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Download | 2019 |

por Cassia Cordeiro Furtado

RESUMO

Estudo sobre um contexto singular e original, onde o fluxo da leitura é entremeado com interação, partilha e produção de conteúdo, a partir do uso de aplicativos e streamings. A associação entre essas novas tecnologias no oferecimento de livros literários interativos é denominada de plataformas de literatura-serviço, já que seu conteúdo é oferecido pela tecnologia digital e móvel, e apresentado em forma de serviços, transmutando o comportamento e a experiência do leitor no processo de leitura.

A Geração Alpha chega às instituições educacionais com um desempenho instrumental elevado das tecnologias, para uso multifuncional, com destaque para a interação, comunicação e produção síncrona, mas com pesada lacuna em relação à competência literária.

Apresenta-se um recorte de investigação, em desenvolvimento, que tem como objetivo analisar o comportamento e a experiência do leitor infantil de aplicativos de literatura-serviço.

Neste artigo, destaca-se, além do referencial teórico, a análise de hotspots do aplicativo TecTeca, objeto da pesquisa. Conjectura-se que os aplicativos de literatura-serviço, por usar mídias dinâmicas e ferramentas de interação, expressão e comunidade de leitores, ocasiona pontos relevantes no estímulo à prática de leitura literária para a Geração Alpha.

Portanto, recomenda-se seu uso, nas bibliotecas escolares, como um novo instrumento para as atividades com a literatura.

 

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Reconhecendo os jovens de todo o mundo “como agentes poderosos de mudança social”, a Organização Internacional para Migrações (OIM) e a Aliança de Civilizações das Nações Unidas instigou-os a formar uma visão original e criativa capaz de responder, de modo construtivo, ao mundo atual dominado pela intolerância e divisão.

Da participação de jovens de quase uma centena de países resultou um conjunto de curtas metragens (1 a 5 minutos), nos géneros de animação, documentário, videoclip e comédia, “focadas nas questões sociais da migração, diversidade, inclusão social e prevenção da xenofobia”. [...]

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Proibamos as Humanidades | por reyes calderón

Relação atual entre ciências hard e soft

06.01.20

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Como educar e investigar na IV Revolução Industrial? Devem ter prioridade as ciências hard (sciencetechnologyengineering & mathematics, STEM) sobre as ciências soft, sociais e humanísticas? Analisa-se aqui o custo e o impacto de uma suposta neutralidade ética e advoga-se um novo contrato social que integre as hard e as soft.

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“Hay que ser absolutamente moderno”, escribía Rimbaud, en 1873. ¿Cómo no serlo hoy, en el mundo líquido de Internet, donde hemos ahogado toda categoría tradicional de territorio, propiedad o identidad? Puesto que, como científico y docente, deseo ser moderna sopeso afiliarme a STEM1, que no es un nuevo deporte, sino las siglas de la asociación de las más hard de las ciencias: Science, Technology, Engineering & Mathematics. Algunos diseñadores de políticas educativas de vanguardia y la avanzadilla científica más disruptiva están intentando convencerme de que investigar y enseñar en STEM resulta mucho más útil para la sociedad que hacerlo en Social Science & Humanities (SSH)2, ciencias simplemente soft. ¿Acaso no es preferible dedicar más tiempo, esfuerzo y presupuesto a la biología sintética, que solucionará la enfermedad del envejecimiento, que al análisis sociológico de las consecuencias de la inmortalidad? ¡Avancemos en la buena dirección y desarrollaremos un catálogo de títulos, competencias y destrezas adaptativas para la meta-educación!

En aras del progreso, me recomiendan investigar, en el nuevo esperanto STEM, desde ciencias precisas, eficientes, medibles y en la vanguardia de la tecnología y arrinconar la subjetividad cualitativa de la ciencia degenerada escrita a lápiz, en bellas e inútiles palabras. Porque no basta definir triángulo, en cuanto entrar en las propiedades geométricas y de medición asociadas a cualquier triángulo, la palabra debe decaer en beneficio de diagramas, árboles, experimentación, autorregulación y feedback permanente. Debemos elaborar materiales educativos nuevos, consensuar una lista de key skills3, preparar profesores, y definir un entorno cultural adecuado. Siguiendo un artículo reciente, la asociación apuesta por la cultura hip-hop. Confieso mis carencias para rapear cadenas de Markov4, pero lo intentaré.

