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 Retransmisión en directo del 11 de junio

 Retransmisión en directo (sesión de tarde)

 Retransmisión en directo del 12 de junio

 Retransmisión en directo del 12 de junio (sesión de tarde)

 

¿Cuáles son los desafíos de la lectura y de la formación de lectores en la actualidad? Esta es la propuesta del encuentro Leer Iberoamérica Lee 2019, que bajo el lema Las otras caras de la lectura se celebra en la Biblioteca Nacional de España, como parte de los eventos de la Feria del Libro de Madrid.

 

El encuentro, que pretende profundizar sobre cuáles son los desafíos de la lectura y de la formación de lectores en la actualidad, contará con representantes de treinta y cinco de las iniciativas más relevantes de distintos países iberoamericanos (Argentina, Brasil, Colombia, Chile, España, México, Portugal…) quienes van a dialogar críticamente, compartir espacios, experiencias y propuestas.

 

La pregunta movilizadora del encuentro: ¿Qué significa formar lectores hoy?, se desarrolla en torno a cinco ejes: la participación de la sociedad civil, las políticas públicas de lectura, la formación de nuevos lectores, las nuevas virtualidades, los espacios colectivos y los encuentros de lectores.

 

Algunos de los temas abiertos al debate son la lectura en la primera infancia, el papel de la literatura, la lectura independiente, la lectura en situaciones de crisis, las nuevas ficciones digitales, los lectores en red, los retos y desafíos de las políticas públicas…

 

Entre las experiencias, estarán: las salas de lectura en México, las bibliotecas en Medellín, las bibliotecas comunitarias en Brasil, los clubs de lectura en Galicia, los proyectos participativos del Ayuntamiento de Madrid, los espacios de lectura en Portugal, la red de lectura pública en Chile, los proyectos comunitarios en Argentina, los laboratorios ciudadanos y la formación de lectores…

 

Este acto se organiza por el Laboratorio Emilia, JCastilho - Gestión & Proyectos, la Feria del Libro de Madrid y la Biblioteca Nacional de España; con la colaboración del Colectivo Álbum y el Clúster Fesabid, el CRIF Las acacias, Medialab Prado y la Residencia de Estudiantes. Además cuenta con el apoyo del Ayuntamiento de Madrid, el Ministerio de Cultura y Deporte, la Fundación Monte Madrid, la Fundación Santillana y el CERLALC.

 

Referência: España, B. (2019). Biblioteca Nacional de EspañaBne.es. Retrieved 13 June 2019, from http://www.bne.es/es/Actividades/2019/06-junio/leer-iberoamerica-2019.html

 

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A European Statistics Competition / Competição Europeia da Estatística (ESC) é uma competição organizada pelo Eurostat (o Gabinete de Estatísticas da União Europeia) e vários Institutos Nacionais de Estatística, que teve a sua 2.ª edição no presente ano letivo (ESC2019).


Dirigida aos alunos do ensino secundário (categoria A) e do 3.º ciclo do ensino básico (categoria B), a ESC tem como objetivos promover nestes alunos a curiosidade e o interesse pela estatística, mas também incentivar os professores a utilizarem novos materiais e novos métodos de ensino da estatística.


A Competição, que já terminou, teve duas fases: a nacional e a europeia.


Fase nacional
A fase nacional ficou concluída em 29 de março, com a divulgação das cinco equipas finalistas em cada categoria e dos seus trabalhos (clicar para aceder). Dessas cinco equipas, as três melhor classificadas receberam prémios atribuídos pelo INE e as duas com pontuação mais elevada puderam participar na fase europeia, competindo com participantes de mais catorze países.

