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Blogue RBE

Seg | 11.11.19

Currículo, Formação e Internacionalização: desafios contemporâneos | e-book

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Orgs: José Carlos Morgado, Joana Sousa, Antonio Flávio Moreira, Arlindo Vieira

Download | 2018 |

Introdução

Como campo de fronteiras muito porosas, que se ampliam na confluência de distintas visões sobre o Homem, a Sociedade, a Educação e a Formação, o currículo vem, progressivamente, a consolidar-se como área de referência no domínio das Ciências da Educação, em todo o Mundo. Tal consolidação perspetiva-se por diversos desafios teóricos e metodológicos que procuraram interpelar as políticas e as práticas curriculares, com intuito de clarificar quer os propósitos que norteiam o fenómeno educativo, quer as transformações que, se quisermos melhorar a sua qualidade, é necessário introduzir nesse processo. Daí a importância de um amplo debate sobre as decisões curriculares, tanto no interior como no exterior das instituições educacionais, uma vez que delas depende, em grande parte, a forma como se idealizam e concretizam os propósitos educativos.

O último Colóquio sobre Questões Curriculares, realizado na Universidade de Cabo Verde (UNICV), procurou contribuir para esse debate. Os textos que integram este livro, e que serviram de base às Conferências e às Mesas Redondas realizadas no Colóquio, demonstram-no, uma vez que testemunham diferentes visões dos seus autores relativamente às temáticas centrais do Colóquio: o Currículo, a Formação, a Crioulidade e a Internacionalização. [...]

Referência: Universidade da Madeira (2019). Www3.uma.pt. Retrieved 11 November 2019, from http://www3.uma.pt/jesussousa/Publicacoes/113.EBook.pdf

Seg | 11.11.19

Camilo Pessanha | 1867-1926

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Escreveu poemas e sonetos singulares como a sua vida. Camilo Pessanha é considerado "o representante mais genuíno do simbolismo" em Portugal. Em Macau cumpriu um exílio voluntário de quase 30 anos por causa, dizem, de um desgosto de amor.

Por um amor não correspondido desterrou-se em Macau durante quase 30 anos. Ana de Castro Osório recusou o seu pedido de casamento, mas foi ela quem  cuidou de editar “Clepsidra”, o livro de poesia que o imortalizou.

Camilo não se preocupava em guardar o que escrevia em papel, antes tinha os poemas de cor e os ditava quando era preciso. Na sua “poesia de imagens” há uma melodia de palavras, um encontro entre estados de alma e musicalidade, um ritmo de sons perceptível na leitura. A sua obra  “é o fruto mais puro e sazonado do Simbolismo português”. Os poemas mais antigos que se conhecem são “Lúbrica” de 1885 e, “Caminho” de 1887. Depois da sua morte, foram publicados ensaios seus sobre a cultura oriental num volume intitulado “China”.

Camilo Pessanha (1867-1926), doutor formado na faculdade de Direito em Coimbra, foi professor, advogado e redator de jornais em Macau. A adaptação à pequena colónia portuguesa não foi fácil, com o tempo conseguiu  desenvolver uma paixão pela arte e literatura chinesas. Aprendeu a falar cantonense, traduziu poemas da dinastia Ming  e foi um colecionador de arte oriental que veio a doar ao estado português.

De Camilo diz-se que se deixou cair no vício do ópio, que a sua figura impressionava pela magreza, pelas barbas negras e um certo olhar febril, que tinha a saúde fraca e medo da morte. Por duas vezes voltou a Portugal para tratar-se. Mas o poeta que escreveu  “eu vi a luz em um país perdido, a minha alma é lânguida e inerme” morreu na sua Macau, que um dia chamou “o chão antipático do exílio”.

 

ReferênciaCamilo Pessanha, um poeta ao longe. (2019). Camilo Pessanha, um poeta ao longe. Retrieved 9 November 2019, from http://ensina.rtp.pt/artigo/camilo-pessanha-1867-1926/

 

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Dom | 10.11.19

Competência mediática e digital - e-book

do acesso à autonomia

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Download | 2019 |

 

Obra coletiva de "la Red Alfamed" sobre competências mediáticas para a cidadania, fruto do IV Congresso Alfamed que aconteceu na República Dominicana.

