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Entre 4 de Outubro e 8 de Novembro há um novo roteiro por descobrir em Lisboa de bicicleta ou a pé, com 12 ilustradores e 10 locais de comércio tradicional.

 

10 Locais diferentes – cafés, lojas, oficinas e uma livraria acolhem durante aproximadamente um mês uma exposição de ilustração com artistas urbanos, uns mais conhecidos que outros. A iniciativa pretende mostrar, utilizando a Arte como pretexto, que é possível percorrer a cidade a pé ou de bicicleta.

 

Uma organização Bicicleta voadora que pode conhecer aqui >>

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Como todos os anos, por altura das festas da cidade de Lisboa, a Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva e o Jardim das Amoreiras também se adornam de enfeites e de cor e oferecem gratuitamente a toda a população, amanhã, um dia com música, performances, feira do livro e outras atividades festivas. Pode consultar a programação aqui >>.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Literatura, música, teatro, artes visuais e muitos escritores em mais um Festival do Desassossego na Casa Fernando Pessoa. Começou ontem e encerra a 13 de junho. Pode consultar a programação aqui >>.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dois símbolos maiores do 25 de abril - o cartaz de Vieira da Silva A poesia está na rua e o poema 25 de abril de Sophia de Mello Breyner Andresen:

 

Esta é a madrugada que eu esperava
o dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo

 

in O Nome das Coisas, 1977



















O Centro de Formação do Centro Ciência Viva de Estremoz, que tem como grande tema o ensino experimental das ciências, vai promover uma ação onde se cruzam a arte e a ciência:  A dança e a matemática.  Destinada a professores dos grupos de recrutamento 100 (educação pré-escolar), 110 (1.º ciclo do ensino básico), 910 (educação especial 1) e outros profissionais, a formação terá  início a 8 de março próximo e confere 1 crédito (26h).

Informações e inscrições >>

















Ontem e hoje, a Fundação Calouste Gulbenkian abriu as suas portas ao colóquio Criar em Português. O que pode uma língua?:"O que as artes podem fazer em português que não fariam em inglês (e vice-versa)? Como afirmar e defender o Português num contexto hostil de globalização? Como é que as diferentes linguagens artísticas se apropriam do Português e o recriam?"

As várias personalidades presentes abordaram a criação em língua portuguesa na música, literatura, teatro, cinema, dança, saber e programação.


Era Uma Vez Um Menino Chamado Nadir
Texto Agostinho Santos
Ilustrações Nadir Afonso
Edição Âncora Editora e Fundação Nadir Afonso

Era uma vez um menino que esteve mesmo para se chamar Orlando, mas acabou por se chamar Nadir. Era uma vez um jovem que queria estudar Pintura, mas acabou por se inscrever em Arquitectura. Finalmente, era uma vez um homem que se tornou arquitecto, pintor e famoso.
Esta é a história de Nadir Afonso, aqui contada pela mão do jornalista e artista plástico Agostinho Santos. A ilustrar a biografia do pintor-arquitecto, de 93 anos, que trabalhou com Le Corbusier e com Oscar Niemeyer, estão os seus próprios trabalhos. Diferentes técnicas e linguagens podem ser apreciadas enquanto se descobre a emocionante vida do artista. (...)
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Está a decorrer durante o dia de hoje, na Academia das Ciências (Lisboa), o colóquio Nós, os de Orpheu, uma iniciativa associada aos 120 anos do nascimento de Almada Negreiros, 

Com coordenação de Teresa Rita Lopes e as presenças de Júlio Pomar (artista plástico), de José-Augusto França (ensaísta) e de  Mário Vieira de Carvalho (musicólogo), o colóquio aborda diferentes perspetivas, artes plásticas, poesia, ficção, música, do movimento cultural desencadeado com a revista Orpheu, no início do século XX, tendo Almada Negreiros, Fernando Pessoa e Mário de Sá-Carneiro, entre os seus protagonistas.

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Em terras dos vales do Sousa, Tâmega e Douro, no coração do Norte de Portugal, ergue-se um importante património arquitetónico de origem românica. Traços comuns que guardam lendas e histórias nascidas com a fundação da Nacionalidade e que testemunham o papel relevante que este território outrora desempenhou na história da nobreza e das ordens religiosas em Portugal.

Partindo desse facto, os municípios da região do Sousa - Castelo de Paiva, Felgueiras, Lousada, Paços de Ferreira, Paredes e Penafiel - e do Tâmega - Amarante, Baião, Celorico de Basto, Cinfães, Marco de Canaveses e Resende - uniram-se, já há alguns anos, num projeto de estudo e divulgação do legado histórico e cultural comum. Uma das faces visíveis do projeto é o sítio Rota do Românico que inclui informações sobre as atividades programadas pelo serviço educativo para as escolas e diferentes níveis de ensino. Mas todo o sítio merece uma visita cuidada. Pela quantidade e diversidade de conhecimento que nos transmite sobre as singularidades e os monumentos românicos daquela região de Portugal; pela curiosidade e sugestões que deixa a quem queira e possa rumar até àquelas paragens, para uma experiência de visita fundada na história.

António Pereira
Coordenador interconcelhio

 























Iniciou-se hoje na Faculdade de Belas Artes, em Lisboa, o 3º Congresso Internacional de Arte-Terapia | Psicoterapia. O título escolhido Arte, mito e relacionamento, resulta da constatação de que A transitoriedade vertiginosa do consumismo, das tecnologias digitais e da realidade virtual estão a deixar o cidadão comum sem referências organizativas ao nível psíquico, conduzindo aos sentimentos de vazio de sentido, perda de si,  isolamento, desordem e padecimento mental. A Sociedade Portuguesa de Arte-Terapia defende que a arte pode precisamente oferecer-se como um veículo analítico sintético para a redefinição do registo mitopoético do sentido, essência e consciência da vida para o ser humano. (...) A arte em contexto relacional terapêutico enquanto cultura da mente oferece uma alternativa à perturbação psíquica, à ausência de sentido do indivíduo, à carência de vivência humanizada e ao isolamento.

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