 

Categoria A

  Equipa Pontuação final Escola
       
1.º Kolgomorov (pdf) 9,394 Escola Secundária Maria Lamas (Torres Novas)
       
2.º Fractais (pdf) 9,190 Escola Básica e Secundária Ferreira de Castro (Oliveira de Azeméis)
       
3.º 2πrates (pdf) 9,058 Escola Secundária Jaime Cortesão (Coimbra)
       
4.º Lastrange (pdf) 8,924 Colégio Júlio Dinis (Porto)
       
5.º GAS (pdf) 8,753 Escola Básica e Secundária Artur Gonçalves (Torres Novas)

 


 

Categoria B

  Equipa Pontuação final Escola
       
1.º StormTeam (pdf) 9,649 Externato Santa Joana (Ermesinde)
       
2.º Statistics (pdf) 9,086 Colégio Júlio Dinis (Porto)
       
3.º L_ao_Cubo (pdf) 8,966 Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia (Godim)
       
4.º Mat7189 (pdf) 8,839 Externato Santa Joana (Ermesinde)
       
5.º r_euclides(pdf) 8,678 Agrupamento de Escolas João de Araújo Correia (Godim)

 


As duas equipas com a pontuação mais alta de cada categoria ficaram automaticamente apuradas para participar na fase europeia da Competição.

O Instituto Nacional de Estatística congratula-se com o grau de participação obtido e felicita cada um dos participantes, com natural destaque para os vencedores e os finalistas. Simultaneamente, manifesta a sua expetativa de que esta Competição tenha contribuído para incentivar em todos os que nela participaram o interesse pela Estatística e pelas estatísticas.

 

Fase europeia
A fase europeia decorreu de 1 de abril a 15 de maio e constou da presentação de um vídeo (2 minutos, no máximo), com base no tema “A Europa refletida em estatísticas”, e de um documento explicando o processo de criação que foi seguido.


Os trabalhos em competição foram avaliados por um júri internacional, formado por dez personalidades de reconhecido prestígio e presidido por Tim Allen, responsável pela área de Difusão do Eurostat.


A escolha do júri, conhecida no dia 5 de junho, recaiu sobre as equipas Radiaator  (Estónia), na categoria A, e Ansofi (Bélgica), na categoria B (clicar na designação para aceder).


Todos os vídeos apresentados estão disponíveis na internet: categoria A; categoria B. (clicar na designação para aceder)

 

Referência: European Statistics Olympics (ESO). (2019). Ine.pt. Retrieved 11 June 2019, from https://www.ine.pt/scripts/esc2019/esc.htm

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Programa |

 

Reconhecendo o empenho e contribuição de todos os Agrupamentos/Escolas para o desenvolvimento de uma cultura de leitura junto das comunidades, o Plano Nacional de Leitura 2027 organiza, no próximo dia 5 de julho de 2019, o Encontro Nacional da Rede de Escolas aLeR+ 2027.

 

Este Encontro decorrerá na Escola Secundária Vergílio Ferreira, em Lisboa, entre as 14,00h e as 17,30h.

 

Rede de Escolas aLeR+ tem contribuído significativamente para a dinamização de práticas de sucesso, no que diz respeito à melhoria das aprendizagens e gosto pela leitura. 

 

O Encontro conta no PITCH SLAM com a apresentação por 10 escolas aLeR+ que foram convidadas a partilhar em 6 minutos as suas experiências na área da leitura e escrita.

 

Pretende-se que as comunicações revelem uma diversidade de modos e formatos de abordar as literacias e mostrem exemplos dos trabalhos mais relevantes, desenvolvidos com a comunidade escolar, as famílias e os parceiros.

 

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1 de julho de 2019 | Auditório da DGEstE-DSRA  | Évora | Programa |

 

Inscreva-se o quanto antes (até dia 26 de junho de 2019) e reserve já o seu lugar no Encontro. O limite de participantes no Encontro é de 200.

 

Inscreva-se aqui.

 

Encontro em acreditação para docentes que frequentem o programa de formação complementar com a duração de 12 horas.

 

Observações apenas para Docentes:

Para frequentar o Curso de Formação Complementar "Ler e Formar Leitores no Século XXI – os media, as literacias e as liberdades fundamentais dos cidadãos" (a decorrer em paralelo ao Encontro) ser-lhe-á enviado um email com as indicações necessárias, após a receção do pagamento e aceitação da sua inscrição no encontro.