Prólogo

La educomunicación como proyecto social en el mundo de las pantallas

La educomunicación se ha convertido en los últimos decenios, y especialmente en los últimos diez años, en una urgente necesidad. Vivimos más que nunca en la sociedad de las pantallas y de las máquinas inteligentes, de manera que la ciudadanía de cualquier parte del orbe, ya sean jóvenes o mayores, ricos o pobres, religiosos o ateos, las han abrazado con pasión y compulsión, pues estas han copado nuestro tiempo de trabajo y ocio, y han generado placer y entretenimiento supuestamente gratuito y universal. Frente a esta situación, escasas voces críticas, muchas de ellas teñidas con tonos catastrofistas y/o moralistas, se alzan de forma puntual (en muchos casos mediante reacciones instantáneas sobre el abuso del consumo, contenidos escabrosos…). Los investigadores de todo el mundo y las universidades no podemos ni debemos mantenernos impasibles ante esta realidad que se convierte, sin duda, en uno de los grandes retos de las sociedades contemporáneas. El consumo de medios es en la actualidad uno de los rasgos distintivos que definen la interacciones entre las personas. Frente a los medios de comunicación tradicionales, hoy los medios son multimedia, interactivos y especialmente omnipresentes y casi omniscientes. Los dispositivos móviles han hecho ya caduca la famosa frase de McLuhan de que los medios eran “extensiones de las personas” para convertirse en “órganos vitales” de nuestra propia existencia. Un día sin móvil/celular, por no decir ya una semana, puede ser un acto catártico que muchas personas son incapaces de soportar. Estar “comunicados/incomunicados” en un mundo de comunicación masiva y casi abusiva, presente en todos los contextos y espacios (incluso los más íntimos), debe ser objeto de estudio prioritario de los académicos. No obstante, complejos problemas nunca tienen fáciles soluciones. En primer lugar, porque “problematizar” lo que la gente corriente no ve como problema ya de por sí puede ser el primer hándicap importante al que nos enfrentemos. [...]

 

Referência: (2019). Bb4dba4f-ce78-42ca-a171-3fe700002d69.filesusr.com. Retrieved 9 November 2019, from https://bb4dba4f-ce78-42ca-a171-3fe700002d69.filesusr.com/ugd/438ae9_dd2298820a3043bb978e902da5ca0479.pdf

 

 

 

Sab | 09.11.19

Biblioteca de Autores | índice de autores

Ler, ver e ouvir

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ILLUSTRATION BY CHELSEA O'BYRNE

Consulte aqui informação relevante sobre Autores portugueses e estrangeiros. Para tal, clique no nome do autor e a informação abrirá numa nova janela.

Uma vez que o Índice está em formato .pdf, é pesquisável. Para poupar tempo, pesquise pelo nome do autor que pretende encontrar: para tal clique com o rato no .pdf e prima CMD+F no Mac e CTRL+F no Windows.

Esta lista permanece em atualização permanente, no que respeita a estes Autores e a outros a incluir.

As Bibliotecas, ou qualquer leitor do blogue, podem fazer o download desta lista de autores e partilhá-la nas suas páginas, podendo, caso o desejem adequá-la aos seus públicos.

Sex | 08.11.19

Valter Hugo Mãe

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A jornalista Paula Moura Pinheiro conversa com Valter Hugo Mãe, poeta e romancista, sobre literatura, o Prémio Saramago, "O Filho de Mil Homens", o seu 5º e último romance, e sobre um breve texto que escreveu no iPhone e que levou ao rubro a assistência de um importante festival literário no Brasil, sendo que a sua única certeza é que "O amor é a única maneira de nos sentirmos o dobro do que somos".

