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Selfies, sexting, autoimagem física | materiais didáticos

Fundação para a Ciência e Tecnologia

09.02.20

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Download | 2019 |

INTRODUÇÃO*

Viver com e no contexto das redes sociais

[...]

O que é que torna, [...] estes serviços tão fascinantes e porque é que os jovens estão tão entusiasmados com a sua utilização? Que questões se lhes deparam, em termos de privacidade e autoimagem física, relacionadas com a sua utilização? Estas páginas oferecem algumas ideias inspiradoras para debater estes temas.

*com alterações.

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O dossiê educacional de 2020, produzido pelas equipes do CLEMI com a participação de professores, jornalistas e formadores, é pelo segundo ano consecutivo inteiramente dedicado ao tema: "Informação sem fronteiras?" 

O tema convida os alunos a questionar os limites da informação, a permanência, porosidade ou erosão das fronteiras nos espaços geográficos, económicos, sociais, políticos, técnicos e culturais. Este arquivo educacional oferece reflexões, atividades e casos emblemáticos de media para apoiar os alunos em projetos de educação em media e informação.

Para cada um dos capítulos, encontrará uma folha de informações que enquadra o assunto, atividades em sala de aula e recursos que tratam de casos concretos que podem ser estudados com os alunos.

Referência: Dossier pédagogique de la Semaine de la presse et des médias dans l'école - CLEMI. (2020). CLEMI. Retrieved 1 February 2020, from https://www.clemi.fr/fr/ressources/dossier-pedagogique-de-la-semaine-de-la-presse-et-des-medias-dans-lecole.html

 

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Que ler? Como ler? Leituras da juventude

Orientações para professores

31.01.20

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Download | Download vs.2 | 2017 |

“El hecho de que tengamos juventudes tan diversas,
tanto del punto de vista económico como de las
sensibilidades, debiera hacernos pensar que la lectura
tendría que dejar de ser canónica, en término de libros
que todos deben leer para converger en una sensibilidad
compartida. Al revés, habría que enfatizar la motivación
y, por lo mismo, la singularidad o especificidad de las
distintas juventudes.”

Martín Hopenhayn, Actas del II Seminario internacional

 

El Plan Nacional de la Lectura pone a disposición las Actas del seminario internacional ¿Qué leer? ¿Cómo leer? Lecturas de juventud, que se llevó a cabo en diciembre del año 2014 en el auditorio de la Biblioteca Nicanor Parra de la Universidad Diego Portales, ante un público masivo y entusiasta de estudiantes, académicos, mediadores de la lectura, educadores, lingüistas, escritores, sociólogos, bibliotecarios, representantes editoriales, literatos, historiadores y personas relacionadas con el sector del libro y la lectura.

Al igual que la primera publicación del seminario Perspectivas sobre la lectura en la infancia, este libro resulta un material indispensable para todo aquel que se interese en la problemática de la lectura en la juventud. Servirá tanto a académicos que estudien este proceso como a responsables de políticas públicas, escritores, editores y mediadores de la lectura. (...)

 

Referência:  Actas del seminario ¿Qué leer? ¿Cómo leer? Lecturas de Juventud. (2020). Plan Nacional de la Lectura. Retrieved 31 January 2020, from http://plandelectura.gob.cl/recursos/actas-del-seminario-que-leer-como-leer-lecturas-de-juventud/

 

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A vida e a obra do escritor Vergílio Ferreira, num documentário originalmente exibido poucos dias antes do seu falecimento. Com imagens de arquivo, depoimentos diversos e leitura de excertos de obras da sua autoria.

Referência: Vergílio Ferreira: Retrato à Minuta. (2020). Arquivos.rtp.pt. Retrieved 29 January 2020, from https://arquivos.rtp.pt/conteudos/vergilio-ferreira-retrato-a-minuta/

 

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Prémios Casa das Ciências | 2019

Recursos Digitais para Professores

27.12.19

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A Casa das Ciências voltou a distinguir os melhores recursos educativos digitais e imagens, submetidos pelos seus membros ao portal durante o ano de 2018.

A sessão de entrega de prémios decorreu no dia 19 de dezembro, pelas 15:30 horas, na UPTEC.

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Autor : Philippe Delmotte | 2019

Descarregar a brochura - 1.º Nível do secundário (pdf - 2,7 Mo - 46p) 

Descarregar a brochura - 2º e 3º Nivel do secundário (pdf- 2,9 Mo- 35 p)

 

A educação para os media desenvolve-se em torno de três objetivos principais:

  1. desenvolver no aluno a capacidade de analisar de forma crítica as mensagens mediáticas;
  2. promover o desenvolvimento das competências de expressão e de comunicação, através dos media;
  3. permitir uma reflexão sobre os seus próprios comportamentos face aos media, quer como receptores quer como emissores.

