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Bode Inspiratório: 46 escritores juntaram-se para escrever um folhetim à antiga

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46 artistas plásticos ilustraram cada capítulo, e 46 tradutores levaram-nos a outros mundos. O Shifter falou com Ana Margarida de Carvalho, criadora do projecto que juntou alguns dos mais conceituados escritores portugueses e artistas plásticos nacionais.

Começou em Março, em vésperas da declaração de Estado de Emergência em Portugal, pela mão da escritora e ex-jornalista Ana Margarida de Carvalho, que contou em entrevista ao Shifter que o projecto partiu “de uma grande angústia. Da indefinição sobre o que fazer do meu espaço e tempo, face à pandemia sem fim à vista que tínhamos pela frente.“

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«CORONA CORONA»

by Pedro da Silva Martins e Luísa Ducla Soares

Esta é a rave final, a festa possível depois do folhetim terminar.


Depois da banda sonora de Filipe Raposo, finalmente o hino do Bode Inspiratório.
Criado num encontro muito inspirador entre três gerações, a escitora Luísa Ducla Soares, o músico e compositor Pedro da Silva Martins e cantora Leonor Tenreiro com os bailarinos Miguel Duarte e Rachel Mcnamee, autores do vídeo. É a festa que temos. A rave possível do fim do folhetim. Aumentem o som...

 

Conteúdo relacionado:

Bode Inspiratório | wikipédia

Fazer em rede • Prémio Boas Práticas

Distinguir para inspirar

25.05.20

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Tendo em mente o lema “distinguir para inspirar”, a iniciativa Fazer em Rede dá rosto e voz aos professores bibliotecários, líderes na sua comunidade e profissionais capazes de enfrentar as mudanças com confiança.

Estes testemunhos partem da experiência pessoal e apresentam-nos soluções por vezes simples, mas engenhosas e criativas. Mostra-se, assim, que os professores bibliotecários que têm boas ideias e disponibilidade para continuar a aprender podem contagiar todos com o seu entusiasmo, colocando a biblioteca no centro da escola.

Na Boa Prática em destaque, Marco Lobato, professor bibliotecário, e Joaquim Trovão, coordenador dos projetos TIC, explicam como desenvolveram o projeto BE CODE no Agrupamento de Escolas Professor Agostinho da Silva, em Sintra, criando desafios de código que inspiraram alunos e professores.

Materiais disponibilizados pela escola aqui>>

Lista de Boas Práticas - março 2020 [PDF]
Lista de Boas Práticas - março 2020 [PDF]

Ver também:
• Regulamento Fazer em Rede 2019/ 20
• Boas Práticas RBE

Leitura em papel versus leitura em ecrã

Investigação sobre a evolução da leitura na era da digitalização

25.05.20

A evolução da leitura na era da digitalização (E-READ) é uma iniciativa de pesquisa financiada pela União Europeia, envolvendo quase duzentos académicos e cientistas de toda a Europa, estudiosos da leitura , publicação e alfabetização. 

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Abril 2020 | Publicado pelo Centro Regional para el Fomento del Libro en America Latina y el Caribe, Cerlalc -Unesco

Download |

 

Este dossiê reúne artigos escritos por investigadores que estudam os efeitos que a introdução de tecnologias digitais podem ter na leitura. 

Algumas das questões abordadas nos artigos são:

  • As tendências para ler de maneira fragmentada e abrangente, promovidas pelos media digital, podem estar a afetar a nossa capacidade de ler profunda e concentradamente? 
  • Os materiais impressos têm vantagens para entender e lembrar o que lemos em comparação com os materiais digitais? 
  • Os chamados "nativos digitais" são mais competentes para a leitura de materiais digitais? 
  • Que efeitos teria o abandono da caligrafia?

 

Esta é a área de investigação que mais se tem debruçado sobre as diferenças na cognição e na compreensão que a leitura digital introduz por comparação à leitura em papel.

