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 Regulamento |

 

SER LEITOR É COOL!

CONCURSO INTERCONCELHIO DE LEITORES

1ª Edição (2018/2019)

 

   

O concurso “Ser leitor é cool!” é organizado pelos professores bibliotecários dos grupos interconcelhios da Rede de Bibliotecas Escolares dos concelhos de Alcácer do Sal, Alter do Chão, Arronches, Avis, Campo Maior, Castelo de Vide, Crato, Elvas, Estremoz, Fronteira, Gavião, Marvão, Monforte, Mora, Nisa, Ponte de Sor, Portalegre e Sousel, com o apoio das Coordenadoras Interconcelhias das Bibliotecas Escolares (CIBE) Ana Ferreira e Fátima Bonzinho, e destina-se a todos os alunos destes concelhos.

 

O concurso tem como objetivos a promoção da leitura e o desenvolvimento da expressão e compreensão escrita e oral. Está organizado em 4 escalões: 3.º ano, 4.º ano, 5.º ano e 6.º ano e compreende 3 fases.

 

A fase final tem lugar no dia 30 de abril de 2019, no Auditório do Centro Escolar Comendador Rui Nabeiro, em Campo Maior.

 

As inscrições decorrem até ao dia 14 de dezembro de 2018, estando o formulário de inscrição disponível através do link: https://goo.gl/UrbGMo

 

No sentido de criar um repositório aberto com a leitura dos alunos envolvidos, foi criado um canal Anchor - https://anchor.fm/leitorescool - onde cada coordenador da biblioteca publicará a gravação dos alunos do seu agrupamento (cada agrupamento deve respeitar as normas de proteção de dados).

 

A divulgação das atividades referentes a este concurso, nas diferentes redes sociais, usará a hashtag #leitorescool

 

 

 

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Outubro, mês dedicado às bibliotecas escolares incentiva-nos ao reforço desta REDE e à reflexão sobre o lugar da biblioteca naquele que é o processo de formação da criança e do jovem.

 

Suportados no valor do saber e da aprendizagem procuramos conciliar respostas ajustadas aos desafios mais gerais da educação, perseguindo os nossos propósitos de sempre: atender aos diferentes perfis dos nossos alunos com respostas adequadas às suas necessidades individuais.

 

Colaboração, inovação, inclusão, … algumas das marcas que têm acompanhado o desenvolvimento da RBE e que vão ao encontro das medidas educativas ministeriais preconizadas para este ano. Para as bibliotecas escolares é a oportunidade de reforçar a sua intervenção, participando ativamente neste desígnio e estreitando o trabalho colaborativo entre a biblioteca e os docentes das diferentes áreas curriculares, contribuindo para a flexibilidade das aprendizagens. 

 

Igualmente, a multiplicidade de saberes e competências e o carácter mais humanista da formação do aluno, previsto no Perfil dos alunos no final da escolaridade obrigatória têm, na biblioteca, um suporte e um apoio indispensáveis.

 

A relação privilegiada, de proximidade, que desenvolvemos nesta REDE, permitirá continuarmos a encontrar as melhores respostas aos múltiplos desafios que, permanentemente, nos confrontam.

 

Nesse sentido, o desenvolvimento da RBE tem tido como pilar estruturante o lançamento anual de diferentes candidaturas que amplificam as possibilidades das bibliotecas adequarem os projetos à sua realidade ao mesmo tempo que proporcionam percursos inovadores diversificados.

 

Para uma efetiva conjugação de esforços entre todos destacámos, este ano, um conjunto de áreas prioritárias que nos parecem essenciais para consolidar o nosso trabalho.

(...)

 

Aos coordenadores interconcelhios, professores bibliotecários, docentes das equipas das bibliotecas escolares, assistentes operacionais e alunos, desejo que a celebração em torno do Mês Internacional das Bibliotecas Escolares se traduza num ano inteiro de boas experiências!

Votos de bom trabalho!

