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Cartaz digital produzido pela equipa da biblioteca da Escola Secundária Raul Proença, relativo à celebração do Dia da Biblioteca Escolar, a 28 de outubro, que vai envolver um intercâmbio entre turmas das escolas secundárias de Caldas da Rainha (ES Raul Proença e ES Rafael Bordalo Pinheiro) e Torres Vedras (ES Henriques Nogueira e ES Madeira Torres). 
 
Com o apoio da CP (na sequência do protocolo estabelecido este ano com a RBE), alunos das duas cidades farão animações de leitura nas viagens de comboio para Torres Vedras/Caldas da Rainha e serão recebidos no destino por colegas da cidade parceira do projeto, com atividades que pretendem ser uma amostra do melhor que se faz nas nossas bibliotecas nos dias de hoje. 
 
Desta forma, os alunos de 4 turmas das escolas secundárias de Torres Vedras (ES Henriques Nogueira e ES Madeira Torres) e de Caldas da Rainha (ES Raúl Proença e ES Rafael Bordalo Pinheiro), acompanhados por professores e professores bibliotecários, farão animações de leitura na viagem de comboio na linha do Oeste entre as duas cidades. Os alunos viajantes serão recebidos pelas escolas anfitriãs da cidade parceira com atividades (percurso Bordaliano e percurso sobre Sustentabilidade com recurso a QR code) e animações de leitura.
 
Assim se vai assinalar o Dia Nacional da Biblioteca Escolar, em ambiente festivo e com particular impacto junto da comunidade.

 

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Onde para a leitura?

Este é o mote escolhido pela Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) para assinalar, a 28 de outubro, o Dia Nacional da Biblioteca Escolar. As iniciativas irão decorrer na Casa das Histórias Paula Rego e numa carruagem de comboio da CP, envolvendo alunos do concelho de Cascais.

A pergunta “Onde para a leitura?” leva os jovens a refletirem sobre o perfil do leitor e da biblioteca, a partir de situações reais no âmbito da mobilidade sustentável.

As bibliotecas escolares estão convidadas a associar-se a esta comemoração, adaptando o programa proposto aos diversos territórios. Para o efeito, a RBE sugere, no Instagram, a utilização das hashtags #diariografico_rbe e #vozesemrede_rbe.

Esta proposta enquadra-se no tema definido pela International Association of School Librarianship (IASL) para o Mês Internacional da Biblioteca Escolar 2019 - Vamos imaginar

 

Veja também:
Atividades [PDF]
Atividades
 
Atividades Cascais [PDF]
Atividades Cascais

TEDNYC  Março de 2017

Author Michael Bierut
Article title: How to design a library that makes kids want to read
Website title: Ted.com
URL: https://www.ted.com/talks/michael_bierut_how_to_design_a_library_that_makes_kids_want_to_read#t-114982

 

Conteúdo relacionado:

 

 

 

 

 

 

 

 

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O tema para o International School Library Month (ISLM) em 2019 é "Let's Imagine", que traduzimos para "Vamos imaginar". Baseia-se no tema da conferência de 2019 da IASL "Convergência - Empoderamento - Transformação: Bibliotecas Escolares". Este ano, a International Association of School Librarianship (IASL) convida os participantes a pensar e celebrar a ligação entre livros, leitura e bibliotecas escolares e a imaginação.

A escolha de uma formulação temática tão abrangente e acessível a todos veio ao encontro de um desígnio abraçado pela RBE, o da biblioteca escolar como lugar por excelência da vivência de uma cidadania ativa e participada.

Assim, desenhámos um conjunto de propostas que convidem a celebrar o ISLM 2019 através de projectos e atividades para explorar e expressar o tema deste ano, não apenas numa perspetiva simbólica mas de convergência para a reflexão e a ação que os desafios atuais convocam. Acreditamos que as bibliotecas são espaços vivos, cujos atores principais são as crianças e jovens, seus utilizadores. Esperamos que o MIBE 2019 seja uma celebração mundial criativa e imaginativa do poder das bibliotecas para transformar o mundo.


