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Estás a defender um livro na campanha eleitoral de «Miúdos a Votos: quais os livros mais fixes»? Gostavas de conhecer as histórias que entram nestas eleições? Consulta aqui a grelha dos tempos de antena que a Rádio Miúdos começa a transmitir terça-feira, 19, e ficarás a saber o que miúdos como tu pensam!

 

A partir de 19 de fevereiro, a Rádio Miúdos (uma rádio online, que podes ouvir em radiomiudos.pt, vai transmitir os tempos de antena de «Miúdos a Votos: quais os livros mais fixes?»

 

Vão ser transmitidos às 9h45, 13h45 e 20h15, de segunda a sexta-feira, podendo assim ser ouvidos na sala de aula. Serão repetidos aos fins-de-semana, às 6 da tarde, em compacto. A transmissão será suspensa durante os 3 dias das férias de Carnaval, e terminará a 13 de março.

 

Os tempos de antena são o espaço a que os partidos, durante uma campanha eleitoral, têm direito na rádio e na televisão para transmitirem as suas ideias. Para que umas eleições sejam justas e democráticas, todos os partidos têm de dispôr do mesmo tempo. É o que aconterá também em «Miúdos a Votos»: nenhum tempo de antena terá mais de um minuto e meio.

 

Como recebemos dezenas de podcasts, e não apenas aqueles que vão ser transmitidos como tempo de antena, todos os dias poderás encontrar no sítio da VISÃO Júnior todos os trabalhos referentes aos livros que estão em campanha nesse dia na Rádio Miúdos.

 

Livros nomeados para o 1.º ciclo (por ordem alfabética)

Referência: Como foram escolhidos os livros que vão a votos. (2019). Jornal visao. Retrieved 19 February 2019, from http://visao.sapo.pt/visaojunior/miudos-a-votos/2018-12-05-Como-foram-escolhidos-os-livros-que-vao-a-votos

 

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Um programa de rádio sobre cidadania digital para os mais novos

ZigZaga na Net” são 30 episódios de conteúdo áudio sobre Cidadania Digital que a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e a Direção-Geral da Educação (DGE), em parceria com a Rádio Online ZigZag da Antena 1 - RTP,  lançaram no dia 14 de fevereiro, no auditório da RTP.

Este programa de rádio juvenil pretende sensibilizar para várias questões de literacia digital, nomeadamente os direitos e deveres online; os direitos de autor; a veracidade e fiabilidade da informação (desinformação e notícias falsas); a privacidade; a pegada digital; a dependência online e das tecnologias; os comportamentos seguros online; o bullying e o ciberbullying, entre muitos outros. 

A Escola de Referência de alunos surdos do Agrupamento de Escolas Quinta de Marrocos foi desafiada a participar e envolver os alunos na tradução para Língua Gestual Portuguesa dos episódios, dando assim origem a um projeto pioneiro nesta matéria. Estes episódios contam ainda com a presença assídua das mascotes do Centro Internet Segura (a INES) e do SeguraNet (o Pisca).

 

ReferênciaFCT e DGE lançam “ZigZaga na Net”. (2019). Portugal INCoDe.2030. Retrieved 18 February 2019, from https://www.incode2030.gov.pt/destaque/fct-e-dge-lancam-zigzaga-na-net

 

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A Maior Lição do Mundo

Saiba como a biblioteca do Agrupamento de Escolas de Mogadouro (Bragança), no âmbito da disciplina de Educação para a Cidadania e da atividade A Maior Lição do Mundo, trabalha com os alunos do 8.º A e 9.º A e respetiva professora titular e diretora de turma e envolve outros alunos de outros cursos, bem como o município. O trabalho realizado é partilhado e publicado simultaneamente no jornal escolar, numa página em linha criada para o efeito e num mural que usa a ferramenta digital padlet para fomentar a cooperação e partilhar ideias e experiências.

Ler mais aqui.

