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Blogue RBE

Ter | 20.10.20

Media@ção: abertura concurso

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O  concurso Media@ção está de volta com nova edição. O Regulamento e os tutoriais ‘A linguagem audiovisual’ estão disponíveis para consulta. 
A assinalar duas novidades:
- O tema, que este ano convida a abordar ‘A minha experiência com os media em tempos de pandemia’; 
- A integração de duas entidades promotoras: o Plano Nacional de Cinema e o Centro Nacional de Cibersegurança. 
Os trabalhos a apresentar seguem o formato das edições anteriores, isto é, podem ser vídeos ou podcast de 3 minutos. A participação no concurso não necessita de inscrição, bastando a entrega dos trabalhos até 7 de abril de 2021.
Podem ser apresentados vídeos ou podcast de 3 minutos, tal como nas edições anteriores. Os trabalhos devem ser entregues até dia 7 de abril de 2021, não sendo necessária uma inscrição prévia para participar no concurso. 
 
Ter | 20.10.20

Base de dados 2020/ 21

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Está lançada a edição 2020/ 21 da Base de dados da Rede de Bibliotecas Escolares. O seu preenchimento deve ser assegurado, em cada agrupamento de escolas, pelo professor bibliotecário coordenador de equipa, mediante recolha de informação relativa às bibliotecas dos diferentes estabelecimentos de ensino.
Entre 16 de outubro e 20 de novembro de 2020, estão disponíveis as secções A a D; entre 14 de junho e 16 de julho de 2021, estará a secção E.
Este inquérito tem por objetivo recolher informação sobre diferentes aspetos do funcionamento das bibliotecas escolares, que permita a planificação de futuras ações de melhoria dos serviços prestados.

Artigo completo: Base dados 2021

Seg | 19.10.20

Semana Internacional de Livre Acesso 2020 – 19 a 25 de outubro

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Abrir com propósito: Empreender ações para construir equidade e inclusão estruturais

O contexto de crise pandémica deu um caráter de urgência à necessidade de construir formas de aprendizagem, estudo e ensino inclusivas, equitativas e flexíveis. Colocou na ordem do dia a questão de expandir o direito à educação aos direitos à conectividade digital (acesso à internet), bem como a recursos educativos digitais abertos, tecnologias digitais inclusive - ONU. (2020). Policy Brief: Education during Covid-19 and beyond, p. 24. 

A UNESCO destaca que “Pelo menos 10 dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) que compõem a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável exigem contribuição científica constante. Dado que esses objetivos devem ser alcançados globalmente, há uma necessidade absoluta de remover as restrições a fim de disseminar os resultados da pesquisa para as partes interessadas.” Por sua vez, o Objetivo 4, Educação de Qualidade, exige “acesso livre, equitativo e de qualidade” à informação para fins educativos e científicos.

Para acelerar e melhorar a inovação, colaboração e transparência o programa para a investigação e inovação Horizonte 2020 da União Europeia (2014–2020) - vem apoiar uma política de dados abertos.

Em 2011 a Federação Internacional das Associações de Bibliotecários (IFLA), cujas Diretrizes (2015) orientam a Rede de Bibliotecas Escolares, na sua Declaração sobre Livre Acesso, reforça este desígnio, declarando estar “comprometida com os princípios de liberdade de acesso à informação e com a crença de que o acesso universal e igualitário à informação é vital para o bem-estar social, educacional, cultural, democrático e económico das pessoas, comunidades e organizações”.

O que é o Acesso Aberto (AA)? Segundo a Comissão Europeia inclui “o direito de ler, descarregar e imprimir - mas também o direito de copiar, distribuir, pesquisar, ligar, rastrear e extrair” gratuitamente informação em linha, de natureza educativa e científica (Manual Online Horizonte 2020).

Para advogar, capacitar, definir políticas e divulgar práticas de Acesso Aberto (AA) em todo o mundo a SPARC (Scholarly Publishing and Academic Resources Coalition – EUA/ Europa/ Japão/ África), parceira da IFLA, celebra anualmente a Semana AA. A iniciativa pode ser seguida na página oficial ou no Facebook dos RCAAP - Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal e os materiais gráficos descarregados no sítio em linha: http://www.openaccessweek.org/page/graphics.

Na 10.ª edição de 2020 a Semana AA tem como tema “Abrir com propósito: Empreender ações para construir equidade e inclusão estruturais”, mas os organizadores salientam que este deve ser adaptado aos contextos locais, particularmente neste ano em que há perturbações provocadas pela pandemia Covid-19.

Como é que as bibliotecas escolares podem promover o AA?

