Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



life.png

Autores: Fraillon , J., Ainley , J., Schulz , W., Friedman , T., Gebhardt , E.

Este livro de acesso aberto apresenta a estrutura de avaliação do ICILS (International Computer an Information Literacy Study) 2018 da AIE, projetada para avaliar quão bem os alunos estão preparados para estudar, trabalhar e viver na era digital. 

O estudo mede as diferenças internacionais em informática e informação dos alunos (CIL): a sua capacidade de usar computadores para investigar, criar, participar e comunicar em casa, na escola, no local de trabalho e na comunidade. 

Os países participantes também têm a opção dos seus alunos concluírem uma avaliação do pensamento computacional (CT). A estrutura de avaliação do ICILS articula a estrutura básica do estudo, fornecendo uma descrição do campo e dos constructos a serem medidos. 

Este livro descreve o design e o conteúdo dos instrumentos de medição, justifica esses projetos e descreve como as medidas geradas pelos instrumentos se relacionam com as construções. As relações hipotéticas entre construções fornecem a base para algumas das análises a seguir. 

Acima de tudo, a estrutura vincula o ICILS a outras pesquisas semelhantes, permitindo que o conteúdo dessa estrutura de avaliação combine teoria e prática numa explicação do 'o quê' e do 'como' do ICILS.

 

ReferênciaICILS | IEA. (2019). Iea.nl. Retrieved 8 November 2019, from https://www.iea.nl/studies/iea/icils

media_lab.jpg

O “Falando da Europa” vai continuar em 2019 com o objetivo de comunicar a União Europeia e estimular o interesse dos jovens para esta temática, fomentar a inclusão e a cidadania Europeia, o espírito crítico, bem como contribuir para a tomada de decisões informadas. 

 
Os Media Lab Diário de Notícias e Jornal de Notícias e o Espaço Público Europeu - Espaço Europa, o serviço de informação da Representação da Comissão Europeia e do Gabinete do Parlamento Europeu em Portugal,  têm o prazer de, pelo 8º ano consecutivo, desafiar os seus alunos a serem "jornalistas da Europa", no âmbito do Workshop “Falando da Europa” dedicado, como habitualmente, a um leque de temas sempre atuais e de grande interesse para os jovens. A sessão, a realizar-se numa das datas abaixo, será GRATUITA.
 

falandodaeuropa.jpg

Os temas a abordar são de grande interesse para o currículo escolar. Assim, do Empreendedorismo à Participação Cívica, passando pelo Voluntariado e o Ambiente, não esquecendo a Desinformação (Fake News) e a Importância da EU na vida de cada um, serão debatidos com os alunos, mostrando as diferentes oportunidades que a União Europeia lhes proporciona.

COMO? 

Sensibilizam-se os mais jovens para a cidadania europeia através da participação numa simulação de trabalho jornalístico em que realizam pesquisa e criação de notícias relacionadas com temas europeus, os quais são transversais ao trabalho desenvolvido pelas editorias do DN e do JN como Desporto, Sociedade, Cultura, Economia, Política e Internacional. 

Este workshop é, ainda, enriquecido pelas apresentações de especialistas/oradores convidados. Os alunos serão os jornalistas da sessão que, divididos em grupos, com o seu espírito crítico, serão desafiados a agir e a elaborar o seu Jornal em suporte impresso, vídeo ou rádio sobre o que ouviram na sessão com o orador. Todos os seus trabalhos serão depois inseridos nas redes sociais do projeto e partilhados com a comunidade.

 

 

 

Notícias falsas ou propaganda?: Uma análise do estado da arte do conceito fake news

Artigo de Rafiza Luziani Varão Ribeiro Carvalho

07.11.19

artigo_last.png

Download |

 

Resumo
A popularidade do termo fake news e a sua crescente utilização, inclusive em pesquisas académicas, está longe de gerar um consenso sobre a sua conceptualização. Este artigo apresenta e analisa os resultados do primeiro grande levantamento do estado da arte sobre o conceito fake news em língua inglesa, realizado por Edson C. Tandoc Jr., Zheng Wei Lim e Richard Ling, a partir de revisão de literatura em 34 artigos prévios.


Seis grandes grupos de conceitos são expostos: sátira; paródia; fabricação; manipulação; publicidade e relações públicas; propaganda. Como resultado da análise, evidencia-se a ideia de que o vocábulo fake news está mais relacionado à propaganda, ou a outras práticas comunicacionais, e menos ao jornalismo.

 

Introdução

No dia 11 de janeiro de 2017, numa conferência de imprensa pouco antes de sua posse como o 45º presidente dos Estados Unidos, Donald Trump criticou duramente a atuação da imprensa nas eleições em que se saíra vencedor, no ano anterior. Na ocasião, o jornalista Jim Acosta, da CNN, retrucou: “Já que o senhor está nos atacando, poderia nos dar a chance de fazer uma pergunta?”. Trump se recusou e disse, em episódio que se tornaria icónico de suas relações com os veículos jornalísticos: “Vocês são fake news”. [...]