 
Atividades [PDF]
Atividades

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No mês de outubro, no esplendor da estação de outono, do latim autumnus, comemore as bibliotecas escolares! Estamos no «outono / empoleirado num ramo seco / um corvo», expresso neste belo haiku do poeta Matsuo Bashô (1644-1694).

Em Portugal, o Dia da Biblioteca Escolar é assinalado na quarta segunda-feira de outubro, este ano, dia 28, mas em todo o mundo, e segundo a proposta da International Association of School Librarianship (IASL), o mesmo pode ser comemorado durante um dia, uma semana ou mesmo durante o mês de outubro.

O tema proposto este ano pela IASL para a comemoração do International School Library Month (ISLM) é “Let’s Imagine” – “Vamos Imaginar”e baseia-se no mote principal da Conferência Anual da IASL, intitulada, Convergence, Empowering, Transformation: School Libraries”, a realizar entre os dias 21 e 25 de outubro, em Dubrovnik, Croácia ( http://www.iasl2019.hr/ ).

A equipa responsável pela comemoração da IASL, presidida por Breege O’Brien (Irlanda), e pelos restantes membros, Sunita Malekar (Índia), Hosea Tokwe (Zimbabwe), Chhavi Jain (Índia),  Abha Singh (Índia) Ms. Ramandeep (Índia) Seema Satti (Índia) e Inez Kinanthi (Indonésia), convidam todos, membros e não membros, a pensar e celebrar a ligação entre os livros, a leitura, as bibliotecas escolares e a imaginação. A todos fica o convite de partilhar ideias e a imaginação através do email: celebrateschoollibraries@gmail.com.

Chhavi Jain, responsável pelo design do marcador de livros e cartaz do International School Library Month (ISLM) deste ano, da IASL, deixa-nos esta citação para imaginar: «padrões caleidoscópio são infinitos e dão asas à imaginação. Cada padrão é diferente e as crianças podem imaginar um número de coisas com esses padrões. Neste padrão eu posso imaginar livros em todas as quatro direções, e as crianças com livros. Cada padrão pode definir uma história… ».

Poster do International School Library Month (ISLM) 2019, da International Association of School Librarianship (IASL). Design e criação de Chhavi Jain.

 

Numa sociedade mundial em constante transformação física, digital e ambiental, as bibliotecas escolares transformam a aprendizagem e, como «coração das escolas», devem dar cada vez mais, asas à imaginação. As asas devem sobrevoar as áreas da literacia da leitura, literacia da informação, literacia digital e literacia dos media, a fim de contribuírem para a prossecução dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, os 17 objetivos para transformar o mundo, das Nações Unidas.

Independentemente da tipologia de biblioteca em que trabalhamos, findo com uma frase de D. José Tolentino Mendonça, poeta, responsável pela Biblioteca e Arquivo da Santa Sé, futuro cardeal em outubro – mês das bibliotecas escolares e em pleno outono, que nos dá asas à imaginação: «trabalhar numa biblioteca é projetar o futuro».

AutorAna Margarida da Costa

 

ReferênciaComemore as bibliotecas escolares em outubro! “Vamos Imaginar” em 2019. (2019). Bad.pt. Retrieved 18 September 2019, from https://www.bad.pt/noticia/2019/09/16/comemore-as-bibliotecas-escolares-em-outubro-vamos-imaginar-em-2019/

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García Guerrero, José. Bibliotecas escolares con futuro. 

Fundación Germán Sánchez Ruipérez, 2015

 

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As Bibliotecas escolares são escola. A sua ação está vinculada à escola. O seu futuro está ligado ao futuro da escola. Devemos, entre todos, convertê-las em recursos relevantes do processo educativo, em ambientes que agregam valor, em centros de recursos para o ensino e a aprendizagem que atuam como agentes mediadores e de formação. Este aspecto representa o elemento chave para o futuro das bibliotecas escolares.