¿Qué pasará con las ciencias soft en ese escenario? Bradbury apunta una solución en Fahrenheit 4515: ¡quememos los libros que predican fantasías y desvían del objetivo! ¡Pongamos a latinistas, teólogos, antropólogos, novelistas y a todos los que se resisten a la modernización a trabajar por el bienestar! ¡Reeduquémosles! ¿Necesita un niño conocer a Séneca, Napoleón o Borges?, ¿precisa memorizar teniendo un teléfono inteligente en el bolsillo? ¿Y qué me dicen de investigar el universo Kandinsky6? Su resultado puede satisfacer nuestra curiosidad intelectual pero es conocimiento inútil: no ofrece soluciones reales para problemas auténticos. Me permito sugerirles que conserven a los cineastas: la gente necesita recargar sus baterías pasando muchas horas ante una pantalla y hay que darles de comer. [...]

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2019 em revista - Cultura: festas, mortes, prémios e... a alteração climática

 

2019 em revista - O estado da luta contra as alterações climáticas | The Associated Press

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2019 em revista - Nem só de filmes se fez o cinema

 

2019 em revista - Acontecimentos internacionais que marcaram o ano

 

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O livro eletrónico dez anos depois

Uma revolução que nunca chegou

03.01.20

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The 2010s were supposed to bring the ebook revolution. It never quite came.
Publishing spent the 2010s fighting tooth and nail against ebooks. There were unintended consequences.

By Constance Grady@constancegrady  Dec 23, 2019, 10:00am EST

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No início de 2010, o mundo parecia estar preparado para uma revolução do livro eletrónico. Dez anos depois, as vendas estabilizaram, correspondendo 20% a livros eletrónicos e 80% a livros impressos. 

 

O  Amazon Kindle, lançado em 2007, incorporou efetivamente os e-books. Em 2010, ficou claro que os e-books não eram apenas uma moda passageira, mas que tinham vindo para ficar. Pareciam preparados para ser uma tecnologia disruptiva para a indústria editorial. Os analistas previam com confiança que os millennials iriam acolher os livros eletrónicos de braços abertos, abandonando os livros impressos e que as vendas continuariam a aumentar, para ocupar cada vez mais espaço no mercado e que o preço dos livros eletrónicos continuaria a cair e o mundo editorial mudaria para sempre.

Porque é que os nativos digitais, a geração Z e a geração do milénio têm tão pouco interesse nos livros eletrónicos? “Eles estão sempre ligados, vivem nas redes sociais, mas, quando se trata de ler um livro, fazem-no em papel."

Quem são as pessoas que realmente compram livros eletrónicos? São principalmente os boomers. “Os leitores mais velhos são os que mais gostam de ler digitalmente”, diz Albanese. “Eles não precisam de ir à livraria. Podem aumentar o tamanho da fonte. Para eles, o novo formato é conveniente.”

Os livros eletrónicos não só se vendem menos do que todos previam no início da década, como também custam mais  do que se pensava e, por vezes, até mais do que o seu equivalente impresso.

Então o que aconteceu? Porque falhou a inevitável revolução dos livros eletrónicos?

Para encontrar as respostas, teremos que analisar a ação judicial movida pelo Departamento de Justiça dos EUA, em 2012, contra a Apple, que havia entrado recentemente no mercado de e-books com a chegada do iPad, e os outros cinco maiores grupos editoriais que, juntos, formam os Big Six  da indústria.

O Departamento de Justiça acusou a Apple e os editores de terem um acordo para estabelecer os preços dos e-books contra a Amazon e, embora tenha vencido o processo judicial, o modelo de preços que a Apple e os editores tinham estipulado continuou a dominar a indústria, criando efeitos indesejados.

Quando o Kindle entrou no mercado em 2007, a Amazon tinha um argumento de venda simples: qualquer pessoa com um Kindle podia comprar todos os livros eletrónicos que desejasse no mercado on-line e, muitos deles, de facto, de entre os mais vendidos na lista do New York Times, não custariam mais de US $ 9,99. Mas, em 2009, os editores tiveram outra opinião, consideraram que a ideia de vender e-books por US $ 9,99 punha em causa a sua existência. E, segundo os editores, ao fixar o preço de um e-book em US $ 9,99, a Amazon poderia levar os leitores a subestimar o valor dos livros.

A Amazon estava a ganhar muito pouco com as vendas de livros eletrónicos em 2010 e, provavelmente, estaria a perder dinheiro com a maioria deles. Para uma empresa tão grande quanto a Amazon, é perfeitamente razoável perder dinheiro com uma nova iniciativa, se isso os ajudasse a dominar o espaço de mercado.

Mas as editoras ficaram aterrorizadas com o que aconteceria quando a Amazon se estabelecesse como o único agente no mercado, em termos de e-books.

A Apple havia estabelecido um modelo de revenda que funcionava de forma diferente daquela a que os editores estavam acostumados. Era chamado de modelo de agência e funcionava assim: os editores decidiam qual deveria ser o preço de tabela do seu livro e depois colocavam-no à venda a esse preço na loja iBooks. A Apple cobrava uma comissão de 30% em cada venda. Mas a Apple não conseguiu entrar no mercado de e-books enquanto cobrou cinco dólares a mais, por unidade, do que o seu maior concorrente. 

