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Blogue RBE

Ter | 15.09.20

Aplicações para dispositivos móveis e estratégias inovadoras na educação

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Aplicações para Dispositivos Móveis e Estratégias Inovadoras na Educação é um ebook de livre acesso, organizado por Ana Amélia Carvalho, da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra, editado pela DGE há pouco mais de um mês.

O livro contém 10 capítulos, da responsabilidade de diferentes autores, a saber:
. Storyjumper: escrita colaborativa em forma de ebook;
. Stop Motion e storytelling: criar vídeos e animações num piscar de olhos;
. EdPuzzle: estimular a aprendizagem com recurso a vídeos e quizzes;
. A robótica no contexto da sala de aula;
. Tempoly: um jogo para aprender as quatro operações aritméticas;
. Gamificação para envolver, motivar e aprender;
. Escape Room educativo: reinventar ambientes de aprendizagem: Aprendizagem baseada em projetos;
. Como os jogos de tabuleiro modernos podem ensinar a colaboração;
. Mindfulness em contexto educativo: projeto de aprendizagem socioemocional Mindserena.

Cada um destes capítulos é escrito de forma rigorosa, mas muito prática, e sempre com bibliografia adicional para explorar mais. No texto introdutório, Ana Amélia Carvalho reflete sobre a cidadania digital e a importância de fazer um uso responsável, seguro e ético da tecnologia e da internet.

Aceder ao documento: Aplicações para Dispositivos Móveis e Estratégias Inovadoras na Educação 

Sex | 11.09.20

Fazer em rede: distinguir para inspirar

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Retoma-se a distinção Fazer em Rede, que pretende reconhecer o trabalho que os professores bibliotecários realizam no quotidiano no sentido de fazerem das bibliotecas locais físicos e virtuais de referência nas suas escolas. Esta iniciativa subdivide-se em dois prémios: Prémio Boas Práticas e Prémio Atividades Top.
O regulamento da segunda edição pode ser consultado no Portal RBE.

Conclui-se também a primeira edição da iniciativa Fazer em Rede com a divulgação da Atividade TOP do mês do junho do ano letivo 2019/20.

A partir do mote, ANTES, DURANTE E DEPOIS DO COVID-19 Reflexões em tempo de confinamento, Paula Ribeiro, professora bibliotecária da Escola Secundária Dr. Augusto César da Silva Ferreira, em Rio Maior, lançou um desafio aos alunos: escrever sobre o momento que estavam a viver. O vídeo agora divulgado vem mostrar que os professores bibliotecários têm a capacidade para se adaptarem a cenários de mudança e imprevisibilidade e chamam a si a missão de cuidar da comunidade escolar.

Qui | 10.09.20

Caminhos para os professores bibliotecários ajudarem os alunos no outono de 2020

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Como é que as bibliotecas escolares vão desenvolver o seu trabalho ao longo do primeiro período? No artigo Ways School Librarians Can Serve Students in Fall 2020, Matthew Winner, professor bibliotecário numa escola americana, coloca a tónica na questão que, neste momento, está na cabeça de todos. “ Sabemos que, como professores bibliotecários, enfrentaremos circunstâncias únicas relativamente ao nosso espaço de biblioteca e à forma como envolveremos as crianças neste outono (...). Pode parecer que as opções estão fora de controlo, mas há coisas que se pode fazer para planear o futuro.

De forma pragmática e detalhada, o autor centra-se em quatro pontos fulcrais e apresenta propostas muito concretas. Destacamos algumas dessas propostas:
- Cultive leitores para a vida: Garanta que as crianças e jovens mantêm o acesso aos livros e às histórias. Implemente, por exemplo, um sistema de espera na requisição domiciliária para garantir que apenas os funcionários da biblioteca manuseiam os materiais, retome as sessões de leitura em voz alta, organize um clube de leitura virtual, ou pesquise nos arquivos de festivais literários virtuais sessões com autores que interessem particularmente aos alunos.
- Inove e Colabore: Ainda que o acesso ao espaço da biblioteca possa estar restringido, o professor bibliotecário continua a ser uma presença essencial na escola. Algumas sugestões para continuar a colaborar – e inovar – passam por criar módulos virtuais que os professores possam partilhar autonomamente com os alunos, apoiar a aprendizagem sócio emocional, ou organizar uma história semanal através de uma ferramenta de videoconferência.
- Torne-se móvel!: No caso de os alunos não poderem deslocar-se à biblioteca leve a biblioteca até eles. Assim, apresente a biblioteca na sala de aula e esclareça como se irá processar a requisição domiciliária. Pode criar um serviço de take-out num carrinho, pode pedir aos alunos que preencham um inquérito sobre os seus interesses e, com base nas respostas, selecionar títulos para a sala de aula, ou até visitar as turmas com os livros mais populares. Não desista do makerspace: crie kits individuais e leve desafios de construção para a sala de aula.
- Seja indispensável: As suas competências são uma mais-valia para a escola. Apoie a requisição de dispositivos móveis, divulgue e construa recursos digitais, apoie a aprendizagem através de múltiplos canais, proteja os direitos de autor na sua comunidade escolar. Ajude a criar um sentimento de comunidade nas redes sociais durante períodos de distanciamento social.

