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Um dos produtos do Projeto LIDIA é um livro de atividades com tecnologias destinadas a adultos. Este livro, em formato e-book, mas também em impressão convencional, integra propostas de atividades com tecnologias especialmente criadas para promover a literacia e a inclusão digitais, em especial dos adultos com menos oportunidades para aceder e utilizar o potencial que o desenvolvimento tecnológico coloca hoje à nossa disposição.

As sugestões de atividades de inclusão digital incluídas no eBook partiram do levantamento de situações concretas em que o cidadão adulto encontra dificuldades para exercer a sua autonomia por não saber utilizar as tecnologias digitais. Estas propostas de atividades visam sobretudo constituir um estímulo e inspiração sobre o que pode ser feito com tecnologias digitais para promover uma cidadania efetiva de todos os cidadãos, e têm como principais destinatários formadores, animadores, técnicos de educação e técnicos da área social inseridos em contextos de formação formal e não formal que intervenham na mediação e concretização de ações dirigidas a públicos tipicamente mais afastados da “sociedade da informação”.

Destina-se nomeadamente a profissionais responsáveis pelas áreas culturais, educativas e de ação social de câmaras e juntas de freguesia, IPSS, associações culturais e recreativas, museus, universidades seniores, centros de dia, mas também a docentes e outros educadores.

 

Referência: E-book · LIDIA · Literacia Digital de Adultos. (2018). LIDIA · Literacia Digital de Adultos. Retrieved 14 January 2020, from http://aprendercomtecnologias.ie.ulisboa.pt/e-book/

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Título: Esteiros
Autor: Soeiro Pereira Gomes
Edição: Agrupamento de Escolas Leal da Câmara
Revisão e diagramação: Carlos Pinheiro
Coleção: Clássicos da Literatura
1.ª edição: janeiro de 2020
Imagem da capa: Angelina Pereira

Edição segundo as regras do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990, com base na edição de 1941 (Edições Sirius).

 «Esteiros, minúsculos canais, como dedos de mão espalmada, abertos na margem do Tejo. Dedos das mãos avaras dos telhais que roubam nateiro às águas e vigores à malta. Mãos de lama que só o rio afaga.»

 

Referência: Gomes, E. (2020). Ebook gratuito: «Esteiros» de Soeiro Pereira GomesBibliotecaescolar-cre.blogspot.com. Retrieved 8 January 2020, from https://bibliotecaescolar-cre.blogspot.com/2020/01/ebook-gratuito-esteiros-de-soeiro.html?m=1

 

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47% das grandes empresas vão aumentar a contratação de perfis digitais nos próximos anos. São necessários cadea vez mais especialistas em big data, análise de dados, segurança cibernética, marketing de rede, posicionamento, estratégia de negócios digitais ... A coleção 'Profissões digitais', uma publicação on-line e em papel da Fundação Telefónica, mostra as novas profissões que estão a mudar o cenário de empregos em todo o mundo.

 

Atualmente, 80% dos jovens que está a estudar vai encontrar trabalho em algo que não existe. Por isso, a Fundação Telefónica através do seu programa Conecta Empleo alavanca e fomenta a formação digital dos jóvens por via de potentes ferramentas que contribuem para a sua transformação. Uma delas é a nova coleção  ‘Profesiones digitales’, un conjunto de monográficos que se podem consultar e descarregar de forma gratuita:

 

Como novidade, a Fundação Telefónica acaba de lançar o 42 Madrid, um campus de programação inovador no qual ainda se pode registar através da sua plataforma on-line. Um método de ensino disruptivo, acessível a todos, sem aulas, sem livros, sem limite de idade, aberto 365 dias por ano e gratuito, que procura formar profissionais qualificados e especialistas em digital.

 

Referência: ¿Qué profesiones digitales demandan las empresas? | Fundación Telefónica España. (2020). Fundaciontelefonica.com. Retrieved 2 January 2020, from https://www.fundaciontelefonica.com/noticias/profesiones-digitales-mas-demandadas-empresas/

 

 

 

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Prefácio

Incluir todos os estudantes e garantir que cada indivíduo tenha uma oportunidade igual e personalizada para o progresso da educação ainda é um desafio em quase todos os países.

