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Assumindo o desígnio, inscrito na Carta do Conselho da Europa sobre a Educação para a Cidadania Democrática e a Educação para os Direitos Humanos (web | pdf ING | pdf PT), de transformação da sociedade por via da educação de cada cidadão, a RBE criou um sítio em linha, Cidadania e Biblioteca Escolar – Pensar e Intervir, com o propósito de promover uma cultura de cidadania democrática, reforçando o papel da biblioteca escolar no aprofundamento dos conteúdos do currículo e na formação integral das crianças e jovens nos dias de hoje, em convergência com a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania e o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.

 

Enquadrando-se no plano não formal e informal da educação, os conteúdos deste sítio estruturam-se em três áreas de ação, nas quais as crianças e jovens são os protagonistas:

Dinâmicas educativas ou jogos de aprendizagem promotores de atitudes e comportamentos que favoreçam a tomada de consciência, decisão e intervenção em grupo e no espaço público; 

Clips ou ações do quotidiano que, não obstante o caráter espontâneo e efémero, podem ajudar ao envolvimento e à intervenção;

Notas das escolas, espaço de partilha, pelas escolas, de ações que realizaram na área da cidadania.

 

Olhando para o presente, o ideal humanista de construção do conhecimento, alicerçado no bem e no belo, surge ameaçado. Olhando para o futuro, vemos na qualidade e continuidade das aprendizagens que todos possamos realizar o caminho que nos pode aproximar do cumprimento deste ideal. Confiamos nos responsáveis das bibliotecas para esta missão.

 

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A equipa do Concurso Media@ção criou um conjunto de pequenos vídeos para apoiar alunos e professores na área da produção de vídeo e, em especial, aqueles que vão candidatar-se ao concurso. Cada um daqueles centra-se sobre uma das etapas: desde a criação da história e do guião, aos aspetos mais técnicos como a luz, o som, os planos ou a edição. Estão disponíveis aqui>>

 

Esperamos que sejam úteis a todos os que se interessam pelo vídeo e que consigam entusiasmar novos alunos e docentes a participar no concurso Media@ção, este ano sobre o tema Media, democracia e tolerância

 

Atenção ao prazo final de entrega dos trabalhos: 15 de março

 

Encontra todas as informações sobre o concurso aqui>>.

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Download: A descoberta das florestas | Download: Didática para professores | FAO 2018 |

 

 

Uma menina constrói um castelo num campo com galhos como torres, as folhas como uma cobertura e outra maior que atua como uma rampa para descer. Ela usa raízes e frutas variadas para decorar o seu divertido jogo da tarde na natureza de Cádiz e, em seguida, com as suas bonecas prepara uma performance teatral para a sua família na sua construção de madeira e oxigénio. "Há muito tempo que não me divertia tanto", diz, encantada após o aplauso do público. Não há necessidade de plástico, baterias ou paredes para a pequena se sentir confortável sentada no chão. Que o contato com o ambiente gera felicidade, que acalma o espírito ou que se relaciona com os ritmos do dia e das estações são debates históricos que com a proliferação de ambientes urbanos recuperaram o interesse. A descoberta das florestas , publicada este ano pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), apresenta um guia de aprendizagem para crianças menores de 10 a 13 anos e outro guia de Didática para professores.

 

Quase 70.000 espécies de plantas têm uso medicinal em todo o mundo

 

"Quando bebemos um copo de água, escrevemos num caderno, tomamos medicamentos para a febre ou construímos uma casa, nem sempre relacionamos isso com as florestas, mas esses e muitos outros aspectos de nossas vidas têm a ver com elas". diz a introdução do livro infantil, que é dividido em quatro módulos: O que é uma floresta? Florestas e água, O que podemos extrair das florestas? E de quem é a floresta? É uma publicação projetada para ir ao exterior, descobrir, explorar, sentir e respirar o que é estudado e descobrir a magia da natureza. "É projetado para que as crianças façam as perguntas primeiro e encontrem as respostas, com uma técnica chamada Inquiry Based Learning.. Elas têm que propor uma hipótese e depois observar e experimentar e ler as respostas no livro. Então são elas que geram as suas conclusões, como se fosse ciência para as crianças ", explica Elsa Rattoray, pedagoga que preparou o material didático, que inclui atividades e jogos e trata de temas que vão desde a pirataria biológica até ao manejo da terra.