Não importa a forma como sua escola ou distrito avance no outono, lembre-se de que há uma rede de educadores e professores bibliotecários prontos e entusiasmados para se apoiarem uns aos outros. Um professor bibliotecário não está sozinho e o que faz é importante, então tem de continuar a ser incrível!

Este artigo foi traduzido e adaptado, encontrando-se originalmente publicado no blogue Ideas&Inspiration.

Artigo completo: Ways School Librarians Can Serve Students in Fall 2020.

 

Ter | 08.09.20

Manual de sobrevivência para novos professores bibliotecários

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Quem inicia funções como professor/a bibliotecário/a, encontra no portal da Rede de Bibliotecas Escolares um importante conjunto de informações e de recursos para ajudar a clarificar o que se espera das bibliotecas escolares. Com algumas orientações, poderá perceber em que sentido caminhar, como manter o rumo e por onde começar.

Sugere-se como ponto de partida uma leitura atenta de três documentos estruturantes: o Quadro Estratégico (QE), o Modelo de Avaliação da Biblioteca Escolar (MABE) e o referencial Aprender com a Biblioteca Escolar (AcBE).
• Apesar de o seu período de vigência terminar este ano, o Quadro Estratégico 2014-2020 define um conjunto de padrões de qualidade para as bibliotecas escolares que não perdem validade.
• Instrumento que monitoriza e avalia os quatro domínios de intervenção da biblioteca escolar, o Modelo de Avaliação da Biblioteca Escolar constitui-se como um referencial do trabalho esperado para as bibliotecas escolares.
• O referencial Aprender com a Biblioteca Escolar apresenta padrões de desempenho para as literacias da leitura, da informação e dos média, áreas fundamentais do trabalho das bibliotecas.

Depois de compreender o que se espera das bibliotecas escolares, os recursos que se seguem podem ajudar a encontrar modos de fazer:
• A página Recursos propõe sete sítios sobre diversas temáticas, como a cidadania, a literacia digital, a linguagem audiovisual, as aplicações para dispositivos móveis ou a literacia mediática.
• Em permanente atualização, a Biblioteca Escolar Digital apresenta sugestões de trabalho, curadoria de conteúdos, instrumentos e tutoriais.
• A página da iniciativa Fazer em Rede disponibiliza vídeos curtos, onde, na primeira pessoa, professores bibliotecários partilham Boas Práticas e Atividades TOP.
• A área dos projetos e parcerias permite-lhe conhecer cada uma das propostas associadas à Rede de Bibliotecas Escolares.

Antes de iniciar o trabalho, consulte as Prioridades 2020-21.

P.S. – Para além destes recursos virtuais, lembramos que tem disponível o coordenador interconcelhio da sua região, recurso que lhe dará todo o apoio necessário e o/a acompanhará nesta viagem.

Sex | 04.09.20

Portal Projeto SOBE+

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Foi disponibilizado ontem, o renovado sítio Web do Projeto SOBE+ (Saúde Oral Bibliotecas Escolares), uma parceria da Rede de Bibliotecas Escolares com a Direção-Geral da Saúde e o Plano Nacional de Leitura 2027, que tem como objetivo principal contribuir para a melhoria da literacia, para a promoção da saúde em geral e prevenção da doença.

Para além de uma imagem renovada, neste espaço digital encontrará orientações, materiais e outros recursos para apoiar profissionais de educação e de saúde para, de forma colaborativa, desenvolverem este projeto nas escolas e jardins de infância.

Visite e explore em www.sobe.pt.

Sex | 04.09.20

Os Miúdos a Votos estão de volta!

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As escolas estão a recomeçar a sua atividade educativa e a preparar-se para os novos desafios que este ano trará. A iniciativa Miúdos a Votos continuará a ter lugar, a partir de um regulamento, orientações e outras novidades que estão para vir de modo a permitir às escolas adaptarem-se ao contexto que vivemos.

Tal como nos anos anteriores, a iniciativa é aberta a todas as escolas, sejam públicas ou privadas, abrangendo alunos do 1.º ao 12.º ano de escolaridade. É também alargada a estabelecimentos de ensino no estrangeiro que lecionem os mesmos anos de escolaridade e que tenham o Português como primeira língua.

Pode encontrar, no portal RBE, toda a informação disponível: Miúdos a Votos • 5.ª edição

Qua | 02.09.20

Como é que as bibliotecas escolares podem apoiar o bem-estar dos alunos?

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A preocupação com o bem-estar dos alunos e a sua saúde mental é um problema global e espera-se cada vez mais que as escolas apoiem esta questão, podendo as bibliotecas escolares desempenhar igualmente um importante papel de apoio nessa área. Assim, é necessário apresentar evidências resultantes de estudos sólidos em contextos de bibliotecas escolares da importância do papel das bibliotecas escolares na melhoria do bem-estar dos alunos.

Este artigo explora o modo como as bibliotecas escolares podem apoiar esse bem-estar, operando como espaços seguros para os jovens, promovendo e financiando iniciativas de saúde mental e bem-estar, apoiando e promovendo práticas biblioterapêuticas e leitura por prazer.

Artigo completo: How Can School Libraries Support Student Wellbeing?

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