Apesar do louvável progresso alcançado nas duas últimas décadas para expandir o acesso à educação básica, esforços adicionais são necessários para minimizar barreiras à aprendizagem e garantir que todos os estudantes em escolas e outros setores da educação possam usufruir genuinamente de um ambiente inclusivo.

A agenda de 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, cujo objetivo é não deixar ninguém para trás, fornece uma oportunidade única de construir sociedades mais inclusivas e equitativas.

Isso deveria começar com sistemas de educação inclusivos. O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 4 (ODS 4) sobre educação clama por educação inclusiva e equitativa de qualidade e oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos até 2030.

Enfatiza inclusão e equidade como alicerces para educação e aprendizagem de qualidade. O ODS 4 também pede pela construção e atualização de instalações educacionais que sejam sensíveis às crianças, às deficiências e às questões de gênero, de forma a proporcionar um ambiente de aprendizagem seguro, não violento, inclusivo e eficaz para todos.

Para alcançar esse objetivo ambicioso, os países devem garantir inclusão e a equidade dentro e por meio de seus sistemas educacionais e programas. Isso inclui tomar medidas de prevenção e lidar com todas as formas de exclusão e marginalização, disparidade, vulnerabilidade e desigualdade no acesso à educação, participação e conclusão, bem como nos processos de aprendizagem e resultados.

Também requer a compreensão das diversidades dos estudantes como oportunidades para melhorar e democratizar a aprendizagem para todos eles.

A UNESCO apoia os formuladores de políticas governamentais de educação, os profissionais e as principais partes interessadas em seus esforços para desenvolver e implementar políticas, programas e práticas inclusivas que atendam às necessidades de todos os estudantes.

Nós estamos confiantes que este Manual para Garantir Inclusão e Equidade na Educação servirá como recurso para os países e contribuirá para acelerar os esforços para educação inclusiva em âmbito global.

Qian Tang,

Ph.D.Ex-diretor-geral adjunto de Educação

 

ISBN: 978-85-7652-245-4
Collation: 47 pages : illustrations
Language: Portuguese
Also available in: Français, Español, 汉语, English
Year of publication: 2019
Licence type: CC BY-SA 3.0 IGO [6753]
Type of document: book
 

Referência: (2019). Unesdoc.unesco.org. Retrieved 23 December 2019, from https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000370508

 

 

A Biblioteca que Transformou o Mundo

Fronteiras da Educação

13.12.19

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Livros que fizeram e fazem história

Biblios, o nome grego para livro, é uma homenagem à cidade fenícia de Biblos, de onde partiam mercadores que adquiriam no Egito a matéria prima de que se fazia o livro: folhas resultantes da manufatura da planta Cyperus Papyrus, o papiro.

OS EGÍPCIOS
Usavam o papiro também para fazer calçados, canoas, cestas e colchões, mas seu uso mais nobre era para escrever o livro sagrado, que acompanhava a múmia na sua viagem ao além. O livro dos mortos do Antigo Egito era um livro para ser lido pelo morto no seu julgamento diante do deus Osíris. Ele contém fórmulas mágicas com mais de 4.500 anos, ou seja, 2 mil anos antes de um outro livro que toma o nome grego, mas conta outras histórias, hebraicas: a Bíblia. Os assírios antigos criaram a primeira biblioteca, em 632 a.C., em Nínive: a biblioteca do rei Assurbanipal (685-627 a.C.), que continha mais de 30 mil tabletes de argila, com ciência e literatura babilónicas.

Depois disso, Alexandre Magno fundou Alexandria (331 a.C.), e nela o seu general, o rei grego Ptolomeu I, criou a Biblioteca de Alexandria, a maior biblioteca do mundo antigo, refundada em 2002, no moderno Egito. Com livros, autores e bibliotecas, a humanidade pôde avançar, criar escolas, universidades, a ciência, a literatura e até o cinema – com o roteiro que não deixa de ser um livro. Assim como os Estados mais poderosos, como Roma e o reino de Gengis Khan, que cresceram e um dia decaíram, as pessoas também nascem, vivem e morrem. Mas os livros permanecem por muitos séculos. Muitos deles mudaram a forma como vemos o mundo e como nos relacionamos.

