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2015 |

 

De acordo com um relatório do National Literacy Trust para a First News, a leitura da imprensa pode ter um impacto significativo nas competências de leitura e motivação das crianças.

 

Envolver-se em atividades de alfabetização em torno da leitura da imprensa pode ter um impacto significativo nas competências de leitura e motivação das crianças, de acordo com um relatório do National Literacy Trust para a First News .

 

No âmbito do desenvolvimento da pesquisa, foi avaliado nas escolas o impacto de um programa de leitura de imprensa (The First News Reading Package). O programa de atividades em torno das notícias atuais foi desenvolvido ao longo de oito semanas, e incluiu questionários de compreensão de leitura, testes e quebra-cabeças, concebidos com o objetivo de desenvolver o vocabulário dos participantes e despertar o seu interesse em ler a imprensa.

 

Para medir o impacto do desenvolvimento dessas atividades utilizou-se o New Group Reading Test, cujos resultados mostraram que as crianças participantes tiveram progresso significativo nas suas competências de leitura, bem como melhorias nos seus conhecimentos e nas suas competências dedutivas.

 

As pesquisas realizadas antes e depois do projeto mostraram como as suas atitudes em relação à leitura, em geral, e à leitura da imprensa, em particular, foram transformadas:

  • Houve aumento nas taxas de leitura no lazer, tanto na ficção (53% a 58%) como na não-ficção (40% a 48%).
  • A probabilidade de ler a imprensa no tempo de lazer duplicou (de 28% para 42%).
  • A percepção da leitura da imprensa como atividade interessante e divertida também aumentou (respetivamente de 58% para 74% e de 32% para 53%).
  • A participação no projeto também converteu os participantes em utilizadores das bibliotecas. O número de crianças que passou a ter um media favorito duplicou e a First News tornou-se a escolhida por 72% do total. Os jornais passaram da sexta para a terceira posição na sua lista de materiais de leitura para o tempo livre.

 

Pode aceder ao relatório completo neste link .

 

Fonte: National Literacy Trust.

 

Referência:

Article title: Motivar y aprender con la lectura de prensa
Website title: Elisa Yuste. Consultoría en cultura y lectura
URL: https://www.elisayuste.com/motivar-y-aprender-con-la-lectura-de-prensa/

 

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 Retransmisión en directo del 11 de junio

 Retransmisión en directo (sesión de tarde)

 Retransmisión en directo del 12 de junio

 Retransmisión en directo del 12 de junio (sesión de tarde)

 

¿Cuáles son los desafíos de la lectura y de la formación de lectores en la actualidad? Esta es la propuesta del encuentro Leer Iberoamérica Lee 2019, que bajo el lema Las otras caras de la lectura se celebra en la Biblioteca Nacional de España, como parte de los eventos de la Feria del Libro de Madrid.

 

El encuentro, que pretende profundizar sobre cuáles son los desafíos de la lectura y de la formación de lectores en la actualidad, contará con representantes de treinta y cinco de las iniciativas más relevantes de distintos países iberoamericanos (Argentina, Brasil, Colombia, Chile, España, México, Portugal…) quienes van a dialogar críticamente, compartir espacios, experiencias y propuestas.

 

La pregunta movilizadora del encuentro: ¿Qué significa formar lectores hoy?, se desarrolla en torno a cinco ejes: la participación de la sociedad civil, las políticas públicas de lectura, la formación de nuevos lectores, las nuevas virtualidades, los espacios colectivos y los encuentros de lectores.

 

Algunos de los temas abiertos al debate son la lectura en la primera infancia, el papel de la literatura, la lectura independiente, la lectura en situaciones de crisis, las nuevas ficciones digitales, los lectores en red, los retos y desafíos de las políticas públicas…

 

Entre las experiencias, estarán: las salas de lectura en México, las bibliotecas en Medellín, las bibliotecas comunitarias en Brasil, los clubs de lectura en Galicia, los proyectos participativos del Ayuntamiento de Madrid, los espacios de lectura en Portugal, la red de lectura pública en Chile, los proyectos comunitarios en Argentina, los laboratorios ciudadanos y la formación de lectores…

 

Este acto se organiza por el Laboratorio Emilia, JCastilho - Gestión & Proyectos, la Feria del Libro de Madrid y la Biblioteca Nacional de España; con la colaboración del Colectivo Álbum y el Clúster Fesabid, el CRIF Las acacias, Medialab Prado y la Residencia de Estudiantes. Además cuenta con el apoyo del Ayuntamiento de Madrid, el Ministerio de Cultura y Deporte, la Fundación Monte Madrid, la Fundación Santillana y el CERLALC.

