de outra forma se interligam, como se ativam em rede nos momentos certos, como podem ser transformadas em atividades reflexivas e como podem ser relacionadas com as respostas sociais e emocionais apropriadas para serem eficientes quando ativadas. Por exemplo, a aritmética está entre o conjunto de competências de pensamento crítico, no sentido de que muitas vezes é preciso usar a aritmética elementar para pensar de modo crítico. Isso significa que apenas ensinar aritmética é ensinar o pensamento crítico? Se lhe atribuirmos esse significado, então como é que percebemos um défice mundial de pensamento crítico, quando competências como a numeracia são ensinadas de forma universal? [...]

 

Referência: Lidel, G. (2019). Educar para o Pensamento Crítico na Sala de Aula - Planificação, Estratégias e Avaliação. Issuu. Retrieved 12 November 2019, from https://issuu.com/lidel/docs/9789896930929_educar_para_o_pensame

 

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Orgs: José Carlos Morgado, Joana Sousa, Antonio Flávio Moreira, Arlindo Vieira

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Introdução

Como campo de fronteiras muito porosas, que se ampliam na confluência de distintas visões sobre o Homem, a Sociedade, a Educação e a Formação, o currículo vem, progressivamente, a consolidar-se como área de referência no domínio das Ciências da Educação, em todo o Mundo. Tal consolidação perspetiva-se por diversos desafios teóricos e metodológicos que procuraram interpelar as políticas e as práticas curriculares, com intuito de clarificar quer os propósitos que norteiam o fenómeno educativo, quer as transformações que, se quisermos melhorar a sua qualidade, é necessário introduzir nesse processo. Daí a importância de um amplo debate sobre as decisões curriculares, tanto no interior como no exterior das instituições educacionais, uma vez que delas depende, em grande parte, a forma como se idealizam e concretizam os propósitos educativos.

O último Colóquio sobre Questões Curriculares, realizado na Universidade de Cabo Verde (UNICV), procurou contribuir para esse debate. Os textos que integram este livro, e que serviram de base às Conferências e às Mesas Redondas realizadas no Colóquio, demonstram-no, uma vez que testemunham diferentes visões dos seus autores relativamente às temáticas centrais do Colóquio: o Currículo, a Formação, a Crioulidade e a Internacionalização. [...]

Referência: Universidade da Madeira (2019). Www3.uma.pt. Retrieved 11 November 2019, from http://www3.uma.pt/jesussousa/Publicacoes/113.EBook.pdf


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