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 Usar os media |

 

Um sítio Web sobre educação com e para os media, com a chancela RBE, indispensável nas bibliotecas e de aplicação fácil nas salas de aula.

 

Apresentação

Os alunos pesquisam sobre matérias escolares e temas do seu interesse. Recorrem à informação disponível em fontes documentais físicas e digitais - em redes sociais, na Internet, nos media, livros, revistas, jornais. Avaliam e validam a informação recolhida, cruzando diferentes fontes, para testar a sua credibilidade.

 

Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória (2017)

j) Assunção da importância da natureza transdisciplinar das aprendizagens, da mobilização de literacias diversas, de múltiplas competências, teóricas e práticas, promovendo o conhecimento científico, a curiosidade intelectual, o espírito crítico e interventivo, a criatividade e o trabalho colaborativo;

Despacho n.º 5908/2017 (Projeto de autonomia e flexibilidade curricular) - Princípios orientadores

O futuro do planeta, em termos sociais e ambientais, depende da formação de cidadãs/ãos com competências e valores não apenas para compreender o mundo que os rodeia, mas também para procurar soluções que contribuam para nos colocar na rota de um desenvolvimento sustentável e inclusivo. 

 

Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania

As práticas de literacia dos media visam dotar os alunos de conhecimentos necessários para o seu uso criativo e informado. O aluno usa os media e espaços sociais de interação e comunicação de forma ética e responsável para produzir, comunicar e participar civicamente. A biblioteca escolar cria condições de acesso e oportunidades de aprendizagem, capacitando os jovens para a compreensão crítica da mensagem mediática, de forma a contribuir para a sua inclusão numa sociedade dominada pelas tecnologias e pelos media.

 

Aprender com a biblioteca escolar (2017)

A biblioteca escolar está em condições de se integrar plenamente na concretização das atuais orientações educativas, contando, para o efeito, com um dos seus documentos orientadores, o referencial Aprender com a biblioteca escolar.

 

relatório de implementação do referencial em 2016-17 evidencia que a literacia dos media é ainda pouco trabalhada pela biblioteca, na sua articulação com as várias áreas curriculares. 


A par de outras iniciativas, este sítio web, Saber usar os media, destina-se a apoiar uma abordagem dos media nas três dimensões consideradas nas estratégias de operacionalização do referencial: conhecer, refletir, produzir. Optou-se por sugestões de atividades, formuladas de modo sintético para permitirem uma primeira leitura rápida. Incluem-se as aprendizagens definidas no referencial Aprender com a biblioteca escolar, referidas apenas pelo respetivo número e somente na área da literacia dos media. São também propostas algumas possíveis ligações ao currículo.

 

A partir destas sugestões, e sempre procedendo à sua adaptação ao contexto de cada escola e de cada biblioteca, os professores bibliotecários e os docentes com quem colaboram poderão depois planificar mais detalhadamente cada atividade, recorrendo à grelha-matriz do Aprender com a biblioteca escolar.

 

Apresentação::Saber usar os media

Referência: Apresentação::Saber usar os media. (2018). Saber usar os media. Retrieved 10 May 2018, from https://media-rbe.webnode.pt/apresentacao/

 

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Hughes, Conrad ; Acedo, Clementina. Guiding Principles for Learning in the Twentyfirst Century. Ginebra: UNESCO. Oficina Internacional de Educación, 2017

 

O objetivo deste livreto é fornecer princípios orientadores para a aprendizagem no século XXI. É destinado a professores, designers de currículo, líderes escolares e outros envolvidos em todos os níveis de educação escolar e pode ser usado para qualquer faixa etária, uma vez que os princípios que ele contém são gerais o suficiente para serem aplicados em diferentes contextos. (...)