Se a biblioteca da escola responder às reais necessidades e requisitos do currículo, ao trabalho diário e à diversidade dos alunos, a biblioteca estará ao serviço das reais necessidades da escola e garantindo o seu futuro. Quando a biblioteca atua como um eficiente centro de informações e recursos de aprendizagem para a promoção da leitura e o apoio ao currículo, a comunidade educativa entende-o como um ambiente e um lugar com futuro e significado.

Em 2014, o Estado espanhol não possuía um sistema articulado de bibliotecas escolares. Essa era a realidade, apesar das tentativas ministeriais de impulsionar as bibliotecas por meio de doações, programas, incentivos, prémios, estudos, materiais, portais, formação, etc., abordados principalmente durante o período 2005/2010. 

Enquanto países como Portugal praticamente armam esse sistema continuamente e com elementos de sustentabilidade desde 1996 com uma densa "Rede de Bibliotecas Escolares" e o Chile comemora vinte anos de desenvolvimento de sua rede de bibliotecas CRA, em Espanha, cada Comunidade Autónoma seguiu o seu caminho e criou o seu ecossistema de bibliotecas escolares, sem uma clara articulação nacional.

 

Referência: Arévalo, J. (2019). Bibliotecas escolares con futuroUniverso Abierto. Retrieved 2 September 2019, from https://universoabierto.org/2019/08/28/bibliotecas-escolares-con-futuro/

 

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O Projeto “D’ÁQUEM, ALÉM-MAR,” nasceu de uma candidatura ao projeto “LER+MAR”.


A escola, que integra o  Programa “Territórios Educativos de Intervenção Prioritária”, TEIP3, está inserida numa comunidade com contexto socio-cultural  carenciado e com uma população reduzida.


O projeto "D’AQUÉM, ALÉM-MAR,” convocou saberes e competências na construção e comunicação de conhecimentos sobre o MAR – intrinsecamente ligado ao nosso concelho e cultura, mas distante das vivências dos alunos.


Implementou dinâmicas de trabalho cooperativo e colaborativo, desenvolvendo competências a partir do tema estruturante, numa perspetiva multidisciplinar, articulada e transversal que associou as dimensões: literária, ambiental, científica e tecnológica, geográfica, histórica, cultural e artística.


Com o desenvolvimento deste projeto, explorou-se o tema "Mar" nas suas múltiplas potencialidades não só como elemento natural, fonte de vida, bem estar, sua defesa e subsistência, mas também como presença forte na literatura, pintura e demais expressões artísticas.

Fátima Bonzinho
Coordenadora Interconcelhia da RBE

[Texto e locução da professora bibliotecária e coordenadora do projeto, Ana Sequeira]

As bibliotecas escolares são uma ferramenta necessária e imprescindível ao serviço das diversas comunidades educativas. Para alcançar esse fim, é necessário dar-lhes visibilidade e demonstrar a sua importância como espaços de desenvolvimento e promoção da aprendizagem e da leitura dentro dos agrupamentos e das escolas não agrupadas.

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Sobre isso, tem-se trabalhado e refletido na conferência técnica " Biblioteca Escolar: questão de enfoque ", que se centrou em temas como leitura, competências informacionais, transformação de espaços e função da biblioteca nas escolas. Como resultado desse trabalho foi criado (e partilhado) um documento que visa alertar para a urgência de atender a certas necessidades: “ 4 desafios para a biblioteca escolar 2020”:

quatro temas foram propostos, a partir dos quais houve uma reflexão conjunta, a fim de obter um documento que serviria para "estimular" a atenção para as bibliotecas de escolas não universitárias, a curto e médio prazo, como ferramenta para o trabalho colaborativo e para tornar visível a função da biblioteca escolar no presente e no futuro mais próximo.

 

[As bibliotecas escolares são uma ferramenta necessária e essencial ao serviço das diferentes comunidades educativas]

 

 

Os desafios propostos giram em torno da estabilidade das bibliotecas escolares, do seu papel educativo, do seu papel como mediadores da leitura e do seu papel no desenvolvimento da literacia dos media e da informação. Cada um desses desafios inclui uma série de propostas de ação que devem ser desenvolvidas a curto e médio prazo, e que se partilham abaixo.