 

Referência: España, B. (2019). Biblioteca Nacional de EspañaBne.es. Retrieved 13 June 2019, from http://www.bne.es/es/Actividades/2019/06-junio/leer-iberoamerica-2019.html

 

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Foto: Rafael Marchante

 

"A culpa é das estrelas" é o livro preferido dos alunos do ensino secundário.

 

"Não abras este livro" e as aventuras de Harry Potter são alguns dos livros preferidos dos alunos do ensino básico e secundário que participaram numa eleição nacional em que estiveram 70 obras a votos.

 

"Não abras este livro" foi a obra com mais votos entre os alunos do 1.º ciclo, conseguindo o primeiro lugar com 13,9% dos 33.733 votos, graças à iniciativa "Miúdos a votos".

 

Este é o resultado da participação de mais de 15 mil alunos de cerca de 500 escolas de todo o país que fizeram parte da terceira edição da iniciativa, em que foram contabilizados 78.382 votos.

 

Os alunos mais novos foram os mais entusiastas, com 33.733 votos, segundo os dados disponibilizados pela organização que mostram que à medida que os alunos vão crescendo a adesão vai diminuindo.

 

No 2.º ciclo participaram 22.479 alunos, no 3.º ciclo foram 19.229 e, no ensino secundário, a iniciativa só conseguiu mobilizar a participação de 2.941 eleitores.As regras eram simples: As turmas escolhiam um livro a seu gosto, depois faziam campanha, tentavam angariar votantes e os que conseguiam ter 50 votos passavam a integrar a lista de finalistas.

 

Este ano foram a concurso 70 obras, através da iniciativa da Rede de Bibliotecas Escolares e a Visão Júnior, em parceria com outras entidades como o Plano Nacional de Leitura.Assim, os livros preferidos entre os mais novos são "Não abras este livro" (13,9%), "O Diário de um Banana" (13,5%), o "Cuquedo" (9,3%), "Tubarão na Banheira (8,9%) e "A girafa que comia estrelas" (7,4%).

 

No segundo ciclo, a "Avozinha Gansgster" foi a que angariou mais votos (16,2%), seguindo-se "Harry Potter e a Pedra Filosofal" (8%) e "Harry Potter e a câmara dos segredos" (7,3%).

 

Os livros de aventuras de J. K. Rowling também estão entre os preferidos dos alunos do 3.º ciclo que elegeram "Harry Potter e a Pedra Filosofal" como o melhor de todos, com 14,8% dos votos, seguindo-se dois livros que remetem para o tempo do holocausto: o "Diário de Anne Frank" (14,4%) e "O Rapaz do pijama às riscas" (12,6%).

 

"A culpa é das estrelas" é o livro preferido dos alunos do ensino secundário, segundo a votação hoje divulgada que mostrou que 20% dos votantes o escolheram.

 

"A rapariga que roubava livros" e o "Diário de Anne Frank" foram as outras duas obras preferidas pelos mais velhos, com 16,2% e 14,1% dos votos, respetivamente.

 

O objetivo principal do "Miúdos a Votos" é escolher os livros preferidos, mas acaba por ser também uma forma de aproximar os mais novos dos métodos de eleição e processos democráticos, sublinhou o ministro da Educação em declarações à Lusa. Um objetivo sério que conta com a participação da Comissão Nacional de Eleições: A CNE está presente "para ajudar em todo o processo e para poder esclarecer as crianças que tenham dúvidas relativas ao processo de eleição", disse Tiago Brandão Rodrigues.