Referência: Dosier Lectura en papel vs. lectura en pantalla - Cerlalc. (2020). Cerlalc. Retrieved 25 May 2020, from https://cerlalc.org/publicaciones/dosier-lectura-en-papel-vs-lectura-en-pantalla/

Pedro Seromenho | diferido

Dia do autor português

22.05.20

Dia do autor português | 22 de maio

com Pedro Seromenho

19.05.20

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Na próxima sexta-feira, dia 22 de maio de 2020, dia do Autor Português, Pedro Seromenho dinamizará três sessões online:

  • Às 9h00m (de Portugal Continental) - Europa, Macau e Timor-Leste. 
  • Às 11h30mPALOP 
  • Às19h00m - Américas (EUA, Brasil e Canadá)

A Coordenação do Ensino de Português nos EUA, em articulação com Pedro Seromenho, escritor, contador e ilustrador infanto juvenil, apoia a sessão online para os EUA, que decorrerá pelas 14h00m (Costa Leste) e pelas 11h00m (Costa Oeste) e incentiva professores, alunos, comunidades educativas, bibliotecários e potenciais interessados a participarem nesta sessão, que será dinamizada no Facebook.

A RBE associa-se e apoia esta iniciativa de Pedro Seromenho.

Dia Internacional dos Museus 2020 | 18 de maio

Museus para a Igualdade: Diversidade e Inclusão

18.05.20

Todos os anos desde 1977, o ICOM organiza o Dia Internacional dos Museus, um momento único para a comunidade internacional de museus.

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https://unsplash.com/photos/p00MgXaa6as /The Travelling Companions, 1862. Artist: Augustus Leopold Egg/

 

O objectivo do Dia Internacional dos Museus (DIM) é chamar a atenção sobre o facto de que “os museus são um importante meio de intercâmbio cultural, enriquecimento de culturas e desenvolvimento de entendimento mútuo, cooperação e paz entre os povos”. Organizado em 18 de maio de cada ano, os eventos e atividades planeados para comemorar o Dia Internacional dos Museus podem durar um dia, um fim de semana ou uma semana inteira. O DIM foi comemorado pela primeira vez há 40 anos. Em todo o mundo, cada vez mais museus participam nesta celebração. No ano passado, mais de 37.000 museus participaram neste evento em cerca de 158 países e territórios.

Referência: Portugal, I. (2019). Dia Internacional dos Museus 2020 – Museus para a Igualdade: Diversidade e InclusãoICOM Portugal. Retrieved 18 May 2020, from http://icom-portugal.org/2019/12/19/dia-internacional-dos-museus-2020-museus-para-a-igualdade-diversidade-e-inclusao/

 

A origem dos museus e a sua expansão pelo mundo. O Louvre como marco do museu dos dias de hoje.

E a pergunta: para que serve um museu?

UNIVESP | Universidade Virtual do Estado de São Paulo

 

Conteúdo relacionado:

 

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Com o propósito de responder às necessidades da comunidade que serve, a biblioteca escolar encontra neste documento, de forma facilitada, os caminhos para fazer a sua transição para o digital, constituindo-se como um Hub de inovação no fornecimento de serviços.

Este documento apresenta um conjunto de ações a desenvolver pela biblioteca para garantir uma presença em linha estruturada, coerente e eficaz, tendo como ponto de partida os canais existentes ou a criar.

Referêrencia: 04 • Presença em linha das bibliotecas escolares: roteiro para a definição de uma política. (2020). RBE: Rede de Bibliotecas Escolares. Retrieved 15 May 2020, from https://www.rbe.mec.pt/np4/2558.html

Tirar partido do Google Chrome na educação

Extensões que agilizam o trabalho de estudantes e professores

14.05.20

Sabia que pode tirar partido do Google Chrome adicionando-lhe extensões?

Extensões são pequenas aplicações que facilitam a navegação na web tornando a experiência mais segura e produtiva. 