A educação para os media favorece o desenvolvimento pessoal do indivíduo e a sua responsabilidade cívica. Por esse motivo, considera-se que o conhecimento do mundo, da nossa identidade e das nossas relações com os outros são tão condicionados pela utilização dos media que é fundamental dar-lhes um lugar de destaque, através do questionamento filosófico e cívico.

São disponibilizadas duas brochuras, organizadas em torno de quatro capítulos, que pretendem levar o aluno a:

  • construir um pensamento autónomo e crítico;
  • conhecer-se a si e abrir-se ao outro;
  • construir uma cidadania assente na igualdade de direitos e na dignidade;
  • envolver-se na vida social e no espaço democrático.

Tradução, com adaptações, do francês.

 

Referência: Pistes pédagogiques pour mettre l'éducation aux médias au service de l'éducation à la philosophie et la citoyenneté. (2019). CSEM. Retrieved 19 December 2019, from http://www.csem.be/mediasphilosophiecitoyennete

A Crise Climática | recursos

El País

04.12.19

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por J. A. AUNIÓN | MANUEL PLANELLES

 

Durante milhares de anos, os seres humanos basearam o seu desenvolvimento na agricultura e na caça. E as principais fontes de emissão de CO₂ estavam ligadas a uma sociedade tradicional e rural.

A partir da segunda metade do século XVIII, o motor a vapor muda tudo. A queima de biomassa para gerar energia é adicionada ao carvão como principal energia da Revolução Industrial, primeiro no Reino Unido e depois em toda a Europa. O carvão ainda é a principal fonte de emissões de dióxido de carbono atualmente.

A revolução da mecanização e industrialização estende-se por todo o Ocidente por via do carvão. Mas a esta fonte é adicionada outra também rica em carbono: o petróleo. A invenção do automóvel e, acima de tudo, a produção em massa de carros pela mão do Ford T de 1913 desencadeia a queima de óleo e as emissões de CO₂.

O grande salto ocorre após a Segunda Guerra Mundial. O período de paz relativa, juntamente com mais avanços tecnológicos e o aumento demográfico, também desencadeiam as emissões de dióxido de carbono. Além disso, as florestas (sumidouros de carbono) começam a encolher e o gás natural junta-se ao carvão e ao petróleo como motores das economias desenvolvidas.

Em 1992, foi aprovada a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, um texto que já reconhecia a existência de um aquecimento alimentado pela atividade humana. E o objetivo de mitigar essas emissões, que não param de crescer, está definido.

As emissões de CO₂ continuaram a aumentar durante este século quase continuamente. O crescimento só foi abrandado pelas crises económicas. Em 2015, após décadas de discussões, o Acordo de Paris foi aprovado, o primeiro pacto que obriga todos os países signatários a apresentar planos para reduzir suas emissões de gases de efeito estufa. [...]

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Referência: El CO2 en el cambio climático | La Cumbre del Clima en EL PAÍS. (2019). EL PAÍS. Retrieved 4 December 2019, from https://elpais.com/especiales/2019/el-co2-en-el-cambio-climatico/

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Aprendizagem interligada/ Connect Your learning (CLRN): um recurso para a inovação na sala de aula, desenvolvido no âmbito do  Projeto Erasmus+, Connect Your Learning (2017/2019) com 15 cenários de aprendizagem transdisciplinares que colocam os alunos como utilizadores criativos e produtores de conteúdos com recurso aos media digitais e em rede.

 

A publicação, lançada em junho de 2019, resultou de uma série de encontros de professores que trabalham em diferentes estabelecimentos educativos e culturais na Polónia (Centro de Educação EST, Wadovice), Croácia  (Srednja Skola Dalj) e Portugal (Escola Secundária Dr. Jorge Augusto Correia, Tavira). A equipa de professores envolvidos desenhou, implementou e avaliou os impactos de cada cenário no processo de aprendizagem em que foi aplicado. No caso português, os recursos da Biblioteca Escolar foram relevantes para a consecução dos produtos finais.

 

Este compêndio de Boas Práticas, financiado com o apoio da Comissão Europeia, está disponível na Internet, em quatro línguas (InglêsPortuguêsPolaco e Croata), no website do Projeto Connect Your Learning (https://youthart.eu/connect/). Os cenários de aprendizagem propostos podem ser livremente apropriados e aplicados a outros contextos educativos.

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A Primeira Volta ao Mundo é uma nova série documental do Canal História que recorre a depoimentos de 53 especialistas internacionais e usa actores para entrevistas ficcionadas com os protagonistas da expedição.

Foi em 1519, a 20 de Setembro, que o português Fernão de Magalhães (1480-1521), navegador português ao serviço de D. Carlos I de Espanha, partiu de Sanlúcar de Barrameda, em Espanha. Três anos depois, com Magalhães morto, Juan Sebastián Elcano voltaria ao início para finalizar aquela que ficou registada como a primeira viagem de circum-navegação da Terra. A efeméride dos 500 anos de tal feito é assinalada com uma nova série documental do Canal História dividida em seis episódios. A Primeira Volta ao Mundo, uma produção espanhola, arranca neste sábado, às 22h15.

