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Blogue RBE

Qua | 20.11.19

As Bibliotecas Escolares cumprem os direitos da criança | ifla

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Hoje assinala-se o trigésimo aniversário da assinatura da Convenção sobre os Direitos da Criança .

Embora este não tenha sido o primeiro acordo internacional a concentrar-se nas necessidades específicas das crianças, é o mais destacado e colocou os direitos da criança com firmeza na agenda política de muitos países.

Fica claro que as crianças estão numa situação específica e têm necessidades específicas. A Convenção inclui uma seção muito mais completa sobre educação, por exemplo, do que a Declaração Universal dos Direitos Humanos .

Também destaca outras liberdades, como a liberdade de acesso à informação, com o objetivo de ajudar as crianças de hoje a tornarem-se adultos ativos e capacitados no futuro.

Esta situação específica, sem dúvida, merece um tipo específico de apoio. É isso que as bibliotecas escolares oferecem. Na verdade, o 30º ano do aniversário da Convenção é também o 20º ano de aniversário do Manifesto das Bibliotecas Escolares.

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Qua | 20.11.19

Concurso para a criação de postais pop-up

Dia Internacional dos Direitos da Criança

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No âmbito do Dia Internacional dos Direitos da Criança, celebrado a 20 de novembro, a Rede de Bibliotecas Escolares anuncia o concurso para criação de 10 postais pop-up, tendo por base os 10 princípios da Declaração dos Direitos da Criança. Da iniciativa do Up Up Pop-Up, com a Arte Central, este concurso, de âmbito nacional, dirige-se a alunos do 1.º ao 12.º ano de escolaridade das escolas públicas e privadas do continente e ilhas.

O Dia Internacional Dos Direitos da Criança foi estabelecido pela ONU, em 1954, com o propósito de promover os direitos e o bem-estar das crianças em todo o mundo. A Declaração dos Direitos da Criança que comemora, a 20 de novembro, o seu 60.º aniversário (ONU, 1959), foi o primeiro tratado internacional a reconhecer os direitos da criança nas áreas da saúde, educação e segurança e foi o tratado de direitos humanos internacionais mais amplamente ratificado. Nesta mesma data comemora-se o 30.º aniversário da Convenção dos Direitos das Crianças (1989), documento ratificado por Portugal a 21 de setembro de 1990 e o 40.º aniversário da UNICEF.

Lançado no dia 20 de novembro, este concurso será desenvolvido até início do terceiro período letivo (final de abril) e possui 4 escalões ou categorias que correspondem aos ciclos de ensino (1º, 2º 3º e secundário), havendo um prémio para cada um dos escalões.

O Regulamento e outras informações serão publicadas no dia de lançamento do concurso, a 20 de novembro.

Ter | 19.11.19

VII Jornadas Biblioteconómicas de Abrantes

Arte de ler e ler com artes

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Programa e Inscrição |

As Jornadas Biblioteconómicas de Abrantes têm o objetivo de fomentar o contacto entre todos os profissionais de informação-documentação, o mundo das bibliotecas – públicas e escolares – e as questões que se colocam à generalidade dos mediadores de leitura no nosso país. Tendo em vista a singularidade, a inovação e o garante da qualidade desta iniciativa, utiliza-se uma metodologia baseada em oficinas de leitura e de promoção da leitura, enriquecida com sessões plenárias.  Pretende-se garantir práticas de qualificação especializada, com potencialidades culturais e formativas de elevado retorno para os/as profissionais que tiveram a oportunidade de participar.

