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Apresenta-se a biblioteca escolar (BE) do Agrupamento de Escolas de Castelo de Vide.

 

O blogue, atualizado, mostra a ação da BE e dá acesso a um sem número de recursos das várias áreas disciplinares e níveis de ensino, para alunos e professores. Destaca sítios amigos e similares, bem como a equipa da biblioteca. 

 

 

Créditos:

Música de António Eustáquio do DC "Guitolão"; voz, texto e gravação de Cinda Soares, Agrupamento de Escolas da BE de Castelo de Vide.

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O vídeo mostra a biblioteca da ES Leal da Câmara.

blogue da biblioteca apresenta-se atualizado e bem organizado, retratando bem a atividade e a dinâmica que animam esta biblioteca.

 

Disponibiliza recursos educativos digitais variados que apoiam o trabalho em sala de aula e em qualquer lugar de alunos e professores:

 

Por outro lado, no sítio oficial do Agrupamento a ligação à Biblioteca aparece no menu principal, na home page, o que mostra a importância que lhe é atribuída.

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A Rede de Bibliotecas Escolares e a revista Visão Júnior, realizam, pelo terceiro ano consecutivo, a iniciativa “Miúdos a Votos: quais os livros mais fixes?”.

Este projeto visa cumprir um duplo objetivo: estimular o gosto pela leitura e promover o exercício da cidadania, valorizando a importância do voto como forma de expressão da opinião e de intervenção cívica.

 

Comissão Nacional de Eleições, o Plano Nacional de Leitura 2027, a Pordata e a Rádio Miúdos são parceiros da iniciativa. 

 

Pretende-se que os alunos (do 1.º ciclo do ensino básico ao secundário) entendam e participem na organização de um processo eleitoral. Os estudantes começam por nomear o livro que quiserem como candidato a estas eleições, numa espécie de primárias. Os títulos que reúnem maior número de candidaturas integram as listas da votação nacional, que este ano decorreu a 15 de março. Entre o final de janeiro e a votação, os alunos fizeram campanha eleitoral, incluindo comícios, debates, cartazes e até tempos de antena, seguindo exatamente as mesmas regras de umas eleições políticas. 

 

Este ano letivo, 78 382 crianças e jovens votaram nas eleições nacionais, envolvendo mais de 700 escolas. Assim, esta iniciativa abrangeu mais 18 719 alunos do que no ano passado. Os resultados são, como habitualmente, trabalhados pela Pordata. 

Nº de escolas que votaram:

  • 1º ciclo – 294
  • 2º ciclo – 196
  • 3º ciclo – 188
  • Secundário – 49 

Nº de votos:

  • 1º ciclo – 33733
  • 2º ciclo – 22479
  • 3º ciclo – 19229
  • Secundário – 2941

 

Os livros considerados "mais fixes" pelos alunos portugueses serão revelados numa cerimónia, em que participam alunos vindos de escolas de todas as regiões do país. Este ano será a Fundação Calouste Gulbenkian a acolher este evento, no dia 31 de maio, entre as 10 e as 17:30 horas.
A cerimónia final ocorrerá a partir das 14:00h, no Auditório 2 e incluirá a apresentação de uma seleção dos melhores momentos da campanha eleitoral, encontro com escritores portugueses, uma homenagem a Sophia de Mello Breyner Andresen, no centenário do seu nascimento e o anúncio dos livros mais votados. Estarão presentes mais de 400 alunos de todos os ciclos de ensino.

 

Como o contributo de quem operacionaliza todo este processo é fundamental para melhorar os procedimentos e perceber o seu impacto nas escolas participantes, os professores responsáveis estão convidados a responder a um breve questionário, disponível em: https://forms.gle/NpPdQyiq4jhiQjhE8

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Vídeo produzido pelos Líderes digitais do Agrupamento de Escolas do Alandroal.