Manuela Pargana Silva

 

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A avaliação das bibliotecas é hoje uma prática consolidada nas escolas, resultado da aplicação generalizada do Modelo de avaliação da biblioteca escolar, que se tem vindo a afirmar, desde 2009, como um instrumento orientador de boas práticas e, simultaneamente, indutor de uma cultura de avaliação.

 

A versão, que agora se publica, incorpora um conjunto de alterações e introduz novos reajustes, resultantes da inquirição aos professores bibliotecários e a grupos de reflexão, da análise dos resultados recolhidos no decurso do ciclo avaliativo 2014-2017 e da necessidade de reforçar aspetos que possibilitem a aferição fidedigna do trabalho realizado no âmbito do desenvolvimento das competências preconizadas pelo Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória.

 

O documento mantém a estrutura, a organização da informação e a intencionalidade pedagógica que o caraterizavam nas anteriores edições. Os domínios continuam a ser unidades parcelares de análise e de avaliação, que correspondem às áreas nucleares do trabalho da biblioteca. Cada domínio integra um conjunto de indicadores, a que correspondem fatores críticos de sucesso e toda a informação relativa aos processos avaliativos que se lhes aplicam.

Domínios de avaliação

 

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Tendo em conta o interesse do modelo de intervenção do Projeto SOBE para a melhoria da literacia em saúde e para a promoção da saúde em geral e prevenção da doença, este passou a designar-se Projeto SOBE+, alargando assim o seu âmbito a outras áreas da saúde.

 

Mantém-se o foco na integração da temática da saúde oral no currículo e em ambiente escolar, concorrendo para a melhoria dos conhecimentos e dos comportamentos, junto das crianças e das comunidades envolventes. Sempre que possível e adequado, estende-se a abrangência do projeto a temáticas com ele relacionadas.

 

No ano letivo 2018/2019 trabalhar-se-á com o enfoque na relação entre Alimentação Saudável e Saúde Oral. Para tal, o Projeto SOBE+ uniu esforços com o Projeto Heróis da Fruta, contando com o apoio da Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI).

 

Iremos integrar a 8.ª edição do projeto Heróis da Fruta, dedicado à Saúde Oral, enquadrando a promoção da saúde e da literacia como missões dignas de verdadeiros heróis. Podem esperar-se novas atividades e materiais. Inscrições aqui até 12 de outubro.

 

Integrado no Projeto SOBE, surge o subprojeto Escovar na Escola, através do qual a Direção-Geral da Saúde irá distribuir 150.000 kits para a escovagem dos dentes (copo, escova e dentífrico). Este subprojeto visa incentivar as escolas e jardins-de-infância, que implementam ou desenvolvem projetos de saúde oral, a incluir a escovagem dos dentes efetuada pelos alunos diariamente, em ambiente escolar. A distribuição dos materiais relativos às candidaturas aprovadas em 2018 será realizada a partir de setembro pelos ACES. As candidaturas estarão abertas aqui até ao limite do stock.

 

A partir dos materiais lúdico-pedagógicos existentes nas bibliotecas escolares e em www.sobe.pt, pretende-se que a temática da saúde oral seja desenvolvida em todas as áreas curriculares (leitura, escrita, matemática, artes,..). Sugere-se que, para além das atividades escolares, sejam criados projetos indutores da adoção de boas práticas de saúde que incluam as famílias.

 

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A partir do tema definido pela International Association of School Librarianship (IASL) para o International School Library Month (ISLM) em 2018, "Why I love my school library", a RBE procurou uma formulação que melhor traduzisse para a língua portuguesa a ideia transmitida, optando-se por uma linguagem híbrida em que todas as gerações se reveem: “Eu ♥  biblioteca escolar”.

 

Como habitualmente, o Dia Internacional da Biblioteca Escolar será assinalado na quarta segunda-feira de outubro, dia 22.

 

Para além das propostas da IASL disponíveis aqui, a Rede de Bibliotecas Escolares lança o habitual desafio, para assinalar o Mês Internacional da Biblioteca Escolar (MIBE) e celebrar a importância das bibliotecas e de tudo o que têm de bom. 

