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A Biblioteca escolar José Falcão no Facebook.

A biblioteca é a tua melhor aliada na construção do teu conhecimento, na conquista do saber e o espaço onde te sentes bem, porque, afinal, integramos uma Rede pensada para te ajudar a construir o teu futuro.

 

A Escola Secundária José Falcão | História

 

Por decreto de Passos Manuel, publicado no Diário do Governo de 19 de Novembro de 1836, são oficialmente criados os primeiros três liceus em Portugal: o Liceu de Coimbra, o Liceu de Lisboa e o Liceu do Porto.

 

O Liceu de Coimbra substitui o Colégio das Artes (fundado por D. João III em 1548), e muitos dos professores do Liceu vêm do Colégio das Artes, que se extingue, dando lugar ao Liceu, que começa por funcionar precisamente nas instalações que tinham sido do Colégio das Artes. O Liceu de Coimbra constitui uma secção da Universidade de Coimbra (única que existia na época), tanto que os alunos do Liceu de Coimbra trajam capa e batina, o que vai perdurar por mais de um século. A partir de 1870, o Liceu fica instalado no Colégio de S. Bento. Após a implantação da República, o Liceu toma o nome de Liceu José Falcão (1914) e, dado o grande aumento da população escolar, foi criado, em 1928, o Liceu Dr. Júlio Henriques, funcionando ambos no Colégio de S. Bento.

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Esta biblioteca uma referência da rede nacional das bibliotecas escolares, com vários prémios conquistados, e que conta com mais de 6 mil livros ao serviço dos alunos e ainda 50 mil livros antigos em arquivo muito solicitado por investigadores.

É uma escola onde lecionaram e estudaram grandes referências da literatura portuguesa e que o repórter Horácio Antunes visitou recentemente.

 

Referência: RTP, R. (2019). Biblioteca da Escola Secundária José Falcão já conquistou vários prémiosRtp.pt. Retrieved 27 April 2019, from https://www.rtp.pt/noticias/pais/biblioteca-da-escola-secundaria-jose-falcao-ja-conquistou-varios-premios_a1143161

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PÊRA, Edgar
25 de Abril uma aventura para a democracia [Registo vídeo] / realização Edgar Pêra . - Lisboa : CD25A, 2000. - 1DVD : col. 15' .


Documentário realizado por ocasião das comemorações dos 25 anos do 25 de Abril e incluído no kit pedagógico sobre a história portuguesa recente, editado pelo Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de Coimbra.

 

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Uma manifestação a favor da leitura assinala em Lisboa o Dia Mundial do Livro. A marcha parte, nesta terça-feira, às 14h30, da Praça Luís de Camões. Leituras, música e artes performativas entram na festa

 

por Rita Pimenta. Jornal Público.

Foto
ANDRE RODRIGUES/ARQUIVO 

Porque a “leitura é uma boa causa”, porque “não ler não é opção” e porque “não se pode dar a democracia por adquirida”, a comissária do Plano Nacional de Leitura 2027, Teresa Calçada, convida “todos os que gostam de livros, leitura e palavras” a manifestarem-se no Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, que se comemora a 23 de Abril.

PÚBLICO -
 

“ManiFESTA-te pela leitura” foi o nome dado ao desfile, em que se destaca propositadamente a palavra “festa”, e que partirá, às 14h30 desta terça-feira, da Praça Luís de Camões rumo aos Armazéns do Chiado, com a participação de artistas e músicos do Chapitô. Na divulgação, fala-se num “momento festivo de celebração do livro, dos autores e dos leitores”.

 

 

Referência: Pimenta, R. (2019). Dia Mundial do Livro: Contra a ignorância, marchar, marcharPÚBLICO. Retrieved 23 April 2019, from https://www.publico.pt/2019/04/22/culto/noticia/dia-mundial-livro-ignorancia-marchar-marchar-1870018

 

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Isabel Acuña e mais 4. O dom de ler. Kindle ed. 2019

 

Este livro celebra um dos atos únicos na condição humana: a leitura. É inspirado pelo famoso poema de Miguel de Unamuno, que começa com o verso "ler, ler, ler, viver a vida" e conclui com reflexões que cobrem a importância das nossas ações e da palavra escrita. Com este poema como premissa, convidaram-se vários escritores conhecidos do mundo de língua espanhola para responder à pergunta "O que está a ler para si?". 


Este livro é publicado para assinalar o Dia Mundial do Livro 2019, comemorado mundialmente em 23 de abril e coincidindo com Sant Jordi, cuja tradição é particularmente forte na Catalunha, onde é celebrada com a oferta de livros e rosas entre amigos e amantes.


Para melhor acomodar essa tradição, os ilustradores Las Rayadas complementaram o conteúdo com ilustrações alusivas a rosas e livros. 

 

Grátis na Amazon. Para Kindle. Em língua castelhana.

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CADERNO TEMAS CRÍTICOS

 

Caio Gagliardi e Pedro Sepúlveda, Introdução

 

António M. Feijó, Pessoa recebido por presença

Caio Gagliardi, O Pessoa “Sincero” de Casais Monteiro

Rita Patrício, Jacinto do Prado Coelho, crítico imanente

Fernando Cabral Martins, Eduardo Lourenço e a revolução órfica

Manuela Parreira da Silva, José Augusto Seabra: no coração do texto

Fernando Beleza, Pessoa e a pulsão de morte: Decadência, heteronímia e modernismo

 

Os autores

 

ReferênciaNúmero Atual — Estranhar Pessoa. (2019). Estranhar Pessoa. Retrieved 18 April 2019, from http://estranharpessoa.com/revista

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Apresentação

 

Na sociedade em rede a pergunta que devemos fazer é como se desenvolvem as aprendizagens dos novos atores e como estes se transformam em autores nos contextos de criação do conhecimento.