- Disponibilizando jornais, revistas e outros documentos, bem como os materiais de vários tipos que produzem com licenças Creative Commons (http://www.oercommons.org/), as licenças standard mais utilizadas em todo o mundo. Para que seja autorizado criar recursos educativos derivados, estas licenças não devem conter o elemento ND/ SemDerivados, já que este proíbe expressamente a transformação/ recriação.

- Tornando acessíveis obras caídas em domínio público que, regra geral, são todas aquelas em que o criador intelectual da obra ou o último autor sobrevivente (obra em coautoria) faleceu há mais de 70 anos ou, no caso de ser uma obra de artista intérprete (direitos conexos), há mais de 50 anos (Art.º 31.º, 32.º 2, 183.º do Código de Direitos de Autor e Direitos Conexos).

- Utilizando e incentivando o uso de ferramentas de pesquisa ou sistemas de gestão de aprendizagem (exemplo: Moodle) de acesso livre.

- Realizando, para os seus diferentes públicos, ações de sensibilização para disponibilização de recursos neste formato - exemplos de temas: objetivos e oportunidades; recursos existentes; como melhorar as práticas e políticas internas; relação entre o direito humano à informação e os outros direitos humanos, designadamente da privacidade e criação; panorama nacional (o Global Open Access Portal apresenta o retrato do AA em 158 países, entre os quais Portugal).

Onde é que as bibliotecas escolares podem encontrar recursos educativos de AA?

Os sítios mais conhecidos são: Web OER Commons  e o portal Creative Commons de Educação. Sítios com fotografias, vídeos e músicas que podem ser utilizadas, partilhadas e transformadas são por exemplo: Wikimedia Commons  e Jamendo para música.

Sítios em que, utilizando a ferramenta de pesquisa avançada, pode limitar a pesquisa para licenças Creative Commons BY-SA (as que permitem utilização, partilha e transformação) são por exemplo: Google para fotografias, músicas e vídeos, Flickr para fotografias e SoundCloud para músicas.

Em tempos de crise o AA acelera os resultados de investigação, evitando duplicação de esforços e envolvendo todos os cidadãos e a sociedade na tarefa do conhecimento com um propósito humanista. Nesta medida tem um valor inestimável e pode salvar vidas.

Fonte: International Open Access Week

 

Ter | 13.10.20

A substância das nuvens: o uso da Inteligência Artificial na educação

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Ainda que nos pareça uma realidade distante, a Inteligência Artificial (IA) já marca presença na educação. Desde sistemas que geram testes, a aplicações para a aprendizagem de línguas, monitorização de fóruns de estudantes, recomendação automática de Recursos Educativos Abertos, deteção de plágio, diagnóstico de dificuldades de aprendizagem ou análise de dados educativos para atribuição de recursos, os exemplos abundam. Estamos preparados para que esta presença se torne cada vez mais constante?
O relatório “The use of Artificial Intelligence (AI) in education”, apresentado em maio de 2020 pela Comissão da Cultura e da Educação (CULT) do Parlamento Europeu, deixa algumas pistas para reflexão sobre as consequências do uso generalizado de sistema de “data-driven Artificial Intelligence” na educação. Esta expressão inglesa refere-se ao desenvolvimento que se verificou nos últimos nove anos no domínio da Inteligência Artificial e que foi impulsionado pela explosão de dados que passaram a estar acessíveis.
- Os aspetos relativos ao consumo de energia, muitas vezes ignorados, são relevantes na discussão sobre a utilização de sistemas de IA na educação, visto que os recentes desenvolvimentos nesta área podem não ser sustentáveis e existe o risco de que a IA ser torne a maior fonte de aquecimento global do planeta.
- Muitas empresas de IA que disponibilizam produtos educativos indicam que a sua atividade principal não se situa na área da Educação, mas, sim, na área de serviços de Tecnologias de Informação.
- Existem poucas evidências que demonstrem claramente o impacto dos sistemas de IA na aprendizagem. Considerando que o conhecimento do contexto é um ponto crítico para o sucesso, recomenda-se que os professores participem no desenvolvimento e implementação de sistemas de IA. Esta participação é crucial, já que, apesar do seu potencial, estes sistemas só beneficiarão a aprendizagem se forem utilizados pelos professores de forma pedagogicamente significativa.
- O desenvolvimento de sistemas de IA coloca desafios éticos, como o enviesamento dos dados que são introduzidos (ex: dados históricos que refletem preconceitos de género). Assim, é necessário assegurar que os sistemas de IA estão alinhados com os princípios éticos gerais que orientam a educação. As diretrizes que têm sido publicadas indicam alguns princípios que devem ser garantidos: transparência na tomada de decisões automatizadas, não discriminação, responsabilização e segurança.
- Na área da educação, os sistemas de IA trabalham com dados históricos e são incapazes de dar sentido a atos que não seguem o padrão previsto. Desta forma, quando os indivíduos se transformam em algo que antes não eram, ou seja, quando aprendem, os sistemas de IA têm dificuldades em compreendê-los. A utilização generalizada de sistemas de Inteligência Artificial pode limitar a plena realização do potencial humano.
Quando os alunos recorrem a legendas automáticas ou tradutores online, mostram que a IA já faz parte das suas rotinas e que tem potencial para ajudar a criar um novo ecossistema educativo. No entanto, embora venha a ser usada de forma generalizada na sociedade e na economia, a forma como a escola encara o futuro da aprendizagem vai determinar o impacto da IA na educação.