 

Desta vez definimos dois destinatários: os alunos e os professores bibliotecários.

 

Desafio para os alunos:

A partir do lema e com a hashtag #Eu♥BE, a RBE convida os alunos a demonstrar a sua relação com a biblioteca escolar.

Instruções: 
- Criar uma frase, um meme, uma foto, um vídeo, … original que ilustre a sua ligação à biblioteca escolar;
- Partilhar no Facebook e/ou no Instagram com a hashtag #Eu♥BE.

A RBE divulgará nos seus canais as propostas mais criativas que surgirem. 

 

Desafio para os professores bibliotecários:

Reconhecemos que a chave para a afirmação da biblioteca na escola é a paixão com que cada professor bibliotecário se dedica ao que faz. A partir do modo de estar na escola e na comunidade, seja pessoal ou profissionalmente, cada um será capaz de identificar de entre as suas ações quotidianas, aquelas que fazem a diferença.

Porque são as pessoas que realmente importam, a RBE desafia os professores bibliotecários a “dar a cara”, através de uma frase-testemunho, muito breve e expressiva, de como na sua prática transparece o lema “Eu ♥ biblioteca escolar”. A RBE divulgará nos seus canais as propostas que considere mais marcantes.

Instruções:
- Descarregar o layout fornecido (em formato Powerpoint)
- Escrever uma frase curta sobre a forma como torna a sua ação especial enquanto professor bibliotecário  
- Inserir uma foto pessoal*, tirada na biblioteca escolar 
- Colocar só o nome próprio e a localidade como identificação
- Gravar o diapositivo como .jpg ou .png
- Partilhar no Instagram e/ou no Facebook, ou noutro sítio online
- Preencher o formulário disponível em http://bit.ly/mibe2018, indicando o código da escola, a frase e o url da publicação 
* Para quem não quiser usar uma foto, disponibilizam-se alguns exemplos de avatar que também pode também ser personalizado em https://avatarmaker.com/.

A cada formulário será atribuído um número de ordem. De entre todos os números será sorteado um prémio pecuniário a aplicar na biblioteca.

 

Veja também: Materiais MIBE 2018 [ZIP]

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Cada agrupamento conta com uma ou mais bibliotecas escolares (BE) que facultam recursos capazes de apoiar o percurso formativo e curricular das crianças/ alunos.

 

Aos professores bibliotecários (PB) cabe gerir, de forma integrada, as bibliotecas escolares e os serviços de biblioteca dirigidos a toda a população escolar do agrupamento, apoiando-se num trabalho colaborativo com os docentes das várias escolas.

 

Com este documento, a RBE pretende apoiar os professores bibliotecários na organização, gestão e dinamização das bibliotecas escolares nas escolas do primeiro ciclo e nos jardins-de-infância, convocando os docentes para uma melhor apropriação desta estrutura, através da apresentação de propostas facilitadoras da utilização da BE por todos.

 

Apresenta-se como um instrumento de operacionalização de trabalho colaborativo entre o professor bibliotecário e os docentes, visando apoiar o desenvolvimento de um conjunto de competências gerais e transversais às diferentes áreas curriculares e conteúdos programáticos, em contextos diversificados, promovendo a biblioteca escolar como um ambiente de aprendizagem transdisciplinar e dinâmico.

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Ouvido crítico. RTP Play. 26 Set, 2018
www.rtp.pt/play/p4406/e366234/ouvido-critico

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Prioridades para as Bibliotecas Escolares no contexto da flexibilidade curricular e do perfil do aluno para o século XXI -  Sónia Cruz
 
 
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Olga Antunes, diretora do Agrupamento de Escolas de Constância, fala sobre o Constancioneiro e lê a carta que o secretário de estado da educação, João Costa, lhe endereçou a este propósito (3´:50´´).