O objectivo da série é explorar não tanto “a gesta, mas sim o gesto”, afirmou Sergio Ramos, vice-presidente de programação da versão ibérica do canal, na apresentação de A Primeira Volta ao Mundo na Biblioteca Nacional de Madrid esta quarta-feira à tarde. Ou seja, queriam mostrar como era o dia-a-dia em alto-mar dos entre 230 e 270 tripulantes das cinco naus da expedição — dos quais só restaram, no fim, 18 homens e uma nau —, bem como a maneira como o feito deles mudou o mundo e como a Europa percebeu a dimensão do resto do globo e a vastidão dos oceanos. Ao PÚBLICO, explicou ainda que queriam “dar um twist” à história, com “linguagem e imagem contemporâneas”, como comparar a montagem da expedição com uma start-up, o que acontece no primeiro episódio.

Para tal, a série conta com o depoimento de 53 especialistas de várias nacionalidades e áreas, dos portugueses Jorge Rosas, gerente das Adegas Ramos Pinto, Joaquim António Gonçalves Guimarães, arqueólogo, ou José Manuel de Carvalho Marques, ex-presidente da Câmara de Sabrosa, a historiadores, escritores, navegadores, políticos, guias turísticos, cozinheiros, biólogos, músicos ou militares argentinos, chilenos e espanhóis, nacionalidades que estavam representadas na expedição. Estes falam de como, no caso de Jorge Rosas, os tripulantes bebiam vinho, ou, no caso de Javier Velázquez, dono de restaurante e cozinheiro argentino, de como é que os tripulantes comiam carne de guanaco, animal sul-americano, tudo em nome da sobrevivência sob condições duras que testaram a capacidade de resistência do ser humano.

De fora, ficaram testemunhos como os dos filipinos, um território importante da viagem. “Era o destino principal que queríamos tratar, mas deparámo-nos com um problema, que é não haver muita gente com esse conhecimento. Encontrávamos alguém que disse que falaria disso, mas depois não sabia muito”, confessa Daniel Terzagui, produtor executivo. “É mais fácil encontrar essa informação aqui”, continua Carmen Mena-García, professora catedrática de História da América na Universidade de Sevilha e uma das especialistas retratadas na série. Também não houve possibilidade de incluir, por questões de agenda, o historiador Rui Manuel Loureiro, que a académica espanhola nomeia como alguém “que está a fazer coisas muito interessantes com documentos portugueses”. Longe das polémicas e disputas recentes entre Portugal e Espanha sobre esta efeméride, tanto Terzagui como Mena-García realçam o papel de Portugal na expedição, em termos de “todo o conhecimento e infra-estrutura”.

Entrevistas de agora com o passado

Além das pessoas reais que prestam declarações, há um esforço para uma reconstituição de época com actores que interpretam algumas das figuras históricas envolvidas a falaram para a câmara. A ideia destas entrevistas ficcionadas, sustenta o responsável do canal, era não pedir “aos actores que interpretassem algo que não sabíamos se ocorreu ou não”, mas dar uma ideia do que seria o dia-a-dia a bordo da expedição. Já Daniel Terzagui, o produtor executivo, sublinhou o foco em factos verificáveis. Henrique de Malaca, por exemplo, o escravo de Magalhães que provavelmente terá sido a primeira pessoa realmente a circum-navegar o mundo, não é uma personagem muito presente, visto não haver muita informação sobre ele, e muitas perspectivas contraditórias.

Segundo o Ministério da Cultura espanhol, há mais de 190 iniciativas oficiais espanholas que vão decorrer ao longo dos próximos três anos. A série é uma delas. A efeméride está, conta Carmen Mena-García, a levar a cada mais investigações sobre o assunto, pelo que, volvidos esses três anos, “vamos falar de uma maneira diferente” sobre a circum-navegação.

A série surge no ano em que o História comemora 20 anos de presença ibérica, algo que decidiram celebrar juntando duas efemérides: a dos 500 anos da circum-navegação e dos 50 da chegada do homem à Lua, traçando um paralelo entre elas. Não vai ser o único evento televisivo a assinalar o feito. A RTP1, por exemplo, dedicará o dia de sexta-feira a uma emissão especial em directo do Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa, a partir das 10 da manhã.

 

Referência

Author Rodrigo Nogueira
Article title: Seis episódios para assinalar os 500 anos da viagem de Fernão de Magalhães
Website title: PÚBLICO
URL: https://www.publico.pt/2019/09/20/culturaipsilon/noticia/primeira-volta-mundo-1887193

 

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