 

 

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Movimento Cultural Nova Academia

Registámos a forma construtiva do protesto de um movimento cultural, nascido na Suécia e que rapidamente conquistou uma dimensão global, para que o Nobel da Literatura 2018 não deixasse de ser atribuído. Só assim foi possível pôr de pé, desde 4 de maio de 2018, dia em que foi comunicado o cancelamento da iniciativa, até 12 de outubro de 2018, data em que os prémios foram publicamente anunciados, todos os procedimentos – mais o de uma votação pública na internet para indicar os finalistas - do prémio literário mais prestigiado do mundo.

Ler mais aqui.

 

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Série apresentada por João Paulo Diniz, produzida para assinalar os 75 anos da Rádio em Portugal, com entrevistas de estúdio a convidados, reportagens e imagens de arquivo.

Ler mais >>

 

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O livro de ensaios que agora se publica reúne um conjunto de textos diretamente relacionados com  o projeto de investigação “Figuras da Ficção” que, nos últimos anos, tenho coordenado no Centro de Literatura Portuguesa (CLP) da Faculdade de Letras de Coimbra. Como unidade de investigação financiada e regularmente avaliada pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, o CLP integra um conjunto de investigadores envolvidos em diversos projetos de pesquisa, incluindo aquele que foi mencionado.

 

No caso de “Figuras da Ficção”,  cerca de vinte investigadores têm participado regularmente nas atividades do projeto, juntando-se a estes outros mais que, por se encontrarem fora de Portugal (em particular no Brasil), só episodicamente podem facultar a sua colaboração ao que regularmente vamos fazendo: colóquios, workshops, conferências, etc. No final do seu percurso, o projeto “Figuras da Ficção” pretende chegar a um Dicionário de Personagens da Ficção Portuguesa, obra já em curso de preparação  (…).

Conselheiro Acácio, por Bernardo Marques

 

 

(Da “Nota Prévia” a Pessoas de Livro. Estudos sobre a Personagem. 3ª ed. Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra, 2018; obra em acesso livre aqui)

 

Referência: Pessoas de Livro em acesso livre. (2019). Figuras da Ficção. Retrieved 13 February 2019, from https://figurasdaficcao.wordpress.com/2019/02/10/pessoas-de-livro-em-acesso-livre/?sfns=mo

Autor Reis, Carlos
Editor Imprensa da Universidade de Coimbra
Ano Publ. 2018
ISBN 978-989-26-1641-4
DOI https://doi.org/10.14195/978-989-26-1642-1
Idioma Português
Tipo Acesso

Integral

Citação
REIS, Carlos - Pessoas de livro: estudos sobre a personagem. Coimbra: [s.n.]. 221 p. ISBN 978-989-26-1641-4.

 

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por Catarina Moreira | Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa

Referência: Moreira, C., (2014) Evolucionismo, Rev. Ciência Elem., V2(4):318

DOI http://doi.org/10.24927/rce2014.318

 

 

Resumo

O evolucionismo admite que as espécies podem sofrer transformações ao longo do tempo.

 

O evolucionismo, contrariamente ao que se pensa tem as suas raízes nos filósofos da Grécia clássica. Anaximandro poderá ser considerado o precursor da teoria moderna do desenvolvimento, quando defende que os organismos vivos, se transformam gradualmente a partir da água por ação do calor até se formarem as formas mais complexas e que o Homem tem a sua origem em animais de outro tipo. Demócrito defendia que as formas de vida mais simples tinham origem no “lodo primordial”.

 

Muito mais tarde, já nos séculos XVII e XVIII, o trabalho do conde de Buffon, George-Louis Leclerc (1707-1788) permite desenvolver a ideia de “Transformismo”, onde se admite que as diferentes espécies derivam uma das outras por degeneração num processo lento e progressivo, existindo espécies intermédias até surgirem as formas atuais. Nesta conceção transformista da diferenciação das espécies a noção de tempo geológico é fundamental, dado que Buffon admitia que as condições ambientais a que as espécies estavam sujeitas eram fundamentais ao processo de degeneração.

 

Outro transformista da época era Pierre Louis Maupertuis (1698-1759) que acreditava que as espécies resultavam de uma seleção provocada pelo meio ambiente resultando na infinidade de seres vivos que eram observados na atualidade.