 

No texto que se segue, Ana Paula Ferreira, coordenadora interconcelhia da Rede de Bibliotecas Escolares, apresenta o livro e aponta as bondades do projeto que lhe deu origem, destacando ainda o excelente desempenho destes (mesmos) alunos nas Olimpíadas da Cultura Clássica, um projeto da Rede de Bibliotecas Escolares e do Centro de Estudos Clássicos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa:

 

Boa noite!

Começo por cumprimentar todos os presentes e elogiar-vos o vosso bom gosto por estarem presentes neste evento que alia a leitura à aprendizagem e que decorre num espaço tão propício à poesia.

 

Agradeço à Sra. Diretora, Dr.ª Olga Antunes, o convite para fazer a apresentação deste Constancioneiro, livro que de forma exemplar brinca com as suas origens – O Cancioneiro e Constância.

 

 

Agradeço, também, aos grandes obreiros do projeto, a professora Susana Neves, os seus magníficos poetas trovadores, os alunos das duas turmas de 10º ano do Agrupamento e, claro, ao professor bibliotecário, António Marques e à sua capacidade de incentivar a mudança, de levar os seus parceiros a tirarem partido das inúmeras possibilidades da biblioteca e de aceitarem ser e fazerem diferente na escola.

 

Tive o prazer de acompanhar a forma inovadora e colaborativa como o projeto se foi desenvolvendo e este lançamento, hoje, mostra que, tal como disse Fernando Pessoa, “o homem sonha, a obra nasce”.

 

Estou certa que o ambiente educativo inovador que se vive neste agrupamento impulsiona este tipo de projetos e gostaria que em todas as escolas do nosso país os alunos tivessem a oportunidade de experienciar a aprendizagem desta forma: enquanto ponte para uma intervenção ativa na sociedade, colocando-os perante desafios que desenvolvem a sua perseverança, o pensamento crítico e reflexivo, a autonomia.

 

 

Um verdadeiro exemplo de um projeto que desenvolve as competências definidas para os alunos à saída da escolaridade obrigatória.

 

Este projeto, decorrente de um domínio de articulação curricular, no âmbito do projeto de autonomia e flexibilidade curricular, envolveu as disciplinas de Português, Francês e Espanhol, em “estreita colaboração com a biblioteca escolar”, como é referido no posfácio.

 

 

biblioteca escolar assume neste agrupamento um papel de destaque, enquanto centro de inovação pedagógica, capaz de fomentar e difundir projetos verdadeiramente estruturantes, em parceria com as várias estruturas educativas, em prol das aprendizagens dos nossos alunos, para assim contribuir para a criação de cidadãos ativos, autónomos e responsáveis.

 

 

 

Não poderia deixar de referir o excelente desempenho destes mesmos alunos nas Olimpíadas da Cultura Clássica, um projeto da Rede de Bibliotecas Escolares e do Centro de Estudos Clássicos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. O júri  atribuiu a estes nossos alunos 4 prémios, no escalão C (10, 11º e 12º anos).

 

Os prémios vão ser entregues na próxima sexta-feira.

 

 Artes/multimédia:

 1º lugar  -   Beatriz Cabeças, Inês Pedro, Laura Gonçalves

Trabalho: A Teia de Penélope, Rainha de Ítaca

 

Menção Honrosa -   Afonso Martins, João Lisboa, Ricardo Mascate, Rodrigo Sousa, Tomás Santos e Tomás Pedro

Trabalho: Os mitos do Minotauro e de Penélope 

 

 Provas escritas:

 1º lugar  - Clarisse Malheiro Junqueira

2º lugar -  Ana de Moura Lopes Velho

 

 A palavra de ordem é, sem dúvida, “ORGULHO”.

Obrigada!