Este relatório foi originalmente publicado no blogue Research4 Committees of the European Parliament.
Relatório completo: The use of Artificial Intelligence (AI) in education.
 
Conteúdo relacionado:
- Facebook VP: AI has a compute dependency problem (https://venturebeat.com/2019/07/11/facebook-vp-ai-has-a-compute-dependency-problem/) | venturebeat
- Na verdade…o que é exatamente um algoritmo (https://blogue.rbe.mec.pt/na-verdade-o-que-e-exatamente-um-2200193) | blogue RBE
- Pequena história da Inteligência Artificial: 10 datas e artigos chaves (https://blogue.rbe.mec.pt/pequena-historia-da-inteligencia-2162713) | blogue RBE
Seg | 12.10.20

National Film Board of Canada

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Mais do que um sítio da World Wide Web é todo um universo inovador a descobrir!
 
Vivemos em plena era de ambientes digitais, de realidade aumentada, da internet das coisas, das tecnologias portáteis …enfim, estamos rodeados de variados e diversos suportes tecnológicos que medeiam a nossa relação com a leitura, com os outros e com o mundo.
Mas inseparável dessa malha tecnológica, a leitura também se associa a novas e diferentes práticas no trabalho com o texto (impresso/digital) ou com mensagens que emergem de novos espaços (virtual), contextos (media) e navegações (ciberespaço).
Os recursos da biblioteca, e especialmente os livros, começaram a sofrer o impacto dessas tecnologias ao incorporarem todos os tipos de linguagem – visual (imagens fixas, tridimensionais, animadas…), sonora (fala, música), audiovisual. Tais linguagens abrem novos horizontes à leitura e inúmeras possibilidades à biblioteca no desenvolvimento das suas atividades, assumindo, por essa via, um papel mais ativo, mediador e formativo na escola. 
Atendendo a este contexto, a análise da secção de educação do National Film Board of Canada é uma experiência verdadeiramente inspiradora. Disponibiliza uma coleção de excelência (conteúdos premiados, relevantes e lúdicos), conteúdos que enriquecem a experiência pedagógica em sala de aula (documentários, animações, filmes experimentais, ficção e obras interativas), totalmente alinhados ao que se espera da educação no século XXI. Este tipo de recursos pode ajudar a transformar o modo como os alunos aprendem e como os professores ensinam.
O National Film Board of Canada, desde a sua fundação em 1939, criou mais de 13 mil produções audiovisuais e ganhou mais de 5 mil prémios, incluindo 18 Canadian Screen Awards, 12 Oscars, 17 Webbys e mais de 90 Genies.
Mergulhe na inspiração da melhor forma explorando o blogue.
 
Destaques:
Mini Lessons
Educational Playlists
Learn from home with Ocean School
Animation Media Literacy
Animation
Interactive Projects
Do Not Track

 

Sex | 09.10.20

Celebrar a leitura em voz alta

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A Biblioteca Municipal Padre Manuel Antunes (Município da Sertã), com o apoio da Rede de Bibliotecas Escolares e do Plano Nacional de Leitura 2027, desafia os participantes neste concurso a gravarem um áudio com a leitura em voz alta de um excerto de uma obra literária.
Esta iniciativa destina-se a todas as Bibliotecas Escolares e convida à participação de alunos do 3.º ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário (Regular e Profissional).
Prazo de envio dos trabalhos prolongado até 31 de outubro.

Ler mais: Concurso Nacional de Leitura em Voz Alta

Qui | 08.10.20

Modelo de avaliação da biblioteca escolar

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A avaliação da biblioteca escolar visa determinar até que ponto a missão, as metas e os objetivos estabelecidos para as bibliotecas estão ou não a ser alcançados, identificando as práticas que têm sucesso e que deverão manter-se e os aspetos que importa otimizar.
 
Em 2020/ 2021, as bibliotecas devem continuar a apostar na melhoria, refletindo esse esforço nos seus planos anuais de atividades, e avaliar o seu trabalho e desempenho através da aplicação de um conjunto diversificado de instrumentos, nos quais se incluem os questionários disponibilizados pela Rede de Bibliotecas Escolares.
 