 


Em pleno século XVIII, a geologia tem um papel de destaque na compreensão dos fenómenos da natureza. Em 1778, James Hutton (1726-1759), considerado o pai da geologia moderna, publica Theory of the Earth (Teoria da Terra), um tratado sobre fenómenos geológicos que abala as ideias catastrofistas. Hutton estabelece uma idade para a Terra bastante superior àquela admitida até então e defende que as forças naturais de hoje são as mesmas desde sempre, isto é, os fenómenos geológicos repetem-se ao longo da história da Terra – Teoria do Uniformitarismo.

 

Charles Lyell (1797-1875), geólogo britânico, prossegue com as ideias avançadas por Hutton e confirma a Teoria do Uniformitarismo concluindo que:

  • as leis naturais são constantes no espaço e no tempo
  • a maioria das alterações geológicas dá-se de forma lenta e gradual

 


A ideia de um gradualismo na natureza está lançada, e embora Lyell seja relutante em admitir a transformação das espécies, as transformações geológicas inevitavelmente levam ao surgimento de teorias relativas à evolução biológica.

 


Vários cientistas vão defender a ideia de a diversidade biológica ser resultado de um processo dinâmico de transformação dos organismos ao longo do tempo. Os nomes mais marcantes serão os de Jean Baptiste de Monet, cavaleiro de Lamarck (1744-1829), Charles Darwin (1809-1882) e Alfred Russel Wallace (1823-1913).

 


Lamarck

Lamarck, naturalista francês, botânico no Jardim Botânico de Paris ao serviço do rei, elaborou diversos estudos taxonómicos que o levaram a concluir que as espécies não só se relacionam entre si, como sofrem alterações ao longo do tempo. Em 1809, publica Philosophie Zoologique onde expõe as suas ideias defendendo que a necessidade de adaptação ao ambiente leva o indivíduo a iniciar o seu processo evolutivo. A sua teoria baseava-se em dois princípios:

  • Lei do Uso e do Desuso – a necessidade de um certo órgão em determinado ambiente cria esse órgão e a função modifica-o, isto é, quando um órgão é muito utilizado desenvolve-se e torna-se vigoroso e quando não é utilizado degenera e atrofia.
  • Lei da Herança de Caracteres Adquiridos – as modificações adquiridas pelo indivíduo, pelo usos e desuso de um determinado órgão, é transmitida aos descendentes.
 

Materiais relacionados disponíveis na Casa das Ciências: (por ora estes links estão quebrados na fonte. contamos corrigi-los em breve.)

  1. A Autoestrada da Vida, acompanhe a viagem da vida pelos caminhos da evolução
  2. Mecanismos de Evolução, como é que a seleção natural leva à evolução biológica?
  3. Os Factos da Evolução – Capítulo 6, os pseudogenes e os retrovírus endógenos como prova da evolução
  4. Os Factos da Evolução – Capítulo 5, que nos dizem os genomas acerca a evolução?
  5. Os Factos da Evolução – Capítulo 4, há tempo suficiente para a evolução? Esta e outras evidências
  6. Os Factos da Evolução – Capítulo 3, o registo fóssil, a especiação e a hibridação como provas da evolução
  7. Os Factos da Evolução – Capítulo 2, mais evidências da evolução: órgãos vestigiais, biogeografia, etc
  8. Do Big Bang ao Homem III: Da Eva Até Hoje, viaje pela história dos primeiros seres humanos
  9. Do Big Bang ao Homem II: Da Vida a Eva, viaje pela história da vida na Terra
 

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Apresentação da plataforma MILD - Manual de Instruções para a Literacia Digital: mild.rbe.mec.pt

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Que iniciativas de Educação para a Cidadania são levadas a cabo nas nossas escolas? Em que medida é que essas práticas se cruzam com a Educação para a Cidadania Global numa perspetiva de transformação social?

 

Estas foram algumas das questões de partida que guiaram a construção do estudo exploratório Iniciativas de Educação para a Cidadania Global em meio escolar*, promovido pelo CIDAC e pela FGS, que decorreu entre 2017 e 2018 e que foi agora disponibilizado online. Para a sua implementação foi elaborado um quadro concetual a partir do qual se desenhou um inquérito enviado a escolas, professoras e professores e diferentes redes de educação, e que foi divulgado nesta newsletter, tendo-se recebido 164 respostas, das quais 124 foram consideradas válidas.