 

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Referência: Arévalo, J. (2018). Principios rectores para el aprendizaje en el siglo XXIUniverso Abierto. Retrieved 29 April 2018, from https://universoabierto.org/2018/04/24/principios-rectores-para-el-aprendizaje-en-el-siglo-xxi/

 

 

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Como funciona o cérebro de um adolescente? David Bueno, biólogo e geneticista

 

David Bueno é um cientista cheio de perguntas: Como aprendemos? Como pensa um adolescente? Qual é a melhor idade para começar a aprender um segundo idioma? Porque é que a música, as artes visuais e a educação física são tão importantes? Ele não quer deixar nenhuma sem resposta porque como anuncia no seu último livro, a sua paixão é contar tudo o que sempre quisemos saber sobre o cérebro dos nossos filhos e nunca ninguém se atreveu a explicar-nos. Professor de genética na Universidade de Barcelona, David Bueno explica que a neurociência oferece chaves que modificarão a nossa forma de ensinar e aprender.

 

David Bueno explica cómo cambia nuestro cerebro al aprender - programa completo | vídeo 1:5:18

"Cada cerebro es distinto. La educación es la habilidad para moldearlo" | vídeo 5:46

 

¿Cómo funciona el cerebro de un adolescente?

Referência: ¿Cómo funciona el cerebro de un adolescente?. (2018). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 5 April 2018, from http://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/la-inteligencia-viene-de-serie-o-se-entrena-david-bueno/

 

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 AndroidiOS | Fonte: UALG

 

Desenvolvida pela Universidade do Algarve a app MILAGE Aprender+ para dispositivos móveis, permite aos alunos acederem a conteúdos pedagógicos, dentro e fora da sala de aula.

 

Esta app é uma ferramenta de apoio aos alunos na resolução autónoma de fichas de exercícios e de apoio ao professor na gestão do seu tempo na sala de aula, na medida em que este não tem de resolver na sala de aula os exercícios que constam nas fichas integradas na app MILAGE Aprender+.

 

De modo a estimular e apoiar a realização das várias atividades propostas, a interface da app MILAGE Aprender+ incorpora características de gamificação, com diferentes níveis de dificuldade de exercícios, para apoiar alunos com maiores dificuldades de aprendizagem matemática e incluir também alunos mais avançados. Esta preocupação em incluir no processo todos os alunos reflete-se também quando a app apresenta vídeos detalhados, com a resolução dos exercícios para aqueles alunos com mais dificuldades poderem perceber passo a passo a sua resolução, e, vídeos concisos com os passos essenciais na resolução de um exercício.

 

Para além disso, a app MILAGE Aprender+ inclui ainda um esquema de auto-avaliação e de avaliação pelos pares que visa estimular o trabalho autónomo do aluno, a revisitação dos conteúdos para o armazenamento do conhecimento na memória de longa duração e a identificação dos passos fundamentais na resolução de exercícios.

 

No âmbito do projeto também foi criada uma aplicação MILAGE Aprender+ Professores de back-office, também gratuita, para os professores e escolas que desejem associar-se ao desenvolvimento de conteúdos para o ensino de matemática, como para outras disciplinas que podem ser incluídas na app MILAGE Aprender+.

 

Aprender+ – MILAGE

Aprender+ – MILAGE. (2018). Milage.ualg.pt. Retrieved 25 March 2018, from http://milage.ualg.pt/?page_id=1176

 

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Jimmy Wales, criador de Wikipédia: “Aprender como aprender é mais importante que nunca”

 

Ver o programa completo.

 

Jimmy Wales
É reconhecido por ser o criador do projeto colaborativo mais importante do mundo: a Wikipédia.

Uma enciclopédia em linha que está editada em duzentos e oitenta e oito idiomas e que conta com mais de quarenta e seis milhões de artigos.

Entre outros prémios, no ano de 2015 recebeu  o Prémio Princesa das Astúrias de cooperação internacional pela sua contribuição para o fomento e difusão do conhecimento.

Jimmy Wales é um apaixonado da educação, especialmente das possibilidades que a aprendizagem informal oferece atualmente para a educação das pessoas.

Nomeado como a sexta pessoa mais influente do mundo, Wales sustenta que em parte graças à tecnologia, a aprendizagem vai mais além da escola ou da universidade, e assinala a necessidade de continuar a aprender durante toda a vida.