Então, a Apple chegou a um acordo com as cinco editoras que formavam os Big Six (Simon & Schuster, Penguin, HarperCollins, Hachette e Macmillan; Random House, então a maior editora comercial, absteve-se): todos seguiriam o modelo de agência da Apple. Dessa forma, a Amazon também se viu forçada a vender os seus e-books por US $ 14,99 e, se recusasse, os editores poderiam negar a venda dos seus e-books à Amazon e torná-los exclusivos da Apple. 

 

Referência: Arévalo, J. (2019). El libro electrónico diez años después, una revolución que nunca llegóUniverso Abierto. Retrieved 3 January 2020, from https://universoabierto.org/2019/12/24/el-libro-electronico-diez-anos-despues-una-revolucion-que-nunca-llego/

 

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47% das grandes empresas vão aumentar a contratação de perfis digitais nos próximos anos. São necessários cadea vez mais especialistas em big data, análise de dados, segurança cibernética, marketing de rede, posicionamento, estratégia de negócios digitais ... A coleção 'Profissões digitais', uma publicação on-line e em papel da Fundação Telefónica, mostra as novas profissões que estão a mudar o cenário de empregos em todo o mundo.

 

Atualmente, 80% dos jovens que está a estudar vai encontrar trabalho em algo que não existe. Por isso, a Fundação Telefónica através do seu programa Conecta Empleo alavanca e fomenta a formação digital dos jóvens por via de potentes ferramentas que contribuem para a sua transformação. Uma delas é a nova coleção  ‘Profesiones digitales’, un conjunto de monográficos que se podem consultar e descarregar de forma gratuita:

 

Como novidade, a Fundação Telefónica acaba de lançar o 42 Madrid, um campus de programação inovador no qual ainda se pode registar através da sua plataforma on-line. Um método de ensino disruptivo, acessível a todos, sem aulas, sem livros, sem limite de idade, aberto 365 dias por ano e gratuito, que procura formar profissionais qualificados e especialistas em digital.

 

Referência: ¿Qué profesiones digitales demandan las empresas? | Fundación Telefónica España. (2020). Fundaciontelefonica.com. Retrieved 2 January 2020, from https://www.fundaciontelefonica.com/noticias/profesiones-digitales-mas-demandadas-empresas/

 

 

 

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“PÕE A TUA TERRA NOS PÍNCAROS 3ª EDIÇÃO – FAZ PELA TERRA”
 
A Rádio Miúdos realiza pela terceira vez o concurso “Põe a tua terra nos píncaros”, mais uma vez com o apoio da RBE-Rede de Bibliotecas Escolares, e na edição do ano letivo 2019/2020 propõe um apelo à ação pela Terra.
 
FAZ PELA (tua) TERRA apela a todos os miúdos das escolas públicas e privadas do país que mostrem o que se faz na sua terra pela sustentabilidade ecológica ou que apontem ideias para melhorar a forma como tratamos o planeta.
 
Nas duas primeiras edições o desafio proposto era falarem da sua terra (1ª edição) e de um herói da sua terra (2ª edição) e mais de 150 escolas de todo o país reponderam, com quase 200 spots de rádio que culminaram numa grande festa de apresentação, que ocorreu na Fundação Calouste Gulbenkian no passado mês de Julho.
 
Desta vez e com a urgência das questões climáticas a Rádio Miúdos procura que os miúdos das escolas de todo o país possam fazer o levantamento dos projetos que já estão em prática nas suas terras e apontar ideias que possam contribuir para melhorar a vida no planeta.
 
Para participarem os miúdos terão que fazer uma gravação áudio sobre o que a sua terra faz ou deve fazer para melhorar a Terra que é de todos, para o bem do planeta Terra. Deverão ser ações concretas que melhorem todo o Ambiente e que ajudem a mostrar o que se faz nas suas terras pela Terra.
 
As candidaturas das escolas podem ser feitas até ao dia 2 de fevereiro de 2020, com o envio da gravação do programa e do preenchimento do formulário de candidatura.
 
À semelhança da edições anteriores os municípios podem e devem candidatar-se. Estas candidaturas podem ser feitas até ao dia 10 de janeiro de 2020 e para validar terão que fazer a divulgação do concurso “Põe a tua terra nos píncaros 3 – Faz pela Terra!” até ao dia 14 de Janeiro (imagens e press-release em anexo).
 