Referência: Valter Hugo Mãe. (2019). Arquivos.rtp.pt. Retrieved 8 November 2019, from https://arquivos.rtp.pt/conteudos/valter-hugo-mae-3/

 

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Crónicas

 

Sex | 08.11.19

Descobre o livro que mudará a tua vida | albert espinosa

Livros e felicidade

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Albert Espinosa | escritor

Albert Espinosa

"Eu tive cancro dos 14 aos 24 anos e perdi uma perna, um pulmão e um pedaço de fígado, mas fiquei feliz." Albert Espinosa é escritor, roteirista, ator e diretor de cinema, mas, acima de tudo, é alguém capaz de partilhar uma mensagem esperançosa sobre o cancro infantil e juvenil. Ele já vendeu mais de três milhões de livros em 42 países, com títulos como 'O mundo amarelo', 'O que vou lhe dizer quando voltar a vê-lo', 'O mundo azul. Ame o seu caos ',' Se você disser mês, eu deixo tudo ... mas diga-me, venha ', ou o mais recente' A melhor coisa a fazer é voltar '.

Com seu filme 'Planta 4ª', dirigido por Antonio Mercero, ele foi indicado ao Goya Award, e a série de televisão 'Red Bracelets', ganhadora de dois prémios Emmy, conseguiu tornar a sua história e a dos seus companheiros de hospital virais. 

(...)

ReferênciaDescubre el libro que cambiará tu vida. (2019). BBVA Aprendemos juntos. Retrieved 8 November 2019, from https://aprendemosjuntos.elpais.com/especial/no-existe-la-felicidad-sino-ser-feliz-cada-dia-albert-espinosa/

Sex | 08.11.19

Preparação para a vida na era digital | Estudo Internacional de Alfabetização em Informática e Informação da AIE | 2018

Relatório

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Autores: Fraillon , J., Ainley , J., Schulz , W., Friedman , T., Gebhardt , E.

Este livro de acesso aberto apresenta a estrutura de avaliação do ICILS (International Computer an Information Literacy Study) 2018 da AIE, projetada para avaliar quão bem os alunos estão preparados para estudar, trabalhar e viver na era digital. 

O estudo mede as diferenças internacionais em informática e informação dos alunos (CIL): a sua capacidade de usar computadores para investigar, criar, participar e comunicar em casa, na escola, no local de trabalho e na comunidade. 

Os países participantes também têm a opção dos seus alunos concluírem uma avaliação do pensamento computacional (CT). A estrutura de avaliação do ICILS articula a estrutura básica do estudo, fornecendo uma descrição do campo e dos constructos a serem medidos. 

Este livro descreve o design e o conteúdo dos instrumentos de medição, justifica esses projetos e descreve como as medidas geradas pelos instrumentos se relacionam com as construções. As relações hipotéticas entre construções fornecem a base para algumas das análises a seguir. 

Acima de tudo, a estrutura vincula o ICILS a outras pesquisas semelhantes, permitindo que o conteúdo dessa estrutura de avaliação combine teoria e prática numa explicação do 'o quê' e do 'como' do ICILS.

 

ReferênciaICILS | IEA. (2019). Iea.nl. Retrieved 8 November 2019, from https://www.iea.nl/studies/iea/icils

Qui | 07.11.19

Falando da Europa | jornalistas por um dia no media lab

Cidadania Europeia

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O “Falando da Europa” vai continuar em 2019 com o objetivo de comunicar a União Europeia e estimular o interesse dos jovens para esta temática, fomentar a inclusão e a cidadania Europeia, o espírito crítico, bem como contribuir para a tomada de decisões informadas. 

 
Os Media Lab Diário de Notícias e Jornal de Notícias e o Espaço Público Europeu - Espaço Europa, o serviço de informação da Representação da Comissão Europeia e do Gabinete do Parlamento Europeu em Portugal,  têm o prazer de, pelo 8º ano consecutivo, desafiar os seus alunos a serem "jornalistas da Europa", no âmbito do Workshop “Falando da Europa” dedicado, como habitualmente, a um leque de temas sempre atuais e de grande interesse para os jovens. A sessão, a realizar-se numa das datas abaixo, será GRATUITA.
 