 

El aprendizaje informal

El aprendizaje informal. (2018). BBVA Aprendemos Juntos. Retrieved 23 March 2018, from http://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/el-aprendizaje-informal-jimmy-wales/

 

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 DR | por Rita Pimenta | Público|

 

Até ao final do ano, a Casa da Avenida põe os miúdos a viajar através de ateliers criativos e de continuidade. Quem quiser subir a bordo será guiado por Margarida Costa e Maria João Frade. O Mundo no Bolso garante carimbos no passaporte e na memória.

 

Mapa-Múndi; Labirintos e Caminhos; Malas e Baús; Viajar sem Sair do Lugar e O Mundo no Bolso são os títulos dos encontros-oficinas que reúnem crianças a partir dos quatro anos no 2.º andar de uma casa de família na Avenida Luísa Todi, em Setúbal. Ao longo de 2017, houve ali ateliers O Ano Inteiro, a partir da agenda do Planeta Tangerina assim designada. Pais e crianças reclamaram novos encontros felizes em 2018. Já começaram.

 

A grande viagem deste ano teve início a 27 de Janeiro com um jogo de palavras. Cada criança falou sobre o que lhe sugeriam os conceitos de “mundo” e de “viagem”. Disseram o que sabiam, o que já tinham experimentado, por onde tinham andado.

 

A seguir, a cada uma foi dado um bilhete, com um número de lugar sentado. Num corredor da casa, havia a marcação dos lugares no chão, a simular um transporte. Os miúdos tinham de identificar os seus lugares e ocupá-los. Depois de instalados, começaram a escutar ruídos e registos de sons de viagem. “O que se ouve quando se entra num autocarro, os sons de exterior, o ruído de vários meios de transporte, comboio, avião, barco. E foram identificando e conversando a propósito do que estavam a ouvir”, descreve, com entusiasmo, Maria João Frade, ex-professora de Português e Francês.

 

Depois, passaram para uma sala cheia de mapas antigos pendurados nas paredes, que a proprietária da galeria Casa da Avenida, que habita no 1.º andar do edifício e explora o Café da Casa, no R/C, “tinha descoberto no sótão há muitos anos e que não tinha ainda utilizado com os miúdos”. “Foi um deslumbramento quando entraram e viram os mapas. Nunca tinham visto mapas assim.” Gostaram das cores, do papel, das diferentes representações gráficas e de toda a atmosfera da sala.

 

Detiveram-se neles algum tempo, “para perceberem regiões, culturas, paisagens, distâncias, a tipologia dos mapas, temáticos ou não”, enumera. Depois, a sala foi escurecida e viram outros tipos de mapas e noutro suporte, numa projecção de espaços reais e imaginários, extraídos de sites sobre o tema.

 

Seguiu-se a retirada de papelinhos de dentro de um grande pote transparente e que identificavam lugares. Cada criança dizia que lugar lhe tinha saído. Podia ser uma cidade, um país de verdade ou o reino fictício de Rohan (de O Senhor dos Anéis, de Tolkien, cuja capital seria Edoras). A partir daí, a conversa derivava para: “É um lugar que existe ou é um lugar que não existe?”

 

Houve quem defendesse que os lugares fictícios existiam, sim senhor, a que outros contrapunham: “Como é que sabes, já lá estiveste?” Seguiram-se perguntas como: “É preciso ter lá estado para saber que existe?” Houve toda uma discussão sobre “lugares que existem e que não existem, com argumentos ‘porque já lá estive’, ‘já vi num livro’, já ouvi falar”…

 

Este é um dos momentos que tornam a educadora Margarida Costa mais feliz, já que a também “guia” de O Mundo no Bolso fez várias formações em filosofia para crianças e adora escutá-las, estimular-lhes o pensamento e “aprofundar o seu espírito crítico e criativo face ao mundo”, conta-nos.

 

Passou-se depois para a actividade plástica “o meu mundo, o meu mapa”. Nessa altura, fizeram-se dois grupos: dos quatro aos oito anos e outro a partir dos nove. “Distribuiu-se um guião sobre o que se pode pôr dentro de um mapa, para terem uma pequena orientação inicial. Depois, a liberdade era total.” Uns basearam-se nas pistas, outros nem por isso. “Alguns até fizeram mapas pop-up, com montanhas. Os mais velhos criaram mapas mais descritivos, com mais elementos, legendas e ilustrações.”