Em suma, quatro desafios são propostos para atender a curto e médio prazo, a partir do contexto de cada Comunidade Autónoma e da Administração Central (Espanha), a partir de cada escola, bem como, na medida das suas competências e possibilidades.

 

Desafio 1. Fornecer ESTABILIDADE às bibliotecas escolares.

Neste primeiro desafio, um tema de grande importância é abordado, mas às vezes é esquecido: o papel e a visibilidade da biblioteca no agrupamento ou na escola não agrupada. Destaca a importância de unir esforços e compromissos para o desenvolvimento e consolidação da biblioteca escolar, a necessidade de trabalhar num quadro regulamentar que o regula e que permita integrar esta tipologia de bibliotecas na agenda política. Aponta também a necessidade de alocar recursos às bibliotecas escolares, estabelecer padrões mínimos de qualidade e promover a criação de redes de bibliotecas escolares .

 
[As bibliotecas escolares são uma ferramenta necessária e essencial ao serviço das diferentes comunidades educativas]

 

 

Desafio 2. Promover um modelo de biblioteca escolar como um espaço educativo adaptado ao projeto da escola.

Através deste desafio considera-se que a biblioteca escolar está em constante adaptação, evoluindo e inovando , como se comenta «A biblioteca escolar está sempre em fase beta» ». Entre as propostas de ação das bibliotecas escolares destacam-se a importância da colaboração, co-criação, comunicação, partilha e co-aprendizagem. Não há dúvida de que as palavras que começam com CO conquistam a biblioteca .

Também se procura através deste desafio projetar um ambiente versátil para diferentes usos (espaço de encontro, facilitador...) , pensar na flexibilidade (aprendizagem, inclusão, abertura ...) e criar um espaço que provoque experiências na comunidade educativa. Ver a biblioteca escolar como uma biblioteca ampliada em que o físico e o virtual coexistem.

 
[As bibliotecas escolares devem estar em fase beta, o que indica uma constante adaptação, evolução e inovação]
 

 

Desafio 3. Conceber a biblioteca escolar como mediadora das leituras no agrupamento/ escola e colocá-la no centro nevrálgico das políticas públicas voltadas para a leitura, em todos os formatos, para todos os fins.

A promoção, o acompanhamento e a mediação da leitura devem ser a pedra angular das bibliotecas escolares . Este desafio aponta a importância da biblioteca escolar transversal e presente em diferentes espaços dos centros educativos. Além disso, deve ser responsável pela criação de coleções (físicas e digitais) de qualidade, relevância, significância e inclusão .

Devem também as bibliotecas escolares incentivar a criação de espaços de socialização em torno do livro e da leitura (debates, clubes de leitura ...), participar na formação de professores em novas metodologias de leitura, envolver as famílias na difusão leitora dos estudantes e promover o acesso livre e gratuito através de ambientes digitais.

 
[A promoção, acompanhamento e mediação da leitura deve ser a pedra angular das bibliotecas escolares]

 

 

Desafio 4. Promover uma visão da biblioteca escolar como contexto privilegiado para o desenvolvimento de competências mediáticas e informacionais, Literacia dos Media (LM) e como requisito para a construção do pensamento crítico.

Através deste último desafio, as bibliotecas escolares são incentivadas a promover o pensamento crítico da comunidade educativa (consciencialização, fornecimento de ferramentas, exemplos visíveis e formação), promoção da consciencialização sobre literacia dos mediae estimulação de metodologias. adquirir competências ALFIN / LM através de múltiplas alfabetizações. Tal como se assinala: «Uma biblioteca escolar como uma fábrica / laboratório de ideias, de encontro e construção de conhecimento partilhado».

 
[A biblioteca escolar como uma fábrica / laboratório de ideias, de encontro e construção de conhecimento partilhado]

 

 

Imagem de topo cortesia da Shutterstock

 

*traduzido do espanhol com adaptações.