E é a seleção de alguns títulos dessa biblioteca, que se consideram indispensáveis para esta revolução, que se apresenta neste fascículo.

 

Referência: Pensamento, F. (2019). Fronteiras do PensamentoFronteiras do Pensamento. Retrieved 13 December 2019, from https://www.fronteiras.com/

 

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American Library Association  (ALA) em parceria com a Creative Commons, publica um remix do conteúdo do curso Certificado CC: Creative Commons para educadores e bibliotecários .  

Este livro está disponível para impressão na ALA Store e o PDF licenciado pela CC BY pode ser baixado aqui .

 

Referência: Our Book, “Creative Commons for Educators and Librarians,” Is Now Available - Creative Commons. (2019). Creative Commons. Retrieved 11 December 2019, from https://creativecommons.org/2019/12/06/cc-for-educators-and-librarians-is-available/

 

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O livro patenteia uma reflexão diversificada sobre contextos cívicos, incluindo as literacias cívicas e críticas, apresenta ainda propostas práticas que educadores de diferentes naturezas, técnicos que trabalham em associações, famílias, ou outros atores sociais podem usar para pensar a educação para os média.

 

Maria José Brites, Inês Amaral & Marisa Torres da Silva

CECS - Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade Universidade do Minho

978-989-8600-88-2

 

 

Indisciplina na Escola | e-book

Questões-chave da educação

30.11.19

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Sinopse

"Continua a não ser fácil para os agentes educativos acreditarem que uma causa tão próxima e até tão óbvia como o insucesso académico possa ter alguma importância na configuração da indisciplina"

João A. Lopes

 

"É imperativo que se desenvolvam programas/planos escolares que previnam e que reduzam a violência juvenil ao mesmo tempo que promovem a motivação dos alunos, levando-os a conseguir um maior sucesso escolar"

Dorothy L. Espelage

 

Título: Indisciplina na escola
Prefácio: Helena Damião
Autores: Dorothy L. Espelage, João A. Lopes Tradução: Sara Nogueira
Revisão: Helder Guégués
Design e paginação: Guidesign
Colecção: Questões-chave da Educação
Edição: Fundação Francisco Manuel dos Santos 1.a edição: Outubro de 2013
© Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2013 Impressão: Guide Artes Gráficas, Lda.

ISBN: 978-989-8662-34-7 Depósito Legal n.o: 365 613/13

 

Referência: Escola, I., Escola, I., Lopes, J., Espelage, D., & Santos, F. (2013). Indisciplina na Escola | Publicações | FFMSFundação Francisco Manuel dos Santos. Retrieved 30 November 2019, from https://www.ffms.pt/publicacoes/detalhe/630/indisciplina-na-escola#page-sinopse-630

 

Manual de educação para a cidadania digital

Ser criança na era da tecnologia

28.11.19

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As crianças de hoje vivem num mundo em rápida mudança, cujos horizontes se estão a ampliar. A tecnologia trouxe-lhes não apenas novas experiências para viver, mas também uma dimensão totalmente nova às suas vidas diárias num mundo etéreo a que chamamos "estar online". Crianças e jovens devem, portanto, ter valores, competências, atitudes, conhecimentos e entendimento crítico para enfrentar os desafios colocados pelas tecnologias digitais e pela Internet, bem como para aproveitar uma ampla gama de oportunidades. 

Manual de educação para a cidadania digital - Ser criança na era da tecnologia fornece informações, ferramentas e as melhores práticas para apoiar o desenvolvimento dessas competências, em consonância com a vocação do Conselho da Europa para proteger as crianças e capacita-as para viverem juntas em pé de igualdade nas sociedades democráticas culturalmente diversas de hoje, tanto online como offline.

Este manual é destinado a professores, pais e decisores políticos. Descreve detalhadamente as múltiplas dimensões que compõem cada um dos 10 domínios da cidadania digital e inclui uma ficha informativa sobre cada um deles, que oferece ideias, as melhores práticas e outras referências para ajudar os educadores.

O Manual para a educação e para a cidadania digital baseia-se no quadro de competências do Conselho da Europa para uma cultura de democracia e complementa o Manual da Internet como parte de uma abordagem coerente para a educação dos cidadãos e para a sociedade do futuro.