 

Além da "promoção da leitura e aproximação ao objetivo livro", é também uma forma de "aumentar a literacia para os métodos de eleição e processos democráticos", acrescentou o ministro, à margem do lançamento de um livro dos alunos da Escola Secundária de Ponte da Barca.Os mais novos passam a "entender verdadeiramente os métodos de eleição e o que é isso de votar mas também para que servem as nossas eleições", acrescentou.

 

Portugal foi um dos países com as mais baixas taxas de participação nas eleições europeias, com uma taxa de abstenção próxima dos 70%.

 

As escolas têm vários projetos para promover uma cultura de cidadania e participação democrática desde as idades mais precoces, como é o caso do Orçamento Participativo das Escolas, em que os alunos podem apresentar uma ideia para melhorar a sua escola, ou a Voz do Aluno, em que os estudantes debatem internamente questões que os preocupam.

 

O ministro da Educação esteve hoje numa outra iniciativa que considerou ser também essencial neste processo: A apresentação do livro "Opiniões de Segunda", com os artigos de opinião dos alunos da Escola Secundária de Ponte da Barca escritos durante o ano letivo.

 

Trata-se de um "exercício de cidadania e de debate plural, potenciando o espírito crítico, a capacidade argumentativa e a expressão escrita", sublinhou em declarações à Lusa.

 

Neste caso, a iniciativa partiu da Associação de Estudantes da escola e a receita da venda do livro reverterá a favor da organização não governamental Helpo, que promove projetos educativos em Moçambique.

Lusa

 

Referência: Quais são os livros preferidos dos alunos portugueses?SIC Notícias. Retrieved 2 June 2019, from https://sicnoticias.pt/cultura/2019-05-31-Quais-sao-os-livros-preferidos-dos-alunos-portugueses-

 

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Oiça aqui a comunicação:

Dois estudos sobre leituras juvenis (2004/2013)

Objetivos dos dois estudos:

  • Mapear as práticas de leitura de livros impressos e os objetos dessas leituras.
  • Medir a proporção entre leituras escolares / leituras livres.
  • Situar as práticas de leitura entre as atividades de tempos livres.
  • Conhecer as formas de leitura em ambiente digital bem como as formas de leitura de imprensa clássica.
  • Conhecer as representações e os juízos sobre a prática leitora.
  • Compreender as fraturas nessas práticas: sexo, idade, habitat, capital escolar das famílias; orientação para os estudos, contacto precoce com a leitura, estimulação familiar.
  • Entender a importância das redes de pares e de outros agentes na promoção da leitura.
  • Caraterizar os padrões e finalidades de uso das bibliotecas municipais e escolares.
  • Avaliar a possibilidade de formação de uma classe leitora juvenil.
  • Estabelecer para os vários planos analisados um perspetiva evolutiva.
 
 
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A McDonald’s Portugal, em parceria com o Plano Nacional de Leitura 2027 (PNL 2027) e o Expresso, apresentam o inquérito “O que leem os nossos filhos” – uma sondagem conduzida pela Growth from Knowledge (GFK) que analisa os hábitos de leitura das famílias portuguesas, com crianças e jovens entre os 5 e os 15 anos. 

 

Referência: 2027, P. (2019). Plano Nacional de Leitura 2027Pnl2027.gov.pt. Retrieved 28 May 2019, from http://pnl2027.gov.pt/np4/habitosdeleitura.html

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Programa | Flyer |

 

16 de Maio de 2019 Casa das Artes / Biblioteca Municipal Tomás de Figueiredo Arcos de Valdevez.

Inscrições em: www.cenfipe.edu.pt/

 

 

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Joana Acha é professora do Departamento de Processos Psicológicos Básicos e Desenvolvimento da Universidade do País Basco e autora de numerosos trabalhos de pesquisa publicados em revistas científicas internacionais. O vídeo que aparece neste post foi gravado em 09 de novembro de 2018 na reunião Os testes de educação, organizada pela cadeira de Cultura Científica da Universidade do País Basco . Nele, a Drª Acha revê o que sabemos sobre aprender a ler, das habilidades de compreensão mais básicas às mais complexas.