 

Apenas podem frequentar a Formação os Docentes que estiveram presentes no Encontro.

 

Se pretende frequentar o curso de formação deve descarregar a ficha do CF. Beatriz Serpa Branco  e enviá-la para lereformarleitoresrbe@gmail.com.

 

Referência: VII Encontro de Bibliotecas Escolares do Alentejo. (2019). Lereformarleitores.drealentejo.pt. Retrieved 11 June 2019, from http://lereformarleitores.drealentejo.pt/2019/

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Maio 2019

PEREIRA COUTINHO, Francisco e CANTO MONIZ, Graça
(coord.). Anuário da Proteção de Dados 2019. Lisboa: CEDIS, 2019
 
 
Nota Introdutória
 
O Anuário da Proteção de Dados é uma revista jurídica de livre acesso, disponível em linha no sítio http://protecaodedados.ue.cedis.fd.unl.pt/, que pretende divulgar estudos doutrinários sobre o direito da proteção de dados pessoais. A revista é editada desde 2018 pelo Observatório para a Proteção de Dados pessoais, um grupo de investigação criado em 2016 no CEDIS – Centro de I & D sobre Direito e Sociedade da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa.
 
 
Os nove artigos publicado na edição de 2019 do Anuário resultam de uma chamada lançada em setembro de 2018 no sítio da internet do Observatório para a Proteção de Dados Pessoais. Os textos foram depois selecionados e revistos pelos coordenadores do Anuário. Aos autores foi permitido escreverem de acordo com a nova ou a antiga grafia.
 
 
O Anuário inicia-se com um texto da autoria de Sérgio Henriques e de João Luís sobre os fundamentos de licitude para o tratamento de dados pessoais no contexto laboral, em que é dado especial destaque ao consentimento.
 
 
Seguem-se dois textos sobre os direitos do titular dos dados, em particular o direito de não sujeição a decisões exclusivamente automatizadas e o direito ao apagamento; o primeiro, da autoria da Gabriela Caldas, é um contributo para o debate em torno da (in)existência de um direito do titular dos dados à explicação das decisões tomadas por algoritmos sem qualquer intervenção humana; o segundo, da autoria de Francisco Lima e de Mateus Carvalho, problematiza a hipótese da aplicação global do direito ao apagamento.
 
 
A compatibilidade com o RGPD de algumas tecnologias e respetivas aplicações foi um dos tópicos que ocupou parte significativa do debate académico mais recente do direito da proteção de dados pessoais. É o caso dos Smart Tourist Destinations, cuja conformidade com os princípios do RGPD é discutida por Manuel David Masseno e Cristiana Santos. O mesmo acontece com a blockchain e a videovigilância, analisadas, respetivamente, por Maria Rebelo e Lurdes Alves.
 
 
O Anuário termina com uma visão crítica dos regimes especiais de proteção de dados (Inês Oliveira), a análise da Diretiva (UE) 2016/681 e da respetiva proposta de lei de transposição para o direito nacional (Ricardo Rodrigues de Oliveira) e com uma discussão sobre a lei das secretas e a imperatividade constitucional como dilema às novas ameaças num contexto global de defesa e segurança (Sérgio Azevedo).
 
(...)
 
Lisboa, 15 de abril de 2019
Graça Canto Moniz
Francisco Pereira Coutinho
Coordenadores do Observatório para a Proteção de Dados Pessoais

 

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Inspirado num passado glorioso, Camões busca a identidade de um povo nos Lusíadas. Quem somos, o que nos define, que missão temos na História? No épico texto, o poeta exalta os feitos sem ocultar defeitos. Com ele fazemos uma viagem coletiva de reflexão.

 

Foi muito depois da sua publicação, em 1572, que “Os Lusíadas” começaram a ser lidos e o poema ganhou estatuto incontestado de obra nacional. Através da epopeia de Vasco da Gama à Índia, Camões transporta-nos numa viagem coletiva de reencontro com um passado de glórias para inspirar um tempo futuro. A narrativa da aventura das descobertas, da abertura ao conhecimento, ao mundo e à modernidade, convida a uma meditação profunda sobre o espírito de um povo: heróis do mar ou marinheiros de naufrágios?