 

Referência: VII Jornadas Biblioteconómicas de Abrantes - Arte de ler e ler com. (2019). Biblioteca Municipal António Botto. Retrieved 19 November 2019, from http://www.bmab.cm-abrantes.pt/index.php/pt/agenda/131-vii-jornadas-biblioteconomicas-de-abrantes-arte-de-ler-e-ler-com-artes

Seg | 18.11.19

Rede de Bibliotecas da Sertã oficializada

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Assinatura do protocolo da Rede de Bibliotecas da Sertã. Da direita para a esquerda: Presidente da Câmara Municipal da Sertã,José Farinha Nunes, Diretor do AE da Sertã, José Carlos Fernandes, Ana Sofia Marçal, Bibliotecária Municipal e Lucília Santos, Coordenadora Interconcelhia da Rede de Bibliotecas Escolares

 

No passado dia 23 de outubro foi assinado, na Escola Básica da Cumeada, o Protocolo de Cooperação entre o Município da Sertã e o Agrupamento de Escolas de Sertã (AES), representados pelo presidente da autarquia, José Farinha Nunes, e pelo diretor do Agrupamento, José Carlos Fernandes. Esteve ainda presente a coordenadora interconcelhia da Rede de Bibliotecas Escolares, a professora Lucília Santos, em representação daquela entidade.

O presente documento institucionaliza as práticas colaborativas que já ocorrem há vários anos entre as Bibliotecas Escolares do AES e a Biblioteca Municipal Padre Manuel Antunes, com base no Acordo de Cooperação constante no Despacho n.º 15 073, publicado no Diário da República, 2.a série, n.º 134 de 13 de julho de 2006, celebrado com a Rede de Bibliotecas Escolares.

A Rede agora formalizada – Rede de Bibliotecas da Sertã (RBS) – visa aprofundar as práticas existentes entre as entidades que gerem e disponibilizam informação no concelho da Sertã, nomeadamente ao nível da gestão, da disponibilização de recursos documentais e da promoção de ações na área das literacias; implementar um plano concelhio de leitura e desenvolver um portal digital online das Bibliotecas do concelho da Sertã, integrando um catálogo coletivo.

No sentido de operacionalizar a organização e o funcionamento da RBS foram ainda apresentadas as Normas de Funcionamento, que são parte integrante do presente protocolo.

Esta cerimónia culminou com a primeira sessão deste ano letivo, nesta escola, do projeto “Leitores do Património”, concebido pela autora Joana Lopes e dinamizado pela mesma e pela equipa da Biblioteca Municipal. A sessão desenvolveu-se em torno da temática “Memórias com a Natureza” tendo sido apresentados exemplos de produtos recolhidos na natureza e que, em tempos idos, eram usados na vida quotidiana das pessoas (madeira, xisto, milho, lã, …), não só para fins utilitários (construção de casas, alimentação, …), mas também decorativos (brinquedos, por exemplo, bonecas…). Foi ainda apresentado o conto tradicional Um ladrão debaixo da cama, recontado por Alice Vieira, que serviu de mote para a apresentação de plantas autóctones utilizadas com fins medicinais, chás, ... A sessão terminou com uma atividade prática (construção de pacotinhos de chá) e sugestões de leitura.

Parabéns à Rede de Bibliotecas da Sertã e ao projeto “Leitores do Património” pelo trabalho desenvolvido em prol da leitura e da divulgação da cultura e tradições populares.

As professoras bibliotecárias do AE da Sertã

Isabel Barroso e Elsa Vasconcelos

Seg | 18.11.19

3º Encontro de Rede de Bibliotecas do Concelho de Constância

Rios de Possibilidades em Bibliotecas

Programa | Inscrições |

Parcerias «Rios de Possibilidades em Bibliotecas» é o tema do 3º Encontro da Rede de Bibliotecas do Concelho de Constância, com sessões marcadas para a Casa-Memória de Camões e para o Agrupamento de Escolas de Constância, uma organização da Rede de Bibliotecas do Concelho de Constância.

Parcerias, Redes e Possibilidades, Parcerias e Projetos no Concelho dos Dois Rios e As Parcerias no Terreno, são os títulos dos diferentes painéis, os quais contarão com a presença de reconhecidos oradores ligados às Bibliotecas e às suas parcerias.

