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Download | 2017

 

O E-Book Literacia e Inclusão Digital: Boas Práticas em Portugal e em Espanha resulta de um amplo leque de pesquisas sobre Literacia e Inclusão Digital, em Portugal e em Espanha, identifcadas pela Rede ObLID

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Download | 2019

 

Desde o início do século XIX, a prática de leitura e escrita mudou devido aos avanços tecnológicos e às diferentes necessidades de comunicação que surgiram a partir de ambientes de novos media. O constante desenvolvimento das tecnologias de informação e comunicação facilita o consumo e a criação de produtos digitais e, além disso, favorece a participação e a colaboração. 

 

Da mesma forma, essas tecnologias promovem a interatividade nos ecossistemas digitais que constroem significados através da interação de diferentes elementos icónicos, verbais e sonoros. 

 

No ecossistema do livro, a mediação da tecnologia levou à emergência do dispositivo de leitura, o que, juntamente com o aparecimento da web e hipertexto, modificou processo  leitor e a tradição secular baseada no uso de papel.

 

O tempo que antes se dedicava a ler o jornal, ver televisão ou escutar a rádio hoje distribuiu-se, de maneira atomizada, entre o Twitter, o Facebook, o WhatsApp, livro impresso, eBooks, Podcasts, Instagram, Wattpad, YouTube....

 

Referência: Lectoescritura digital - Publicaciones - Ministerio de Educación, Cultura y Deporte. (2019). Sede.educacion.gob.es. Retrieved 4 July 2019, from https://sede.educacion.gob.es/publiventa/d/22961/19/0

 

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Corporate author: UIS [560], FHI 360 (USA) [2], Oxford Policy Management (UK) [2], University of Cambridge (UK). Research for Equitable Access and Learning Centre [2]
ISBN: 978-85-7652-241-6
Collation: 143 pages
Language: Portuguese
Also available in: English
Year of publication: 2019
Type of document: book

 

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Badillo Matos, Ángel. La sociedad de la desinformación: propaganda, «fake news» y la nueva geopolítica de la información. Madrid: Real Instituto Elcano, 2019

 

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A desinformação tem emergido como uma questão de importância pública através de vários escândalos que no cenário internacional recuperaram o debate sobre o fluxo internacional de informações, as suas conexões com os interesses geoestratégicos de certos países e os efeitos que têm sobre os cidadãos. 

 

É um debate recorrente, mas desta vez tem novos ingredientes: a natureza das redes digitais permite utilizá-las não só para disseminar informação, mas também para atacar, mediante técnicas informáticas, servidores de dados (para modificá-los, roubá-los ou destruí-los); as redes sociais e a personalização da informação recebidas através delas implicam novas formas de romper a esfera pública, e os cidadãos incorporaram as práticas de produção e consumo de informação digital sem grande conhecimento da lógica desses novos meios, transferindo-os dos media tradicionais. 

 

Este texto analisa as transformações que deram origem ao novo ecossistema e propõe, a partir do estudo das iniciativas europeias sobre a desinformação, um modelo de análise da situação e o reforço da ação coordenada europeia desde Espanha.

 

Referência: Arévalo, J. (2019). La sociedad de la desinformación: propaganda, «fake news» y la nueva geopolítica de la informaciónUniverso Abierto. Retrieved 26 June 2019, from https://universoabierto.org/2019/06/26/la-sociedad-de-la-desinformacion-propaganda-fake-news-y-la-nueva-geopolitica-de-la-informacion/

 

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Download | Setembro 2013 |

 

Scolari, Carlos A. (ed.) (2013). Homo Videoludens 2.0. De Pacman a la
gamification. Collecció Transmedia XXI. Laboratori de Mitjans Interactius.
Universitat de Barcelona. Barcelona.

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O livro infantil ‘A história de Chiquinho’ conta de forma ilustrada a vida e a luta do ambientalista Chico Mendes. Com ilustrações de Ziraldo, o livro mostra diversas questões que envolvem a preservação da Floresta Amazónica.


A história do seringueiro e ativista é contada de forma resumida com o objetivo de colocar a criança em contacto com a personalidade histórica de Chico Mendes e a sua importância para a história brasileira.


Idealizado em parceria com o Instituto Chico Mendes e o cartunista e escritor Ziraldo.

 

Referência: Educom, U. (2019). Baixe livro gratuito, ilustrado por Ziraldo, que ajuda a conhecer quem foi Chico MendesUniverso Educom. Retrieved 18 June 2019, from http://universoeducom.org/baixe-livro-gratuito-ilustrado-por-ziraldo-que-ajuda-a-conhecer-quem-foi-chico-mendes/

 

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Criatividade – mudar a educação, transformar o mundo, o novo livro digital do programa Escolas Transformadoras, apresenta a criatividade como um valor e uma habilidade essenciais para a formação de pessoas capazes de transformar a educação e a sociedade. 

 

Aqui, mais de 40 autores e autoras, entre estudantes, professores, gestores de escola, investigadores, profissionais do terceiro setor e professores universitários, abordam a criatividade como um dos valores transformadores essenciais para a superação de desafios na educação.