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Os temas a abordar são de grande interesse para o currículo escolar. Assim, do Empreendedorismo à Participação Cívica, passando pelo Voluntariado e o Ambiente, não esquecendo a Desinformação (Fake News) e a Importância da EU na vida de cada um, serão debatidos com os alunos, mostrando as diferentes oportunidades que a União Europeia lhes proporciona.

COMO? 

Sensibilizam-se os mais jovens para a cidadania europeia através da participação numa simulação de trabalho jornalístico em que realizam pesquisa e criação de notícias relacionadas com temas europeus, os quais são transversais ao trabalho desenvolvido pelas editorias do DN e do JN como Desporto, Sociedade, Cultura, Economia, Política e Internacional. 

Este workshop é, ainda, enriquecido pelas apresentações de especialistas/oradores convidados. Os alunos serão os jornalistas da sessão que, divididos em grupos, com o seu espírito crítico, serão desafiados a agir e a elaborar o seu Jornal em suporte impresso, vídeo ou rádio sobre o que ouviram na sessão com o orador. Todos os seus trabalhos serão depois inseridos nas redes sociais do projeto e partilhados com a comunidade.

 

 

 
Qui | 07.11.19

Notícias falsas ou propaganda?: Uma análise do estado da arte do conceito fake news

Artigo de Rafiza Luziani Varão Ribeiro Carvalho

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Resumo
A popularidade do termo fake news e a sua crescente utilização, inclusive em pesquisas académicas, está longe de gerar um consenso sobre a sua conceptualização. Este artigo apresenta e analisa os resultados do primeiro grande levantamento do estado da arte sobre o conceito fake news em língua inglesa, realizado por Edson C. Tandoc Jr., Zheng Wei Lim e Richard Ling, a partir de revisão de literatura em 34 artigos prévios.


Seis grandes grupos de conceitos são expostos: sátira; paródia; fabricação; manipulação; publicidade e relações públicas; propaganda. Como resultado da análise, evidencia-se a ideia de que o vocábulo fake news está mais relacionado à propaganda, ou a outras práticas comunicacionais, e menos ao jornalismo.

 

Introdução

No dia 11 de janeiro de 2017, numa conferência de imprensa pouco antes de sua posse como o 45º presidente dos Estados Unidos, Donald Trump criticou duramente a atuação da imprensa nas eleições em que se saíra vencedor, no ano anterior. Na ocasião, o jornalista Jim Acosta, da CNN, retrucou: “Já que o senhor está nos atacando, poderia nos dar a chance de fazer uma pergunta?”. Trump se recusou e disse, em episódio que se tornaria icónico de suas relações com os veículos jornalísticos: “Vocês são fake news”. [...]

 

Referência: Carvalho, R. (2019). Notícias falsas ou propaganda?: Uma análise do estado da arte do conceito fake news. Questões Transversais7(13). Retrieved from http://revistas.unisinos.br/index.php/questoes/article/view/19177

 

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Qua | 06.11.19

O PÚBLICO na Escola está de volta | trinta anos depois

Lançamento

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O PÚBLICO na Escola está de regresso e vai abrir as portas das redacções do jornal, em Lisboa e no Porto, para mostrar como é o trabalho dos jornalistas. O projeto conta com o apoio do Ministério da Educação e da Fundação Belmiro de Azevedo e foi lançado ontem em Lisboa. 

O lançamento marca também o regresso do concurso nacional de jornais escolares, que teve a sua última edição em 2014. No site do projeto, será possível aceder a conteúdos sobre literacia mediática, recursos pedagógicos para utilizar os jornais em contexto de sala de aula e actividades para os alunos aprenderem com os media de forma mais autónoma.

Leia mais aqui.

ReferênciaQueres saber como funciona o jornal? O PÚBLICO na Escola ensina. (2019). PÚBLICO. Retrieved 6 November 2019, from https://www.publico.pt/2019/11/05/video/publico-escola-oportunidade-formar-cidadaos-atentos-20191105-140144

Oiça aqui o discurso do Senhor Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues:

 

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