Registo especial merecem também os dois momentos musicais que integram o evento, os quais serão dinamizados pelo Agrupamento de Escolas de Constância e por Gonçalo Gaspar, músico da Associação Filarmónica Montalvense 24 de Janeiro.

Para mais informações e inscrições devem os interessados contactar a Biblioteca Municipal Alexandre O'Neill, até dia 29 de novembro, através do endereço eletrónico biblioteca@cm-constancia.pt ou do número de telefone 249 739 367.

Para docentes, este encontro será reconhecido como ação de formação de curta duração, pela Comissão Pedagógica do Centro de Formação A23.

Referência: Lista de Noticias . (2019). Cm-constancia.pt. Retrieved 18 November 2019, from http://www.cm-constancia.pt/index.php/pt/lista-de-noticias/1881-secretario-de-estado-adjunto-e-da-educacao-no-3-encontro-de-rede-de-bibliotecas-do-concelho-de-constancia

 
Seg | 18.11.19

Literacia transmedia na nova ecologia mediática | e-book

Livro branco

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Download | 2018 |

Em que ponto estamos?

Desde a disseminação dos computadores pessoais nos anos 80 do século passado, a expansão da World Wide Web nos anos 90 e o surgimento das redes sociais e dos dispositivos móveis nos anos 2000, a tecnologia digital tem sido um catalisador de mudança social nas sociedades contemporâneas. Apesar de as escolas terem feito grandes esforços nas duas últimas décadas para se adaptarem às novas condições sociais e tecnológicas, a perceção geral é de que a vida social das crianças, pré-adolescentes e adolescentes gira em torno de um conjunto de tecnologias digitais e de novas práticas que são muitas vezes diferentes das dos pogramas educativos das escolas. [...]

 

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Qui | 14.11.19

A desmaterialização em 10 palavras chave | glossário

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Quels que soient les projets (numérisation ou dématérialisation native) des concepts clés doivent être maîtrisés pour bien dématérialiser. (Illustration Freepik/studiogstock)

La dématérialisation des documents regorge de concepts ! Parce qu'il est toujours utile de revenir aux fondamentaux, voici LE glossaire de la dématérialisation contenant une sélection arbitraire de 10 mots-clés de la dématérialisation avec leurs définitions. Celles-ci privilégient non l’aspect technique, mais les préoccupations pratiques de l’utilisateur cherchant à appuyer son projet de dématérialisation zéro papier sur un vocabulaire clair. Qu'est-ce que l'archivage électronique ? En quoi consiste le cloud ? Que contient un référentiel documentaire ? Et que veut dire l'acronyme Ged ? Voici les réponses :

Le glossaire de la dématérialisation:

1. Archivage électronique
2. Cloud
3. Conception centrée sur l'utilisateur (user centered design)
4. Droit d’accès
5. Ged, Gec, ECM, RM, RSE
6. Interopérabilité, CMIS, service web, API
7. Référentiel documentaire
8. Saas, on premise
9. Sécurité
10. Versioning

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Qui | 14.11.19

Blimunda #89, outubro de 2019

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Neste mês de outubro, Afonso Reis Cabral recebeu o Prémio Literário José Saramago. A Blimunda #89 recupera as palavras do escritor aquando da entrega do galardão e também o discurso da Senhora Ministra da Cultura, Graça Fonseca, na cerimónia. São destaques também nesta edição: uma conversa sobre revistas literárias e uma exposição de ilustração que tiveram lugar no FOLIO (Festival Literário Internacional de Óbidos), o Prémio Eduardo Lourenço e um artigo de Fernando Assis Pacheco sobre José Saramago.