***

 

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 Correio do Minho |

 

Livros e silêncio são duas das palavras que mais aparecem associadas ao conceito de biblioteca. Contudo esta realidade já pouco tem a ver com as vivências dos jovens do século XXI. E por livros, quase sempre, a referência é a de livros impressos. Acresce ainda que, como afirmou Chris Meade, diretor do if:book London, na palestra que fez, em outubro de 2010, na IV Conferência Internacional do Plano Nacional de Leitura sob o tema Ler no século XXI Livros, Leituras e Tecnologias, o livro não é um objeto. É uma experiência, acontece na nossa cabeça e acontece no nosso coração. A literatura não é feita de papel.

Contudo, a grande maioria das bibliotecas escolares foi desenhada na lógica de disponibilizar o livro impresso. São espaços tradicionais, pouco flexíveis e insuficientemente adaptados às mudanças pedagógicas provocadas pela revolução tecnológica e digital, numa escola que queremos para todos e de sucesso escolar. As alterações na forma como os jovens aprendem, estudam e se comportam na sala de aula aliadas aos desafios colocados pela homologação do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, documento de referência para a organização e para o trabalho das escolas, exigem a adoção de metodologias variadas, nomeadamente as construtivistas e de trabalho de projeto. Verificamos, hoje, na Escola a coexistência de diferentes realida- des de ensino e, para dar resposta às competências exigidas aos alunos do século XXI colaboração, pensamento crítico, resolução de problemas, criatividade, literacias a biblioteca escolar tem que diversificar estratégias e incentivar a participação ativa e crítica dos alunos o que exige a criação de espaços que incentivem a criatividade, a produção de projetos e as aprendizagens colaborativas. Só assim a biblioteca será, efetivamente, lugar de aprendizagem e de inclusão.

Neste contexto as bibliotecas escolares do Agrupamento de Escolas Carlos Amarante apresentaram à Rede de Bibliotecas Escolares a candidatura Aprender a Criar na Biblioteca, tendo a sua proposta sido uma das selecionadas e apoiadas no âmbito das Ideias com Mérito que tem como objetivos identificar e apoiar as experiências mais consistentes e difundir as práticas melhor concretizadas pelas bibliotecas. O projeto tem a duração de dois anos e prevê a reestruturação de duas bibliotecas do agrupamento (EB de Gualtar e Escola Secundária Carlos Amarante), adequando o espaço a novas formas de trabalho e equipando-as com recursos que facilitam práticas pedagógicas inovadoras sem entrar em conflitualidade com a necessidade de espaços que privilegiem o silêncio e o estudo autónomo, imprescindíveis à aprendizagem. O projeto tem como público alvo os alunos do Ensino Profissional, do Ensino Noturno e da disciplina de oferta de escola Educação para a Cidadania Global (ECG). Prevê o desenvolvimento de atividades com recurso aos equipamentos da biblioteca escolar, nomeadamente em ambientes de aprendizagem suportados por tecnologias móveis e a melhoria das condições de projeção multimédia na Escola Básica de Gualtar.

O balanço deste primeiro ano de lançamento tem sido muito positivo tendo-se verificado, para além da contribuição e empenho dos alunos e professores pertencentes ao projeto, a participação criativa dos alunos das disciplinas de Desenho do 10ºN e de Oficina de Artes, turmas 12º M e 12º N que dinamizaram o MAKERSPACE, o novo espaço da biblioteca desenvolvido no âmbito do projeto. Este local tem como principal objetivo criar uma área acolhedora e flexível, adequada a diversas tipologias de tarefas e diferentes objetivos de aprendizagem, sendo privilegiadas as atividades colaborativas e criativas. 
O projeto está alojado em https://makerspaceaeca.webnode.pt/ace-aeca.webnode.pt/ [ligação quebrada] onde pode ser consultado.

- Com a colaboração de Ana Margarida Dias, professora bibliotecária da ESCA

 

Aprender a criar na biblioteca escolar - Correio do Minho

Referência: Aprender a criar na biblioteca escolar - Correio do Minho. (2018). Correiodominho.pt. Retrieved 17 May 2018, from https://correiodominho.pt/cronicas/aprender-a-criar-na-biblioteca-escolar/9731

 

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