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[Vídeo SIC Notícias]

Desenvolvido pelas áreas governativas da Cultura e da Educação, o Plano Nacional das Artes (PNA) tem como objetivo tornar as artes mais acessíveis aos cidadãos, em particular às crianças e aos jovens, através da comunidade educativa, promovendo a participação, fruição e criação cultural, numa lógica de inclusão e aprendizagem ao longo da vida. Pretende incentivar o compromisso cultural das comunidades e organizações e desenvolver redes de colaboração e parcerias com entidades públicas e privadas, designadamente, trabalhando em articulação com os planos, programas e redes pré-existentes.

Comunicados

Plano Nacional das Artes propõe a criação de um Projeto Cultural de Escola e um índice para medir impacto cultural das organizações


Notícias

Apresentação pública da estratégia do Plano Nacional das Artes


Documentos

Estratégia do Plano Nacional das Artes 2019-2024


Legislação

Resolução do Conselho de Ministros n.º 42/2019, de 21 de fevereiro: Aprova as linhas orientadoras para o Plano Nacional das Artes.

Despacho n.º 4485/2019, de 2 de maio: Designa para exercer o cargo de presidente da comissão científica do Plano Nacional das Artes a licenciada Maria de Assis.


Contactos

Campo Grande, nº 83 – 1º
1700-088 Lisboa

T (+351) 215 837 627
Info@pna.gov.pt
www.pna.gov.pt

 

ReferênciaPlano Nacional das Artes | Direção-Geral da Educação. (2019). Dge.mec.pt. Retrieved 2 October 2019, from https://www.dge.mec.pt/plano-nacional-das-artes

 

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António Bessa

01.10.19

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Oiça aqui o que não ouviu. Ou o que quer voltar a ouvir. Ponha os fones... ligue o som... e já está.

A RBE está aqui, escolha a plataforma:

 

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Cartaz-Coloquio-19_acreditado-1-724x1024.jpg

Realiza-se nos dias 17 e 18 de outubro de 2019, na Biblioteca Almeida Garrett, no Porto e congregará representantes das áreas que melhor se cruzam com os princípios e os objetivos da AJUDARIS: a intervenção científico-pedagógica, a formação cívica, o empreendedorismo social e a ação mediática.

Faça a sua inscrição aqui

Consulte o programa aqui

Inscrições limitadas.

Público: dirigido a todos os educadores, professores do ensino básico e secundário, professores bibliotecárias e elementos das equipas das bibliotecas escolares.

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O volume 2 do Monitor da Educação e da Formação de 2019 contem 28 relatórios individuais por país. Baseia-se nos mais recentes dados quantitativos e qualitativos para analisar as principais medidas políticas que foram tomadas em cada Estado-Membro da UE. Completa outras fontes de informação que descrevem os sistemas nacionais de ensino e formação.

A Secção 1 apresenta os principais indicadores para o ensino e a formação. A Secção 2 identifica sucintamente os principais pontos fortes e os desafios que se colocam aos sistemas de ensino e de formação do país. A secção 3 centra-se nos professores e nos desafios que se colocam à profissão docente. A Secção 4 analisa o investimento no ensino e na formação. A secção 5 trata das políticas para modernizar a educação pré-escolar e escolar. A Secção 6 analisa as medidas para modernizar o ensino superior. A secção 7 trata do ensino e formação profissionais e, por fim, a secção 8 abrange a educação de adultos.

O manuscrito foi concluído em 26 de agosto de 2019.
É possível consultar dados contextuais adicionais em linha (ec.europa.eu/education/monitor)

***

Destaques:

  • Os professores estão satisfeitos com o seu trabalho, porém, subsistem desafios tais como o envelhecimento da população docente, a elevada proporção de pessoal não permanente e as lacunas na integração e no desenvolvimento profissional contínuo.
  • O investimento na modernização das infraestruturas é insuficiente, em especial, na educação e no acolhimento na primeira infância nas zonas metropolitanas.
  • As disparidades regionais em termos de resultados educativos, repetição de ano e taxas de abandono precoce da educação e formação estão a melhorar. O número de diplomados do ensino superior aumentou, mas a procura de especialistas em TIC por parte das empresas excede a oferta.
  • Mantém-se uma proporção muito significativa de adultos com um baixo nível de qualificações e é reduzida a participação dos adultos na aprendizagem.