 

Referência: Los 4 retos que las bibliotecas escolares deben atender a corto y medio plazo. (2019). Comunidadbaratz.com. Retrieved 25 June 2019, from https://www.comunidadbaratz.com/blog/los-4-retos-que-las-bibliotecas-escolares-deben-atender-a-corto-y-medio-plazo/

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Ler na fonte |

 

Alicia e Glòria escrevem sobre como a biblioteca faz parte de forma incontornável da mudança. Conseguir que os alunos sejam capazes de aceder à informação, de a tratar e comunicar de maneira adequada, servindo os propósitos do conhecimento. Aprender e ensinar a pensar requer muita leitura, escrita e oralidade em diferentes suportes e formatos, requer o uso da biblioteca.

 

Nestes tempos de confusão e incerteza, as escolas deambulam de um tipo de formação para outra: neurociência, aprendizagem cooperativa, inteligências múltiplas, mindfulness, cursos derivado da questão da coexistência, a igualdade de género, gamificação, inovação de todos os tipos, ou seja, relacionados a agentes, estudantes, media, recursos, espaços ... Até onde podemos ir? E que impacto essa multiplicidade formativa pode ter na realidade e nas necessidades das escolas?

 

Sem subestimar nenhuma das ofertas, resulta pouco convincente que cada um se forme sobre o que queira ou que de um tema se vá a outro, sem manter uma linha de trabalho que combine interesses decorrentes das necessidades reais, de todos os dias, ou seja, que nasça de uma reflexão e que convoque uma equipa para trabalhar pelo aprimoramento do ensino de cada dia. E depois, tendo priorizado uma linha de trabalho , dependendo das necessidades, ver-se-á o modus operandi. 

 

Não há dúvida de que a biblioteca no dia-a-dia deve ser uma peça angular, o que significa que os professores conhecem os recursos, atualizam-nos, veem a sua relação com as áreas curriculares, aprendem a trabalhar com uma variedade de recursos (entre os quais pode estar o livro didático) que seja uma ajuda no acesso à informação, que pode trabalhar com os alunos para que essas informações sejam transformadas em conhecimento e que tudo isso possa ser comunicado com as ferramentas necessárias. Nisto consiste a competência informacional e digital. Sabendo também, que a leitura, a escrita e a oralidade no impresso e no digital é suportada, especialmente no início, na literatura, que acompanha a competência linguística.

 

Falamos de ler, escrever e falar sobre os textos impressos ou digitais, falamos de tratar e comunicar com os recursos necessários e de desenvolver ações coordenadas para que o espaço da biblioteca se mantenha vivo durante toda a vida.

 

É o dia a dia das nossas escolas... mas, lamentavelmente, a biblioteca está vazia de professores, crianças, adolescentes e universitários. Talvez seja hora de propor uma formação inicial e permanente, diferente, alternativa, mais funcional e real, com origem nas escolas e para as escolas.

 

*tradução com adaptações.

Referência: Cómo iniciar los cambios en educación: La biblioteca. (2019). Leer, escribir y hablar para cambiar. Retrieved 24 June 2019, from https://leerescribirhablarblog.wordpress.com/2019/06/19/como-iniciar-los-cambios-en-educacion-la-biblioteca/

 

Conteúdo relacionado:

 

 

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Salaberría, Ramon. Bibliotecas públicas e bibliotecas escolares: uma colaboração essencial .                                                                                                 

Madri: Ministério da Educação, Cultura e Esportes, 1997 

 

Primeiras páginas

Vista parcial en Google Books

 

Veja também

Relatório do Grupo de Colaboração Estratégica entre Bibliotecas Públicas e Escolares , 2016

 

Analisa as relações entre a escola e as bibliotecas públicas e sua integração nas atividades dos centros educativos.

 

Author Julio Arévalo
Article title: Bibliotecas públicas y bibliotecas escolares: una colaboración imprescindible.
Website title: Universo Abierto
URL: https://universoabierto.org/2019/06/10/bibliotecas-publicas-y-bibliotecas-escolares-una-colaboracion-imprescindible/

 


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