A divulgação dos resultados será conhecida no dia 17 de fevereiro de 2020, no site da Rádio Miúdos – www.radiomiudos.pt e no site da RBE – www.rbe.mec.pt


Descarregar imagem, regulamento e press-release aqui.

O formulário em linha está disponível aqui.

Prémios Casa das Ciências | 2019

Recursos Digitais para Professores

27.12.19

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A Casa das Ciências voltou a distinguir os melhores recursos educativos digitais e imagens, submetidos pelos seus membros ao portal durante o ano de 2018.

A sessão de entrega de prémios decorreu no dia 19 de dezembro, pelas 15:30 horas, na UPTEC.

Só a educação nos dá esperança e futuro | muzoon almellehan

A visão de uma jovem refugiada sobre a educação

26.12.19

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Muzoon Almellehan · Refugiada e embaixadora da Unicef

 

 

 

“Meu querido parceiro refugiado, nunca pares de aprender, nunca pares de sonhar. Nunca percas a esperança". Assim começa a carta que Muzoon Almellehan dedica às crianças que sofrem a devastação do conflito armado. Ela também teve que fugir. Com 14 anos, escapou da Síria com a sua família, indo para um campo de refugiados na Jordânia. Como bagagem, ela carregava apenas o essencial: os seus livros escolares. "A educação dá esperança e estabilidade, porque educação significa futuro", diz ela. 

Durante os três anos que passou em campos de refugiados, lutou para consciencializar as famílias de que os jovens deveriam continuar a estudar. A sua história inspiradora, a sua coragem e a sua forte defesa da educação fizeram com que muitos se referissem a ela como a 'Malala Síria'. 

Em 2017, tornou-se a primeira Embaixadora da Boa Vontade da UNICEF com o status de refugiada. Atualmente, reside no Reino Unido, onde estuda Relações Internacionais. "A minha mensagem aos líderes mundiais e organizações internacionais é que eles devem concentrar os seus esforços nas crianças para que tenham acesso a uma educação de qualidade, independentemente da situação em que se encontrem", conclui.

 

Referência: “Solo la educación nos da esperanza y futuro”. (2019). BBVA Aprendemos juntos. Retrieved 26 December 2019, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/solo-la-educacion-nos-da-esperanza-y-futuro-muzoon-almellehan/

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Prefácio

Incluir todos os estudantes e garantir que cada indivíduo tenha uma oportunidade igual e personalizada para o progresso da educação ainda é um desafio em quase todos os países.

Apesar do louvável progresso alcançado nas duas últimas décadas para expandir o acesso à educação básica, esforços adicionais são necessários para minimizar barreiras à aprendizagem e garantir que todos os estudantes em escolas e outros setores da educação possam usufruir genuinamente de um ambiente inclusivo.

A agenda de 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, cujo objetivo é não deixar ninguém para trás, fornece uma oportunidade única de construir sociedades mais inclusivas e equitativas.

Isso deveria começar com sistemas de educação inclusivos. O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 4 (ODS 4) sobre educação clama por educação inclusiva e equitativa de qualidade e oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos até 2030.

Enfatiza inclusão e equidade como alicerces para educação e aprendizagem de qualidade. O ODS 4 também pede pela construção e atualização de instalações educacionais que sejam sensíveis às crianças, às deficiências e às questões de gênero, de forma a proporcionar um ambiente de aprendizagem seguro, não violento, inclusivo e eficaz para todos.

Para alcançar esse objetivo ambicioso, os países devem garantir inclusão e a equidade dentro e por meio de seus sistemas educacionais e programas. Isso inclui tomar medidas de prevenção e lidar com todas as formas de exclusão e marginalização, disparidade, vulnerabilidade e desigualdade no acesso à educação, participação e conclusão, bem como nos processos de aprendizagem e resultados.

Também requer a compreensão das diversidades dos estudantes como oportunidades para melhorar e democratizar a aprendizagem para todos eles.

A UNESCO apoia os formuladores de políticas governamentais de educação, os profissionais e as principais partes interessadas em seus esforços para desenvolver e implementar políticas, programas e práticas inclusivas que atendam às necessidades de todos os estudantes.

Nós estamos confiantes que este Manual para Garantir Inclusão e Equidade na Educação servirá como recurso para os países e contribuirá para acelerar os esforços para educação inclusiva em âmbito global.

Qian Tang,

Ph.D.Ex-diretor-geral adjunto de Educação

 

ISBN: 978-85-7652-245-4
Collation: 47 pages : illustrations
Language: Portuguese
Also available in: Français, Español, 汉语, English
Year of publication: 2019
Licence type: CC BY-SA 3.0 IGO [6753]
Type of document: book
 

Referência: (2019). Unesdoc.unesco.org. Retrieved 23 December 2019, from https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000370508

 

 


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