 

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A comemoração do 25 de abril, bem como do 1.º de maio, constitui uma oportunidade de desafiar as crianças e jovens à reflexão e discussão sobre os direitos humanos num Estado de Direito Democrático. Que direitos estão em risco ou só algumas pessoas beneficiam são questões sobre as quais importa discutir e tomar medidas; construir narrativas (testemunhos, entrevistas…) audiovisuais (Mp4, Instagram…), escritas, ou de outro tipo (peddy-paper…), com base na recolha de testemunhos de pessoas e de objetos do quotidiano ou de elementos do património, podem constituir experiências únicas desta revolução a guardar na memória e a suscitar a mudança no espaço público.

 

Assinalamos em Cidadania e Biblioteca Escolar – Pensar e Intervir a série de testemunhos da Revolução intitulada, Mulheres de abril, bem como um conjunto de atividades que pode seguir através da Hastag #cidadania_rbe_pt

 

Outra sugestão de leitura:

Negócios Estrangeiros N.º 19 – Especial Direitos Humanos

 

Notas de cidadania das escolas

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A biblioteca visa contribuir para a construção de conhecimentos críticos e alargados, bem como para o enriquecimento de vivências pessoais com base nas quais se forma a sabedoria.

 

Educação intercultural – imaginar, criar, ler é uma proposta de atividade da Escola Poeta Joaquim Serra na área da cidadania que, ao cruzar universos de leitura, expressão e relação, amplia o significado do texto e a experiência do livro, tornando-a mais gratificante.

 

Gostaríamos que partilhassem connosco o que fazem na área da cidadania colaborando em Notas das EscolasCidadania e Biblioteca Escolar | Pensar e Intervir.

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Anunciamos o mais recente projeto do Media Lab Diário de Notícias, disponível gratuitamente para escolas com alunos do 3º ciclo e Secundário: o Ciclo “Jovens Repórteres de Ciência - 2019”.

 

Fomentar a inclusão social e digital, desenvolver o espírito crítico e contribuir para a tomada de decisões informadas constituem a missão do Media Lab DN, que se revê nestes 7 dias de troca de conhecimento e experiência mediático-científica.

 

O “FALANDO DE CIÊNCIAS”

 

O workshop “Falando de Ciências” é uma atividade que tem vindo a ser desenvolvida pelo Media Lab DN, desde há 7 anos, com o apoio da Ciência Viva, do Instituto Gulbenkian de Ciência e da Fundação Champalimaud. Inaugurado em 2012, pelo então Ministro da Educação e Ciência, Professor Doutor Nuno Crato, o workshop tem dado a conhecer aos mais jovens os avanços da Ciência, através da prática de construção de notícias. Este ano, desafia os alunos de escolas nacionais a serem jornalistas do ciclo “Jovens Repórteres de Ciência - 2019”.

 

A duração será de 7 semanas e os temas a abordar são atuais e de grande interesse para o currículo escolar. A saber: Ativismo Ambiental; Saúde; Astronomia; Atividade do Cientista; Biodiversidade; Energia; e Oceanos. Em cada tema/sessão teremos um orador especialista convidado e, como jornalista especialista de Ciência, contamos com Filomena Naves - Diário de Notícias.  

 

As atividades serão GRATUITAS.

 

COMO?

 

Com o intuito de consciencializar sobre a relevância destes temas e de despertar o interesse quanto à literacia mediática, os jovens terão a oportunidade de assistir a um workshop sobre a profissão de jornalista, ouvir os convidados falarem sobre as suas profissões e os seus projetos, abrindo, no final, a perguntas.

 

 

 

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Blimunda de março chega com notícias de Macau, e de mais uma edição do Festival Rota das Letras. Nas páginas desta edição, um artigo sobre a poesia de Jidi Majia, traduzida por José Luís Peixoto, e o relato de um encontro que juntou os dois escritores no Festival.

 

No infantil e juvenil, o retrato de 13 anos de Semanas da Leitura em Portugal, com relatos de alguns dos que as organizam ou que nelas participam.

 

Na secção Saramaguiana, destaque para O Ano da Morte de Ricardo Reis, recuperando um texto publicado no Jornal do Brasil em 1988, ano em que o romance chegou aos leitores brasileiros.