 

*Traduzido do espanhol com adaptações.

 

Referência: Lucas, Á. (2019). Este libro te guía por la magia de los bosquesEL PAÍS. Retrieved 7 January 2019, from https://elpais.com/elpais/2018/12/26/planeta_futuro/1545842819_003986.html

 

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Este guia fornece ferramentas práticas para ajudar professores do jardim de infância até ao final do ensino secundário a integrar a literacia digital na sua prática em sala de aula.

 

O guia examina as áreas específicas de competência que o MediaSmarts identificou como críticas para a aprendizagem dos alunos até o final do ensino secundário: ética e empatia, privacidade e segurança, mobilização da comunidade, saúde digital, consciencialização do consumidor, encontrar e verificar e criar e remixar

 

O guia aborda os desafios comuns associados à integração total da literacia digital na sala de aula, como as limitações da tecnologia disponível e as preocupações de gestão da sala de aula, e inclui ligações para o MediaSmarts e outros recursos relevantes, bem como aplicativos e ferramentas para criar media digital na sua sala de aula.

 

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Ensina RTP |

 

Os media têm um vocabulário próprio; Termos que designam actividades ou técnicas para facilitar a compreensão entre profissionais. Este dossiê apresenta alguns desses termos.

 

Referência: Vocabulário de media. (2018). Vocabulário de media. Retrieved 14 December 2018, from http://ensina.rtp.pt/dossie/vocabulario-de-media/

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por Andreia Friaças | Quiz | na foto Eleanor Roosevelt exibe cartaz contendo a Declaração Universal dos Direitos Humanos (1949).

 

O 70.º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos assinalou-se segunda-feira, dia 10 de dezembro. O PÚBLICO reuniu algumas questões sobre os artigos que compõem a carta, os seus defensores e abstencionistas e ainda sobre quem a deveria ter escrito.

 

Referência: Quiz: o que sabe sobre a Declaração Universal dos Direitos Humanos?. (2018). PÚBLICO. Retrieved 14 December 2018, from https://www.publico.pt/mundo/interactivo/quiz-que-sabe-sobre-declaracao-universal-direitos-humanos

 

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Texto de Carlos Fiolhais |

 

O Padre António Vieira viveu numa época de ouro da ciência, a  época da revolução científica, na qual sobressaíram grandes nomes como René Descartes, Galileu Galilei e Isaac Newton. Não sendo um cientista, tanto pela preparação que adquiriu no Colégio da Baía, no Brasil (um nó da rede global dos colégios jesuítas) como pelas suas numerosas leituras durante a sua longa vida, estava a par da ciência do seu tempo. Aos seus conhecimentos científicos ia amiúde buscar exemplos que serviam no seu discurso catequético e profético.  

 