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Photo by Ryoji Iwata on Unsplash

 

Como adicionar as extensões?

As extensões são instaladas a partir da Chrome Web Store. Aí encontra as extensões que recomendamos abaixo.

Ao clicar em cada uma delas, tem acesso a todas as informações sobre a extensão, bem como às opiniões dos utilizadores.

Basta clicar em “Instalar”, botão localizado no canto superior direito, e “Adicionar”. A instalação ficará concluída. Com um clique pode usá-la.

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A título de exemplo apresentamos quatro extensões que facilitam o trabalho de professores e estudantes:

1. Cite This for Me, para citar páginas web com um clique. 

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Esta extensão pode promover o respeito pelos direitos de autor e pode ser pretexto para tornar claro, ao estudante, como se passa da informação ao conhecimento.

É o utilizador que escolhe a norma de citação de fontes que quer utilizar.

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O "Cite this for me" reconhece automaticamente as etiquetas de autor, título, data e URL. Basta copiar e colar a citação ou exportá-la para citethisforme.com para uma melhor gestão.

 

2. Google Tradutor para traduzir as páginas web enquanto navega na Internet. Esta extensão, como as demais, instala um ícone no canto superior do navegador. Deteta automaticamente o idioma e com um clique faz a tradução para a nossa língua. Quebra barreiras linguísticas, coloca o mundo ao nosso alcance.

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3. Screencastify para a criação, em vídeo, de conteúdos educativos ou de tutoriais. Grava tudo o que acontece no écran (o som e a imagem).

No atual paradigma de ensino a distância, esta extensão torna-se de extrema importância, para educadores e estudantes. Está limitada a 5 minutos, tempo considerado adequado para um tutorial, explicação ou até apresentação de uma atividade. 

Veja aqui, como...:

  1. instalar a extensão;
  2. iniciar a gravação do ecrã;
  3. aceder às gravações e partilhá-las.

 

4. Save to Pocket, para guardar documentos da web, que queremos ler ou consultar mais tarde.

Funciona em todos os dispositivos móveis e no seu computador. Coloca tudo o que guarda de forma organizada, na sua conta. Permite, a um tempo, a leitura fácil e a partilha. Excente ferramenta para fazer curadoria de conteúdos. Útil para educadores e estudantes. 

 

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Photo by Toa Heftiba on Unsplash

Texto de Bárbara Simões / Público

Em casa, mas mantendo-se em competição. Estão abertas as candidaturas ao Concurso Nacional de Jornais Escolares, promovido pelo PÚBLICO, através do projecto PÚBLICO na Escola. A partir de 11 de maio, agrupamentos e escolas dos três ciclos do ensino básico e do ensino secundário podem inscrever as suas publicações, em papel ou em suporte digital. Não há tema obrigatório. O que é exigido é que no ano letivo de 2019/20 tenham tido, no mínimo, duas edições.  

E porque se trata de um ano letivo rodeado de características excecionais, com as escolas encerradas em meados de março, devido à pandemia de covid-19, e o ensino a prosseguir à distância, também o concurso ajustará as condições de candidatura previstas, abrindo a possibilidade de uma publicação (jornal ou revista) apresentar uma edição em papel e outra digital. Ou seja, desta vez poderão concorrer: publicações em papel; publicações em formato digital; sites com jornal escolar (com um mínimo de duas atualizações de fundo durante o presente ano letivo); e publicações com um número em papel e outro digital.

As candidaturas terão de ser apresentadas, por escolas ou agrupamentos de escolas (públicas ou privadas) do continente, regiões autónomas e comunidades portuguesas no estrangeiro, até ao dia 31 de maio. Os jornais são enviados de 1 a 30 de junho, os vencedores anunciados até ao final de outubro. Os prémios, pecuniários e cujos valores serão dados a conhecer antes da data de encerramento das inscrições, são atribuídos em três escalões: A (1.º ciclo), B (2.º e 3.º ciclos) e C (ensino secundário). Haverá um prémio por escalão.