 

Joana Acha através de uma revisão do trabalho mais significativo sobre desordens relacionadas com a leitura, estabelece uma ponte entre o conhecimento científico existente, sobre o processo de aquisição da leitura e da aplicabilidade desse conhecimento, à prática educativa. Mostra-nos exatamente o que é aprender a ler e como é possível otimizar as estratégias de intervenção com base na idade e capacidade de leitura de cada pessoa.

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No dia 2 de abril comemora-se em todo o mundo o nascimento de Hans Christian Andersen.

 

A partir de 1967, este dia passou a ser designado por Dia Internacional do Livro Infantil, chamando-se a atenção para a importância da leitura e para o papel fundamental dos livros para a infância.

 

Para assinalar o Dia Internacional do Livro Infantil 2019, a DGLAB convidou a ilustradora Abigail Ascenso, vencedora de uma Menção Especial do Prémio Nacional de Ilustração do ano passado, para ser a autora da imagem do cartaz.

 

Abigail Ascenso nasceu em 1979, em Leiria. Licenciada em Design de Comunicação/Arte Gráfica pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto, fundou em 2003, com Fedra Santos, o atelier Furtacores Design e Comunicação, onde tem desenvolvido trabalho nas áreas de design gráfico, fotografia e ilustração infantil. Tem realizado exposições individuais de ilustração infantil e participado em colectivas de pintura. Com o livro Gaspar, o dedo diferente (texto de Ana Luísa Amaral), participou na mostra «100 Livros para o Futuro» promovida pela DGLAB na Feira do Livro Infantil de Bolonha em 2012. Ilustrou já mais de uma dezena de livros para os mais novos. Em 2018 recebeu uma das duas Menções Especiais do Prémio Nacional de Ilustração com o livro “A Noite”, com texto de Manuel António Pina.

 

A mensagem do IBBY internacional, este ano da responsabilidade da Lituânia, consta de um texto e cartaz do escritor e ilustrador Kęstutis Kasparavičius. Pode ser encontrada em http://www.ibby.org/awards-activities/activities/international-childrens-book-day/icbd-2019/?L=0.

 

Cartaz de Abigail Ascenso em jpg.: DILI_19_Abigail.jpg

Cartaz de Abigail Ascenso para impressão:DILI19_Abigail.pdf 

Texto de Kęstutis Kasparavičius traduzido para português:DILI_texto_Lituânia_trad.pdf 

 

ReferênciaDIA INTERNACIONAL DO LIVRO INFANTIL 2019 . (2019). Livro.dglab.gov.pt. Retrieved 2 April 2019, from http://livro.dglab.gov.pt/sites/DGLB/Portugues/noticiasEventos/Paginas/DIA-INTERNACIONAL-DO-LIVRO-INFANTIL-2019.aspx

 

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É bom lembrar que saber ler não é uma opção na nossa espécie. Ler é uma condição para fazer parte da vida em sociedade.

 

Saber ler não é instinto. Curiosidade é, em qualquer espécie animal. Movidos pela curiosidade podemos ser levados a ler. E escrever para narrar nossas descobertas.

 

E para o que não há receita, a “receita” é: ler para crianças desde sempre, por afeto e por direito.

 

Isto porque, no caso da nossa espécie, mundos inteirinhos são narrados ou inventados pela palavra, sendo que desde o dia em que há uns 6 mil anos atrás os sumérios organizaram tudinho na chamada escrita cuneiforme nos tornamos a única espécie viva na Terra a seguir pensando, imaginando e escrevendo, e lendo, e pensando, e escrevendo num ciclo sem fim. De histórias de ninar à teoria das espécies passando por romances, nanotecnologia e bibliografias históricas, seja para tratar de revoluções, criar e partilhar utopias nós escrevemos e, para saber o que está escrito, lemos.

(...)

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Referência: A importância de ler para crianças desde sempre, por afeto e por direito. (2019). Euquerominhabiblioteca.org.br. Retrieved 31 March 2019, from http://www.euquerominhabiblioteca.org.br/2019/03/a-importancia-de-ler-para-criancas-desde-sempre-por-afeto-e-por-direito/

 


RBE


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