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O Manual

 

O Manual de Promoção de Competências Socioemocionais, de ora em diante designado por Manual, na lógica do modelo de intervenção proposto para a Saúde Escolar e a Saúde Mental, integra alguns temas e objetivos do Referencial de Educação para a Saúde da Direção-Geral da Educação (DGE), (no prelo) e oferece uma orientação nas áreas da promoção da saúde e bem-estar como um todo, bem como do desenvolvimento das relações interpessoais.

 

O principal objetivo do Manual é constituir-se como um recurso pedagógico para facilitar a formação e a implementação, passo a passo, de um projeto promotor da Saúde Mental na Escola, orientado pela tipologia de programas de Aprendizagem SEL (Social and Emocional Learning), assente nos seguintes princípios:

 

• Promoção da saúde, do bem-estar mental e do sucesso educativo através de uma abordagem compreensiva e holística de toda a Escola, integrada na promoção e educação para a saúde;

 

• Intervenção fundamentada nos modelos baseados na evidência científica, usando os resultados da avaliação para justificar decisões;

 

• Promoção de um ambiente escolar seguro, de suporte e protetor, respeitando os princípios da confidencialidade, de modo a que a comunidade educativa se sinta confiante para discutir e para solicitar apoio face às necessidades sentidas;

 

• Definição das intervenções e dos resultados adequados ao meio escolar, que contribuam para maximizar os fatores protetores e minimizar os fatores de risco;


• Consciencialização de que alguns fatores de proteção e de risco têm impacto nos resultados a nível da saúde e da educação e que influenciam as escolhas a nível pessoal e do grupo;


• Sensibilização dos/as docentes e das equipas de saúde escolar para uma metodologia de projeto conjunta, capacitando-os para a implementação deste modelo em meio escolar;

Capacitação dos/as docentes e das equipas de saúde escolar para serem, essencialmente, recurso de suporte a escolhas a nível pessoal e do grupo e facilitadores de aprendizagens e de tomada de decisão referentes ao potencial de saúde;

 

• Implementação de metodologias interativas e participativas no desenvolvimento de conhecimentos, atitudes e competências para a tomada de decisão e na adoção de comportamentos mais saudáveis junto da comunidade educativa.

(...)

 

Referência: simões, c., & completo, V. (2016). Manual para a Promoção de Competências Socioemocionais em Meio Escolar.Spo-franciscofranco.blogspot.com. Retrieved 26 February 2019, from https://spo-franciscofranco.blogspot.com/2016/09/manual-para-a-promocao-de-competencias.html

 

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Referencial de Educação para o Desenvolvimento – Educação Pré-Escolar, Ensino Básico e Ensino Secundário, aprovado em agosto de 2016, foi elaborado pelo Ministério da Educação, através da Direção-Geral da Educação, em parceria com o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, I.P., o CIDAC - Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amílcar Cabral e a Fundação Gonçalo da Silveira.

 

Referencial de Educação para o Desenvolvimento constitui-se como documento orientador que visa enquadrar a intervenção pedagógica da Educação para o Desenvolvimento, como dimensão da educação para a cidadania, e promover a sua implementação na educação pré-escolar e nos ensinos básico e secundário. De natureza flexível, não prescritivo, este Referencial pode ser utilizado em contextos diversos, no seu todo ou em parte, sequencialmente ou não.

 

Referência: Referencial de Educação para o Desenvolvimento – Educação Pré-Escolar, Ensino Básico e Ensino Secundário | Direção-Geral da Educação. (2019). Dge.mec.pt. Retrieved 21 February 2019, from http://www.dge.mec.pt/noticias/educacao-para-cidadania/referencial-de-educacao-para-o-desenvolvimento-educacao-pre-escolar

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Que iniciativas de Educação para a Cidadania são levadas a cabo nas nossas escolas? Em que medida é que essas práticas se cruzam com a Educação para a Cidadania Global numa perspetiva de transformação social?

 

Estas foram algumas das questões de partida que guiaram a construção do estudo exploratório Iniciativas de Educação para a Cidadania Global em meio escolar*, promovido pelo CIDAC e pela FGS, que decorreu entre 2017 e 2018 e que foi agora disponibilizado online. Para a sua implementação foi elaborado um quadro concetual a partir do qual se desenhou um inquérito enviado a escolas, professoras e professores e diferentes redes de educação, e que foi divulgado nesta newsletter, tendo-se recebido 164 respostas, das quais 124 foram consideradas válidas.

 
Consultar o estudo completo AQUI.
Resumo em português, castelhano e inglês AQUI.

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O livro de atas do  XXV Colóquio da Afirse Portugal, realizado em Lisboa, em fevereiro de 2018, encontra-se disponível para consulta.

 

Pinhal, J.,  Cavaco, C., Cardona, Mª.J., Costa, F., Marques, J. & Faria, R. (Orgs.) (2019). A investigação, a formação, as políticas e as práticas em educação – 30 anos de AFIRSE em PortugalAtas do XXV Colóquio da AFIRSE Portugal. Lisboa: AFIRSE Portugal e Instituto de Educação da Universidade de Lisboa.

 

Trata-se do colóquio comemorativo dos 30 anos da AFIRSE em Portugal,  por isso o Livro de Atas encontra-se disponivel e aberto a todos os interessados.