 

São algumas as questões que esta obra coloca sobre a identidade de Portugal, como refere Maria Vitalina Leal de Matos no vídeo que aqui mostramos. A professora catedrática, agora jubilada da Faculdade de Letras de Lisboa, onde lecionou Estudos Camonianos, começa por responder à pergunta lançada no título do artigo: “Porque razão é Camões um símbolo nacional?”

 

ReferênciaCamões é um símbolo nacional. Porquê?. (2019). Camões é um símbolo nacional. Porquê?. Retrieved 10 June 2019, from http://ensina.rtp.pt/artigo/camoes-e-um-simbolo-nacional-porque/

 

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Este programa é uma iniciativa conjunta da Secretaria de Estado da Educação, através da Rede de Bibliotecas Escolares, e da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Visa intensificar a promoção do conhecimento e contribuir para o enriquecimento do percurso formativo dos jovens, estabelecendo formas de ligação mais estreitas entre as instituições de ensino superior e as escolas básicas e secundárias, com a intermediação das bibliotecas escolares. 

 

 
 
 
 
 
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Cientificamente Provável: os números.

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Foi entretanto assinado, pelos Senhores Secretário de Estado da Educação e Secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, o Protocolo de Colaboração deste programa, que consagra o estabelecimento de parcerias entre unidades de investigação do ensino superior e escolas dos ensinos básico e secundário.

 

Nos vídeos abaixo as intervenções dos Senhores Secretários de Estado aquando da assinatura do Protocolo de Colaboração:

 

 

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Clássicos em Rede é uma parceria entre a Rede de Bibliotecas Escolares, o Centro de Estudos Clássicos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e o site Olimpvs.net 

 

por Rita Pimenta

 

Cientificamente Provável é um programa que pretende ligar o ensino superior aos ensinos básico e secundário e que une as pastas da Educação e da Ciência. A apresentação está marcada para esta quarta-feira na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

 

“Se o ensino secundário se sente refém do acesso ao ensino superior, é bom que o conheça”, disse ao PÚBLICO João Costa, secretário de Estado da Educação, que em conjunto com João Sobrinho Teixeira, secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, irão apresentar nesta quarta-feira o programa Cientificamente Provável.

 

A cerimónia de entrega dos prémios das Olimpíadas da Cultura Clássica, integradas no projecto Clássicos em Rede, foi o momento escolhido para divulgar publicamente “um protocolo que pretende aproximar o ensino superior do ensino básico e secundário e que já conta com 360 parcerias”, segundo João Costa.

 

“O grande objectivo”, diz o secretário de Estado da Educação, “é concretizar o perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória”.

PÚBLICO -
Foto de Fábio Augusto
 
 
O secretário de Estado da Educação, João Costa, acredita que, “sempre que é possível levar o espírito científico para as escolas, os resultados são bons”

A boa parceria entre a Rede de Bibliotecas Escolares e o Centro de Estudos Clássicos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa “foi inspiradora do Cientificamente Provável”, conta aquele responsável. E acrescenta: “Sempre que é possível levar o espírito científico para as escolas, os resultados são bons.”

 

Assim, os centros de investigação universitários vão “apoiar visitas de estudo, disponibilizar recursos e materiais e dar palestras a escolas do ensino básico e secundário”.

Desta forma, também eles “ficarão a conhecer o funcionamento e necessidades” dos níveis que antecedem o ensino superior.

 

Um dos aspectos que João Costa quer realçar, além do “objectivo formativo”, é a “flexibilidade curricular”, que já está formalmente prevista e pode ser praticada assim: “Um aluno de Ciências e Tecnologia ter uma disciplina de Latim e um aluno de Línguas e Humanidades frequentar Biologia em vez de uma disciplina do seu curso.”

 

Fala ainda em como a iniciativa Clássicos em Rede ajuda a promover e revitalizar a cultura clássica, “uma área que tem estado a mirrar” e que, nas suas palavras, é “fundamental para o entendimento da organização social da Antiguidade, do conhecimento dos nossos referentes e de como vai ajudando a inverter o decréscimo dos alunos de Latim”.