 
Consultar o estudo completo AQUI.
Resumo em português, castelhano e inglês AQUI.

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A Biblioteca Municipal da Lourinhã foi o local escolhido para assinar o protocolo de cooperação entre o Município da Lourinhã e os dois agrupamentos de escolas do concelho, marcando assim a criação da Rede de Bibliotecas da Lourinhã e o lançamento do respetivo catálogo concelhio e portal digital.


A cerimónia aconteceu dia 5 de fevereiro e contou com a presença do presidente da Câmara Municipal da Lourinhã, João Duarte de Carvalho, que deu início à sessão destacando o empenho da autarquia “em criar novas respostas e promover a literacia através da promoção do livro e da leitura”. No discurso de abertura, o autarca relembrou ainda algumas das iniciativas e projetos implementados no concelho, como a Biblioteca de Praia, o Festival Literário Livros a Oeste, o investimento constante em novas obras para a Biblioteca Municipal e muito mais.

João Duarte de Carvalho deixou ainda um agradecimento a todas as entidades presentes, entre elas a Direção Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, representada por Silvestre Lacerda, que interveio dando a conhecer alguns pormenores relevantes, como o facto do concelho da Lourinhã ser o que mais investiu em novos livros na Região Oeste nos últimos anos, aproximando-se daqueles que mais investimento têm feito a nível nacional.

“Queria salientar o trabalho desenvolvido na Lourinhã e este trabalho em rede, que é necessário desenvolver nos municípios, nas comunidades intermunicipais e nas redes nacionais de bibliotecas escolares. Esta perspetiva de trabalho em rede, em que cada um sai da sua zona de conforto, é significativo para o utilizador e temos a partir de hoje um belo exemplo na Lourinhã. Desafio ainda a comunidade intermunicipal a beneficiar desta iniciativa e de outras, como o Festival Literário Livros a Oeste, e assumir isto como um trabalho intermunicipal e um exemplo do que pode ser feito com a partilha de recursos”, concluiu o responsável.

A Coordenadora Nacional do Programa da Rede de Bibliotecas Escolares, Manuela Silva, também marcou presença, deixando rasgados elogios ao projeto Rede de Bibliotecas da Lourinhã.

“Só em conjunto é que podemos lutar por esta ideia de que a leitura é fundamental. Espero que esta rede se consolide, se estruture e convirja na agilização dos trabalhos, tornando-se sustentável”, realçou.

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A Rede de Bibliotecas Escolares associa-se às iniciativas da Organização de Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI), com o apoio do Ministério de Educação e da Fundação SM, que lançam em 2019 os prémios Educação em Direitos Humanos - Óscar Arnulfo Romero (3.ª edição) e O que estás a ler? (6.ª edição).

 

EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS - ÓSCAR ARNULFO ROMERO (3.ª EDIÇÃO) 

O prémio Educação em Direitos Humanos - Óscar Arnulfo Romero destina-se a reconhecer o trabalho de:
A. Escolas ou agrupamentos de escolas de todos os níveis de educação e ensino ou
B. Organizações da sociedade civil (ONG) na defesa do direito à educação, à convivência na escola, à paz, à inclusão e, em geral, às liberdades fundamentais do ser humano. 

 

Lançado a 1 de fevereiro, este concurso estabelece 15 de maio como data-limite para entrega das candidaturas; a 5 de junho serão conhecidas as propostas vencedoras: 2 por categoria (A e B), cada uma delas recebendo 5.000 dólares para investimento nos programas vencedores. Segue-se a fase internacional do concurso em que são selecionados os vencedores dos 20 países ibero-americanos (setembro), seguindo-se a entrega do prémio num dos países a definir.

 


 
Veja também: 
• 70 Anos ao Serviço da Comunidade Ibero-americana através da Educação, da Ciência e da Cultura 1949-2019
• Resultados das edições anteriores
• Terceira Edição – Como participar
• Redes sociais -  #PremioDDHHRomero.

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