 

Os atores seguem um guião de ação, mas o que esperamos é que estes assumam um novo papel, como autores, para participarem de forma ativa nos processos de mudança e inovação.

 

A educação sustentada na reprodução de saberes, que se afirma ainda de modo recorrente, tem como pensamento orientador a valorização do currículo formal, a partir do qual resulta um modelo de desenvolvimento limitado, nos planos social e cognitivo, para enfrentar os processos de mudança.

 

Neste sentido, a educação para o futuro tem como maior desafio construir o pensamento para a cultura da inovação.

 

O desafio que enfrentamos na globalização do conhecimento não consiste em reproduzir saberes, pois assim ficaremos em modo de pausa no processo de mudança, mas sim inovar o conhecimento em rede para podermos antecipar o futuro.

 

No mundo digital e em rede a educação a distância tem um papel fundamental para afirmar as novas proximidades no diálogo, na colaboração e na construção conjunta das aprendizagens e do conhecimento.

 

 

 

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No dia 23 de abril, às 14h30, junte-se a quem gosta do Livro e da Leitura no Largo Camões, para festejar os livros e os leitores!

 

 

 

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   Por favor, clique no mapa para o ampliar.

Quando celebramos livros, celebramos também atividades - escrever, ler, traduzir, publicar – que nos preenchem e realizam; e nós celebramos, fundamentalmente, as liberdades que os tornam possíveis.


Os livros estão presentes na interseção de algumas das liberdades humanas mais indispensáveis, nomeadamente a liberdade de expressão e a de publicação.


Estas são liberdades frágeis que enfrentam muitos desafios, desde os direitos autorais à diversidade cultural, até às ameaças físicas que pairam sobre os autores, jornalistas e editores em muitos países em que essa liberdade é negada, ainda hoje, quando escolas são atacadas e manuscritos e livros destruídos.


Audrey Azoulay, Diretora-Geral da UNESCO (a propósito do Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor 2018)

 

Teresa Calçada antecipa, na TSF, aquilo que vai ser ...a festa da leitura e do livro:

 

Contamos consigo! 

#diamundiallivro2019 - esta é a hashtag do evento.

 

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Os primeiros livros foram escritos antes dos 20 anos, quando era estudante de medicina, em Coimbra. Fernando Namora, médico, escritor e também pintor (a sua faceta menos conhecida) documenta ficcionalmente a sua vida: retalhos de um homem simples e humano.

 

O jovem médico andava de aldeia em aldeia, como se fosse um novo e moderno João Semana, mítico personagem de Júlio Dinis. Tirara o curso de medicina por vontade da mãe e descobrira a vocação de acudir “às dores e ao sofrimento alheios”. Na mudança para Lisboa, irá afastar-se do médico “para que o escritor pudesse persistir”.

 

Muito da sua vida começada na aldeia de Vale Florido, a 15 de abril de 1919, há de fazer parte das histórias dos seus romances, essa outra vocação que o encontrou na adolescência. Como o gosto pela pintura a transparecer no jornal que, nos tempos de escola, criara sozinho: páginas escritas e ilustradas por Fernando Namora. O  que veio depois, até ao ano da sua morte, em 1989, está condensado em mais de 30 livros. Os primeiros surgiram antes de terminar o curso em Coimbra. Desse tempo são “Almas sem Rumo” e “Cabeças de Barro”. A estreia na poesia acontece em 1938, com a publicação de “Relevos”. No mesmo ano, um novo romance: “As Sete Partidas do Mundo”.

 

Homem do campo e da cidade, conhecedor de diferentes realidades sociais e dos dramas humanos, o narrador aproxima-se claramente do neorrealismo, embora algumas das suas obras pendam para o existencialismo. O autor de “Retalhos da vida de um Médico”, romance adaptado para o cinema, dizia que os seus livros eram acessíveis e fáceis de ler.

 

Referência: Fernando Namora: retalhos da vida de um médico-escritor. (2019). Fernando Namora: retalhos da vida de um médico-escritor. Retrieved 17 April 2019, from http://ensina.rtp.pt/artigo/fernando-namora-retalhos-da-vida-de-um-medico-escritor/

 

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Carlos Cortés, Carlos ;  Isaza, Luisa. “Noticias falsas en Internet: la estrategia para combatir la desinformación”. Palermo: Universidad de Palermo, 2017

 

Este documento expõe as medidas anunciadas pelo Facebook e pelo Google para combater a desinformação. Inclui também uma breve alusão ao YouTube e ao Twitter. Concentra-se naquelas medidas que têm um efeito direto na plataforma e nas informações recebidas pelos seus utilizadores, e não em medidas preventivas e educacionais que têm funcionado em paralelo. Da mesma forma, o documento tenta determinar qual será a cobertura geográfica dessas medidas. 

 

Posteriormente, como conclusão, explica quais podem ser os problemas por trás das soluções propostas em quatro pontos: i) escala e tempo, ii) o impacto, iii) o papel da sociedade civil e iv) transparência.

 

Referência: Arévalo, J. (2019). Noticias falsas en Internet: la estrategia para combatir la desinformaciónUniverso Abierto. Retrieved 14 April 2019, from https://universoabierto.org/2019/04/13/noticias-falsas-en-internet-la-estrategia-para-combatir-la-desinformacion/

 

 

 

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