 

Desta iniciativa também fazem parte as autoras de Olimpvs.net (site complementar a uma colecção de livros sobre a Antiguidade Clássica): Ana Soares, professora, e Bárbara Wong, jornalista e editora do PÚBLICO.

 

Mais de 4 mil alunos

Manuela Pargana Silva, coordenadora da Rede de Bibliotecas Escolares, dá-nos conta de que neste segundo ano do programa Clássicos em Rede (2018-2019) foram abrangidos 4250 alunos (do 4.º ao 12.º ano e de 92 escolas,), tendo participado em sessões nas escolas um total de 22 investigadores universitários.

 

Para esta responsável, também ligada ao Ministério da Educação, “tem sido uma excelente oportunidade para as bibliotecas escolares proporcionarem, aos alunos, o alargamento dos seus conhecimentos numa área crucial para os seus referentes culturais e humanísticos do mundo ocidental, ao mesmo tempo que estimulam a sua curiosidade e criatividade através da investigação e produção de múltiplos recursos digitais e artísticos”, diz-nos em mensagem enviada por correio electrónico.

 

Na tarde desta quarta-feira, a partir das 13h30, a festa faz-se na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde se mostrarão os trabalhos dos alunos que participaram nas Olimpíadas da Cultura Clássica e se entregarão prémios aos melhores.

 

Os temas propostos foram: Dido e Eneias, Perseu e Andrómeda e, por último, As sete maravilhas do mundo antigo. As áreas de participação dividiam-se em desafios escritos e desafios de arte/multimédia. Nesta última, os contributos podiam surgir sob diversas formas: aplicações informáticas ou recursos digitais; vídeos ou filmes; desenho ou ilustração; escultura ou instalação.

 

Armas que sangram por amor

A pedido do PÚBLICO e através de Teresa Santa-Clara, do gabinete coordenador da Rede Bibliotecas Escolares, foi possível depoimentos de alguns dos jovens premiados.

 

Marta Carrilho, que será distinguida com o primeiro prémio com o seu vídeo Perseu e Andrómeda — A Magia das Armas Que Sangram por Amor, frequenta o 11.º ano, na Escola Secundária José Gomes Ferreira (Lisboa), concorreu com “um vídeo que alia o trabalho de filmagem com um texto poético, que fala das palavras enquanto armas para transmitir uma mensagem de esperança”.

 

Eis o que tem para nos dizer: “A Magia das Armas Que Sangram por Amor reflecte mais do que a minha participação neste concurso. É uma mensagem para todos os que a queiram ouvir, uma voz que viu num mito do passado uma esperança para o futuro. Eu agarrei com vontade as armas que mais me protegem, as palavras. Numa aliança entre o texto poético e o filme, travei a minha batalha e procurei que o meu caminho se cruzasse com todos aqueles a que me dirigia. Encontro nas palavras o meu melhor escudo e na sua subjectividade os movimentos que lhe dão sentido. Com este projecto, encontrei o jeito mais certo de agarrar estas armas, de as erguer por todos e não por mim. Assim, nasceu a magia deste concurso, a felicidade de ver a minha batalha resultar numa vitória comum: a de ver as minhas palavras tornarem-se em todos nós uma marca permanente que chama por amor.”

 

Dar vida a uma lenda desconhecida

Noutro tema e merecedor de Menção Honrosa está o trabalho Dido e Eneias – O Musical, dos alunos Beatriz Entrezede, Guilherme Sereno, Mafalda Felício e Natacha Silva, do 11.º ano e também da Escola Secundária José Gomes Ferreira. O grupo musicou e cantou os vários episódios da história de Dido e Eneias.

 

Depoimento colectivo: “Este trabalho foi-nos proposto como um desafio, que aceitámos, pondo à prova a nossa criatividade. Queríamos um tema que não conhecêssemos e que se relacionasse connosco. Então, Dido e Eneias – O Musical pareceu-nos o mais indicado. Juntámos o nosso gosto pela música, cantar e representar com a vontade de dar vida a uma lenda desconhecida pela nossa geração.”