 

Para além destes destaques, a Blimunda traz as suas secções habituais, com muitos e bons conteúdos para ler.

 

 
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Ler no Scribd

 

ReferênciaBlimunda # 82. (2019). Mailchi.mp. Retrieved 8 April 2019, from https://mailchi.mp/josesaramago/blimunda-82

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O mundo dos videojogos tem crescido de forma rápida e paralela ao desenvolvimento das novas tecnologias: das antigas consolas de videojogos que se ligavam à televisão, passámos pela era das consolas portáteis que se ligam à Internet e atualmente são criados vários ambientes de realidade virtual que permitem o jogador interagir com ambientes de 360º.

 

O Gaming, é o conceito que corresponde à atividade lúdica de jogar videojogos, podendo ser realizado em contexto online ou offline. Estas atividades comportam benefícios quando praticadas de forma equilibrada, mas também oferecem riscos que devem ser acautelados pelos jogadores e reconhecidos pelos pais e educadores.

 

Como tal, a Federação Portuguesa do Desporto Eletrónico (FEPODELE) associou-se ao Centro Internet Segura para lançar um Guia para Pais e um Dicionário de um Gamer, com o objetivo de facilitar a comunicação e o relacionamento entre jogadores e utilizadores que ainda não estão familiarizados com a temática dos videojogos.

                              

Referência: Recursos para os pais sobre o mundo dos videojogos | InternetSegura. (2019). Internetsegura.pt. Retrieved 7 April 2019, from https://www.internetsegura.pt/noticias/recursos-para-os-pais-sobre-o-mundo-dos-videojogos

 

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Joana Acha é professora do Departamento de Processos Psicológicos Básicos e Desenvolvimento da Universidade do País Basco e autora de numerosos trabalhos de pesquisa publicados em revistas científicas internacionais. O vídeo que aparece neste post foi gravado em 09 de novembro de 2018 na reunião Os testes de educação, organizada pela cadeira de Cultura Científica da Universidade do País Basco . Nele, a Drª Acha revê o que sabemos sobre aprender a ler, das habilidades de compreensão mais básicas às mais complexas.

 

Joana Acha através de uma revisão do trabalho mais significativo sobre desordens relacionadas com a leitura, estabelece uma ponte entre o conhecimento científico existente, sobre o processo de aquisição da leitura e da aplicabilidade desse conhecimento, à prática educativa. Mostra-nos exatamente o que é aprender a ler e como é possível otimizar as estratégias de intervenção com base na idade e capacidade de leitura de cada pessoa.

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Julio Alonso-Arévalo; Sonia Martín Castilla. " O papel das bibliotecas em um mundo de notícias falsas " Desiderata, vol. 11, n. 1 (2019). p. 50-59

 

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O conceito de "notícias falsas" tornou-se uma questão importante durante as eleições nos EUA. em 2016, quando notícias com pouca ou nenhuma base se espalharam rapidamente nos media sociais, causando alguma preocupação sobre a sua possível influência no processo democrático. Mas a existência de "notícias falsas" não é algo novo. As "guerras de desinformação" já existiam na Roma antiga. 

 

O grande problema do século XXI é que o ecossistema de informações mudou profundamente como resultado das possibilidades oferecidas pela tecnologia da informação, de modo que hoje é difícil até mesmo para um especialista discernir que informação é verdadeira e a que não é. Como afirma Julie Posetti e Alice Matthews "poderosas novas tecnologias simplificam a manipulação e a fabricação de conteúdo e redes sociais ampliam dramaticamente falsidades vendendo governos não democráticos, políticos populistas e entidades empresariais desonestas" (Posetti & Matthews, 2018).

 

*traduzido da fonte com supressões.

 

Referência: Arévalo, J. (2019). El papel de las bibliotecas en un mundo de noticias falsasUniverso Abierto. Retrieved 6 April 2019, from https://universoabierto.org/2019/04/05/el-papel-de-las-bibliotecas-en-un-mundo-de-noticias-falsas/

 

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