A estes somam-se, como anunciado anteriormente, três prémios especiais, que distinguirão a melhor reportagem, o melhor design gráfico e o melhor trabalho de ciência.

E o que acontece quando uma publicação reúne o trabalho realizado em diversos ciclos de ensino — correspondentes a diferentes escalões de participação no Concurso Nacional de Jornais Escolares? Nesse caso, há que avaliar a que escalão corresponde o grupo de participantes com um papel mais determinante na edição. “Se, numa mesma publicação, estiverem envolvidos intervenientes de diferentes ciclos de ensino, o candidato deve optar por inscrevê-la no escalão que melhor traduza o grau de envolvimento”, esclarece o regulamento do concurso.

 

"Um instrumento cívico"

A inscrição é feita por email (concurso.jornais.escolares@publico.pt) um conjunto de elementos necessários para que seja validada: nome da publicação; agrupamento de escolas ou escola e localidade; escalão a que concorre (A, B ou C); tipo de publicação; identificação do responsável pela candidatura; contactos do responsável (email e telefone).

Qualquer esclarecimento suplementar sobre o concurso, considerado necessário depois da leitura do regulamento, pode ser obtido através do email: publiconaescola@publico.pt

O Concurso Nacional de Jornais Escolares acompanhou o PÚBLICO desde o seu início e durante mais de 20 anos premiou e divulgou o que de melhor ia sendo publicado nos estabelecimentos de ensino portugueses, apostado em fazer dos jornais escolares “um instrumento cívico para a discussão de temas relevantes para a comunidade escolar e para a promoção de relações entre a escola e o meio”. Regressou num ano letivo em que, fruto das circunstâncias, a procura de informação bateu recordes e a importância do jornalismo e da informação credível foi amplamente reconhecida como vital para a proteção dos indivíduos e da sociedade.

 

Referência: Estão abertas as inscrições para o concurso nacional de jornais escolares. (2020). PÚBLICO. Retrieved 13 May 2020, from https://www.publico.pt/publico-na-escola/artigo/estao-abertas-inscricoes-concurso-nacional-jornais-escolares-1915938

 

Ensinar e aprender desde casa | guias educativos

Biblioteca de Media do Ministério da Educação de Espanha

09.05.20

A pandemia de coronavírus é um "big bang", um antes e um depois, em todas as esferas da sociedade. O confinamento de estudantes e professores nas suas casas quebrou o ritmo e as formas de ensino em sala de aula. Isso leva-nos a usar os recursos da Internet para continuar a ensinar e aprender em casa. 

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Diante desse novo cenário, a Edullab criou a coleção “Ensinar e aprender em casa”, composta por cinco guias que oferecem orientações e diretrizes gerais sobre como organizar e desenvolver o teletrabalho de ensino e a aprendizagem em casa, pela Internet.

Estes são os guias:

 

Cada um deles apresenta recomendações práticas, como um decálogo, sobre como ensinar e aprender a distância através da rede. 

Os guias foram publicados na  Biblioteca de Media do Ministério da Educação de Espanha  e também estão no  portal para famílias  criado pelo Ministério da Educação do Governo das Ilhas Canárias antes do COVID19. 
 
Estes guias são de acesso aberto, livres para descarregar, partilhar e divulgar onde se achar melhor.
 

Esta coleção foi produzida pelo Grupo de Pesquisa e Inovação do Laboratório de Educação e Novas Tecnologias (EDULLAB) da Universidade de La Laguna, em colaboração com a Área de Tecnologia Educativa (ATE) da Direção Geral de Organização, Inovação e Qualidade do Ministério da Educação, Universidades, Cultura e Desportos, do Governo das Ilhas Canárias.

 

ReferênciaColección Enseñar y Aprender desde Casa - EDULLAB. (2020). EDULLAB. Retrieved 9 May 2020, from https://edullab.webs.ull.es/wordpress/ensenar-y-aprender-desde-casa/


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