 

Aprender e rir

Outra Menção Honrosa vai para o vídeo humorístico Os Deuses É Que Escolhem as Maravilhas dos Homens, dos alunos Eduardo Guarita, João Ferreira, Júlia Lemos Marcelo e Margarida Matos (11.º ano, Escola Secundária José Gomes Ferreira), “um vídeo elaborado com sentido de humor, que simula um concílio dos deuses em que estes iriam escolher quais as sete maravilhas criadas pelos homens”.

 

Júlia Marcelo escreve-nos assim: “Acredito que o nosso trabalho foi importante para reforçar a importância do trabalho em equipa, proporcionando-nos não só a aprendizagem do tema geral trabalhado no vídeo, mas também o espírito de trabalho colectivo. Mais que isso, o objectivo de escolha de humor para retratar o assunto abordado deve-se pela maior facilidade de atenção, seja por nossa parte — quem realizou o trabalho — seja por parte dos que assistem.”

 

A importância do trabalho em equipa

João Rodrigo Ferreira conta como foi para ele: “Participei neste concurso porque achei o tema interessante e, por isso, cativante. O facto de ter sido realizado em grupo tornou-o mais divertido e dinâmico. Aprendi mais sobre História da Antiguidade e gostei muito da realização do vídeo e sua gravação. No geral, gostei muito de ter participado neste projecto.”

 

Por último, Eduardo Garita diz-nos: “Neste pequeníssimo trabalho aprendemos a importância do trabalho em equipa e da cooperação que isso envolve. Nós escolhemos este tema e este tipo de comunicação porque queríamos falar sobre mitologia, mas queríamos fazer algo mais interessante com isso. Por isso decidimos fazer o vídeo com humor.”

 

Outras alunas premiadas noutras categorias foram Lia Gualdino Alves e Ana Catarina Tiago, ambas da Escola Secundária Sebastião e Silva, em Oeiras (escalão 10.º, 11.º e 12.º anos).

 

Música, teatro e lanche

Depois da inauguração da exposição, haverá um momento musical no Anfiteatro 1, com a participação da Academia de Amadores de Música. O director da Faculdade de Letras de Lisboa, Pedro Tamen, dará início à sessão, às 14h30, com a participação na mesa de Rodrigo Furtado (director do Centro de Estudos Clássicos), Manuela Pargana (coordenadora da Rede de Bibliotecas Escolares), Maria Cristina Pimentel (representante do júri), Arnaldo do Espírito-Santo (director da ADFLUL), António Feijó (pró-reitor da Universidade de Lisboa) e João Costa (secretário de Estado da Educação).

 

Depois da entrega de prémios, o Curso Profissional de Artes do Espectáculo da Escola Secundária de D. Pedro V proporcionará um momento de teatro (15h50).

 

Após o encerramento das Olimpíadas da Cultura Clássica, será apresentado o programa Cientificamente Provável pelos secretários de Estado João Costa e João Sobrinho Teixeira. Um lanche no jardim D. Pedro V encerra a festa da Antiguidade Clássica. Do básico ao superior.

 

Referência: Pimenta, R. (2019). Clássicos inspiram protocolo entre ministérios da Educação e da CiênciaPÚBLICO. Retrieved 6 June 2019, from https://www.publico.pt/2019/06/04/culto/noticia/classicos-inspiram-protocolo-ministerios-educacao-ciencia-1875381

 

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Quase 700 alunos e professores participaram na festa final de apresentação dos resultados nacionais da eleição de «Miúdos a Votos: quais os livros mais fixes?». Vê o vídeo com os melhores momentos!

Vídeo Visão Júnior.

Manuela Silva - Coordenadora Nacional da RBE nos «Miúdos a Votos: quais os livros mais fixes?»

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por Eduardo Lourenço, Lídia Jorge, Diogo Freitas do Amaral e outros... (Revista Ler, Outono 2003)

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