 

Referência: Carvalho, R. (2019). Notícias falsas ou propaganda?: Uma análise do estado da arte do conceito fake news. Questões Transversais7(13). Retrieved from http://revistas.unisinos.br/index.php/questoes/article/view/19177

 

Conteúdo relacionado:

 

 

pub.png

O PÚBLICO na Escola está de regresso e vai abrir as portas das redacções do jornal, em Lisboa e no Porto, para mostrar como é o trabalho dos jornalistas. O projeto conta com o apoio do Ministério da Educação e da Fundação Belmiro de Azevedo e foi lançado ontem em Lisboa. 

O lançamento marca também o regresso do concurso nacional de jornais escolares, que teve a sua última edição em 2014. No site do projeto, será possível aceder a conteúdos sobre literacia mediática, recursos pedagógicos para utilizar os jornais em contexto de sala de aula e actividades para os alunos aprenderem com os media de forma mais autónoma.

Leia mais aqui.

ReferênciaQueres saber como funciona o jornal? O PÚBLICO na Escola ensina. (2019). PÚBLICO. Retrieved 6 November 2019, from https://www.publico.pt/2019/11/05/video/publico-escola-oportunidade-formar-cidadaos-atentos-20191105-140144

Oiça aqui o discurso do Senhor Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues:

 

Conteúdo relacionado:

Uso de dados e novas avaliações | + aprendizajes

Centro de Estudos Fundação Ceibal

05.11.19

revista.png

Download |

 

"Uso de dados e novas avaliações" é o título da terceira edição da revista + Learning, publicada em setembro pela Fundação Ceibal. 

Nesta edição, encontramos entrevistas com especialistas, experiências inovadoras nacionais e internacionais e ferramentas tecnológicas para facilitar a avaliação pelos professores.

Uma conceptualização mais aberta da educação convida-nos a repensar o que chamamos de avaliação. É por isso que se dedica este número a oferecer uma visão mais ampla e rica do que é entendido por avaliação (e também por aprendizagem). Nesta edição, reflete-se sobre o uso de dados por professores, instituições e a importância de avaliar (o que? Como? Quando?) Para conhecer e melhorar.

Dentre os conteúdos, destaca-se a entrevista realizada com o especialista John Hattie, que fala na importância de conhecer e avaliar o impacto da tarefa de ensino, e um artigo sobre a avaliação no ensino superior de Mariana Maggio.

Encontramos ainda um estudo realizado pelo PISA a partir de testes reconhecidos (onde perguntam se a equidade na educação pode promover a mobilidade social), experiências dos EUA e também de centros educativos uruguaios em San Carlos e Artigas.

Além disso, é apresentada a rede ADELA e apresenta-se um estudo do pensamento computacional que está a ser realizado em vários países da América Latina.

Referência: Fundación Ceibal. (2019, setiembre). Uso de datos y nuevas evaluaciones. + Aprendizajes (2) 3.

teaching.png

Download |

Para capacitar as pessoas que usam o Twitter para que possam analisar criticamente os conteúdos que veem, no início da Semana Mundial de Alfabetização Midiática e Informacional 2019 da UNESCO, foi lançado este novo guia para educadores, chamado Ensinar e Aprender com o Twitter.

Fácil de ler, informativo e divertido, o guia tem o objetivo principal de ajudar os educadores a capacitar as gerações mais jovens com competências de alfabetização mediática, permitindo que façam as perguntas certas sobre conteúdos que encontram na internet e analisem criticamente as notícias e informações com as quais se envolvem.

O guia contém diretrizes de melhores práticas sobre alfabetização mediática da UNESCO e também uma lista de leitura com curadoria de especialistas em programas da UNESCO, cujo objetivo é orientar os educadores sobre a atual literatura de ensino sobre esse tópico.

Para garantir um amplo alcance global, ele será traduzido inicialmente para nove idiomas: inglês, francês, espanhol, alemão, português, árabe, japonês, sueco e hindi, com plano futuro de traduzi-lo para outras línguas.

Também distribuiremos o guia para as escolas, alavancando nossas parcerias em todo o mundo, por exemplo, via rede de ONGs relevantes da UNESCO, agências estaduais de educação e a rede europeia de Centros de Internet Segura.

Esses esforços complementam diretamente o nosso processo de desenvolvimento de políticas sobre desinformação - e mais especificamente a abertura de um novo período de comentários públicos, quando você poderá dar opinião sobre as próximas políticas que adotaremos para combater a mídia sintética e manipulada em nosso serviço.

 

Sala de aula digital

O guia também contém dicas para educadores e pais que desejam descobrir os benefícios do uso do Twitter como uma ferramenta de aprendizagem na sala de aula ou em casa, oferecendo uma combinação útil de teoria, planos de aula e estudos de caso.

A partir de uma visão holística do que significa ser um bom cidadão digital, o manual também contém seções sobre segurança online e a respeito de como educadores podem lidar com o cyberbullying e aprender a controlar sua pegada digital. Veja mais detalhes aqui.

