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Ler e Formar Leitores no século XXI – os media, as literacias e as liberdades fundamentais dos cidadãos - Évora

 

Oiça a comunicação de  Maria Madalena Costa Oliveira (Universidade do Minho) no "Painel – A compreensão e o papel dos media na democracia e participação social" :

 

Conteúdo relacionado:

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Ler e Formar Leitores no século XXI – os media, as literacias e as liberdades fundamentais dos cidadãos

 

Oiça aqui a comunicação de Vitor Tomé - "Preparar cidadãos ativos e capazes de ler o(s) mundo(s) hoje: desafios e constrangimentos"  com moderação de Isabel Mendinhos:

 

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A Biblioteca escolar José Falcão no Facebook.

A biblioteca é a tua melhor aliada na construção do teu conhecimento, na conquista do saber e o espaço onde te sentes bem, porque, afinal, integramos uma Rede pensada para te ajudar a construir o teu futuro.

 

A Escola Secundária José Falcão | História

 

Por decreto de Passos Manuel, publicado no Diário do Governo de 19 de Novembro de 1836, são oficialmente criados os primeiros três liceus em Portugal: o Liceu de Coimbra, o Liceu de Lisboa e o Liceu do Porto.

 

O Liceu de Coimbra substitui o Colégio das Artes (fundado por D. João III em 1548), e muitos dos professores do Liceu vêm do Colégio das Artes, que se extingue, dando lugar ao Liceu, que começa por funcionar precisamente nas instalações que tinham sido do Colégio das Artes. O Liceu de Coimbra constitui uma secção da Universidade de Coimbra (única que existia na época), tanto que os alunos do Liceu de Coimbra trajam capa e batina, o que vai perdurar por mais de um século. A partir de 1870, o Liceu fica instalado no Colégio de S. Bento. Após a implantação da República, o Liceu toma o nome de Liceu José Falcão (1914) e, dado o grande aumento da população escolar, foi criado, em 1928, o Liceu Dr. Júlio Henriques, funcionando ambos no Colégio de S. Bento.

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Esta biblioteca uma referência da rede nacional das bibliotecas escolares, com vários prémios conquistados, e que conta com mais de 6 mil livros ao serviço dos alunos e ainda 50 mil livros antigos em arquivo muito solicitado por investigadores.

É uma escola onde lecionaram e estudaram grandes referências da literatura portuguesa e que o repórter Horácio Antunes visitou recentemente.

 

Referência: RTP, R. (2019). Biblioteca da Escola Secundária José Falcão já conquistou vários prémiosRtp.pt. Retrieved 27 April 2019, from https://www.rtp.pt/noticias/pais/biblioteca-da-escola-secundaria-jose-falcao-ja-conquistou-varios-premios_a1143161

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Apresenta-se a biblioteca escolar (BE) do Agrupamento de Escolas de Castelo de Vide.

 

O blogue, atualizado, mostra a ação da BE e dá acesso a um sem número de recursos das várias áreas disciplinares e níveis de ensino, para alunos e professores. Destaca sítios amigos e similares, bem como a equipa da biblioteca. 

 

 

Créditos:

Música de António Eustáquio do DC "Guitolão"; voz, texto e gravação de Cinda Soares, Agrupamento de Escolas da BE de Castelo de Vide.

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Apresenta-se a Biblioteca Escolar  do Agrupamento de Escolas de Constância.

 

Com presença forte na Web, o blogue apresenta-se atualizado, vivo, projetando a biblioteca para fora de portas, abrindo-a à comunidade. O número de visualizações, 90 268,  fala por si. Destaque para a Biblioteca digital e para o conjunto de  Livros digitais.

 

Por sua vez a página web do Agrupamento permite o acesso rápido ao blogue das bibliotecas, a partir do menu de navegação principal.

 

Oiçam agora aqui um pouco da história das bibliotecas escolares deste Agrupamento, na voz do professor bibliotecário, António José Saraiva Marques:

 

Entrevista sobre o MILD com Carlos Pinheiro, na Antena 1 (Ouvido Crítico).

 

Conteúdo relacionado:

 

Ouvido crítico. RTP Play. 26 Set, 2018
www.rtp.pt/play/p4406/e366234/ouvido-critico

 

Agora que o novo ano lectivo começou, deixamos aqui um texto escrito e lido por Eduardo Sá, sobre "As Crianças e a Leitura".

"As histórias fazem mal às crianças"

Texto apresentado, no passado dia 19 de Abril, no "10 de letra - jornadas literárias", que se realizou no Auditório Maestro Frederico de Freitas (SPAUTORES)

 

 

 

Ou, se preferir, oiça o podcast: 

 

 

a tv, o rádio, a revista e, nos últimos 20 anos, o mundo digital “multiplicaram” a nossa professora. e, em vez de desenvolver “informatofobia”, a professora precisa entender que é preciso trazer novas ferramentas para a sala de aula. no café filosófico cpfl especial sobre “a era da curadoria: o que importa é saber o que importa!”, o filósofo e educador mario sergio cortella afirmou que passamos o tempo todo por um “tsunami informacional” nos dias atuais.

 

esse tsunami, no entanto, não é sinônimo de “conhecimento”. conhecimento é o que sai com a gente ao fim da aula. a informação é cumulativa, o conhecimento é seletivo.

 

tem gente que não navega, naufraga”, disse. “falamos da democratização da informação, mas há também a banalização da edição da informação.” a tarefa da curadoria, definiu, é dificultar que fiquemos iludidos com o que é mera abstração. “a ideia de curador é a daquele que cuida. com a internet, perdemos a exclusividade da edição. a novidade é que a curadoria pode ser feita de outros modos. a maioria lê outras fontes além de jornais.” segundo ele, conhecimento é algo que não se esquece.

 

“não importa que alguém decore o que está no livro, importa que ele saiba usar o que está no livro.” de acordo com o especialista, “aprendemos de tudo na escola, menos a estudar”. “na faculdade é que vamos aprender sobre metodologia e pesquisa.” para transmitir este conhecimento, é preciso levar o mundo para dentro das escolas. “o que importa é o que está em nosso cotidiano. é o ponto de partida”, disse. “a matemática foi ensinada como um suplício porque não foi explicado como funcionava em nossa vida.

 

”embora defenda o uso da tecnologia como ferramenta para o conhecimento, cortella alertou: recursos como os emoticons, usados para expressar sentimentos em redes como o whatsapp, “são a falência da palavra escrita”. ele disse ainda que as ferramentas analógicas não perderão a importância em meio à era digital. “a mais antiga plataforma de ensino a distância é o livro. as tecnologias trouxeram outras plataformas. mas o livro não desapareceu.”

 

Referência: Café Filosófico - A era da curadoria; o que importa é saber o que importa - Mario Sergio Cortella. (2018). YouTube. Retrieved 26 September 2018, from https://www.youtube.com/watch?time_continue=328&v=sFKNpkpf9Iw

 

Oiça aqui, se preferir, o Café Filosófico em formato podcast. Ideal para ouvir no smartphone e em qualquer lugar, ou no automóvel...  poupando dados de tráfego de Internet.

This podcast is available on...

 

Oiça aqui alguns dos poemas lidos na noite do dia 20 de setembro nas Portas do Ródão (Vila Velha de Ródão), no Rio Tejo, no âmbito da iniciativa Sentir o rio e viver a terra.

 

Agradecemos a Pedro Gomes (coordenador interconcelhio) e à Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão o convite que nos permitiu marcar presença nesta magnifica iniciativa.  

 

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