O Sistema de Informação da RBE disponibilizará, através da aplicação informática de gestão da avaliação, os meios necessários para o envio dos questionários, a recolha e tratamento dos dados e a elaboração do relatório de avaliação, de acordo com o calendário divulgado no portal RBE, onde podem ser consultadas, igualmente, todas as indicações sobre este processo.
 
Qua | 07.10.20

Que relação existe entre a biblioteca escolar e o desenvolvimento de multiliteracias nos alunos?

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São inúmeros os estudos que mostram uma relação clara entre a biblioteca e o sucesso escolar dos alunos, sobretudo no que diz respeito ao desenvolvimento de multiliteracias. No contexto atual e dada a importância que assume a biblioteca escolar, enquanto centro de aprendizagem da escola, importa refletir sobre as condições que contribuem para esse impacto positivo, ao nível das aprendizagens dos alunos, nomeadamente no que diz respeito à leitura, ao sentido crítico e à literacia da informação e dos media.
O estudo que aqui se apresenta, intitulado School libraries in south Australia, da responsabilidade da School Library Association of SA, aponta alguns caminhos que nos permitem refletir sobre os fatores que influenciam o papel da biblioteca escolar.

Fonte: School libraries in south Australia

Sex | 02.10.20

Lançamento da candidatura Imprevistos de leitura

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A candidatura Imprevistos de Leitura nasce da consciência que a RBE tem da existência de zonas imprevisíveis do trabalho da biblioteca escolar, que confrontam o professor bibliotecário com premências inadiáveis, mas inesperadas, que surgem ao longo da execução dos projetos e da implementação dos planos de atividades.
O termo imprevisto procura caracterizar o espírito de oportunidade com que ela é disponibilizada às equipas das bibliotecas escolares, apresentando-se como um dispositivo simples e permanentemente acessível para obviar, mediante investimentos relativamente diminutos, as necessidades prementes que o quotidiano da biblioteca escolar recorrentemente gera, tanto a nível de equipamento como a nível de fundo bibliográfico ou da aquisição de serviços para a realização de atividades.

Artigo completo: Imprevistos de leitura

 

Qui | 01.10.20

Outubro é o mês das bibliotecas escolares!

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Convidam-se as bibliotecas escolares a partilharem os cartazes comemorativos produzidos no âmbito do Mês Internacional das Bibliotecas Escolares (MIBE). Os cartazes podem ser enviados através do formulário e serão partilhados na rede social Instagram da RBE.

Lançado pela International Association of School Librarianship (IASL) em 2007, o MIBE é celebrado internacionalmente durante o mês de outubro e interliga duas questões cruciais para as bibliotecas escolares: o tema do MIBE, um tema atual que espelha os tempos que vivemos e aponta caminhos futuros, e a mensagem que a biblioteca escolar quer transmitir para valorizar e promover a sua missão.

Assim, o tema do MIBE 2020, Descobrir caminhos para a saúde e o bem-estar com a biblioteca escolar , leva-nos a refletir sobre os diversos âmbitos do que se entende por bem-estar, bem como sobre a relação que existe entre livros, leitura, saúde e bem-estar e, consequentemente, abre caminhos para pensarmos como pode a biblioteca escolar ajudar os alunos a tornarem-se “responsáveis e conscientes de que os seus atos e as suas decisões afetam a sua saúde, o seu bem-estar e o ambiente” .

No entanto, o mês de outubro é também uma oportunidade para dar visibilidade ao trabalho – muitas vezes invisível - que as bibliotecas escolares desenvolvem nas escolas. Para além das pequenas frases e gestos diários que, continuamente e em todas oportunidades, os professores bibliotecários empregam para mostrar à sua comunidade que têm um papel relevante – referimo-nos, neste caso, à advocacia de linha da frente ou de combate –, os cartazes produzidos especialmente para esta ocasião trazem para o espaço público mensagens visuais que contam uma história genuína e singular. Divertidos ou sóbrios, requintados ou estilizados, reafirmam a missão da biblioteca escolar.

“Apesar do estereótipo das bibliotecas e dos bibliotecários como sossegados e sem pretensões, existe uma necessidade premente de afirmar os nossos valores e mostrar a necessidade do nosso trabalho. Precisamos de encontrar formas de demonstrar o nosso contributo - ou os custos da nossa ausência –, tornando as bibliotecas numa prioridade transversal.” (parágrafo traduzido) 

 

Fontes:

American Library Association (s/d). Frontline Advocacy Toolkit. Retirado de http://www.ala.org/advocacy/frontline-advocacy-school-libraries-toolkit
 
Direção-Geral da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Retirado de https://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdf
 
International Federation of Library Associations (2019). IFLA Trend Report 2019 Update. Retirado de
https://trends.ifla.org/files/trends/assets/documents/ifla_trend_report_2019.pdf