 

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Aprendizagem interligada/ Connect Your learning (CLRN): um recurso para a inovação na sala de aula, desenvolvido no âmbito do  Projeto Erasmus+, Connect Your Learning (2017/2019) com 15 cenários de aprendizagem transdisciplinares que colocam os alunos como utilizadores criativos e produtores de conteúdos com recurso aos media digitais e em rede.

 

A publicação, lançada em junho de 2019, resultou de uma série de encontros de professores que trabalham em diferentes estabelecimentos educativos e culturais na Polónia (Centro de Educação EST, Wadovice), Croácia  (Srednja Skola Dalj) e Portugal (Escola Secundária Dr. Jorge Augusto Correia, Tavira). A equipa de professores envolvidos desenhou, implementou e avaliou os impactos de cada cenário no processo de aprendizagem em que foi aplicado. No caso português, os recursos da Biblioteca Escolar foram relevantes para a consecução dos produtos finais.

 

Este compêndio de Boas Práticas, financiado com o apoio da Comissão Europeia, está disponível na Internet, em quatro línguas (InglêsPortuguêsPolaco e Croata), no website do Projeto Connect Your Learning (https://youthart.eu/connect/). Os cenários de aprendizagem propostos podem ser livremente apropriados e aplicados a outros contextos educativos.

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TEDNYC  Março de 2017

Author Michael Bierut
Article title: How to design a library that makes kids want to read
Website title: Ted.com
URL: https://www.ted.com/talks/michael_bierut_how_to_design_a_library_that_makes_kids_want_to_read#t-114982

 

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O tema para o International School Library Month (ISLM) em 2019 é "Let's Imagine", que traduzimos para "Vamos imaginar". Baseia-se no tema da conferência de 2019 da IASL "Convergência - Empoderamento - Transformação: Bibliotecas Escolares". Este ano, a International Association of School Librarianship (IASL) convida os participantes a pensar e celebrar a ligação entre livros, leitura e bibliotecas escolares e a imaginação.

A escolha de uma formulação temática tão abrangente e acessível a todos veio ao encontro de um desígnio abraçado pela RBE, o da biblioteca escolar como lugar por excelência da vivência de uma cidadania ativa e participada.

Assim, desenhámos um conjunto de propostas que convidem a celebrar o ISLM 2019 através de projectos e atividades para explorar e expressar o tema deste ano, não apenas numa perspetiva simbólica mas de convergência para a reflexão e a ação que os desafios atuais convocam. Acreditamos que as bibliotecas são espaços vivos, cujos atores principais são as crianças e jovens, seus utilizadores. Esperamos que o MIBE 2019 seja uma celebração mundial criativa e imaginativa do poder das bibliotecas para transformar o mundo.


 
Atividades [PDF]
Atividades

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O antigo URL [Uniform Resource Locator - Localizador Padrão de Recursos] do portal RBE: http://www.rbe.min-edu.pt/ encontra-se desativado.

Doravante, o URL de acesso ao portal RBE, é:

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A necessidade de um Plano de Preservação Digital (PPD)

As tecnologias de informação são, atualmente, o principal suporte para a produção e armazenamento de informação.

As atividades organizacionais são, com menor ou maior intensidade, dependentes de tecnologia. Informação de diversos tipos, seja ela de apoio à decisão, operacional, ou de qualquer outro tipo, é produzida e mantida digitalmente estando portanto dependente de um sistema intermediário composto pelo software e hardware que contribuíu para a sua criação e que se torna indispensável para recuperar e utilizar essa informação.

A rápida taxa de obsolescência tecnológica, inerente à indústria informática, levanta problemas críticos de preservação de informação operacionalmente necessária à organização. No entanto, a preservação de informação digital está longe de ser simples ou isenta de custos.

A experiência constatada no terreno identificou cenários em que a informação é produzida com carácter de utilização imediata sem serem consideradas necessidades operacionais sobre essa mesma informação a médio ou longo prazo.

O resultado desta atitude resulta na perda de informação com consequências mais ou menos dramáticas para a instituição que a perdeu.

A produção do presente documento visa dar uma linha de orientação para as organizações que produzam e dependam, em maior ou menor percentagem, de informação criada e mantida digitalmente procederem às ações de preservação adequadas à sua realidade.

 

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