 

A publicação tem a sua origem no Encontro Nacional realizado pelo programa em agosto de 2018, no Instituto Brincante (Brasil). Naquela oportunidade, a coordenação do programa organizou vivências sobre criatividade com o intuito de fomentar os diálogos e trocas entre a sua rede. Uma dessas vivências foi um painel de cocriação que visava, justamente, assentar as bases para a edição deste livro.

 

Visualize na íntegra o painel de conversa sobre criatividade: 

 

Referência: Criatividade: mudar a educação, transformar o mundo. (2019). Escolas Transformadoras. Retrieved 15 June 2019, from https://escolastransformadoras.com.br/materiais/criatividade-educacao-mundo/

 

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         – 5 maneiras de estimular a criatividade
         – Criatividade não é uma festa

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Maio 2019

PEREIRA COUTINHO, Francisco e CANTO MONIZ, Graça
(coord.). Anuário da Proteção de Dados 2019. Lisboa: CEDIS, 2019
 
 
Nota Introdutória
 
O Anuário da Proteção de Dados é uma revista jurídica de livre acesso, disponível em linha no sítio http://protecaodedados.ue.cedis.fd.unl.pt/, que pretende divulgar estudos doutrinários sobre o direito da proteção de dados pessoais. A revista é editada desde 2018 pelo Observatório para a Proteção de Dados pessoais, um grupo de investigação criado em 2016 no CEDIS – Centro de I & D sobre Direito e Sociedade da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa.
 
 
Os nove artigos publicado na edição de 2019 do Anuário resultam de uma chamada lançada em setembro de 2018 no sítio da internet do Observatório para a Proteção de Dados Pessoais. Os textos foram depois selecionados e revistos pelos coordenadores do Anuário. Aos autores foi permitido escreverem de acordo com a nova ou a antiga grafia.
 
 
O Anuário inicia-se com um texto da autoria de Sérgio Henriques e de João Luís sobre os fundamentos de licitude para o tratamento de dados pessoais no contexto laboral, em que é dado especial destaque ao consentimento.
 
 
Seguem-se dois textos sobre os direitos do titular dos dados, em particular o direito de não sujeição a decisões exclusivamente automatizadas e o direito ao apagamento; o primeiro, da autoria da Gabriela Caldas, é um contributo para o debate em torno da (in)existência de um direito do titular dos dados à explicação das decisões tomadas por algoritmos sem qualquer intervenção humana; o segundo, da autoria de Francisco Lima e de Mateus Carvalho, problematiza a hipótese da aplicação global do direito ao apagamento.
 
 
A compatibilidade com o RGPD de algumas tecnologias e respetivas aplicações foi um dos tópicos que ocupou parte significativa do debate académico mais recente do direito da proteção de dados pessoais. É o caso dos Smart Tourist Destinations, cuja conformidade com os princípios do RGPD é discutida por Manuel David Masseno e Cristiana Santos. O mesmo acontece com a blockchain e a videovigilância, analisadas, respetivamente, por Maria Rebelo e Lurdes Alves.
 
 
O Anuário termina com uma visão crítica dos regimes especiais de proteção de dados (Inês Oliveira), a análise da Diretiva (UE) 2016/681 e da respetiva proposta de lei de transposição para o direito nacional (Ricardo Rodrigues de Oliveira) e com uma discussão sobre a lei das secretas e a imperatividade constitucional como dilema às novas ameaças num contexto global de defesa e segurança (Sérgio Azevedo).
 
(...)
 
Lisboa, 15 de abril de 2019
Graça Canto Moniz
Francisco Pereira Coutinho
Coordenadores do Observatório para a Proteção de Dados Pessoais

 

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Índice
 
  • Introducción
  • ¿Qué es la responsabilidad?
  • Aspectos evolutivos
  • Consejos para los niños y niñas
  • Pautas para padres y madres
  • Aprender a tomar decisiones
  • Establecimiento de límites
  • Resumen y conclusiones
  • Cuestionarios
  • Anexo

 

Desarrollo de conductas responsables de tres a doce años
Textos:
  • M.ª Asunción Fernández Díaz
  • José Luis Idoate Iribarren
  • M.ª Carmen Izal Mariñoso
  • Irene Labarta Calvo
Edita:
  • Gobierno de Navarra. Departamento de Educación y Cultura
Ilustraciones y maquetación:
  • Amaia Vidart

 

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Pombo, Cristina; Martínez Cortés, Cynthia. "Miranda Ventura e o Big Data". Madrid: BID, 2019
 
 
Texto completo
 
 
Cada vez mais, atores públicos e privados estão a considerar como dimensionar o seu impacto com o uso da tecnologia. Ao mesmo tempo, o uso e a gestão de dados pessoais de milhões de pessoas preocupam os cidadãos e há um senso de urgência sobre a necessidade de proteger a segurança e a privacidade dos dados usados. 
 
Que medidas podem ser tomadas e qual é o risco de não as tomar? Como é que o setor público pode gerir os dados de forma responsável? 
 
Este documento oferece quadros de referência sobre a gestão ética dos dados e sobre a importância do consentimento, um compêndio de melhores práticas e um roteiro com passos concretos para a gestão responsável de dados pelo setor público.
 
Visto aqui.
 
 
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