 

 

Referência: Blimunda #89, o. (2019). Blimunda #89, outubro de 2019 - | José Saramago| José Saramago. Retrieved 14 November 2019, from https://www.josesaramago.org/blimunda-89-outubro-de-2019/

Qua | 13.11.19

O Estado da Literacia para os Media, na Educação, nos EUA | snapshot 2019

Os Media, campo de estudo interdisciplinar

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Download | 2019 |

Introdução

Com décadas de bolsas no campo da alfabetização mediática, numerosos pesquisadores,  educadores e advogados têm apelado à ampla implementação da alfabetização mediática na educação (Considine, 1990; Thoman & Jolls, 2004;Hobbs, 2010; De Abreu, 2018).

Desde 2015, a Associação Nacional de Educação para a Alfabetização  em Media (NAMLE) cresceu, de cerca de 300 membros para mais de 5.000,  mostrando uma expansão notável do interesse e procura da educação para os media.

Paralelamente com as preocupações crescentes sobre desinformação, os media e a alfabetização passaram para a vanguarda da atenção nacional.

Definida como a “capacidade de aceder, analisar, avaliar, criar, e agir, usando  todas as formas de comunicação ”(NAMLE, 2014), a educação para os media é um campo interdisciplinar de estudo e maneira de ensinar, que chama a atenção para os aspectos  sociais, políticos, económicos e culturais dos media e prepara ativamente estudantes e cidadãos para a crítica e a participação criativa na era digital.

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Referência:  Namle.net. (2019). Retrieved 13 November 2019, from https://namle.net/wp-content/uploads/2019/06/SOML_FINAL.pdf

 

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Ter | 12.11.19

Educar para o Pensamento Crítico na Sala de Aula - Planificação, Estratégias e Avaliação

e-Book

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Download | 2019 |

Um recurso para a dinamização do pensamento crítico dos alunos. Para professores de todos os níveis de ensino, apresenta fundamentação teórica, planificação e estratégias de aprendizagem e avaliação.

 

Tim Kenyon

Professor e Investigador na Brock University (Canadá)

O ensino do pensamento crítico é uma espécie de enigma. Por um lado, é um dos elemen-tos mais exigidos no mundo educacional, com uma rara convergência entre políticos, comentadores, ativistas sociais, grandes organizações empresariais e os próprios educadores, que concordam que as competências de pensamento crítico são uma necessidade pedagógica urgente para a prosperidade económica, social e cultural. Por outro lado, nunca os educado- res foram tão explícitos ao afirmar que já promovem as competências de pensamento crítico nos seus programas e nas suas práticas. Desde o jardim de infância ao ensino superior, na formação académica ou vocacional, apenas precisamos de olhar para os currículos e para as descrições das disciplinas para verificar que todos estão a ensinar o pensamento crítico.

Como podemos precisar de forma tão “desesperada” de algo que todos já estão a fazer?

O problema é, em parte, a falta de clareza sobre o que se entende por ensino do pensa- mento crítico. Por que razão os professores não haveriam de considerar que o ensino inclui o pensamento crítico quando, no sentido mais amplo, as competências de raciocínio crítico são apenas competências de raciocínio, ponto final? Os aspetos interessantes e difíceis do pensamento crítico relacionam-se com o modo como competências e atividades de raciocínio que pareceriam bastante básicas de outra forma se interligam, como se ativam em rede nos momentos certos, como podem ser transformadas em atividades reflexivas e como podem ser relacionadas com as respostas sociais e emocionais apropriadas para serem eficientes quando ativadas. Por exemplo, a aritmética está entre o conjunto de competências de pensamento crítico, no sentido de que muitas vezes é preciso usar a aritmética elementar para pensar de modo crítico. Isso significa que apenas ensinar aritmética é ensinar o pensamento crítico? Se lhe atribuirmos esse significado, então como é que percebemos um défice mundial de pensamento crítico, quando competências como a numeracia são ensinadas de forma universal? [...]

 

Referência: Lidel, G. (2019). Educar para o Pensamento Crítico na Sala de Aula - Planificação, Estratégias e Avaliação. Issuu. Retrieved 12 November 2019, from https://issuu.com/lidel/docs/9789896930929_educar_para_o_pensame

 

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