 

ReferênciaLivro de Atas de 2018. (2019). AFIRSE Portugal. Retrieved 29 January 2019, from http://afirse.ie.ul.pt/livro-de-atas-de-2018/

 

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Entrevista sobre o MILD com Carlos Pinheiro, na Antena 1 (Ouvido Crítico).

 

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O trabalho apresenta dez reflexões sobre a história, a palavra, a narrativa, o currículo e a escola; bem como uma coleção de trinta histórias, todas referindo-se ao mundo da educação, ao trabalho do professor.


Segundo o autor, a história como estratégia pedagógica ajuda a formar valores, gera estados de contemplação e consciência, aumenta níveis de escuta, origina vínculos com o passado e a tradição, potencializa a imaginação, ensina o pensamento intuitivo, fornece novas questões e lembra-nos, enquanto nos liga ao futuro, que o mais humano no homem também pode ser dito em lógicas narrativas e não-lineares. 

 

Autor : José Federico Agudelo Torres

 

Edição : Fundo Editorial Luis Amigó. Medellín - Colômbia. 2016

 

Referência: Barrientos, J. (2019). El cuento como estrategia pedagógica. Libro en pdf, gratisLeagratis.blogspot.com. Retrieved 21 January 2019, from https://leagratis.blogspot.com/2018/09/el-cuento-como-estrategia-pedagogica.html

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VIII Congreso Nacional: Siglo XXI, Educación y Ceibal.

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Já se encontra disponível, no repositório da Universidade de Aveiro, a versão portuguesa do “Digital Competence Framework for Educators (DigCompEdu)”, da responsabilidade dos investigadores do CIDTFF, Margarida Lucas e António Moreira.

 

O DigCompEdu dirige-se a educadores de todos os níveis de educação, desde a infância até ao ensino superior e educação de adultos, incluindo formação geral e profissional, educação especial e contextos de aprendizagem não formal. Propõe 22 competências, organizadas em 6 áreas, e um modelo de progressão para ajudar os educadores a avaliarem e desenvolverem a sua competência digital.

 

Com base no DigCompEdu foi desenvolvida uma ferramenta de autorreflexão que permite aprender mais sobre os pontos fortes pessoais e as áreas onde é possível melhorar a utilização que se faz das tecnologias digitais para o ensino e a aprendizagem. Está disponível para educadores de diferentes níveis de ensino e pode ser acedida aqui.

 

Referência: – Livro | DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores . (2019). Blogs.ua.pt. Retrieved 13 January 2019, from http://blogs.ua.pt/cidtff/index.php/2019/01/11/livro-digcompedu-quadro-europeu-de-competencia-digital-para-educadores/

 

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Normas para crianças e pais no uso da tecnología. Elizabeth Kilbey, psicóloga e escritora.

 

 

Capaz de decifrar os enigmas do mundo infantil, a psicóloga e escritora Elizabeth Kilbey é o rosto mais conhecido da série de televisão britânica "A Vida Secreta das Crianças", onde analisa o comportamento de crianças entre 4 e 6 anos de idade.

 

Kilbey é investigadora no campo da psicologia clínica e especializada na "idade de latência", que define como "o período que vai dos 4 aos 11 anos ou mais e que é uma das etapas mais importantes, embora mais negligenciada, do desenvolvimento da criança ". 


Kilbey trabalhou durante duas décadas propondo soluções para os problemas familiares mais comuns e, nos últimos anos, tem percebido uma preocupação recorrente na sua prática: o uso descontrolado das novas tecnologias pelas crianças. "Os ecrãs estão a mudar a forma como as crianças brincam, a maneira como se socializam e as atividades com que ocupam o seu tempo", diz o psicólogo. Com o objetivo de fornecer soluções, Kilbey publicou recentemente "Disconnected Children", um livro no qual ela analisa o impacto dos dispositivos de ecrã e fornece ferramentas para os gerir e criar um ambiente familiar seguro.

 

Referência: Normas para niños y padres en el uso de la tecnología. (2019). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 9 January 2019, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/normas-para-ninos-y-padres-en-el-uso-de-la-tecnologia-elizabeth-kilbey/

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Aprender en la Era Digital. Madrid; Fundación Telefónica, 2018

 

O estudo convida à reflexão e foca os cenários educativos atravessados hoje ​​por uma mudança vertiginosa de época. Os fatores mais decisivos deste cenário são as transformações que estão a ocorrer com conhecimento e informação. Pode-se argumentar que a educação tem lugar hoje no âmbito de uma revolução cujo alcance não se limita unicamente ao âmbito tecnológico e produtivo, mas manifesta-se em aspetos económicos, sociais, culturais, políticos e educativos, estabelecendo-se, em suma, um novo contexto digital e uma nova cidadania.

 

A partir de uma perspetiva ampla de qualidade educativa, os autores analisam a forma como as tecnologias contribuem para democratizar o conhecimento, disponibilizando-o para amplos setores sociais. Ao mesmo tempo, e de forma complementar e enfática, assinala-se que as TIC representam uma oportunidade para melhorar a qualidade da educação. Para tanto, o trabalho contextualiza a situação das políticas de TIC na Argentina, no marco da proatividade refletida nas agendas educativas da região.

 

Referência: Arévalo, J. (2019). Aprender en la era digitalUniverso Abierto. Retrieved 9 January 2019, from https://universoabierto.org/2019/01/09/aprender-en-la-era-digital/

 

 

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