No discurso de Padre António Vieira coexistem referências a autores antigos, como Aristóteles, que era a cartilha nas escolas jesuítas, e a autores modernos, como Descartes. Este filósofo e matemático apresentou em 1637, num apêndice ao famosíssimo Discours de la Méthode, uma descrição científica do arco-íris: este não era mais do que o resultado da refracção e da reflexão da luz solar em gotas de água na atmosfera. A luz solar batia na gota, desviava-se, reflectia-se no fundo da gota e voltava a desviar-se ao sair. Descartes foi, com o holandês Snell, o autor das leis da refracção, que descrevem matematicamente o desvio da luz quando passa de um meio para outro, no caso o ar e a água. Mais tarde, Newton, que realizou experiências com prismas de vidro em 1666, explicará que o desvio da luz de um meio para outro se devia à diferente velocidade de diferentes partículas de luz nos dois meios. A luz solar é branca, mas, como a luz branca é feita de partículas correspondentes às diferentes cores, as cores apareceriam diferenciadas dentro da gota e, ainda mais, à saída dela. No século XVII, o arco-íris era considerado “um dos principais ornamentos do trono de Deus” (Discours sur l'histoire universelle, 1681, do bispo e teólogo francês Jacques de Bossuet) e, conforme está escrito no Génesis, o sinal da aliança que Deus tinha celebrado com os homens após o Dilúvio universal (“o meu arco que coloquei nas nuvens. Será o sinal da minha aliança com a terra”, Gn. 9, 13). Ainda hoje o arco-íris se diz Arco da Velha: Velha significa Velha Aliança. Ora, num dos Sermões do Santíssimo Sacramento (in Obra Completa do Padre António Vieira,  Parenética, tomo II, vol. VI, dir. José Eduardo Franco e Pedro Calafate, Lisboa: Círculo de Leitores, 2013-2014, p. 84), proferido em Santa Engrácia, Lisboa, em 1645, escassos oito anos após ter saído o livro de Descartes, Vieira diz: “Na Íris ou Arco celeste, todos os nossos olhos jurarão que estão vendo variedade de cores: e contudo ensina a verdadeira Filosofia que naquele Arco não há cores, senão luz, e água”.  

A verdadeira Filosofia significa a ciência dos modernos, entre os quais estava Descartes. Mais tarde, no Sermão da Segunda Dominga da Quaresma (idem, tomo II, vol. III, p. 49), pregado na Capela Real em 1651, Vieira afirma: “Isto, que chamamos Céu, é uma mentira azul, e o que chamamos Íris ou Arco-celeste, é outra mentira de três cores”.

 

 

 

Referência: Fiolhais, C. (2016). VIEIRA E A CIÊNCIADererummundi.blogspot.com. Retrieved 4 December 2018, from http://dererummundi.blogspot.com/2016/06/vieira-e-ciencia.html

 

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00:23:49 | Fonte

 

Entrevista do jornalista José Carlos Vasconcelos ao escritor José Saramago, sobre a sua vida pessoal, a obra literária, e o momento que se vive em Portugal no pós 25 de abril de 1974.

 

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Estratégias para aprender melhor. Barbara Oakley, educadora e escritora

Ver programa completo.

 

Barbara Oakley é professora de engenharia na Oakland University em Rochester, uma académica ilustre com o Prémio de Aprendizagem Digital Global Ramón e Cajal da Universidade McMaster. É diretora do curso "Aprendendo a aprender" do Coursera, o maior curso on-line do mundo. 

 

Oakley é uma das referências internacionais sobre neuroeducação e vencedora de vários prémios de ensino, como o Prêmio Chester F. Carlson da Sociedade Americana de Educação em Engenharia. 

 

Nos seus livros "A Mind for Numbers" e "Mindshift", oferece as chaves para descobrir nosso potencial oculto graças à aprendizagem. 

 

Oakley teve uma vida cheia de aventuras. Foi nomeada capitã do exército dos Estados Unidos, Trabalhou como especialista em comunicações na Estação do Pólo Sul na Antártida e trabalhou na tradução a bordo de barcos de pesca no Mar de Bering.

 

A Dr. Oakley  convida-nos a sair de nossa zona de conforto para desenvolver novas habilidades e flexibilidade de trabalho: "Uma qualidade que nos ajudará a adaptar-nos a um mundo em constante mudança", diz ela.

Referência: Estrategias para aprender mejor. (2018). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 19 November 2018, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/estrategias-para-aprender-mejor-barbara-oakley/

 

 

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Comunicação feita por Cristóbal Cobo no dia 31 de outubro, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, no âmbito da 2ª Conferência do PNL 2027.

 

Ver em .pdf (Adobe Spark)

 

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