(...)

 

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Cristóbal Cobo. Investigador da Universidade de Oxford

 

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por José Ramón Gamo. Neuropsicólogo infantil e professor


"Precisamos de professores que gerem mentalidade de crescimento nas crianças", José R. Gamo

 

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Edição Eletrónica: setembro de 2017 
ISBN: 978-989-8841-14-8 | Download

 

Nota prévia

(...)

Nos anos oitenta do séc. XX foi lançado um grande projeto de introdução das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) nas escolas.

O Projeto Minerva, que decorreu entre 1985 e 1994, constituiu o primeiro e mais amplo projeto alguma vez realizado em Portugal na área das TIC, envolvendo escolas de todos os níveis de ensino, institutos politécnicos e universidades, na promoção da utilização do computador como uma ferramenta educacional.

Com um percurso de trinta anos no sistema educativo português, as TIC continuam a ser um desafio permanente, quer pelo surgimento de novas plataformas, aplicações ou dispositivos móveis, quer pela discussão sobre as suas vantagens e formas de operacionalizar e mobilizar estratégias para a sua utilização, como verdadeiras ferramentas de aprendizagem.

Os projetos, programas e iniciativas que têm sido implementados nas últimas décadas, nacional e internacionalmente, destacam a importância cada vez maior da utilização das TIC em contexto educativo com o objetivo fundamental de inovar as práticas, tornando-as mais atuais e, sobretudo, que tenham uma influência positiva relevante nas aprendizagens dos alunos.

O desenvolvimento de projetos inovadores centrados na promoção e aquisição de competências digitais potenciam a melhoria das qualificações dos cidadãos nas e para as TIC, contribuindo para uma sociedade digital mais inclusiva e reduzindo as desigualdades de forma a promover a participação mais autónoma.

O ensino da computação e da linguagem de programação gráfica, desde os primeiros anos de escolaridade, ajudam a desenvolver o pensamento criativo, a literacia digital e a adquirir conceitos matemáticos e computacionais.

A discussão em torno da temática abrange diversas dimensões: histórica, axiológica, escolar, curricular, didática, contextos de aprendizagem e formação de professores, nas quais intervêm questões como a igualdade de oportunidades e a inclusão, a literacia digital, a segurança, a utilização das TIC nas diferentes disciplinas, estilos de aprendizagem e estilos de ensino, gestão e sustentabilidade das tecnologias nas escolas. (...)

 

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Ficha Técnica

Título: PISA em focus − PORTUGAL: Resolução Colaborativa de Problemas

Autoria: João Marôco, Vanda Lourenço, Rosário Mendes & Conceição Gonçalves

Edição: Instituto de Avaliação Educativa, I. P. Travessa das Terras de Sant’Ana, 15 1250-269 Lisboa

www.iave.pt - Estudos Internacionais

ISBN: 978-989-99741-7-3 Copyright © 2017 IAVE, I. P.

 

1. Resolução Colaborativa de Problemas

Em 2015, o PISA avaliou – além dos principais domínios da literacia científica, literacia de matemática e literacia de leitura – um quarto domínio: a Resolução Colaborativa de Problemas (RCP). De acordo com a OCDE1, a resolução colaborativa de problemas é uma competência crítica e necessária em contextos de educação e de trabalho. Uma boa colaboração é considerada «crucial para o sucesso dos grupos, famílias, empresas, instituições públicas, organizações e agências governamentais» (OECD, 2017, p. 133). A partir da construção cognitiva do trabalho colaborativo, dos contextos em que este pode ocorrer e das competências individuais que mobiliza, a OCDE define a competência de «Resolução Colaborativa de Problemas» como sendo:

«(...) capacidade de um indivíduo para se envolver de forma efetiva num processo onde dois ou mais agentes tentam resolver um problema, partilhando a compreensão e o esforço necessários para chegar a uma solução e reunindo os seus conhecimentos, competências e esforços para alcançar essa solução.»

(OECD, 2017, p. 134)

(...)

 

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