Referência: Twitter e UNESCO lançam guia de alfabetização midiática e informacional. (2019). Blog.twitter.com. Retrieved 3 November 2019, from https://blog.twitter.com/pt_br/topics/company/2019/twitter-e-unesco-lancam-guia.html

 

Conteúdo relacionado:

 

Jorge de Sena | 1919-1978

O homem que queria ser tudo

02.11.19

Jorge_de_Sena.jpg

ilustração de Victor Couto

Na altura em que a coleção Miniatura reedita "Sinais de Fogo", Carlos Maria Bobone escreve sobre o "romance abafado" onde Jorge de Sena tece "uma espécie de vida asfixiada num mundo pequenino".

 

“No romance não me restrinjo em nada: cenas, personagens, descrições sexuais, a linguagem e os gestos crus, tudo está posto friamente por claro, através de um narrador que sou e não sou eu.(…) Por enquanto, contento-me com acabar o 1º volume: o pórtico dessa recherche du temps perdu, mas contada não por um Proust mas por uma espécie de Céline na crueza que o Proust evitou.”

Assim descreve Sena a Eugénio de Andrade aquilo que, sabemo-lo, viria a ser Sinais de Fogo. Ora, aquilo que queria para o livro, conseguiu-o Sena para esta apresentação: mais do que um descritivo do seu romance, é um “pórtico” para toda a personalidade literária de Jorge de Sena. Cada palavra é quase um traço de carácter: a ambição desmedida, séria e infantil ao mesmo tempo, a vontade de tocar tudo, uma certa aspereza intelectual e até uma incerteza ou insegurança que o levava a tentear por vários caminhos literários. Sena foi tudo aquilo que escreve.

“Não me restrinjo em nada”, avisa, como em tantas das promessas de devastar o meio literário português, meio que lhe considerava tão adverso, por mais honras que lhe prestassem. Tinha, é certo, alguns inimigos de estimação, entre Natália Correia e Cesariny, que tomara de ponta a vaidade um tanto pueril de Sena e gostava de a picar. Acontece que em Sena este orgulho ferido foi várias vezes fermento poético de gabarito. Não é preciso chegar às famosas Dedicácias, em que alguns dos poemas satíricos são do mais violento que há; há, mesmo quando não se dirige a ninguém, um tom devastador na literatura de Sena. Eugénio Lisboa nota, numa apresentação à poesia de Jorge de Sena, a importância que ele dá ao mar. Sena, o marinheiro falhado contra vontade, o rapaz insatisfeito que conseguiu aplacar o nervoso no mar e se viu obrigado a desistir de o navegar, teria conservado uma imagem maravilhada do Oceano.

Ler mais >>

 

 

 

Conteúdo relacionado:

Dia da Biblioteca Escolar | 28 de outubro

Diários gráficos

01.11.19
 
 
 
 
 
Ver esta publicação no Instagram
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Dia Nacional da Biblioteca Escolar. Diários gráficos por alunos do 11ºF e 12ºF da disciplina de desenho da Escola Secundária de S. João do Estoril

Uma publicação partilhada por Rede de Bibliotecas Escolares (@rbe_pt) a

 

Cartaz_Workshop_Programa.png

Programa |

As alterações climáticas vieram para ficar. Mas qual a sua verdadeira extensão? A proteção das populações contra os efeitos das alterações climáticas é uma obrigação dos decisores políticos? Deve a proteção das pessoas face aos efeitos das alterações climáticas ser considerada como um direito humano?
 
Esta e outras questões lançam o mote para o workshop que conta com a participação de reputados especialistas em alterações climáticas, em questões jurídicas e cidadãos que corajosamente abraçaram um processo judicial contra a Comissão e o Parlamento Europeu, no qual exigem maior ambição europeia nas metas traçadas para combate às alterações climáticas.
 
Dia 23 de novembro, venha conhecer os factos, os argumentos, as histórias e debater o assunto!
Esta é uma organização conjunta entre a ZERO - Associação Sistema Terrestre Sustentável e a Famalicão em Transição, contando com o apoio da Fundação Cupertino de Miranda.
 
Entrada livre mediante inscrição em https://bit.ly/31Lk4tS 

 

Fazer em Rede | rbe

Boas Práticas

01.11.19

azer_em_rede.jpg

A Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) afirmou-se, desde a primeira hora, como uma estrutura de apoio, partilha, inovação e transformação de práticas. 

Reconhecendo o trabalho de promoção da leitura, da aprendizagem e da cultura que os professores bibliotecários realizam quotidianamente no sentido de fazerem das bibliotecas locais físicos e virtuais de referência nas suas escolas, a RBE cria a distinção Fazer em rede.

Acreditando que a partilha das boas práticas e/ou atividades que são desenvolvidas ao longo do ano letivo poderá inspirar outras bibliotecas escolares e contribuir para a disseminação deste trabalho, esta iniciativa subdivide-se em dois prémios: Prémio Boas Práticas e Prémio Atividades Top. 

Para além de um prémio pecuniário, todas as escolas distinguidas no âmbito desta iniciativa receberão um troféu.


Veja ainda:
Regulamento [PDF]
Regulamento
 
Logotipo [PNG]
Logotipo

 

 


RBE


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.



Twitter



Perfil SAPO

foto do autor