 Faça o download do Manual de educação para a cidadania digital (disponível apenas em inglês)

 

Referência: numérique, E., presse, S., technologie, E., & l'Europe, C. (2019). Etre enfant à l'ère de la technologieEducation à la citoyenneté numérique. Retrieved 28 November 2019, from https://www.coe.int/fr/web/digital-citizenship-education/-/being-child-in-the-age-of-technology-difgital-cititzenship-education-handbook

 

 

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Por ocasião do Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher, com o apoio da Delegação Permanente do Canadá na UNESCO e em colaboração com a França Médias Monde, a UNESCO apresenta em 22 de novembro de 2019 na sua sede, em Paris, a publicação "Relatório sobre a violência contra meninas e mulheres: um manual para jornalistas".

Concebido no âmbito do mandato da UNESCO de promover o desenvolvimento nos media, da educação jornalística e da igualdade entre homens e mulheres, este manual é um recurso para profissionais dos media em todo o mundo, com a intenção de estimular a reflexão sobre as práticas atuais de informação, promovendo e melhorando a cobertura ética da violência de genero.

"Abordar a violência de género significa abordar uma questão que preocupa a humanidade. Refletir sobre representações tendenciosas, estereótipos, preconceitos e violência contra meninas e mulheres significa introduzir mudanças para que, finalmente, essa violência seja coberta pelos media de uma maneira que reflita plenamente as preocupações das nossas sociedades ...] Os jornalistas podem ajudar a quebrar o silêncio e a tirar esse assunto da esfera privada, onde muitas vezes permanece relegado ".

Trecho de "Reportagem sobre violência contra meninas e mulheres: manual para jornalistas", UNESCO, Paris, 2019

 

A publicação

O jornalismo ao serviço do interesse público é uma alavanca essencial na luta contra a violência contra mulheres e meninas. Embora a cobertura tenha melhorado nos últimos anos em muitas partes do mundo, os relatórios atuais sobre violência de género ainda estão longe de descrever com precisão o escopo e a profundidade do que poderia ser descrito como uma epidemia global, mas silenciosa.

(...)

primeiro capítulo fornece conhecimentos básicos e referências em 10 áreas temáticas:

  • Cyberbullying e assédio online de mulheres jornalistas
  • Assédio sexual, agressão sexual e estupro
  • Feticidio e infanticidio específicos de género
  • Tráfico de seres humanos e contrabando de migrantes
  • Os chamados crimes de "honra"
  • Casamentos forçados
  • Casamentos precoces ou casamentos de crianças
  • Mutilação / Ablação Genital Feminina
  • Violência contra as mulheres em conflito          
  • Violência de um parceiro íntimo ou antigo e assassinatos domésticos

Fornece aos profissionais dos media algumas recomendações e exemplos de boas práticas. O manual também visa ajudar os jornalistas a lidar melhor com os dilemas que enfrentam ao reportar essas questões específicas de género.

Cada subcapítulo temático inclui as seções Definição, Figuras, Explicações e Contexto, bem como dicas e boas práticas sobre como abordar o tópico. Também contém um glossário com as principais noções e uma lista de recursos úteis em relação ao tópico. O manual mostra como cada tipo de violência ocorre nos países em desenvolvimento e nos países desenvolvidos e, portanto, diz respeito a todos nós.

segundo capítulo oferece recomendações gerais sobre como abordar e enquadrar histórias sobre a violência contra mulheres e meninas. Fornece conselhos práticos sobre as principais etapas do processo de criação de relatórios e edição, como garantir o senso de dignidade, a segurança e confiança dos entrevistados, o consentimento informado, a audição receptiva, a escolha do local, a sensibilidade cultural, a escolha do intérprete, a entrevista das crianças, a escolha das imagens, etc.

Uma seção final contém uma lista de declarações, resoluções e convenções internacionais.

O manual “Denunciar violência contra meninas e mulheres: um manual para jornalistas” está disponível em francês e inglês aqui.

 

Referência: Informar sobre las violencias contra las niñas y las mujeres: La UNESCO lanza una nueva publicación. (2019). UNESCO. Retrieved 26 November 2019, from https://es.unesco.org/news/informar-violencias-ninas-y-mujeres-unesco-lanza-nueva-publicacion

 


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